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	<title>ESTRESSE &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<description>SUA FONTE DE INFORMAÇÃO SEGURA SOBRE SAÚDE</description>
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	<title>ESTRESSE &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Como o estresse da privação de sono afeta a imunidade? Cientistas explicam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2021 12:07:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
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		<category><![CDATA[IMUNIDADE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo investigaram como o hábito impacta respostas imunológicas na asma alérgica, na malária e na imunoterapia contra tumores Como estresse gerado por privação de sono afeta a imunidade? Estudo revela (Foto: Ketut Subiyanto/Pexels) Com o objetivo de analisar a relação entre os sistemas nervoso e imunológico, um grupo coordenado por cientistas da Universidade &#8230;</p>
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<h2>Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo investigaram como o hábito impacta respostas imunológicas na asma alérgica, na malária e na imunoterapia contra tumores</h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/eQ1CXk8rilVEzB-Pu9c5-jciojM=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2020/12/10/pexels-ketut-subiyanto-4126699.jpg" alt="Como estresse gerado por privação de sono afeta a imunidade? Estudo revela (Foto: Ketut Subiyanto/Pexels)" title="Como estresse gerado por privação de sono afeta a imunidade? Estudo revela (Foto: Ketut Subiyanto/Pexels)"/><figcaption>Como estresse gerado por privação de sono afeta a imunidade? Estudo revela (Foto: Ketut Subiyanto/Pexels)</figcaption></figure>



<p>Com o objetivo de analisar a relação entre os <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/10/sars-cov-2-pode-infectar-celulas-mais-comuns-do-sistema-nervoso-central.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sistemas nervoso</a> e <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2020/04/5-inimigos-que-o-sistema-imunologico-costuma-enfrentar-para-nos-proteger.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">imunológico</a>, um grupo coordenado por cientistas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) investigou como a <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/11/noite-mal-dormida-tem-mesmo-efeito-que-ressaca-no-corpo-diz-pesquisa.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">privação de sono</a> impacta as respostas imunológicas em três situações distintas: na <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/04/estudos-sugerem-que-asma-nao-esta-entre-fatores-de-risco-para-covid-19.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">asma</a> alérgica, na <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2019/10/gene-de-500-mil-anos-revela-como-malaria-passou-infectar-os-humanos.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">malária</a> e na imunoterapia contra <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/02/estudo-descobre-como-cancer-se-forma-ao-analisar-mais-de-2600-genomas.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tumores</a>. Para isso, os pesquisadores induziram em camundongos distúrbios na fase REM do <a href="https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Comportamento/noticia/2020/09/relatos-de-sonhos-variam-de-acordo-com-o-estagio-do-sono-diz-estudo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sono</a> (sigla em inglês para Rapid Eye Movement), a mais importante para o descanso e o equilíbrio do organismo.</p>



<p>Em uma das pesquisas, o grupo avaliou se o estresse causado pela privação de sono poderia interferir na&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/08/entenda-o-que-e-imunidade-de-rebanho-e-por-que-ela-nem-sempre-funciona.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">imunidade</a>&nbsp;natural durante o processo de desenvolvimento da malária. No outro estudo, procurou-se saber o impacto em um&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/04/como-oncologia-de-precisao-promove-avancos-no-tratamento-do-cancer.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tratamento para câncer</a>, utilizando um imunoterápico desenvolvido por uma empresa japonesa. No terceiro, o objetivo foi entender se o estresse pioraria uma doença inflamatória preexistente, no caso, a asma.</p>



<p>“Nosso objetivo com esse conjunto de pesquisas é melhorar a compreensão da relação bidirecional entre os sistemas nervoso e imunológico, contribuindo para o desenvolvimento de novas formas de intervenção em doenças inflamatórias, imunoterapia, imunoprofilaxia e no tratamento de transtornos neurológicos”, disse&nbsp;Alexandre Keller, da Unifesp.</p>



<p>Keller e Daniela Santoro Rosa, ambos professores do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da instituição, coordenaram as pesquisas que desenvolveram em parceria com a professora Monica Levy Andersen, do Departamento de Psicobiologia da universidade. Os estudos foram financiados pela Fapesp por meio de quatro Auxílios à Pesquisa (<a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/47617/estudo-sobre-o-papel-de-respostas-th2-como-fator-de-risco-associado-ao-desenvolvimento-da-glomeruloe/?q=2012/04692-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">2012/04692-1</a>; <a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/88203/direcionamento-in-vivo-de-epitopos-de-linfocitos-tcd4-do-hiv-1-para-celulas-dendriticas/?q=2014/15061-8" target="_blank" rel="noreferrer noopener">2014/15061-8</a>; <a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/102301/antigenicidade-e-imunogenicidade-de-proteinas-recombinantes-do-envelope-viral-do-zika-virus/?q=2017/17471-7" target="_blank" rel="noreferrer noopener">2017/17471-7</a> e <a href="https://agencia.fapesp.br/estudo-investiga-como-estresse-gerado-por-privacao-de-sono-afeta-a-imunidade/34806/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">2019/11490-5</a>).</p>



<p><strong>Imunovigilância contra tumores</strong></p>



<p>Vários trabalhos científicos já descreveram que a resposta de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/08/estresse-afeta-tanto-o-cerebro-quanto-o-corpo-aponta-pesquisa.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estresse</a>&nbsp;prejudica a imunovigilância contra tumores, porém, pouco se sabe sobre sua influência sobre a atividade dos linfócitos NKT (sigla em inglês para natural killer T cells, ou células T assassinas naturais). Essas células influenciam uma série de respostas imunológicas, incluindo a imunovigilância, e por isso são de interesse para quem busca desenvolver tratamentos contra diversos tipos de câncer.</p>



<p>Os pesquisadores utilizaram um modelo de metástase pulmonar experimental para determinar o impacto da privação de sono sobre a imunoterapia com alfa-galactosilceramida, um glicolipídeo empregado em estudos clínicos (fora do Brasil) contra diversos tipos de cânceres. “Os animais foram inoculados com células de melanoma capazes de expressar esse glicolipídeo em sua superfície, sendo em seguida expostos à privação de sono”, disse Keller.</p>



<p>“Até agora, a eficiência dessa abordagem tem se mostrado excelente em camundongos, mas está abaixo do esperado em humanos e não se sabe os motivos”, disse&nbsp;o pesquisador. Um dos pontos de investigação sobre o que pode causar o problema é o efeito do estresse. No caso, os pesquisadores avaliaram, de forma inédita, o impacto do distúrbio de sono na eficácia do imunoterápico.</p>



<p>Segundo Keller, mesmo com o aumento de corticosterona (o hormônio do estresse em animais, equivalente ao cortisol em humanos), a resposta induzida pela alfa-galactosilceramida foi capaz de controlar o desenvolvimento tumoral. “Nosso trabalho mostra que essas células, nesse modelo, não são afetadas pelo estresse, ou seja, em teoria, elas continuam sendo um alvo interessante para imunoterapia, mesmo durante episódios de estresse”, disse. <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0889159120304888" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Os resultados foram publicados no periódico </a><em><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0889159120304888" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Brain, Behavior, and Immunity</a>.</em></p>



<p><strong>Defesa contra patógenos</strong></p>



<p>Outra circunstância que os pesquisadores queriam estudar era o impacto do distúrbio de sono na resposta natural do organismo contra um patógeno. No caso, eles analisaram protozoários do gênero Plasmodium causadores da malária e transmitidos por meio da picada de fêmeas do mosquito Anopheles. “Mostramos que haverá diminuição da eficácia da resposta de anticorpo se o distúrbio de sono ocorrer a partir de um determinado ponto do processo de desenvolvimento da resposta natural contra o patógeno”, disse Keller.&nbsp;</p>



<p>Utilizando um modelo de malária murina, em que a produção de anticorpos tem papel crítico na sobrevivência do hospedeiro, observaram a resposta imune se desenvolver em uma curva de tempo conhecida como janela imunológica. A privação de sono foi imposta ao modelo em diferentes períodos. Antes ou logo após a infecção, não afetou a resistência do hospedeiro ao parasita. Quando a privação ocorreu três dias após a infecção, os animais sucumbiram.</p>



<p>O ponto crítico do processo, segundo os pesquisadores, se dá no início da montagem da resposta imune adaptativa. Nessa fase, o linfócito T atua junto com o linfócito B para montar a resposta ao patógeno, ou seja, estimular a produção do anticorpo e trazer a imunidade.</p>



<p>&#8220;Conseguimos observar que, se você houver&nbsp;um episódio de estresse durante a fase de diferenciação do linfócito T, processo que vai levar à ativação do linfócito B e à produção de anticorpos, haverá uma diminuição da eficiência da resposta, e com isso o organismo fica mais suscetível à infecção&#8221;, disse Keller.</p>



<p>O artigo <em>Sleep Disturbance during Infection Compromises Tfh Differentiation and Impacts Host Immunity</em>, que descreve a pesquisa e seus resultados, <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2589004220307914?via%3Dihub" target="_blank" rel="noreferrer noopener">foi publicado na<em> iScience</em></a>.</p>



<p><strong>Privação de sono e asma</strong></p>



<p>Para avaliar o impacto da privação de sono em uma doença inflamatória preexistente, os pesquisadores estudaram a asma alérgica, que pode variar de intermitente a&nbsp;persistente grave. Pacientes que sofrem de asma grave, com presença marcante de neutrófilos, são, frequentemente, refratários ao tratamento por corticoide e este tipo de manifestação clínica tem sido associado a diversas comorbidades, incluindo a apneia obstrutiva do sono, em que a respiração para e retorna diversas vezes.</p>



<p>O estudo mostrou que o distúrbio de sono poderia aumentar a gravidade da resposta inflamatória nos camundongos, ou seja, um organismo que apresentava um quadro de asma mais leve poderia evoluir para o nível grave por conta da falta de sono, se tornando, inclusive, resistente ao tratamento com corticoide.</p>



<p>Para chegar ao resultado, os pesquisadores utilizaram um modelo de alergia experimental, em que camundongos são induzidos a desenvolver uma resposta inflamatória pulmonar do tipo Th2, com predomínio de eosinófilos, um tipo de glóbulo branco do sangue que desempenha papel importante na resposta a asma e outras doenças, e de citocinas como IL-4 e IL-13, responsáveis por ativar, mediar ou regular a resposta imune. Ao ser submetido à privação de sono durante a exposição ao alérgeno pelas vias aéreas, os animais apresentaram alteração na resposta inflamatória Th2 para um perfil Th17, com predomínio de neutrófilos e IL-17, fenômeno resistente ao tratamento com o corticoide dexametasona.</p>



<p>Apesar dos mecanismos envolvidos nesse fenômeno ainda não estarem esclarecidos, esse estudo indica que os distúrbios de sono, e possivelmente outras situações de estresse, são fatores de risco para a evolução da gravidade da asma alérgica. Esse estudo está descrito em&nbsp;<a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28732645/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo publicado no&nbsp;</a><em><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28732645/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">The Journal of Allergy and Clinical Immunology</a>.</em></p>



<p>Essas pesquisas fazem parte de um conjunto maior de estudos que ainda estão em andamento e focam no entendimento mais amplo da relação bidirecional existente entre os sistemas nervoso e imunológico. “Se a imunoterapia não funciona porque tem uma influência forte do sistema nervoso, é possível pensar em interferir nos neurotransmissores, nos receptores, por exemplo”, disse Keller.</p>



<p>Ou seja, ainda que os estudos não tenham aplicação clínica imediata, os conhecimentos obtidos permitirão, no futuro, traçar caminhos de intervenção. “Ao entendermos como a resposta do estresse interfere no sistema imunológico, conseguimos ampliar as alternativas possíveis de agir junto ao sistema imune ou nervoso para um tratamento médico”, disse o pesquisador da Unifesp.</p>



<p>FONTE: <em>REVISTA GALILEU</em></p>
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		<title>Como combater o estresse?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2021 12:17:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE PREVENTIVA]]></category>
		<category><![CDATA[COMBATE AO ESTRESSE]]></category>
		<category><![CDATA[ESTRESSE]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gestão de estresse A gestão de estresse assume nos tempos modernos primordial importância. Torna-se imprescindível estarmos atentos ao fenômeno de normalidade que o estresse assume na sociedade moderna. É incrível a facilidade com que este se pode apoderar das nossas vidas, fazendo parte de um estilo de vida acelerado e, por vezes, muito pouco regrado. Vamo-nos acostumando &#8230;</p>
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<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.saudebemestar.pt/media/86498/anti-stress.jpg" alt="Anti stress - Como aliviar ou combater o stress?"/></figure>



<h2>Gestão de estresse</h2>



<p>A <strong>gestão de estresse </strong>assume nos tempos modernos primordial importância. Torna-se imprescindível estarmos atentos ao fenômeno de normalidade que o estresse assume na sociedade moderna. É incrível a facilidade com que este se pode apoderar das nossas vidas, fazendo parte de um estilo de vida acelerado e, por vezes, muito pouco regrado. Vamo-nos acostumando a um estilo de vida estressante, sempre num “corre-corre”, por vezes, sem percebermos o quanto isso nos afeta.</p>



<p>O estresse afeta a mente, o corpo e o comportamento de muitas maneiras, e todos sentimos de forma diferente. Em excesso, pode levar não só, a sérios problemas de saúde física, como também pode alterar os nossos relacionamentos em casa, no trabalho e na escola, pelo impacto que pode assumir na nossa saúde mental.</p>



<p>As abordagens cognitivas ao estresse variam de indivíduo para indivíduo perante determinado acontecimento. Só nos sentimos estressados quando sentimos que não temos recursos para gerir uma situação de ameaça ou um desafio. Se sentirmos que temos as competências necessárias para os enfrentar, então vamos ficar bem, vamos nos sentindo mais confiantes e consequentemente menos tensionados pela situação. Também ajuda ter alguém em quem confiar, como um parceiro de longa data. De fato, a ciência comprova que as relações interpessoais positivas e duradouras beneficiam a sua saúde física e emocional.</p>



<p>Efetuar uma boa <strong>gestão de estresse</strong> é de fato muito importante para a nossa <strong>saúde</strong> física e mental.</p>



<h2>Estresse &#8211; tratamento</h2>



<p>Encontrar para o <strong>estresse</strong>, <strong>tratamento</strong> milagroso não é possível. Ou seja, não existe um<strong> tratamento medicamentoso</strong>, ou <strong>tratamento “caseiro”</strong> ou uma receita “<strong>natural</strong>” que seja eficaz em todas as pessoas. Cada pessoa desenvolve uma resposta única ao estresse, e nessa medida não há um tratamento padrão que sirva a todos. Nenhum método funciona de forma generalizada ou em qualquer situação de forma igual, há que experimentar diferentes técnicas e estratégias.</p>



<p>Não existe nenhum tratamento que nos permita acabar com isso. Falar em tratamento para o estresse não é, por isso, a expressão mais feliz, pois o seu combate ou alívio é uma guerra interminável, fundamentalmente nos tempos modernos. Se eliminar o estresse não é possível, devemos aprender a efetuar a sua gestão, ou seja, efetuar o combate ao stress de uma forma eficaz e duradoura (são as formas ou estratégias de combate).</p>



<h2>Anti estresse &#8211; saúde, anti doença</h2>



<p>Se reconhecemos o problema, a questão que se coloca é: <strong>como lidar com o estresse</strong>? Uma atitude <strong>anti estresse,</strong> de modo a efetuarmos uma boa gestão do mesmo é fundamental para minimizarmos as suas consequências no nosso organismo. Quando falamos em anti estresse, referimo-nos ao seu combate, ou seja, se não conseguimos eliminá-lo devemos combater o problema, efetuando a sua gestão, por forma a reduzir os seus efeitos no organismo.</p>



<p>A gestão do estresse passa por controlar uma série de situações: tomar conta de pensamentos, das emoções, da agenda, do ambiente, bem como da forma como lidamos com os problemas. Um atitude anti estresse, significa a alteração da situação estressante (causas), cuidar de si mesmo e arranjar tempo para descansar e relaxar.</p>



<h2>Como combater o stress?</h2>



<p>De forma a combater ou aliviar o stress, parta sempre deste princípio:</p>



<ol><li>Evitar;</li><li>Alterar;</li><li>Adaptar/Aceitar</li></ol>



<p>1 &#8211; Aprenda a evitar o estresse desnecessário. Nem todo o stress pode ser evitado, mas se aprender a dizer não, a distinguir &#8220;deveres&#8221; de &#8220;obrigações&#8221; na lista de coisas a fazer, pode eliminar muitos fatores de stress. Identificar as causas é um primeiro passo importante.</p>



<p>2 &#8211; Alterar a situação. Se não podemos evitar uma situação estressante, devemos tentar alterá-la e lidar com os problemas de cabeça erguida, em vez de guardarmos sentimentos negativos, aumentando o stress.</p>



<p>3 &#8211; Adaptar-se ao fator causador de estresse. Quando não podemos mudar o fator de estresse, como é o caso de uma doença, devemos tentar mudar nós mesmos e a visão que temos sobre a situação que enfrentamos. Reformular os problemas ou concentrar nas coisas positivas da vida. Devemos aceitar as coisas que não podemos mudar. Haverá sempre fatores de estresse na vida que não podemos alterar. Aprenda a aceitar o inevitável, em vez de protestar contra uma situação e torná-la estressante. Olhemos para o lado positivo da situação, mesmo nas circunstâncias mais estressantes pode ser uma oportunidade de aprendizagem ou crescimento pessoal. Aprenda a aceitar-se, com o seu potencial e limitações.</p>



<h2>Exercícios anti estresse</h2>



<p>Exercite-se regularmente. A atividade física desempenha um papel fundamental na prevenção e redução dos efeitos do stress, contribuindo para o bem-estar psicológico. O exercício aeróbico é de enorme relevância para superar o stress e tensão reprimida.</p>



<p>Uma simples caminhada num ambiente calmo e descontraído podem fazer maravilhas pela sua saúde e uma ajuda preciosa para vencer o estresse.</p>



<p>A atividade física promove o bem-estar psicossocial. As pessoas que praticam atividade física conseguem dormir melhor à noite, sentem menos sinais de depressão e ficam mais resistentes ao estresse.</p>



<p>Procure os exercícios para aliviar o stress que melhor se identificam consigo e lembre-se que cada pessoa tem diferentes formas de reação e resposta a determinado exercício ou atividade. Encontre os que melhor se adaptam a si, tente sempre que possível juntar o útil ao agradável, praticando uma atividade do seu agrado.</p>



<h2>Como relaxar e aliviar o estresse</h2>



<p>Arranje tempo para relaxar. Um exercício simples que pode experimentar é inspirar profundamente pelo nariz e expirar lentamente pela boca.</p>



<p>Efetue exercícios de relaxamento que lhe permitam libertar tensão muscular.</p>



<p>Pode sentar-se ou deitar-se num lugar tranquilo e confortável onde não seja perturbado e lhe transmita tranquilidade. Sinta-se confortável com a roupa e retire os acessórios, como jóias que sejam desconfortáveis. O seu objetivo deve ser apertar, e depois relaxar grupos musculares em sequência, da cabeça aos pés. Apertar os músculos aumenta a consciência de que sente a tensão armazenada. Relaxando os músculos, por sua vez, permite sentir a diferença entre estar tenso e estar relaxado. Comece com os músculos da testa. Enrugue- a, provocando tensão. Mantenha essa tensão por cerca de cinco segundos e de seguida, liberte a tensão. Imagine uma onda a levar relaxamento através dos músculos. Inspire profundamente e, ao expirar, permita que os músculos relaxem ainda mais.</p>



<p>Trabalhe os vários grupos musculares e depois de terminar, fique parado por uns instantes para desfrutar do sentimento de libertação. As técnicas de relaxamento, tais como: yoga, meditação e respiração profunda, ativam as respostas de relaxamento do corpo, potenciando um estado de serenidade. Isso é o oposto da resposta ao stress.</p>



<h2>Alimentos anti estresse</h2>



<p>Os alimentos que ingerimos são também muito importantes para combater o estresse (anti estresse). Adote uma dieta saudável. Corpos bem nutridos estão melhor preparados para lidar com o stress.</p>



<p>Coma pelo menos de três em três horas. Ficar longas horas sem comer pode originar hipoglicemia, um fator causador de ansiedade para o seu organismo.</p>



<p>Evite a ingestão de bebidas ricas em cafeína como o café ou chá. Evite as bebidas alcoólicas, já que ajudam a eliminar alguns nutrientes para além de promoverem a produção de adrenalina. Faça, ao longo do resto do dia, uma alimentação rica e equilibrada.</p>



<p>Há estudos que demonstram que a ingestão de determinadas vitaminas, como as do tipo C e B, como a B3, B6, B7, B8, entre outras, têm propriedades anti estresse, para além de outros nutrientes, como o zinco e o magnésio. São verdadeiras vitaminas anti estresse.</p>



<h2>Higiene do sono</h2>



<p>Trabalhe a higiene do sono. Sentir-se cansado pode aumentar o estresse, fazendo com que pensemos de forma irracional. Mantenha a calma, obtendo uma boa noite de sono, essencial para relaxar. Lembre-se, dormir mal pode acarretar graves consequências para a sua saúde.</p>



<h2>Controlar as emoções</h2>



<p>Outra forma de reduzir o estresse é usando os sentidos, ou seja, através da visão, da audição, do olfato, do paladar e do tato ou através do movimento. Ao ver uma foto favorita, cheirando um perfume específico, ouvir uma peça de música favorita ou abraçando um animal de estimação, por exemplo, podemos rapidamente relaxar e nos concentrar. Claro, nem toda pessoa responde da mesma forma a cada experiência sensorial.</p>



<p>Outra alternativa é compreender a influência que as emoções têm sobre os pensamentos e ações, sendo esta compreensão fundamental para melhor gerir o estresse. É importante estarmos conscientes do papel que as emoções ocupam nas decisões que tomamos, mesmo as mais dolorosas que, normalmente, tentamos evitar ou reprimir. Assim que consigamos dominar estas competências básicas, teremos a confiança necessária para enfrentar os desafios estressantes.</p>



<p>Muitas pessoas também conseguem aliviar o estresse, desabafando sentimentos no papel. Manter um diário de sentimentos pode ser uma maneira saudável de desabafar. Faça uma lista de todas as preocupações que tem na sua mente. Nem sempre temos consciência do que nos está a incomodar. Escrevê-las no papel pode dar-lhe algumas dicas. Tente escrever uma nota de encorajamento para si mesmo. Se esta técnica resultar muito bem, nunca permita, no entanto, que o seu diário se torne numa tarefa árdua adicional.</p>



<h2>Gestão do tempo</h2>



<p>Procure soluções de compromisso. Muitas situações estressantes, mesmo aquelas que não podem ser totalmente eliminadas, podem ser facilitadas pelo meio da negociação. Por exemplo, se está trabalhando horas a mais, tente explicar ao seu chefe e negocie uma solução de compromisso. É certo que nem sempre é fácil, mas não custa tentar.</p>



<p>Aprenda a delegar tarefas. Muitas pessoas vivem com o lema &#8220;Se quero bem feito, tenho de fazer eu mesmo&#8221;. Esta atitude pode acarretar-lhe um grande volume de trabalho, gerador de uma enorme pressão.</p>



<p>Tente organizar-se melhor, por exemplo, apontando numa agenda todas as tarefas a executar. Se conseguir gerir melhor o seu tempo, vai com certeza sentir vantagens e gradualmente conseguir reduzir os níveis de stress. Fazer uma lista de tarefas pode ajudá-lo a não preocupar-se constantemente com os afazeres do dia a dia, como se estivesse sempre com a sensação de se estar a esquecer de algo. Aprenda a gerir a prioridade da lista de tarefas e aprenda a deixar tarefas para outro dia. Tente executar as tarefas com tempo de antecedência, isto irá permitir não sentir uma pressão constante com os prazos apertados.</p>



<p>FONTE: <em>SAÚDE E BEM ESTAR PT</em></p>
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