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	<title>FITOMEDICAMENTO &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Pesquisa investiga o potencial do mastruz como fitomedicamento para uso contra a Covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2020 13:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[FITOMEDICAMENTO]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os pesquisadores Felipe Moura da Silva, Emmanoel Costa, Maria Lúcia Pinheiro, Antonia de Souza e Afonso de Souza e o pós-graduando Luiz Paulo de Oliveira, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), em parceria com o pesquisador Hector Koolen da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e a pesquisadora Katia Pacheco da Silva, da Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de Itabirito (MG), em maio, publicaram no&nbsp;<em>fast track</em>&nbsp;da Revista Internacional Memórias do Instituto Oswaldo Cruz estudo referente ao potencial do mastruz (<em>Dysphania ambrosioides</em>) como fitomedicamento para uso contra covid-19.&nbsp;</p>



<p>Intitulada&nbsp;<a href="https://memorias.ioc.fiocruz.br/article/10709/0207-flavonoid-glycosides-and-their-putative-human-metabolites-as-potential-inhibitors-of-the-sars-cov-2-main-protease-mpro-and-rna-dependent-rna-polymerase-rdrp%20">‘<em>Flavonoid glycosides and their putative human metabolites as potential inhibitors of the SARS-CoV-2 main protease (Mpro) and RNA-dependent RNA polymerase (RdRp)</em>’</a>, a publicação apresenta, por meio de uma abordagem computacional, o potencial de compostos presentes no mastruz como inibidores de enzimas envolvidas na replicação do vírus SARS-CoV-2, responsável por provocar a covid-19. A decisão de investigar o mastruz partiu de relatos, mundialmente conhecidos, de que a planta tem efeitos benéficos contra doenças respiratórias.&nbsp;</p>



<p>Os pesquisadores explicaram que os flavonóides presentes no mastruz e seus derivados, que ocorrem no organismo humano após a ingestão, apresentaram boa capacidade de ancoragem a enzimas do vírus, inibindo-as e indicando, preliminarmente, o seu potencial contra a covid-19. “O mastruz (<em>Dysphania ambrosioides, syn. Chenopodium ambrosioides</em>) tem origem na América Latina e está presente no Brasil e em várias partes do mundo. Esta planta é relatada por muitos povos no tratamento de doenças respiratórias e a ela são atribuídas propriedades expectorante, cicatrizante, anti-inflamatória e antiviral, entre outras. A motivação do início das pesquisas do mastruz foram, portanto, as propriedades a ela atribuídas, hipoteticamente úteis para o combate a covid-19”, contaram.</p>



<p>A abordagem computacional, usada pelo estudo, é teórica&nbsp;<em>(in silico)</em>&nbsp;e simula processos naturais em um ambiente virtual. No caso específico, a abordagem utilizada (ancoragem molecular) permitiu simular as interações de substâncias conhecidas (ligantes) com enzimas específicas do coronavírus. O resultado sugere as substâncias rutina e nicotiflorina, dois dos principais flavonóides do mastruz, como possíveis alternativas no combate ao vírus da covid-19. O estudo aponta a rutina como uma possível alternativa à heparina de baixo peso molecular (HBPM), devido aos seus efeitos anticoagulantes e anti-inflamatórios e sua proteção potencial contra lesões agudas do pulmão (LAP).&nbsp;</p>



<p>“O estudo computacional é um primeiro passo e tem, por natureza, diversas limitações. Somente estudos mais aprofundados,&nbsp;<em>in vitro,</em>&nbsp;<em>in vivo</em>&nbsp;e clínicos, poderão nos conduzir a um porto seguro sobre o uso da planta e dos seus flavonóides ou outras substâncias que sejam detectadas, como medicamento – há um caminho longo até lá. Obviamente, são necessárias mais pesquisas para atestar os resultados relatados no paper. No entanto, nos parece evidente, a necessidade de investigar o potencial de D. ambrosioides como fitomedicamento para uso contra Covid-19”, explicaram.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/08/mastruz-composto-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-414" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/08/mastruz-composto-1024x768.jpeg 1024w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/08/mastruz-composto-300x225.jpeg 300w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/08/mastruz-composto-768x576.jpeg 768w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/08/mastruz-composto.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Os pesquisadores esclareceram também que não há comprovação de que a planta seja um remédio caseiro para prevenção ou tratamento da covid-19. “Não podemos indicar o uso da planta como remédio caseiro. As pessoas têm tomado o chá, tendo ou não a covid-19, como algumas têm relatado, inclusive porque a planta tem sido utilizada para diversos fins em todo o mundo. É evidente que mesmo um chá utilizado por pessoas em diversos países, como é o caso, pode ser prejudicial se for utilizado de forma errada e abusiva. É importante pontuar que havendo a covid-19, o uso da planta não dispensa os cuidados médicos, pois não existe, até onde temos conhecimento, estudos conclusivos que garantam que esta planta é remédio contra essa pandemia”, elucidaram.&nbsp;</p>



<p>Fica claro, no próprio manuscrito, que esse estudo não é conclusivo e precisa ser confirmado ou desmentido por estudos mais aprofundados. “Aqui, vale alertar às pessoas que consomem o mastruz por algum motivo, que as sementes e as flores, bem como a planta crua, podem causar intoxicação, conforme descrição na literatura científica. Destaque-se também que o mastruz é relatado como abortivo, não devendo ser consumido por mulheres grávidas”, finalizaram os pesquisadores.</p>



<p>Os próximos passos são os estudos&nbsp;<em>in vitro, in vivo</em>&nbsp;e clínicos. Há uma parceria entre a Ufam e a Universidade de São Paulo (USP) para seguir com ensaios de células infectadas com o Coronavírus.</p>



<p><strong>FONTE:</strong> UFAM (Universidade Federal do Amazonas)</p>
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