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	<title>AGRAVAMENTO DA COVID-19 &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<description>SUA FONTE DE INFORMAÇÃO SEGURA SOBRE SAÚDE</description>
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	<title>AGRAVAMENTO DA COVID-19 &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Cientistas da USP identificam mais um mecanismo envolvido na forma mais grave de covid</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2020 14:48:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[AGRAVAMENTO DA COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto mostrou que o grau de ativação dos inflamassomas está associado ao desfecho clínico dos pacientes. Descoberta abre caminhos para novas possibilidades de tratamentos, pois já existem drogas eficazes que inibem os inflamassomas A covid-19 é uma doença inflamatória causada pelo novo coronavírus, SARS-CoV-2, e a evolução varia &#8230;</p>
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<h4>Estudo da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto mostrou que o grau de ativação dos inflamassomas está associado ao desfecho clínico dos pacientes. Descoberta abre caminhos para novas possibilidades de tratamentos, pois já existem drogas eficazes que inibem os inflamassomas</h4>



<p>A covid-19 é uma doença inflamatória causada pelo novo coronavírus, SARS-CoV-2, e a evolução varia bastante entre os pacientes. Algumas pessoas infectadas não apresentam sintomas, enquanto outras evoluem para uma pneumonia grave e até para a síndrome respiratória aguda ou morte.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/11/MECANISMO-COVID19.jpg" alt="" class="wp-image-843" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/11/MECANISMO-COVID19.jpg 622w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/11/MECANISMO-COVID19-300x105.jpg 300w" sizes="(max-width: 622px) 100vw, 622px" /></figure>



<p>Também são desconhecidos os mecanismos envolvidos na sua natureza inflamatória e resposta imune contra esses vírus, ou seja, os mecanismos de defesa que o organismo utiliza para combater essa infecção.&nbsp;</p>



<p>Um importante passo para esse entendimento foi dado por pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP.&nbsp;Estudo liderado pelo professor Dario Zamboni, do Departamento de Biologia Celular e Molecular e Bioagentes Patogênicos da FMRP e do Centro de Pesquisas em Doenças Inflamatórias (Crid), mostra que um conjunto de moléculas presentes dentro das células e envolvidas na inflamação, o chamado inflamassoma, pode ajudar a prever se o paciente evoluirá para casos mais graves ou mais leves da covid-19.</p>



<p>O inflamassoma de NLRP3 é composto de um conjunto de moléculas que, quando ativadas, se aglomeram no interior das células de defesa formando estruturas chamadas “puncta”, que indicam que os inflamassomas estão ativos.</p>



<p>&nbsp;“Se os inflamassomas estão ativos, eles vão levar a um processo inflamatório que pode promover o controle de algumas infecções. Mas se o processo inflamatório for muito forte, descontrolado, ele pode levar a uma resposta exacerbada, causar danos aos tecidos e piorar o quadro clínico em algumas doenças. Esse parece ser o caso de pacientes com quadros moderados e graves de covid-19, aqueles que procuram atendimento hospitalar”, revela o professor Zamboni.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/11/20191121_dario_simoes_zamboni.png" alt="" class="wp-image-844" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/11/20191121_dario_simoes_zamboni.png 553w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/11/20191121_dario_simoes_zamboni-300x300.png 300w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/11/20191121_dario_simoes_zamboni-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 553px) 100vw, 553px" /><figcaption>Dario Simões Zamboni – Foto: Divulgação/FMRP USP</figcaption></figure>



<p>Essa foi a primeira vez que pesquisadores associaram o inflamassoma de NLRP3 com a evolução da covid-19 para desfechos menos favoráveis aos pacientes.</p>



<p>Utilizando amostras de 124 doentes com casos graves e moderados, o estudo mostrou que o grau de ativação dos inflamassomas está associado ao desfecho clínico dos pacientes.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/11/20201124_Inflammasome-Covid-19.jpg" alt="" class="wp-image-845" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/11/20201124_Inflammasome-Covid-19.jpg 600w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/11/20201124_Inflammasome-Covid-19-300x298.jpg 300w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/11/20201124_Inflammasome-Covid-19-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption><em>A imagem é uma autópsia do pulmão de um paciente que faleceu por covid-19. É possível visualizar inflamassomas ativos (marcados como pontos vermelhos) em algumas células. Fibras de colágeno e elásticas estão marcadas em verde, os núcleos das células pulmonares estão marcados em azul e as células epiteliais estão marcadas em rosa – Foto: Cedida pelo pesquisador</em></figcaption></figure>



<p>Segundo o professor Zamboni, esses achados sugerem que, nos casos graves, a ativação muito forte do inflamassoma está sendo prejudicial aos pacientes.</p>



<p>“Essa descoberta é importante pois abre caminhos para novas possibilidades de tratamentos para a covid-19, uma vez que já existem drogas eficazes que inibem a ativação dos inflamassomas.”</p>



<p>O estudo, financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp),  acaba de ser publicado no<a href="https://rupress.org/jem/article/218/3/e20201707/211560/Inflammasomes-are-activated-in-response-to-SARS?searchresult=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Journal of Experimental Medicine</a>, um dos mais importantes jornais médicos científicos do mundo, e conta com outros 43 autores da USP em Ribeirão Preto e do Hospital das Clínicas da FMRP.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/11/jem_20201707_ga2-1424x1536-1-949x1024.png" alt="" class="wp-image-846" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/11/jem_20201707_ga2-1424x1536-1-949x1024.png 949w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/11/jem_20201707_ga2-1424x1536-1-278x300.png 278w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/11/jem_20201707_ga2-1424x1536-1-768x828.png 768w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/11/jem_20201707_ga2-1424x1536-1.png 1424w" sizes="(max-width: 949px) 100vw, 949px" /></figure>



<p><strong>FONTE:</strong> Jornal da USP</p>
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