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	<title>CÂNCER DE MAMA &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<description>SUA FONTE DE INFORMAÇÃO SEGURA SOBRE SAÚDE</description>
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	<title>CÂNCER DE MAMA &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Esporte no combate ao câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2020 10:57:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Live com a nutricionista Larissa Lima e a ex-atleta de vôlei de praia Fabíola Constâncio A Secretaria de Esporte e Lazer promove nesta quinta-feira (22), a partir das 19h, um debate na sua plataforma do Instagram sobre um tema muito pertinente, “Esporte no combate ao câncer de mama”, com a participação presencial da nutricionista Larissa Lima e &#8230;</p>
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<h3>Live com a nutricionista Larissa Lima e a ex-atleta de vôlei de praia Fabíola Constâncio</h3>



<p>A <strong>Secretaria de Esporte e Lazer</strong> promove nesta quinta-feira (22), a partir das 19h, um debate na sua plataforma do Instagram sobre um tema muito pertinente, “Esporte no combate ao câncer de mama”, com a participação presencial da nutricionista Larissa Lima e da ex-atleta de vôlei de praia Fabíola Constâncio. A titular da pasta, Celina Leão, mediará o bate-papo, que integra a campanha <em><strong>Outubro Rosa</strong> – Novembro Azul,</em> <em>Juntos contra o Câncer de Mama e de Próstata</em>, que propõe uma série de ações de conscientização durante esses dois meses.</p>



<p>As convidadas dividirão com o público suas trajetórias de vida e superação após o diagnóstico da doença. Também falarão sobre como a prática esportiva foi e continua fundamental em todo esse processo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Destaco sempre a melhoria da qualidade de vida, o bem-estar físico e emocional que um esporte coletivo pode implementar na vida dessas mulheres. Para mim, ser atleta me fez ter força e determinação para seguir em frente”Larissa Lima, nutricionista</p></blockquote>



<p>Após a finalização dos tratamentos, elas também alimentaram a mesma vontade de chamar a atenção de outras mulheres para o assunto, abordando temas como a importância do autoexame, e criaram iniciativas distintas de informação e acolhimento. Larissa formou um time de mulheres mastectomizadas remadoras, enquanto Fabíola abriu um espaço virtual para falar sobre a questão.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Eu criei o perfil porque consciente foi o que me tornei depois da doença. Quero falar o que eu posso para passar essa conscientização às pessoas”Fabíola Constâncio, ex-atleta</p></blockquote>



<p>A secretária Celina Leão acredita ser de fundamental importância disseminar, para um público mais abrangente, informações sobre o câncer de mama, já que cerca de 30% dos casos podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis. “Precisamos falar sobre isso durante todo o ano, mas esse período específico se mostra muito eficaz, em todo o mundo, para chamar a atenção da população para sinais, detecção precoce e autoexame, entre outras coisas”, destaca.</p>



<p><strong>Atenção</strong></p>



<p>Detectado o câncer de mama em fases iniciais, há maior possibilidade de tratamentos menos agressivos e sucesso satisfatório. Foi o que aconteceu com Fabíola Constâncio, 36 anos, que descobriu o problema em abril do ano passado e, após 16 sessões de quimioterapia e duas cirurgias, ultrapassou com vitória a fase mais complicada do tratamento.</p>



<p>Se antes do diagnóstico Fabíola se destacava no vôlei de praia, com uma carreira esportiva consolidada, agora se dedica a projetos pessoais que focam na conscientização do câncer de mama. Em agosto ela criou o perfil no Instagram chamado <strong>Fabíola Consciente</strong> e, em breve, deve lançar uma linha de biquínis exclusivamente para mulheres mastectomizadas.</p>



<p>“Eu criei o perfil porque consciente foi o que me tornei depois da doença. Quero falar o que eu posso para passar essa conscientização às pessoas. Tiveram questões que me ajudaram muito, como atividades físicas, alimentação saudável, fé, espiritualidade e, por que não, moda. Quando estamos fazendo o tratamento, muitas vezes é bem difícil se olhar no espelho. Essa parte também é bem importante”, explica a ex-atleta, que criou sua “bolha” com amigos e familiares mais próximos que a apoiaram durante o tratamento, assim como selecionou as informações que consumiria nesse período.</p>



<p>Desde a infância a nutricionista Larissa Lima, 46 anos, construiu também uma trajetória esportiva forte, passando por handebol, esportes de aventura e ciclismo de montanha. Competiu 10 anos nessa área, disputando provas de mountain bike, canoagem e corrida, entre outras, até descobrir o câncer.</p>



<p>Com três cirurgias, nove sessões de quimioterapia e mastectomia, Larissa venceu a doença após um ano e seis meses de tratamento. Incentivada por um amigo, há quatro anos ela criou a Associação Canomama, primeiro time brasileiro de canoagem para sobreviventes do câncer de mama, com 26 mulheres.</p>



<p>“Todas as participantes fazem avaliação física, avaliação fisioterápica e apresentam relatório médico e atestado. Com essa avaliação elas são orientadas quanto às atividades complementares. A atividade da canoagem é realizada duas vezes por semana. Destaco sempre a melhoria da qualidade de vida, o bem-estar físico e emocional que um esporte coletivo pode implementar na vida dessas mulheres. Para mim, ser atleta me fez ter força e determinação e, assim, tive energia motivadora para seguir em frente”, ressalta Fabíola.</p>



<p><strong>FONTE: </strong>Agência Brasília <em>com informações da Secretaria de Esporte e Lazer</em></p>
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		<title>Mutirão para zerar fila de cirurgia de câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2020 14:37:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DF]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[CÂNCER DE MAMA]]></category>
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		<category><![CDATA[HOSPITAL DE BASE]]></category>
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		<category><![CDATA[OUTUBRO ROSA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir desta segunda-feira (5) começa a ser realizado no Hospital de Base (HB) um mutirão médico para zerar a fila de 35 mulheres que aguardam por cirurgias para retirada de câncer de mama. O mutirão também vai atender outros 80 pacientes que enfrentam câncer ginecológico ou que apresentam doenças relacionadas ao nariz, garganta e &#8230;</p>
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<p>A partir desta segunda-feira (5) começa a ser realizado no Hospital de Base (HB) um mutirão médico para zerar a fila de 35 mulheres que aguardam por cirurgias para retirada de câncer de mama. O mutirão também vai atender outros 80 pacientes que enfrentam câncer ginecológico ou que apresentam doenças relacionadas ao nariz, garganta e ouvidos. A força-tarefa atuará até o final deste mês.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A iniciativa integra as ações da campanha Outubro Rosa, destinada a combater o câncer de mama. Em Brasília, a campanha está sendo realizada pela Secretaria de Saúde, em parceria com o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), administrador do Hospital de Base.&nbsp;</p>



<p>A força-tarefa será composta por cerca de 50 profissionais, entre eles, oito ginecologistas, nove mastologistas, 15 otorrinos, além de anestesistas e enfermeiros. Esses profissionais vão trabalhar em salas cirúrgicas do HB das 7h às 23h, todos os dias, inclusive nos fins de semana.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“Vamos auxiliar, da melhor forma possível, as nossas pacientes na luta contra o câncer de mama e o câncer ginecológico”, afirmou o superintendente do HB, Lucas Seixas, que coordena a força-tarefa.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Fila de espera&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong></p>



<p>O Hospital de Base, unidade referência em oncologia, tem uma fila de 115 pacientes que aguardam por cirurgias. Entre elas, 35 mulheres, que já passaram pela rádio e quimioterapia, vão fazer operação de câncer de mama. Dessas, 20 farão cirurgia de reconstituição mamária. Na fila ainda estão 20 mulheres que apresentam câncer ginecológico e 60 pacientes que precisam ser operadas pela otorrinolaringologia.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O diretor-presidente do Iges-DF, Paulo Ricardo Silva, explicou que a força-tarefa é um recurso utilizado periodicamente para solucionar problemas pontuais e, assim, melhorar o atendimento à população. “Com o Outubro Rosa, mais uma vez estamos somando forças para enfrentar doenças e salvar vidas”, ressaltou.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Força-tarefa&nbsp;</strong></p>



<p>Por causa do surgimento do novo coronavírus, muitos procedimentos cirúrgicos foram cancelados em toda a rede. A fila, assim, aumentou. Contudo, para reduzi-la em plena pandemia, o Iges-DF decidiu fazer ações concentradas. A partir de julho deste ano, começaram os mutirões cirúrgicos no HB.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Entre julho e setembro, já foram realizados 428 procedimentos. Foram 220 atendimentos hemodinâmicos, 109 cirurgias ortopédicas, 62 cirurgias urológicas, 42 procedimentos de cateterismo, 34 cirurgias cardíacas, 30 operações de câncer de mama e 30 cirurgias de ginecologia oncológica.&nbsp;</p>



<p>Para realizar a cirurgia, o paciente é cadastrado na Central de Regulação (CRDF).&nbsp;&nbsp;A partir do diagnóstico, é marcada a cirurgia. Os pacientes com tumores mais agressivos têm prioridade de acordo com os protocolos estabelecidos.&nbsp;</p>



<p><strong>FONTE: </strong>Agência Brasília <em>com informações da Secretaria de Saúde</em></p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fmutirao-para-zerar-fila-de-cirurgia-de-cancer-de-mama%2F&amp;linkname=Mutir%C3%A3o%20para%20zerar%20fila%20de%20cirurgia%20de%20c%C3%A2ncer%20de%20mama" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fmutirao-para-zerar-fila-de-cirurgia-de-cancer-de-mama%2F&amp;linkname=Mutir%C3%A3o%20para%20zerar%20fila%20de%20cirurgia%20de%20c%C3%A2ncer%20de%20mama" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_email" href="https://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fmutirao-para-zerar-fila-de-cirurgia-de-cancer-de-mama%2F&amp;linkname=Mutir%C3%A3o%20para%20zerar%20fila%20de%20cirurgia%20de%20c%C3%A2ncer%20de%20mama" title="Email" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fmutirao-para-zerar-fila-de-cirurgia-de-cancer-de-mama%2F&amp;linkname=Mutir%C3%A3o%20para%20zerar%20fila%20de%20cirurgia%20de%20c%C3%A2ncer%20de%20mama" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a></p><p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/mutirao-para-zerar-fila-de-cirurgia-de-cancer-de-mama/">Mutirão para zerar fila de cirurgia de câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
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		<title>Câncer de mama: sintomas, tratamentos, causas e prevenção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2020 08:16:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[CÂNCER DE MAMA]]></category>
		<category><![CDATA[PREVENÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE DA MULHER]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é câncer de mama? Câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do câncer de pele não melanoma. O câncer de mama responde, atualmente, por cerca de 28% dos casos novos de câncer em mulheres. O câncer de mama também acomete homens, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2>O que é câncer de mama?</h2>



<p>Câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do câncer de pele não melanoma. O câncer de mama responde, atualmente, por cerca de 28% dos casos novos de câncer em mulheres. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando menos de 1% do total de casos da doença. Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta idade sua incidência cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos. Estatísticas indicam aumento da sua incidência tanto nos países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento.&nbsp;Existem vários tipos de câncer de mama. Alguns evoluem de forma rápida, outros, não. A maioria dos casos tem bom prognóstico.</p>



<p>Para o ano de 2018, foram estimados 59.700 novos casos de câncer de mama no Brasil.&nbsp;<strong>ATENÇÃO:</strong>&nbsp;As informações neste portal pretendem apoiar e trazer informações úteis sobre o câncer de mama, mas não substituem a consulta médica.&nbsp;Em casos de suspeita, procure sempre uma avaliação pessoal com um médico da sua confiança.</p>



<h2>Quais sintomas do câncer de mama?</h2>



<p>O sintoma mais comum de câncer de mama é o aparecimento de nódulo, geralmente indolor, duro e irregular, mas há tumores que são de consistência branda, globosos e bem definidos. Outros sinais de câncer de mama são:</p>



<ul><li>edema cutâneo (na pele), semelhante à casca de laranja;</li><li>retração cutânea;</li><li>dor;</li><li>inversão do mamilo;</li><li>hiperemia;</li><li>descamação ou ulceração do mamilo;</li><li>secreção papilar, especialmente quando é unilateral e espontânea.</li></ul>



<p><strong>A secreção associada ao câncer geralmente é transparente, podendo ser rosada ou avermelhada devido à presença de glóbulos vermelhos. Podem também surgir linfonodos palpáveis na axila.</strong></p>



<ul><li><em><strong>Esses sinais e sintomas devem sempre ser investigados, porém podem estar relacionados a doenças benignas da mama.</strong></em></li><li><em></em>A postura atenta das mulheres em relação à saúde das mamas, que significa conhecer o que é normal em seu corpo e quais as alterações consideradas suspeitas de câncer de mama, é fundamental para a detecção precoce dessa doença.</li></ul>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.saude.gov.br/images/c%C3%A2ncer_de_mama.jpg" alt=""/></figure>



<p><strong>Como prevenir o câncer de mama?</strong></p>



<p>A prevenção do câncer de mama não é totalmente possível em função da multiplicidade de fatores relacionados ao surgimento da doença e ao fato de vários deles não serem modificáveis. De modo geral, a prevenção baseia-se no controle dos fatores de risco e no estímulo aos fatores protetores, especificamente aqueles considerados modificáveis.</p>



<p>Os principais fatores de risco comportamentais relacionados ao desenvolvimento do câncer de mama são: excesso de peso corporal, falta de atividade física e consumo de bebidas alcoólicas.</p>



<p>Estima-se que por meio da alimentação, nutrição e atividade física é possível reduzir em até 28% o risco de a mulher desenvolver câncer de mama. Controlar o peso corporal e evitar a obesidade, por meio da alimentação saudável e da prática regular de exercícios físicos, e evitar o consumo de bebidas alcoólicas são recomendações básicas para prevenir o câncer de mama. A amamentação também é considerada um fator protetor.</p>



<p>A terapia de reposição hormonal (TRH), quando estritamente indicada, deve ser feita sob rigoroso controle médico e pelo mínimo de tempo necessário.</p>



<p><strong>A amamentação também ajuda a prevenir o câncer de mama. Ouça o áudio abaixo e descubra como.</strong></p>



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<p><strong>IMPORTANTE:</strong>&nbsp;O controle do câncer de mama é prioridade da agenda de saúde&nbsp;no Brasil. A perspectiva atual do Sistema Único de Saúde é&nbsp;impulsionar a organização das redes regionalizadas de atenção à&nbsp;saúde para garantir a detecção precoce, a investigação diagnóstica&nbsp;e o tratamento oportuno, reduzindo o número de casos de doença&nbsp;avançada e a mortalidade pela doença. A prevenção deve ser&nbsp;também valorizada por meio da informação e de oportunidades&nbsp;para a adoção de práticas mais saudáveis.<strong>Quais os principais fatores de risco para o câncer de mama?</strong></p>



<h2>Qual o tratamento para o câncer de mama?</h2>



<p>Para o tratamento de câncer de mama, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece todos os tipos de cirurgia, como mastectomias, cirurgias conservadoras e reconstrução mamária, além de radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia e tratamento com anticorpos.</p>



<p>A lei nº 12.732, de 2012, estabelece que o paciente com neoplasia maligna tem direito de se submeter ao primeiro tratamento no SUS, no prazo de até 60 dias a partir do dia em que for firmado o diagnóstico em laudo patológico ou em prazo menor, conforme a necessidade terapêutica do caso.</p>



<p>É importante reforçar que, para que o prazo da lei seja garantido a todo usuário do SUS, é necessária uma parceria direta dos gestores locais, responsáveis pela organização dos fluxos de atenção. Estados e municípios possuem autonomia para organizar a rede de atenção oncológica e o tempo para realizar diagnóstico depende da organização e regulação desses serviços.</p>



<p>O tratamento do câncer de mama é feito por meio de uma ou várias modalidades combinadas. O médico vai escolher o tratamento mais adequado de acordo com a localização, o tipo do câncer e a extensão da doença.</p>



<p><a href="http://www.inca.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O Instituto Nacional do Câncer (INCA) é o órgão do Ministério da Saúde responsável pelo tratamento oncológico por meio do Sistema Único de Saúde</a><strong>Como fazer a detecção precoce para o câncer de mama?</strong></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.saude.gov.br/images/1.jpg" alt=""/></figure>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.saude.gov.br/images/2.jpg" alt=""/></figure>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.saude.gov.br/images/3.jpg" alt=""/></figure>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.saude.gov.br/images/4.jpg" alt=""/></figure>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.saude.gov.br/images/5.jpg" alt=""/></figure>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.saude.gov.br/images/6.jpg" alt=""/></figure>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2>Cuidados paliativos no tratamento do câncer de mama</h2>



<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), “Cuidados Paliativos consistem na assistência promovida por uma equipe multidisciplinar, que objetiva a melhoria da qualidade de vida do paciente e seus familiares, diante de uma doença que ameace a vida, por meio da prevenção e alívio do sofrimento, por meio de identificação precoce, avaliação impecável e tratamento de dor e demais sintomas físicos, sociais, psicológicos e espirituais”. Dessa forma, os cuidados paliativos devem incluir as investigações necessárias para o melhor entendimento e manejo de complicações e sintomas estressantes tanto relacionados ao tratamento quanto à evolução da doença. Apesar da conotação negativa ou passiva do termo, a abordagem e o tratamento paliativo devem ser eminentemente ativos, principalmente em pacientes portadores de câncer em fase avançada, onde algumas modalidades de tratamento cirúrgico e radioterápico são essenciais para alcance do controle de sintomas. Considerando a carga devastadora de sintomas físicos, emocionais e psicológicos que se avolumam no paciente com doença terminal, faz-se necessária a adoção precoce de condutas terapêuticas dinâmicas e ativas, respeitando-se os limites do próprio paciente frente a sua situação de incurabilidade.</p>



<h3>A abordagem dos Cuidados Paliativos para o câncer de mama segue os princípios gerais dos Cuidados Paliativos, que são:</h3>



<ul><li>Fornecer alívio para dor e outros sintomas estressantes como astenia, anorexia, dispnéia e outras emergências oncológicas.</li><li>Reafirmar vida e a morte como processos naturais.</li><li>Integrar os aspectos psicológicos, sociais e espirituais ao aspecto clínico de cuidado do paciente.</li><li>Não apressar ou adiar a morte.</li><li>Oferecer um sistema de apoio para ajudar a família a lidar com a doença do paciente, em seu próprio ambiente.</li><li>Oferecer um sistema de suporte para ajudar os pacientes a viverem o mais ativamente possível até sua morte.</li><li>Usar uma abordagem interdisciplinar para acessar necessidades clínicas e psicossociais dos pacientes e suas famílias, incluindo aconselhamento e suporte ao luto.</li><li>O INCA oferece Cuidados Paliativos aos pacientes oncológicos atendidos em suas Unidades Hospitalares no Rio de Janeiro, por meio de Unidade Especializada denominada Hospital do Câncer IV. O HC IV é também espaço de ensino e pesquisa sobre Cuidados Paliativos e promove debates e articulação em rede para expansão desta área na política de saúde do Brasil.</li></ul>



<h2>Como é feito o diagnóstico para o câncer de mama?</h2>



<p>Um nódulo ou outro sintoma suspeito nas mamas deve ser investigado para confirmar se é ou não câncer de mama. Para a investigação, além do exame clínico das mamas, exames de imagem podem ser recomendados, como mamografia, ultrassonografia ou ressonância magnética. A confirmação diagnóstica só é feita, porém, por meio da biópsia, técnica que consiste na retirada de um fragmento do nódulo ou da lesão suspeita por meio de punções (extração por agulha) ou de uma pequena cirurgia. O material retirado é analisado pelo patologista para a definição do diagnóstico.</p>



<p>A detecção precoce é uma forma de prevenção secundária e visa a identificar o câncer de mama em estágios iniciais. Existem duas estratégias de detecção precoce: o diagnóstico precoce e o rastreamento. O objetivo do diagnóstico precoce é identificar pessoas com sinais e sintomas iniciais da doença, primando pela qualidade e pela garantia da assistência em todas as etapas da linha de cuidado da doença.</p>



<p>O diagnóstico precoce, portanto, é uma estratégia que possibilita terapias mais simples e efetivas, ao contribuir para a redução do estágio de apresentação do câncer. Assim, é importante que a população em geral e os profissionais de saúde reconheçam os sinais de alerta dos cânceres mais comuns, passíveis de melhor prognóstico se descobertos no início. A maioria dos cânceres é passível de diagnóstico precoce mediante avaliação e encaminhamento após os primeiros sinais e sintomas.</p>



<p>Já o rastreamento é uma ação dirigida à população sem sintomas da doença, que tem o intuito de identificar o câncer em sua fase pré-clínica. Atualmente, apenas há a indicação de rastreamento aos cânceres de mama e do colo do útero.</p>



<h2>O que é a reconstrução mamária?</h2>



<p>O procedimento de reconstrução mamária, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), é oferecido apenas para mulheres com câncer que tiveram que retirar a(s) mama(s) ou parte(s) dela(s). Dessa forma, a rede pública de saúde oferece integral e gratuitamente os procedimentos de recuperação pós-mastectomia.</p>



<p>A reconstrução mamária deve ser feita de acordo com a possibilidade clínica e preferência da mulher. A orientação, conforme previsto na Lei nº 12.802, é que a cirurgia de reconstrução, prioritariamente, seja realizada na retirada da mama. No entanto, de acordo com a própria legislação, quando não houver indicação clínica para realização dos dois procedimentos ao mesmo tempo, a paciente será encaminhada para acompanhamento e terá garantida a realização da cirurgia após alcançar as condições clínicas necessárias. Essa é uma medida de segurança e bem estar, adotada ou não conforme cada caso.</p>



<p>Sendo assim, cabe à equipe médica responsável pela paciente avaliar se é possível realizar os dois procedimentos no mesmo ato cirúrgico. A decisão é tomada com base em diversos fatores, como a condição da área afetada para evitar infecção ou rejeição da prótese e a vontade da própria paciente. Em alguns casos, é necessária a radioterapia ou quimioterapia antes da reconstrução mamária ser realizada.</p>
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