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	<title>CURA &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<description>SUA FONTE DE INFORMAÇÃO SEGURA SOBRE SAÚDE</description>
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	<title>CURA &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Hospital de Israel alega ter achado remédio que cura Covid-19 após resultados positivos em testes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2021 14:26:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Testes preliminares mostram que 29 de 30 pacientes em condições sérias que receberam a droga uma vez por dia se recuperaram dentro de cinco dias. Tratamento similar foi anunciado pelo Centro Médico Hadassah, em Jerusalém Legenda: O professor Nadir Arber, do Centro Integrado de Prevenção ao Câncer do hospital, testou um medicamento que ele tem desenvolvido &#8230;</p>
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<h3>Testes preliminares mostram que 29 de 30 pacientes em condições sérias que receberam a droga uma vez por dia se recuperaram dentro de cinco dias. Tratamento similar foi anunciado pelo Centro Médico Hadassah, em Jerusalém</h3>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/image/contentid/policy:1.3043171:1612531431/Nadir-Aber.jpg?f=16x9&amp;h=720&amp;q=0.8&amp;w=1280&amp;$p$f$h$q$w=6b3ca6c" alt=""/><figcaption><strong>Legenda: </strong>O professor Nadir Arber, do Centro Integrado de Prevenção ao Câncer do hospital, testou um medicamento que ele tem desenvolvido em pacientes com condições moderadas ou sérias do vírus.<br><strong>Foto: </strong>divulgação/Hospital Ichilov</figcaption></figure>



<p>Um&nbsp;<strong>hospital israelense</strong>&nbsp;alega ter achado um medicamento que cura a<strong>&nbsp;Covid-19</strong>. Pesquisadores do&nbsp;<strong>Hospital Ichilov</strong>, em Tel Aviv, anunciaram, nesta quinta-feira (4), que os resultados positivos em ensaios preliminares em pacientes chegaram a 95%.&nbsp; As informações são do jornal Yedioth Ahronoth baseado no&nbsp;canal estatal local KAN News.</p>



<p>O professor Nadir Arber, do Centro Integrado de Prevenção ao Câncer do hospital, testou um&nbsp;<strong>medicamento</strong>&nbsp;em pacientes com condições moderadas ou sérias do vírus. O resultado chegou a 95%, conforme Arber, que desenvolveu a substância.&nbsp;</p>



<p>O medicamento, chamado<strong>&nbsp;EXO-CD24</strong>, deve ser administrado diariamente uma vez por dia durante cinco dias. O remédio está em sua primeira fase clínica e foi testado pela primeira vez em seres humanos.</p>



<p>De 30 pacientes aos quais o remédio foi ministrado, 29 mostraram uma melhora acentuada em dois dias, tendo recebido alta do hospital de três a quatro dias depois. Um paciente também se recuperou, mas precisou de mais alguns dias de internamento, de acordo com a unidade.</p>



<p>Após os resultados positivos, o hospital apelou ao Comitê de Helsinque do&nbsp;<strong>Ministério da Saúde</strong>&nbsp;para estender os ensaios a mais pacientes.</p>



<h2><strong>Hospital de Jerusalém também relata cura da Covid-19</strong></h2>



<p>Uma possível cura também foi relatada pelo Centro Médico Hadassah, em Jerusalém. O hospital administrou um&nbsp;<strong>remédio chamado Allocetra</strong>&nbsp;para 21 pacientes em condições críticas e que sofriam de doenças subjacentes. Segundo os médicos, 19 pacientes se recuperaram em seis dias e receberam alta em oito dias, em média.</p>



<p>O medicamento foi desenvolvido pelo professor Dror Merovach, diretor do Centro de Pesquisa para Reumatologia e Medicina Interna, para lidar com sistemas hiperativos que causam a secreção de citocinas.</p>



<h2><strong>Isolamento social flexibilizado&nbsp;</strong></h2>



<p>O confinamento em&nbsp;<strong>Israel&nbsp;</strong>vai começar a ser&nbsp;<a href="https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/ultima-hora/mundo/israel-comeca-a-flexibilizar-isolamento-social-neste-domingo-6-1.3043684" target="_blank" rel="noreferrer noopener">suspenso progressivamente a partir deste domingo (7)</a>. O governo anunciou a medida na última sexta-feira (5), mas informou que os&nbsp;<strong>voos internacionais&nbsp;</strong>continuarão proibidos até o dia 20 de fevereiro e as fronteiras terrestres permanecerão fechadas até segunda ordem.</p>



<p>&#8220;O governo aceitou a proposta do primeiro-ministro e do ministro da Saúde de relaxar as medidas de confinamento a partir de domingo&#8221;, disse o gabinete do chefe do governo em nota divulgada nesta sexta-feira. </p>



<p>FONTE: DIÁRIO DO NORDESTE</p>



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		<title>AIDS: muito próximo da cura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 20:12:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma superterapia, desenvolvida por pesquisadores da Unifesp, pode ser a chave para acabar de vez com o vírus que causa a aids Uma pesquisa da Unifesp aponta que a cura da síndrome da imunodeficiência adquirida (aids) está mais perto do que se imagina. Esse é o primeiro estudo – em escala global – a testar &#8230;</p>
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<p>Uma superterapia, desenvolvida por pesquisadores da Unifesp, pode ser a chave para acabar de vez com o vírus que causa a aids</p>



<p>Uma pesquisa da Unifesp aponta que a cura da síndrome da imunodeficiência adquirida (aids) está mais perto do que se imagina. Esse é o primeiro estudo – em escala global – a testar um supertratamento em indivíduos cronicamente infectados pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), de acordo com o infectologista Ricardo Sobhie Diaz, que coordena a atividade científica em questão e é uma das referências mundiais no assunto.</p>



<p>Diaz é diretor do Laboratório de Retrovirologia do Departamento de Medicina da Escola Paulista de Medicina (EPM/ Unifesp) &#8211; Campus São Paulo e, juntamente com sua equipe, vem trabalhando em duas frentes para a cura da doença. Uma delas utiliza medicamentos e substâncias que matam o vírus no momento da replicação e eliminam as células em que o HIV fica adormecido (latência); a outra desenvolve uma vacina que leva o sistema imunológico a reagir e eliminar as células infectadas nas quais o fármaco não é capaz de chegar.</p>



<p>Participaram dessa pesquisa 30 voluntários com carga viral indetectável, sob tratamento padrão, conforme o que é atualmente preconizado: a combinação de três tipos de antirretrovirais, mais conhecida como “coquetel”. Os voluntários foram divididos em seis subgrupos, recebendo – cada um deles – diferentes combinações de remédios, além do próprio “coquetel”.</p>



<p>Para os integrantes do subgrupo que apresentou os melhores resultados até o momento, foram administrados mais dois antirretrovirais: o dolutegravir, a droga mais forte atualmente disponível no mercado; e o maraviroc, substância que força o vírus, antes escondido, a aparecer. Aliado a isso, eles também receberam duas substâncias que potencializam o efeito dos medicamentos: a nicotinamida – uma das duas formas da vitamina B3 –, que mostrou ser capaz de impedir que o HIV se escondesse nas células; e a auranofina – um antirreumático, também conhecido como sal de ouro, que deixou de ser utilizado há muitos anos para tratar a artrite e outras doenças reumatológicas. A auranofina revelou potencial para encontrar a célula infectada e levá-la ao suicídio.</p>



<p>O infectologista explica que os testes in vitro, in vivo (em animais) e, agora, em humanos confirmam que a nicotinamida é mais eficiente contra a latência quando comparada ao potencial de dois medicamentos administrados para esse fim e testados conjuntamente.</p>



<p>No entanto, apesar da descoberta dessas substâncias (a nicotinamida e a auranofina) para a redução expressiva da carga viral, ainda seria preciso algo estratégico que ajudasse a imunidade do paciente contra o vírus. Dessa forma, os pesquisadores desenvolveram uma vacina de células dendríticas, que conseguiu ensinar o organismo do paciente a encontrar as células infectadas e destruir uma a uma, eliminando completamente o vírus HIV.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/07/HIV-AIDS-PERTO-DA-CURA.jpg" alt="" class="wp-image-96" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/07/HIV-AIDS-PERTO-DA-CURA.jpg 1024w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/07/HIV-AIDS-PERTO-DA-CURA-300x200.jpg 300w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/07/HIV-AIDS-PERTO-DA-CURA-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Diaz, em seu laboratório (FOTO); ele e sua equipe deverão aguardar o resultado das biópsias dospacientes vacinados parainiciar a segunda etapa dapesquisa, que consistirá emsuspender os medicamentos e observar como reage o organismo daqueles voluntários (Imagem: Sergio Dazzi)</p>



<h4>Estimulando o exército amigos</h4>



<p>A vacina de células dendríticas é extremamente personalizada já que é fabricada a partir de monócitos (células de defesa) e peptídeos (biomoléculas formadas pela ligação de dois ou mais aminoácidos) do vírus do próprio paciente.</p>



<p>Diaz afirma que as células dendríticas são importantes unidades funcionais do sistema imunológico cuja função é capturar microrganismos prejudiciais ao organismo para, em seguida, apresentá-los aos linfócitos T CD8. Uma vez apresentados, esses linfócitos, que participam do controle de infecções, aprendem a encontrar e matar o HIV presente em regiões do corpo – chamadas pelos especialistas de “santuários” – aonde os antirretrovirais não chegam ou, quando chegam, atuam de forma muito modesta, como cérebro, intestinos, ovários e testículos.</p>



<p>Os seis pacientes que fizeram parte do subgrupo que recebeu o supertratamento ainda aguardam os resultados finais da terceira dose da vacina. “Somente após as análises de sangue e das biópsias do intestino reto desses pacientes vacinados é que partiremos para o desafio final: suspender todos os medicamentos de um deles e acompanhar como seu organismo irá reagir ao longo dos meses ou, até mesmo, dos anos”, conclui. “Caso o tempo nos mostre que o vírus não voltou, aí sim, poderemos falar em cura.”</p>



<p>Enquanto esses resultados não forem concluídos, o infectologista deixa o alerta. “Apesar do avanço no tratamento e controle do HIV, a infecção por esse vírus ainda é a pior notícia que podemos dar ao paciente em termos de doenças sexualmente transmissíveis”, declara. “A pessoa com HIV, mesmo com carga viral indetectável, passa por inúmeros processos inflamatórios devido aos efeitos colaterais dos medicamentos.&#8221;</p>



<p>Além disso, o uso de preservativos durante a relação sexual garante – segundo o coordenador – a proteção contra o HIV e outras doenças graves para quem não tem o vírus e principalmente para quem já o tem. “Atualmente, o Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos afirma que pessoas com carga viral indetectável não transmitem HIV. A falta de proteção pode, porém, acarretar ao indivíduo com o vírus controlado a reinfecção por um tipo diferente de vírus HIV ou por outro mais resistente.”</p>



<p><strong>FONTE: </strong>UNIFESP</p>



<h4>Aids no mundo</h4>



<p>A síndrome da imunodeficiência adquirida (aids) é uma doença do sistema imunológico, causada pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), que torna uma pessoa mais propensa às doenças oportunistas e, até mesmo, ao câncer do que outra, cujo sistema imunológico esteja saudável. As principais vias de transmissão do HIV são as relações sexuais desprotegidas, as transfusões com sangue contaminado, o compartilhamento de seringas entre usuários de drogas injetáveis e a disseminação de mãe para filho, durante a gravidez, parto ou amamentação.</p>



<p>Apesar da evolução no tratamento com antirretrovirais e das campanhas preventivas, os números atuais sobre a doença apontam que a aids ainda é um grave problema de saúde pública global.</p>



<p>Dados do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids) mostram que 36,7 milhões de pessoas em todo o mundo viviam com HIV em 2016 e quase dois milhões seriam infectados no mesmo ano.</p>



<p>Desde o início da epidemia, ocorrida na década de 1980, cerca de 35 milhões de indivíduos perderam a vida por causas relacionadas à aids. No Brasil, o Ministério da Saúde (MS) contabilizou, até junho de 2016, quase 843 mil casos da doença, cuja maioria era constituída por homens (65,1%); o país é o que mais concentra novos casos de infecções (49%) na América Latina, segundo a Unaids. Um terço das novas infecções ocorre em jovens de 15 a 24 anos.</p>



<h4><strong>ESTATÍSTICAS GLOBAIS SOBRE HIV – 2016</strong></h4>



<ul><li><strong>36,7</strong>&nbsp;milhões de pessoas viviam com HIV; desses,&nbsp;<strong>2,1</strong>&nbsp;milhões eram menores de&nbsp;<strong>15</strong>&nbsp;anos</li><li>•&nbsp;<strong>1,8</strong>&nbsp;milhão de novas infecções e um milhão de mortes</li><li>Desde o início da epidemia (década de&nbsp;<strong>1980</strong>),&nbsp;<strong>76,1</strong>&nbsp;milhões de pessoas foram infectados pelo HIV e 35 milhões morreram por causas relacionadas à aids</li><li>Cerca de&nbsp;<strong>53%</strong>&nbsp;das pessoas com HIV em todo o mundo tiveram acesso ao tratamento com antirretrovirais</li><li>Em escala global, menos da metade dos homens que vivem com HIV está em tratamento, comparativamente a&nbsp;<strong>60%</strong>&nbsp;das mulheres nas mesmas condições</li><li>A África Oriental e Austral é a detentora do maior número de pessoas que vivem com HIV e representa&nbsp;<strong>43%</strong>&nbsp;do total global de novas infecções</li><li>A tuberculose continua a ser a principal causa de morte em decorrência da aids, respondendo por um a cada três óbitos</li></ul>



<p>Fonte: Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids)</p>



<p><strong>Artigo relacionado:</strong></p>



<p>SAMER, Sadia; NAMIYAMA, Gislene; OSHIRO, Telma; ARIF, Muhammad Shoaib; SILVA, Wanessa Cardoso da; SUCUPIRA, Maria Cecilia Araripe; JANINI, Luiz Mario; DIAZ, Ricardo Sobhie. Evidence of noncompetent HIV after ex vivo purging among ART-suppressed individuals. Aids Research and Human Retroviruses, New Rochelle (NY): Mary Ann Liebert, Inc., v. 33, n. 10, p. 993-994, out. 2017. Disponível em: &lt;<a href="https://%20www.liebertpub.com/doi/%20pdf/10.1089/aid.2017.0036">https:// www.liebertpub.com/doi/ pdf/10.1089/aid.2017.0036</a>&gt;. Acesso em: 6 jun. 2018.</p>



<p><strong>FONTE: </strong>UNIFESP</p>
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