Ômicron: DF tem dois casos de infecção pela nova variante

O Distrito Federal tem dois casos de infecção pela variante ômicron da covid-19. A informação foi confirmada pelo governador Ibaneis Rocha (MDB) ao Correio nesta quinta-feira (2/12). Inicialmente, o DF investigava apenas um caso da nova cepa. “Confirmado dois casos”, resumiu Ibaneis à reportagem.

 (crédito: PhonlamaiPhoto/Getty Images)

Mais detalhes sobre os infectados serão repassados pelos gestores da Secretaria de Saúde ainda nesta tarde. Um dos casos suspeito é o de um homem recém-chegado da África do Sul. Ele fez o teste da covid-19 em 29 de novembro, com resultado positivo. Apesar de assintomático, o viajante está em isolamento domiciliar desde a chegada à capital

Pessoas andam na rua de máscara

Rafaela Felicciano/Metrópoles

O governador Ibaneis Rocha (MDB) confirmou, nesta quinta-feira (2/12), dois casos da nova variante da Covid-19, a Ômicron, no Distrito Federal. A informação foi adiantada à coluna Grande Angular.

A coluna apurou que uma das pessoas infectada com a Ômicron está com sintomas leves e a outra está assintomática. A Secretaria de Saúde acompanha ambos os pacientes, que estão isolados em casa.

O que se sabe sobre a ômicron

Quais as principais diferenças dessa nova cepa?
Tem muita coisa que a gente ainda não sabe. A principal diferença dessa variante é a alta taxa de mutação. Ela tem muitas mutações, e a maior parte delas fica na proteína spike — que é a região do vírus que se liga às células humanas e que é usada pela maioria das vacinas para gerar a imunidade. Eventualmente, isso pode gerar maior transmissão ou redução da efetividade das vacinas. Apesar disso tudo, ainda é muito cedo para a gente mensurar o real perigo dela. Ainda não temos como saber. Até então, não temos nenhuma morte atribuída a essa variante.

O que a Secretaria de Saúde pode fazer para se antecipar a uma nova onda de covid-19?
O Brasil, de forma geral, precisa pedir a exigência da vacinação. Depois, é preciso investir em testagem. Ela precisa ser ampla e irrestrita, de fácil acesso para toda a população. E as pessoas precisam entender que mesmo os vacinados precisam fazer a testagem. Mas, além disso, o Brasil precisa investir em sequenciamento genético.

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