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	<title>DOENÇAS NEUROMUSCULARES &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<title>DOENÇAS NEUROMUSCULARES &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Pandemia diminuiu movimentação de pessoas com doenças neuromusculares</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2021 11:55:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa britânica mostra que pacientes que ficaram em quarentena passaram a se mover 11% menos a cada hora e perderam 25 minutos de atividades leves diárias O sedentarismo causado pela pandemia de Covid-19 pode ter trazido efeitos negativos à saúde de milhares de pessoas. Mas, de acordo com um estudo publicado recentemente no periódico científico BMJ Neurology, há um grupo &#8230;</p>
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<h2>Pesquisa britânica mostra que pacientes que ficaram em quarentena passaram a se mover 11% menos a cada hora e perderam 25 minutos de atividades leves diárias</h2>



<p>O sedentarismo causado pela pandemia de <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/03/covid-19-pode-causar-perda-auditiva-zumbido-e-vertigem-aponta-revisao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Covid-19</a> pode ter trazido efeitos negativos à <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/plantao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saúde</a> de milhares de pessoas. Mas, de acordo com um estudo publicado recentemente no periódico científico <a href="https://neurologyopen.bmj.com/content/3/1/e000140" target="_blank" rel="noreferrer noopener">BMJ Neurology</a>, há um grupo para o qual recomendações sobre como reverter esse quadro ainda são escassas: pacientes com distrofias musculares.</p>



<p>Liderada por cientistas do King’s College London, no Reino Unido, a pesquisa concluiu que as medidas de restrição social reduziram significativamente o tempo diário de atividades de caráter leve e a frequência de movimentos por hora na categoria. “[Apesar disso], ainda há poucos conselhos de saúde pública baseados em evidências sobre como corrigir déficits de atividade física resultantes das restrições sociais para esse grupo”, defende o estudo.</p>



<p>Adultos com diferentes graus de disfunção neuromuscular, desde pessoas altamente independentes do ponto de vista físico até indivíduos com mobilidade reduzida fizeram parte da investigação britânica. A amostra, monitorada pela instituição desde abril de 2019, também incluiu um subgrupo que passou a ser acompanhado pelos pesquisadores a partir de março de 2020 – data correspondente ao início das <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/05/insonia-como-dormir-bem-em-tempos-de-quarentena-e-pandemia.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">medidas de confinamento</a> no Reino Unido.</p>



<p>Ao todo, até o mês de julho do ano passado, 100 pacientes foram assistidos remotamente pelos pesquisadores, a partir de acelerômetros. Esses dispositivos mediram a intensidade, frequência e tempo das atividades realizadas diariamente pelo grupo – desde vestir uma roupa até&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/01/alongamento-e-melhor-que-caminhada-para-baixar-pressao-diz-estudo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">caminhar</a>.</p>



<p><strong>Mais sedentários</strong></p>



<p>Enquanto antes das medidas de isolamento social os participantes mantinham uma média diária de atividades leves por 84,5 minutos, esse número caiu para quase 60 minutos por dia com o lockdown – uma queda de aproximadamente 25 minutos. A frequência de movimentos por hora também apresentou uma redução significativa: 11%.</p>



<p>Atividades de teor moderado e vigoroso (AFMV, no termo em inglês), porém, não sofreram grandes alterações durante o período analisado – com exceção das caminhadas –, o que, segundo os pesquisadores, pode ser justificado em razão dos baixos níveis de AFMV comumente observados entre pessoas com distrofias musculares.</p>



<p>De acordo com o estudo, a redução de atividades leves e da frequência de movimento se deu pelas restrições à ida ao&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2021/03/como-e-o-trabalho-do-brasileiro-ivair-gontijo-na-missao-da-nasa-marte.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">trabalho</a>&nbsp;e espaços de lazer, além da ausência de minutos breves e cumulativos que geralmente intercalam atividades sociais ao longo do dia (como se mover para conversar com alguém no trabalho, por exemplo).</p>



<p>Mais difícil de ser detectada sem o auxílio de um acelerômetro, a perda dessas atividades de caráter leve estão associadas a piores indicadores de saúde – especialmente entre indivíduos com doenças neuromusculares. Retomá-las, diz a pesquisa, diminuiria o “impacto da inatividade nos&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/02/variante-genetica-que-aumenta-tolerancia-ao-frio-tambem-afeta-os-musculos.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">músculos</a>&nbsp;funcionais, incluindo aqueles necessários para deambulação e estabilidade central”.</p>



<p>Para reverter o quadro, o estudo reitera o posicionamento da <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2020/07/conheca-o-papel-do-brasil-na-criacao-da-organizacao-mundial-da-saude.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Organização Mundial da Saúde (OMS)</a> de que “cada movimento conta” e recomenda às pessoas com deficiência neuromuscular que mexam o corpo por pelo menos 5 minutos a cada hora durante o dia. Além disso, sugere o gasto de 30 minutos com atividades leves, como exercícios na cadeira de rodas, tai chi, <a href="https://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2018/06/cientista-brasileiro-lanca-traducao-de-texto-classico-do-ioga.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ioga</a>, <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/03/exercicios-para-lombar-sao-importantes-em-uma-rotina-sedentaria.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pilates</a>, <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/01/alongamento-e-melhor-que-caminhada-para-baixar-pressao-diz-estudo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">alongamento</a> suave, banho e caminhada lenta.</p>



<p>A recomendação não se restringe ao público-alvo da pesquisa: “nosso conselho representa uma mensagem de saúde pública facilmente disseminável”, diz o estudo. Afinal, pessoas com distrofias musculares não foram, de longe, as únicas que se tornaram mais sedentárias com a pandemia.</p>



<p>“A redução na atividade leve medida nesta pesquisa é provavelmente semelhante para qualquer pessoa cuja rotina diária foi restringida pelo bloqueio”, acrescenta Sarah Robert-Lewis, líder da investigação e fisioterapeuta neurológica no King&#8217;s College London, <a href="https://www.eurekalert.org/pub_releases/2021-03/kcl-myb032221.php" target="_blank" rel="noreferrer noopener">em nota</a>.</p>



<p>Fonte: <em>Revista Galileu </em></p>
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