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	<title>BAJAU &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<description>SUA FONTE DE INFORMAÇÃO SEGURA SOBRE SAÚDE</description>
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	<title>BAJAU &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Bajau: conheça o povo que evoluiu para passar mais tempo embaixo d’água</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 12:05:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa descobriu que etnia do sudeste asiático contou com a seleção natural para desenvolver habilidades de mergulho sobre-humanas Bajau: conheça o povo que evoluiu para passar mais tempo embaixo d’água. Acima: Crianças da etnia bajau na Malásia (Foto: hazize san/Wikimedia Commons) Pessoas comuns conseguem segurar a respiração embaixo d’água por pouco mais de um minuto. Mas o mergulho livre, &#8230;</p>
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<h2>Pesquisa descobriu que etnia do sudeste asiático contou com a seleção natural para desenvolver habilidades de mergulho sobre-humanas</h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/eArg4AF6S1fTlScDUlpHKWlW254=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2021/03/16/sama_bajau_birau_dugout_canoe.jpg" alt="Bajau: conheça o povo que evoluiu para passar mais tempo embaixo d’água (Foto: hazize san/Wikimedia Commons)" title="Bajau: conheça o povo que evoluiu para passar mais tempo embaixo d’água. Acima: Crianças da etnia bajau na Malásia (Foto: hazize san/Wikimedia Commons)"/><figcaption>Bajau: conheça o povo que evoluiu para passar mais tempo embaixo d’água. Acima: Crianças da etnia bajau na Malásia (Foto: hazize san/Wikimedia Commons)</figcaption></figure>



<p>Pessoas comuns conseguem segurar a <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2021/03/umidade-da-respiracao-pode-aumentar-eficiencia-de-mascaras-de-algodao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">respiração</a> embaixo d’água por pouco mais de um minuto. Mas o <a href="https://revistagalileu.globo.com/Tecnologia/noticia/2020/03/mascara-de-mergulho-e-adaptada-para-ventilar-oxigenio-e-tratar-covid-19.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mergulho</a> livre, também chamado de mergulho em apneia, é uma habilidade que pode ser treinada, e inclusive é um esporte. O recorde mundial em apneia estática, em que o mergulhador apenas submerge sua cabeça dentro de uma <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Arqueologia/noticia/2020/09/piscina-de-pedra-construida-no-seculo-4-c-e-descoberta-perto-de-roma.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">piscina</a>, é do espanhol Aleix Segura, de 36 anos. Em 2016, ele conseguiu ficar 24 minutos e 3,45 segundos submersso em uma piscina após inalar oxigênio puro.</p>



<p>A façanha de Segura foi possível após anos de experiência em mergulho livre, treinamentos e competições. Não se trata de uma capacidade inata, como a dos integrantes do povo Bajau, uma etnia com cerca de 1,1 milhão de pessoas residentes no sudeste da Ásia, em países como Filipinas, Malásia e Indonésia. Apelidados de “ciganos do&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Meio-Ambiente/noticia/2020/08/estudo-estima-que-gelo-no-mar-do-artico-vai-desaparecer-ate-2035.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mar</a>”, os Bajau são conhecidos pela habilidade em mergulho livre que os tornam excelentes caçadores e coletores subaquáticos.</p>



<p>Dotados apenas de uma&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/02/seria-hora-de-abandonar-mascara-de-tecido-segundo-medicos-nao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">máscara</a>&nbsp;de proteção e pesos para reduzir a flutuabilidade, os caçadores submarinos do povo Bajau chegam a enfrentar jornadas diárias de 8 horas, das quais 5 horas são passadas na água, em mergulhos que podem levar até 13 minutos, em profundidades abaixo de 70 metros.</p>



<p><strong>O que acontece quando prendemos a respiração?</strong><br>Nosso corpo reage imediatamente quando submergimos a cabeça na água e prendemos a respiração. Tudo para concentrar a circulação de sangue nos&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Tecnologia/noticia/2020/08/cientistas-criam-robo-que-mede-sinais-vitais-2-metros-de-distancia.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">órgãos vitais</a>. A frequência cardíaca diminui, os vasos sanguíneos das extremidades reduzem de tamanho e o baço se contrai.</p>



<p>O&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2014/09/cientistas-criam-baco-artificial-capaz-de-limpar-o-sangue.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">baço</a>&nbsp;é um órgão do&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2020/04/5-inimigos-que-o-sistema-imunologico-costuma-enfrentar-para-nos-proteger.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sistema imunológico</a>&nbsp;responsável por filtrar o sangue, reciclar glóbulos vermelhos danificados e produzir e armazenar glóbulos brancos. Quando ele se contrai durante a falta de ar, acaba liberando mais glóbulos vermelhos, fornecendo um suprimento extra de oxigênio para a corrente sanguínea.</p>



<p>Por ser um povo que habita as ilhas do&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2020/09/bacteria-que-causa-sifilis-ja-circulava-no-sudeste-asiatico-ha-4-mil-anos.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sudeste asiático</a>&nbsp;há centenas de anos, era de se esperar que a habilidade de mergulho dos Bajau tivesse sido adquirida por anos de prática como meio de subsistência. Mas o mistério intrigou cientistas das universidades de Copenhague (Dinamarca) e Berkeley (Califórnia, EUA), que decidiram ir a campo para descobrir o segredo por trás da habilidade.</p>



<p>Utilizando equipamentos de ultrassom portáteis, os cientistas mediram o tamanho do baço dos Bajau. E descobriram que, nesta população, o órgão chega a ser 50% maior do que em etnias vizinhas. A conclusão é de que um baço maior, quando contraído, libera mais&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/06/cientistas-criam-hemacias-sinteticas-capazes-de-transportar-medicamentos.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">glóbulos vermelhos</a>&nbsp;para o sangue.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/QMsYnzZpeenZSd76x9STqVo6x-Y=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2021/03/16/bohey_dulang_-_borneo.jpg" alt="Apelidados de “ciganos do mar”, os Bajau são conhecidos pela habilidade em mergulho livre. Acima: povo em Bornéu (Foto: johnjodeery/Wikimedia Commons)" title="Apelidados de “ciganos do mar”, os Bajau são conhecidos pela habilidade em mergulho livre. Acima: povo em Bornéu (Foto: johnjodeery/Wikimedia Commons)"/><figcaption>Apelidados de “ciganos do mar”, os Bajau são conhecidos pela habilidade em mergulho livre. Acima: povo em Bornéu (Foto: johnjodeery/Wikimedia Commons)</figcaption></figure>



<p><strong>Herança genética</strong><br>A princípio, a descoberta pode ser atribuída ao&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2018/01/11-mitos-sobre-exercicios-fisicos.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">condicionamento físico</a>&nbsp;dos mergulhadores. Porém, foi identificado que o tamanho do baço não variou entre indivíduos mergulhadores e não mergulhadores do povo Bajau. A questão teria uma explicação&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Biologia/noticia/2020/08/be-ba-do-dna-13-termos-basicos-para-compreender-genetica.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">genética</a>.</p>



<p>A segunda etapa do estudo incluiu uma análise genética do povo Bajau comparada com a de outras etnias asiáticas. A partir dela, os cientistas identificaram 25 <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2021/02/mutacao-variante-e-cepa-entenda-o-significado-de-cada-um-dos-termos.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mutações</a> significativas no genoma dos Bajau. Uma delas é no gene PDE10A, associado ao tamanho do baço.</p>



<p>Com isso, a conclusão do estudo, <a href="https://www.cell.com/cell/pdf/S0092-8674(18)30386-6.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">publicado na revista científica inglesa <em>Cell</em> em 2018</a>, é a de que a habilidade inata de mergulho livre do povo Bajau foi adquirida por meio de <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2019/05/quem-foi-alfred-wallace-um-dos-pais-da-selecao-natural.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">seleção natural</a>. Além de ressaltar a capacidade humana de se adaptar geneticamente aos diversos ambientes, a pesquisa também pode ser usada para ajudar no desenvolvimento de tratamentos médicos envolvendo distúrbios como <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/09/apneia-do-sono-pode-promover-risco-adicional-covid-19-diz-estudo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">apneia do sono</a> e <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/01/pesquisa-identifica-3-causas-para-asfixia-imperceptivel-por-covid-19.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">hipóxia</a> em altitude elevada.</p>



<p>FONTE: <em>REVISTA GALILEU</em></p>
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