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	<title>FATOR DE RISCO &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<description>SUA FONTE DE INFORMAÇÃO SEGURA SOBRE SAÚDE</description>
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	<title>FATOR DE RISCO &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Obesidade é o principal fator associado aos jovens que morrem por covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2020 20:11:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Doença é a mais relacionada às mortes de pessoas com menos de 60 anos de idade. Veja as recomendações para os cuidados durante a quarentena A obesidade é uma doença crônica, considerada fator de risco para o desenvolvimento de diversos quadros patológicos. Dentre eles, infarto, hipertensão e diabetes são os mais conhecidos por sua relação &#8230;</p>
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<h4>Doença é a mais relacionada às mortes de pessoas com menos de 60 anos de idade. Veja as recomendações para os cuidados durante a quarentena</h4>



<p>A obesidade é uma doença crônica, considerada fator de risco para o desenvolvimento de diversos quadros patológicos. Dentre eles, infarto, hipertensão e diabetes são os mais conhecidos por sua relação direta. Agora, com o novo coronavírus, ela também é um dos principais fatores para o agravamento da covid-19. Mas, o destaque é que o número de óbitos alerta sobre o perigo dessas comorbidades principalmente ao grupo com menos de 60 anos de idade, que não são considerados “grupo de risco”.</p>



<p>De acordo com o último <a rel="noreferrer noopener" href="https://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2020/April/27/2020-04-27-18-05h-BEE14-Boletim-do-COE.pdf" target="_blank">Boletim Epidemiológico</a> do Ministério da Saúde sobre o novo coronavírus, do número de óbitos de todos os grupos de risco (com cardiopatia, diabetes, pneumopatia, doença neurológica ou renal), a maioria era indivíduos idosos (60 anos ou mais), exceto quando a comorbidade associada era a obesidade. Mais da metade das pessoas obesas que morreram devido à covid-19 tinha menos de 60 anos. No entanto não é possível saber uma média de idade do grupo.</p>



<p>O dado é um sinal de alerta para o país, já que a obesidade teve um aumento expressivo nos últimos anos. De acordo com o Ministério da Saúde, o número de pessoas obesas no Brasil cresceu cerca de 68% no período de 2006 a 2018.&nbsp;</p>



<h2><strong>Por que a obesidade é um fator de risco?</strong></h2>



<p>Para uma pessoa ser considerada obesa, o critério mais utilizado é o índice de massa corpórea (IMC). O professor do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da UFMG, Josemar de Almeida explica o cálculo: divide-se a massa (em quilogramas) do indivíduo pelo valor da altura (em metros) ao quadrado. Caso o resultado seja maior ou igual a 30 Kg/m<sup>2</sup>, considera-se o indivíduo obeso.</p>



<p>No entanto, outro critério utilizado é a medida da circunferência abdominal. De acordo com Josemar, se ultrapassar 88 cm, no caso das mulheres, e 102 cm nos homens, a pessoa pode ser considerada obesa, mesmo que o IMC seja menor que 30 Kg/m<sup>2</sup>. E quais as causas da doença?</p>



<p>O professor também explica o porquê de o acúmulo de gordura ser um possível fator de agravamento de doenças. No caso do novo coronavírus, ele lembra que o risco aumentado pela obesidade não é para ser infectado, mas de ter complicações se isso acontecer, podendo precisar de internação, inclusive em CTI, e precisar de respiração ou ventilação mecânica:</p>



<h1>Obesidade é o principal fator associado aos jovens que morrem por covid-19</h1>



<p>Doença é a mais relacionada às mortes de pessoas com menos de 60 anos de idade. Veja as recomendações para os cuidados durante a quarentena</p>



<p>*Giovana Maldini</p>



<p>A obesidade é uma doença crônica, considerada fator de risco para o desenvolvimento de diversos quadros patológicos. Dentre eles, infarto, hipertensão e diabetes são os mais conhecidos por sua relação direta. Agora, com o novo coronavírus, ela também é um dos principais fatores para o agravamento da covid-19. Mas, o destaque é que o número de óbitos alerta sobre o perigo dessas comorbidades principalmente ao grupo com menos de 60 anos de idade, que não são considerados “grupo de risco”.</p>



<p>De acordo com o último&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2020/April/27/2020-04-27-18-05h-BEE14-Boletim-do-COE.pdf" target="_blank">Boletim Epidemiológico</a>&nbsp;do Ministério da Saúde sobre o novo coronavírus, do número de óbitos de todos os grupos de risco (com cardiopatia, diabetes, pneumopatia, doença neurológica ou renal), a maioria era indivíduos idosos (60 anos ou mais), exceto quando a comorbidade associada era a obesidade. Mais da metade das pessoas obesas que morreram devido à covid-19 tinha menos de 60 anos. No entanto não é possível saber uma média de idade do grupo.</p>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2020/April/27/2020-04-27-18-05h-BEE14-Boletim-do-COE.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img src="https://www.medicina.ufmg.br/wp-content/uploads/sites/7/2020/04/dados-de-23-de-abril.png" alt="" class="wp-image-84344"/></a><figcaption>Óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por covid-19 faixa etária (A) e grupos de risco (B). Brasil, 2020/Ministério da Saúde. Clique para acessar.</figcaption></figure>



<p>O dado é um sinal de alerta para o país, já que a obesidade teve um aumento expressivo nos últimos anos. De acordo com o Ministério da Saúde, o número de pessoas obesas no Brasil cresceu cerca de 68% no período de 2006 a 2018. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/09/COMO-CALCULAR-OBESIDADE.png" alt="" class="wp-image-455" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/09/COMO-CALCULAR-OBESIDADE.png 350w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/09/COMO-CALCULAR-OBESIDADE-177x300.png 177w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /></figure>



<h2><strong>Obesidade e quarentena</strong>&nbsp;</h2>



<p>“Com a família toda em casa e a falta de lazer, acabam recorrendo ao excesso de comida como uma compensação. É realmente difícil manter o peso, mas é importante a disciplina”, reconhece o especialista. Uma medida para evitar isso é não ter essas opções de “<em>comfort food</em>” em casa, facilitando as “tentações”.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“A ideia é que o indivíduo mantenha uma rotina, com alimentação mais saudável, menos calórica, principalmente os que sabem que tem o risco.&nbsp;É muito importante também tentar driblar essa dificuldade com atividades físicas preferencialmente aeróbica”</p></blockquote>



<p>Há o lado em que pessoas comem mais do que precisam e há aqueles em que se preocupam tanto em não engordar ou perder os quilos indesejados que recorrem às dietas rigorosas, de emagrecimento rápido. Segundo o professor, os dois têm risco, já que a perda de peso, por si só, não condiciona a melhora na saúde do indivíduo.</p>



<p>Dieta balanceada, seguindo uma rotina de alimentação adequada, disciplina e mastigação correta é o ideal para quem tem o objetivo de emagrecer e ter saúde.<audio src="https://www.medicina.ufmg.br/wp-content/uploads/sites/7/2020/04/Cuidado-com-solu%C3%A7%C3%B5s-milagrosas.mp3"></p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“O ideal em uma dieta é não passar fome, pois ela é nossa inimiga. A fome desperta um instinto primário, o que provoca um exagero no consumo alimentar dessas pessoas”</p><cite>Josemar de Almeida</cite></blockquote>



<p>Durante a pandemia, deve-se sair de casa apenas para o essencial, como ir a farmácias e supermercados (desde que usando máscara). Isso significa que as compras também tiveram impacto e é necessário planejar melhor o que colocar no carrinho.</p>



<h2><strong>Não é só comida</strong></h2>



<p>A profissional de Educação Física e mestre em Ciências do Esporte pela UFMG, Patrícia Gomes, lembra que, além da alimentação, a prática regular de exercícios físicos é essencial para manter a saúde. Por isso, ela dá dicas de como exercita-se e incluir o hábito na quarentena. </p>



<p>“Para manutenção da força muscular de quem já tinha o hábito, exercícios com o próprio peso corporal são ótimas opções, já que não são necessários equipamentos para a execução. Quando se tem crianças em casa, explorar diferentes ambientes do lar, através de brincadeiras que utilizam como base movimentos corporais (como pega-pega), pode se transformar em divertidas sessões de exercício aeróbico”, indica Patrícia.</p>



<p>A quem deseja emagrecer, ela recomenda os exercícios aeróbicos. Caminhada pela casa ou quintal, por exemplo, é uma ótima forma de atividade física nesse período da quarentena. Quem não tem espaço dentro de casa, outras opção é andar pelo estacionamento do prédio ou em um quarteirão vazio, desde que siga as recomendações de proteção à covid-19, como o uso de máscaras, manter distância de outras pessoas, lavar as mãos ao chegar e não entrar com os sapatos dentro de casa.&nbsp;</p>



<p>A dança também é uma opção de exercício aeróbico que chama a atenção já que une a diversão. Vídeos na internet ensinam coreografias que podem ser executadas mesmo na sala e há as famosas<em> “lives</em> dos artistas” nesse período que entretêm e incentivam a movimentar o corpo. </p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Continuar com uma rotina de exercícios é fundamental neste período de quarentena. Além de manter o condicionamento físico, ela é essencial para a saúde física e mental da população. A prática de alongamentos, ioga e meditação, por exemplo, são ótimas opções para relaxar o corpo e a mente”</p><cite>Patrícia Gomes, profissional de Educação Física</cite></blockquote>



<p>Patrícia Gomes ainda reforça os cuidados: “Ao realizar exercícios em casa, essas pessoas devem estar atentas a dores e desconfortos durante as atividades. Uma vez que a obesidade é uma doença multifatorial e está associada a doenças cardiorrespiratórias, o cuidado deve ser redobrado. Caso sintam sintomas como dores no peito, falta de ar, palpitações ou suor frio, a atividade deve ser imediatamente suspensa”.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Tenha uma disciplina alimentar, mas não deixe de aproveitar a vida.&nbsp;Busque outras fontes de prazer, porque limitá-lo ao excesso de comida é muito fugaz e seguido de uma culpa enorme. Também é importante a participação de familiares e pessoas próximas a esses indivíduos. Neste momento, eles precisam de apoio”</p><cite>conclui o professor Josemar de Almeida</cite></blockquote>



<p><strong>FONTE: </strong>UFMG</p>
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