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	<title>INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<description>SUA FONTE DE INFORMAÇÃO SEGURA SOBRE SAÚDE</description>
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	<title>INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Brasileiros criam IA que analisa fatores de mortalidade por Covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2021 13:29:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores desenvolveram plataforma para identificar principais variáveis socioeconômicas e culturais que contribuem para o aumento de vítimas da pandemia Plataforma analisa dezenas de fatores que influenciam mortes por Covid-19 (Foto: Glenn Carstens-Peters/Unsplash) A desigualdade social é o fator que mais contribui para o aumento do número de vítimas da Covid-19 no Brasil. Isso é o que mostra o projeto &#8230;</p>
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<h2>Pesquisadores desenvolveram plataforma para identificar principais variáveis socioeconômicas e culturais que contribuem para o aumento de vítimas da pandemia</h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/nN32xSuXqw1pPUi_VUMycFJ4Teo=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2021/04/08/glenn-carstens-peters-npxxwgq33zq-unsplash.jpg" alt="Plataforma analisa dezenas de fatores que influenciam mortes por Covid-19 (Foto: Glenn Carstens-Peters/Unsplash)" title="Plataforma analisa dezenas de fatores que influenciam mortes por Covid-19 (Foto: Glenn Carstens-Peters/Unsplash)"/><figcaption>Plataforma analisa dezenas de fatores que influenciam mortes por Covid-19 (Foto: Glenn Carstens-Peters/Unsplash)</figcaption></figure>



<p>A <a href="https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2020/04/mapa-avaliara-como-desigualdade-social-afeta-propagacao-de-covid-19-em-sp.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">desigualdade social</a> é o fator que mais contribui para o aumento do número de <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/02/covid-19-ja-interrompeu-mais-de-205-milhoes-de-anos-de-vida-no-mundo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vítimas da Covid-19</a> no Brasil. Isso é o que mostra o projeto &#8220;O que afeta a mortalidade por Covid-19&#8221;, uma plataforma de análise construída por pesquisadores do Laboratório de Inteligência Artifical da Universidade Federal de Minas Gerais (LIA -UFMG) e a Kunumi, organização brasileira com foco em <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/plantao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ciência</a> e <a href="https://revistagalileu.globo.com/Tecnologia/noticia/plantao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tecnologias</a> emergentes.</p>



<p>Segundo os estudiosos, o índice de desigualdade brasileiro chega a 53 pontos, bem maior do que a média da amostra estudada (36 pontos), que inclui 87 países ao redor do mundo. &#8220;Este foi um dos primeiros padrões observados pela&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Pesquisa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pesquisa</a>&nbsp;e&nbsp;traz à tona a necessidade de um pensamento a longo prazo para diminuir as desigualdades sociais existente no país, a fim de prevenir cenários tão ruins quanto o que estamos vivenciando hoje&#8221;, afirma&nbsp;Adriano Veloso, professor chefe do Departamento de Ciência da Computação da UFMG.</p>



<p>O docente foi o responsável por conduzir a criação da plataforma de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Tecnologia/noticia/2019/05/inteligencia-artificial-ja-consegue-aprender-trabalhar-em-equipe.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inteligência artificial</a>&nbsp;que é capaz de apontar quais fatores são mais importantes para a expansão e recuo da&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/03/conheca-5-maiores-pandemias-da-historia.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pandemia</a>&nbsp;em diversos países. A partir disso, ela prevê a mortalidade diária de determinada região, apontando se irá aumentar ou diminuir.</p>



<p>No caso do Brasil, os pesquisadores também conseguiram analisar o avanço da pandemia nos 26 estados e no Distrito Federal. No <a href="https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Urbanidade/noticia/2020/09/com-66-da-populacao-infectada-manaus-pode-ter-atingido-imunidade-de-rebanho.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amazonas</a>, por exemplo, o maior agravante para a alta na mortalidade durante a segunda onda foi a falta de leitos em <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/01/60-dos-infectados-com-covid-19-internados-em-uti-morreram-no-brasil.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">unidades de terapia intensiva (UTI)</a>: havia 16 pessoas concorrendo por cada vaga disponível. Além disso, houve uma redução de apenas 2% na mobilidade em estações de transporte, ou seja, a adesão ao distanciamento social foi muito baixa.</p>



<p>Já Minas Gerais, cujo sistema de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/plantao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saúde</a>&nbsp;não chegou a colapsar durante a primeira onda de casos, não conseguiu conter a segunda alta de casos pela falta de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/02/4-fatores-necessarios-para-que-vacinacao-contra-covid-19-seja-eficiente.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vacinação</a>.</p>



<p>Em São Paulo, a ausência de distanciamento social foi a principal responsável pela aceleração da primeira onda: o índice de contenção estava em 69%, abaixo da média nacional. Além disso, a população economicamente ativa continuou a se deslocar para o trabalho: a redução da mobilidade nos transportes foi de apenas 36%.</p>



<p><strong>A plataforma</strong></p>



<p><a href="https://covid-19.kunumi.com/#/velocity/BR" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Disponível para consulta pública</a>,&nbsp;a ferramenta&nbsp;utiliza inteligência artifical para analisar a evolução da pandemia no Brasil e em outros 23 países — mais nações podem ser incluídas na plataforma nas próximas semanas.</p>



<p>A ideia do projeto surgiu a partir da necessidade de criar novas ferramentas para estudar um fenômeno tão complexo quanto a pandemia. Foi assim que as equipes do LIA-UFMG e da Kunumi decidiram alimentar um programa de inteligência artificial com dados públicos sobre o avanço da pandemia em 87 países. As principais fontes de informação são o Banco Mundial, a&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2020/07/conheca-o-papel-do-brasil-na-criacao-da-organizacao-mundial-da-saude.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Organização Mundial de Saúde (OMS)</a>,&nbsp;a Universidade de Oxford, o&nbsp;Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Atlas Brasil.</p>



<p>A partir desses dados, a tecnologia foi capaz de trabalhar com 65 variáveis que influenciam o número de óbitos por Covid-19, que vão desde comorbidades até questões socioeconômicas e culturais, como coeficiente de Gini, adesão a políticas de distanciamento social e o número de <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/11/menos-da-metade-dos-profissionais-de-saude-foram-treinados-na-pandemia.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">médicos, enfermeiros</a> e leitos de UTI. Em geral, análises como esta levam em consideração uma média de apenas cinco variáveis, o que mostra a eficiência do uso de IA para analisar cenários complexos e identificar variáveis por vezes ignoradas por humanos.</p>



<p>&#8220;O foco da ferramenta é a explicabilidade dos fatores que levam ou não a um aumento no número de mortos&#8221;, destaca Veloso.&nbsp;Ao reconhecer o que influencia o avanço ou recuo da pandemia em determinada região, o sistema é capaz de prever com maior precisão a evolução da mortalidade pela&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/03/como-os-sintomas-da-covid-19-evoluem-cada-dia-de-acordo-com-gravidade.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Covid-19</a>&nbsp;nesse local.</p>



<p>Na plataforma, o usuário pode encontrar as previsões e os números reais de óbitos das 24 nações disponíveis, com gráficos que mostram a taxa diária de mortes por Covid-19&nbsp;a cada 100 mil habitantes (chamada pelos pesquisadores de &#8220;velocidade&#8221;) e a variação dessa taxa (denominada &#8220;aceleração&#8221;) desde abril de 2020.</p>



<p>O objetivo é que a plataforma ajude a identificar o que pode enfraquecer ou impulsionar a pandemia, auxiliando na criação de políticas públicas que contenham o avanço da doença no Brasil e no mundo. O código-fonte do modelo de IA será disponibilizado no site da iniciativa nas próximas semanas. A metodologia e os primeiros resultados da pesquisa foram <a href="https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2020.07.04.20146423v1.full.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pré-publicados na medRxiv</a> e aguardam revisão por pares.</p>



<p>Fonte: Revista Galileu</p>
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