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	<title>ESPERANÇA &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<description>SUA FONTE DE INFORMAÇÃO SEGURA SOBRE SAÚDE</description>
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	<title>ESPERANÇA &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Avança pesquisa de plasma para pacientes com Covid-19</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2020 11:52:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalho é fruto de parceria entre Secretaria de Saúde, Hemocentro e UnB; ganhos para comunidade científica serão permanentes, afirmam especialistas A pandemia de Covid-19 gerou uma corrida mundial em busca de tratamentos para abrandar os sintomas mais graves da doença e, também, da sonhada vacina que irá garantir a imunização contra o novo coronavírus. Na esteira da &#8230;</p>
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<p>Trabalho é fruto de parceria entre Secretaria de Saúde, Hemocentro e UnB; ganhos para comunidade científica serão permanentes, afirmam especialistas</p>



<p>A pandemia de <strong>Covid-19</strong> gerou uma corrida mundial em busca de tratamentos para abrandar os sintomas mais graves da doença e, também, da sonhada vacina que irá garantir a imunização contra o novo coronavírus. Na esteira da tendência global, instituições do Distrito Federal estão empenhadas em estudar os benefícios da terapia com plasma convalescente para tratar pacientes internados com a doença.</p>



<p>O plasma convalescente é um tratamento para infecções virais no qual o plasma (parte líquida do sangue) de um doador – no caso, recuperado de determinada doença –&nbsp;é transferido para um receptor, alguém que está acometido da mesma enfermidade. A ideia é que a transfusão do plasma da pessoa curada, que contém anticorpos, possa auxiliar o sistema imunológico do indivíduo doente a combater a infecção.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Se conseguimos mostrar a eficácia do plasma, podemos interromper a pesquisa e disponibilizar o tratamento para todos os pacientes”Alexandre Nonino, diretor-executivo do Hemocentro</p></blockquote>



<p>A pesquisa no DF, feita em parceria que envolve <strong>Secretaria de Saúde</strong> (SES), Fundação Hemocentro de Brasília e Universidade de Brasília (UnB), busca analisar os benefícios deste tratamento em pacientes com infecções moderadas por causa da Covid-19. Cumprem os requisitos para a pesquisa pacientes com pneumonia detectada por tomografia e que não estejam internados em UTI ou necessitando de ventilação mecânica, além de estarem a, no máximo, dez dias do início dos sintomas.</p>



<p>Entre os doadores, o comprometimento e a vontade de ajudar o próximo são refletidos no seguinte dado: o Hemocentro teve que encerrar a inscrição de voluntários para a pesquisa, que já possui 450 pessoas cadastradas. Todos serão convidados para entrevistas com a equipe de pesquisa, análise de critérios clínicos e coleta de amostra de sangue para exames. Se aprovados, vão ao Hemocentro para realizar a plasmaferese, procedimento no qual o plasma é separado do sangue do doador por meio de um equipamento especial.</p>



<p>Dos 450 inscritos, 80 doadores já chegaram até a fase de testagem e 50 já estão aptos a fazer a doação do plasma. A equipe da pesquisa espera chegar à marca de 200 participantes de cada lado, tanto de doadores quanto de receptores. Até o momento, o Hemocentro já colheu 22 doações de plasma dos recuperados da Covid-19, e seis unidades foram fornecidas ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran) para pacientes internados que estejam dentro dos critérios da pesquisa.</p>



<h2>Do outro lado, mas sempre ajudando</h2>



<p>Um dos doadores de plasma para a pesquisa conhece bem as consequências da Covid-19. Irineu Lopes Neto tem 26 anos, é médico e residente de cirurgia cardíaca do Instituto do Coração. Foi infectado pelo novo coronavírus há quase dois meses, mas, felizmente, a infecção foi branda e ele conseguiu se recuperar em casa.</p>



<p>Ao saber da pesquisa com plasma convalescente, não pensou duas vezes: inscreveu-se, passou por todas as etapas de seleção e chegou à fase da doação. “Infelizmente está morrendo muita gente, então temos que arranjar alguma forma de ajudar essas pessoas que estão sofrendo”, resume.</p>



<p>Mesmo estando do outro lado, agora como objeto de pesquisa em vez da condição de pesquisador, ele mantém o mesmo sentimento de esperança: “É uma sensação estranha, sempre fiz muitos estudos durante a faculdade, e agora é diferente. A gente tem que acordar todo dia pensando em fazer a vida de alguém melhor. Tomara que dê certo, tomara que funcione”.</p>



<h2>Em busca de eficácia</h2>



<p>Em fase inicial, a pesquisa ainda não mostrou que a terapia é eficaz, mas possui potencial para gerar resultados em breve. A comunidade científica já constatou que o plasma convalescente para Covid-19 pode ser um tratamento seguro para os pacientes, embasado em trabalhos que estão sendo realizados nos EUA, na China e na Europa.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/07/PLASMA-CONVALESCENTE.jpeg" alt="" class="wp-image-299" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/07/PLASMA-CONVALESCENTE.jpeg 680w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/07/PLASMA-CONVALESCENTE-199x300.jpeg 199w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /><figcaption>Fator plasma: eesforço coletivo dos pesquisadores vai resultar em ganhos permanentes para a comunidade científica | Foto: Joel Rodrigues / Agência Brasília</figcaption></figure>



<p>“Se conseguimos mostrar a eficácia do plasma, a partir do momento em que tenham dados comprovados, seja aqui em Brasília ou em outro lugar do mundo, e definindo-se em qual momento da doença isso ocorre, podemos interromper a pesquisa e disponibilizar o tratamento para todos os pacientes”, explica o diretor-executivo do Hemocentro, Alexandre Nonino.</p>



<p>A participação de servidores da Secretaria de Saúde é fundamental na busca por respostas concretas sobre o tratamento. Para a coordenadora do Núcleo de Pesquisas Multicêntricas do Hran, Joana D’Arc Gonçalves da Silva, a saúde pública do DF tem muito a ganhar com a parceria.</p>



<p>“É extremamente relevante, como instituição pública, participar de pesquisas científicas com um desenho adequado. Vai ser bom para os pacientes, que vão estar contribuindo com a ciência, se beneficiando com o tratamento e, com isso, temos uma boa chance de diminuir a mortalidade da doença”, ressalta.</p>



<h2>Vitória em meio à crise</h2>



<p>Apesar da corrida científica por tratamentos eficazes para a Covid-19 ter surgido de uma necessidade de crise pandêmica, o esforço coletivo dos pesquisadores vai resultar em ganhos permanentes para a comunidade científica.</p>



<p>“A resposta dos cientistas à pandemia está fazendo acontecer em meses coisas que normalmente levariam anos ou décadas para acontecer”, explica o professor e pesquisador da Faculdade de Medicina da UnB, André Nicola, responsável pela pesquisa.</p>



<p>De acordo com o acadêmico, a comunidade científica e as instituições locais também vão se beneficiar com o momento atual.</p>



<p>“A capacidade do DF de responder a desafios de saúde pública no futuro vai ficar muito melhor depois da pandemia do que estava antes. Não só as pessoas, mas as instituições também se viram forçadas a trabalhar com projetos de pesquisa complexos, e isso está gerando um grande aprendizado que vai ser muito importante para o sistema do DF”, finaliza.</p>



<p>FONTE: Agência Brasília <em>com informações do Hemocentro</em></p>
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		<title>Estas são as 6 vacinas mais avançadas contra Covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2020 11:47:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[CIÊNCIA]]></category>
		<category><![CDATA[ESPERANÇA]]></category>
		<category><![CDATA[ESTUDOS]]></category>
		<category><![CDATA[VACINA COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[VACINAS MAIS AVANÇADAS CONTRA COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seis estudos já estão entrando na terceira e definitiva fase de testes contra o coronavírus Ninguém discute que a vacina contra Covid-19 é a melhor saída contra a pandemia, e nunca na história se deu saltos tão rápidos no desenvolvimento de algum composto deste tipo. Diante do tamanho dessa crise, laboratórios no mundo inteiro iniciaram uma corrida &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h4>Seis estudos já estão entrando na terceira e definitiva fase de testes contra o coronavírus</h4>



<p>Ninguém discute que a vacina contra Covid-19 é a melhor saída contra a pandemia, e nunca na história se deu saltos tão rápidos no desenvolvimento de algum composto deste tipo. Diante do tamanho dessa crise, laboratórios no mundo inteiro iniciaram uma corrida pelo ouro, já que quem surgir com a primeira vacina realmente eficaz contra o vírus certamente faturará fortunas.<strong>Veja também:</strong>Vacinas de Oxford e da CanSino têm resultados animadores e avançam aos testes finais</p>



<p>Essa motivação faz com que, neste momento, a Organização Mundial de Saúde reconheça 163 vacinas contra a Covid-19 em desenvolvimento. A maioria delas ainda está em fase pré-clínica, o que indica que os pesquisadores ainda estão trabalhando com células in vitro ou com animais, mas 23 estudos já avançaram para testes em humanos.</p>



<p>Dentro destes 23, há aquelas que estão avançando mais rapidamente. Mais especificamente, há 6 candidatas que já estão na fase 3, a etapa definitiva de testes, ou já caminham para iniciar essa etapa final.</p>



<p>Conheça aquelas vacinas que estão mais próximas de chegar até a aplicação real:</p>



<ul><li><strong>Oxford-AstraZeneca (Reino Unido)</strong></li></ul>



<p>A vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e abraçada pela farmacêutica AstraZeneca já foi apontada pela OMS como aquela com as pesquisas mais avançadas no mundo. Não é à toa. A pesquisa já teve seus resultados de fase 2 divulgados, atestando sua segurança e capacidade de geração de resposta imune, criando otimismo para a fase definitiva.</p>



<p>Durante a fase 2, foram 1.077 participantes, sem apresentação de efeitos adversos considerados preocupantes, sendo a maioria deles resolvidos com nada mais que paracetamol, e com todos os pacientes envolvidos desenvolvendo anticorpos e células T contra o coronavírus após a segunda dose.</p>



<p>A tecnologia de vacina de Oxford é inédita: não há outra similar em uso em humanos. Os pesquisadores utilizaram um adenovírus causador de resfriado alterado para ser incapaz de causar doenças em humanos. Ele recebe um pedaço do material genético do Sars-Cov-2 para manifestar a proteína Spike, utilizada pelo coronavírus para ligar-se às células e causar a infecção. A ideia é que, desta forma, o organismo pode desenvolver a resposta à proteína sem precisar entrar em contato com o vírus real.</p>



<p>A fase 3 da vacina de Oxford já está em andamento. O Brasil é parte dos testes, contribuindo com 2.000 voluntários da área de saúde. Além disso, as pesquisas também estão em andamento na África do Sul, no Reino Unido e mais países a serem anunciados.</p>



<ul><li><strong>Sinovac (China)</strong></li></ul>



<p>A chinesa Sinovac é outra empresa que já divulgou seus resultados de fase 2 ainda em junho, com cerca de 600 participantes, também com resultados positivos. Não houve efeitos adversos mais preocupantes, e 90% dos pacientes desenvolveram a resposta imune esperada. Os dados ainda não foram publicados em formato de artigo científico, no entanto.</p>



<p>Ao contrário da vacina de Oxford, a Sinovac utiliza uma tecnologia amplamente conhecida para o desenvolvimento da vacina, que utiliza o vírus inativado para treinar o sistema imunológico. É o método mais conhecido para vacinar e utilizado para imunizar pessoas no mundo inteiro há décadas.</p>



<p>A vacina da Sinovac, também conhecida como CoronaVac, também será testada internacionalmente. A empresa já tem um acordo com o Instituto Butantan, ligado ao governo de São Paulo, para testar a vacina em seis estados, e as aplicações devem começar ainda nesta semana.</p>



<ul><li><strong>Sinopharm (China)</strong></li></ul>



<p>Outra vacina chinesa que está avançando para a etapa definitiva. Assim como as vacinas mencionadas previamente, a iniciativa passou pelas fases preliminares de testes e se provou segura e capaz de induzir resposta imune.</p>



<p>Durante os experimentos, foram 1.120 voluntários, que receberam duas aplicações da vacina em diferentes doses. Após 28 dias da primeira aplicação, os pesquisadores perceberam 100% de seroconversão dos pacientes, o que significa que todos os vacinados tinham os anticorpos desejados ao final do ciclo. No entanto, os dados também não foram publicados em formato de artigo científico até o momento.</p>



<p>Assim como a vacina da Sinovac, a iniciativa da Sinopharm se baseia no uso do vírus inativado para gerar resposta imune contra a Covid-19. A pesquisa também já entrou na fase 3 de testes, com a aplicação em voluntários nos Emirados Árabes.</p>



<h2>Estão quase lá</h2>



<p>Algumas pesquisas já estão avançando para a fase 3 em breve, mesmo com resultados conhecidos apenas em etapas muito preliminares. É um sinal da urgência da Covid-19: muitas vezes, os testes de uma fase começam antes mesmo da conclusão e publicação das etapas anteriores.</p>



<ul><li><strong>Moderna (Estados Unidos)</strong></li></ul>



<p>A americana Moderna fez muito barulho com sua vacina, mas pouco se sabe sobre a iniciativa em uma escala maior. A empresa anunciou resultados muito animadores na fase 1 de testes, mas ainda não há informação sobre como estão os resultados da fase 2, que ainda estão em andamento.</p>



<p>Na fase 1, além de a vacina se mostrar segura, ela se mostrou a resposta imunológica esperada entre seus 45 voluntários. Todos os pacientes que receberam a vacina registraram um nível de anticorpos imunizantes maior do que os pacientes de Covid-19, o que é positivo, e era o resultado esperado pelos pesquisadores. No entanto, para alcançar esse resultado, foi necessário a aplicação de duas doses com um mês de diferença entre elas.</p>



<p>Mesmo com tanta incerteza sobre a eficácia, a empresa já está às vésperas do início da fase 3 de testes, que devem ter início nos Estados Unidos ainda no mês de julho. Os testes definitivos estão programados para o dia 27, e a empresa espera alcançar 30 mil voluntários.</p>



<p>A Moderna aposta em outra tecnologia inédita para a sua vacina, utilizando RNA mensageiro para gerar imunidade. A ideia é aplicar material genético no corpo para que o próprio organismo produza as proteínas virais, induzindo a resposta imunológica.</p>



<ul><li><strong>CanSino (China)</strong></li></ul>



<p>Outra empresa que ainda não começou a fase 3 de testes, mas que já tem tudo encaminhado para começar em breve. A publicação de pesquisa credencia a fase 2 dos resultados da empresa como bastante promissora.</p>



<p>Foram 603 voluntários, dos quais 508 foram efetivamente alocados em algum dos grupos de teste. Entre eles, 126 receberam um placebo, enquanto o restante foi dividido em dois grupos que receberam uma dose completa ou meia dose. Apenas uma aplicação foi necessária, e não houve efeitos adversos mais preocupantes.</p>



<p>Já na questão de imunogenicidade, os pesquisadores também notaram sinais animadores. As duas dosagens da vacina produziram resultados similares, o que é um sinal positivo de que meia dose pode ser suficiente para imunizar um paciente e importante quando se pensa nas bilhões de doses necessárias para imunizar toda a humanidade. Os índices de seroconversão ficaram acima de 90% nos dois grupos.</p>



<p>A farmacêutica já anunciou que está conversando com vários países no mundo para realização dos experimentos, citando inclusive o Brasil entre possíveis candidatos para os testes. Até o momento, o Canadá já está confirmado como cenário para os testes da empresa.</p>



<p>A vacina da CanSino segue uma proposta similar à de Oxford, utilizando um outro vírus, um adenovírus inofensivo, que carrega material genético do Sars-Cov-2 para manifestar as proteínas Spike, permitindo ao corpo desenvolver a resposta contra uma infecção real.</p>



<ul><li><strong>Gamaleya (Rússia)</strong></li></ul>



<p>A mais misteriosa entre as vacinas até o momento. O laboratório russo anunciou resultados positivos na fase 1 de testes, mas sem muito detalhamento ou um artigo científico, e já fala em expandir os ensaios para a fase 3 ainda na metade de agosto. Os pesquisadores conduzem, neste momento, um experimento de fase 2 com cerca de 100 pessoas.</p>



<p>Na fase 1, o que se sabe até o momento é que a vacina se mostrou segura para o uso, mas não há mais informações sobre a imunogenicidade do composto, apenas uma afirmação de que os participantes desenvolveram resposta imune contra o vírus. Foram 38 voluntários acompanhados.</p>



<p>A expectativa dos cientistas é realizar os testes definitivos não apenas na Rússia, mas também em países do Oriente Médio e de outras regiões ainda não definidas.</p>



<p>Nesta pesquisa, os cientistas também apostaram em uma mecânica de vetor viral, também utilizando um adenovírus geneticamente alterado para manifestar características do Sars-Cov-2.</p>



<p><strong>FONTE:</strong> Olhar Digital</p>
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