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	<title>OBESIDADE NA INFÂNCIA &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<title>OBESIDADE NA INFÂNCIA &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>OBESIDADE INFANTIL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2020 14:04:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DICAS DE NUTRIÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como prevenir Independente da fase da vida, os cuidados com a saúde precisam ser constantes. Isso inclui a alimentação, a prática de atividade física, o controle do ganho de peso e a manutenção de tantos outros hábitos saudáveis. Como a própria palavra já sugere, hábito é algo constante. E aqueles que começam desde cedo podem &#8230;</p>
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<p>Como prevenir</p>



<p>Independente da fase da vida, os cuidados com a saúde precisam ser constantes. Isso inclui a alimentação, a prática de atividade física, o controle do ganho de peso e a manutenção de tantos outros hábitos saudáveis. Como a própria palavra já sugere, hábito é algo constante. E aqueles que começam desde cedo podem se estender pelo resto da vida.</p>



<p>Ter uma boa saúde é uma construção que começa ainda na infância, mas que tem grandes repercussões na vida adulta. É pensando no futuro dos pequenos que 3 de junho foi escolhido como o dia da Conscientização Contra a Obesidade Mórbida Infantil. A data tem como objetivo conscientizar sobre os cuidados necessários para controle da obesidade em crianças.</p>



<p>Segundo dados do&nbsp;<a href="https://www.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/45494-obesidade-infantil-traz-riscos-para-a-saude-adulta" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministério da Saúde,</a>&nbsp;crianças acima do peso têm mais chances de se tornarem adultos também obesos. A consequência disso é o aparecimento de diversas doenças, como diabetes, problemas ortopédicos, distúrbios psicológicos, doenças cardiovasculares e hipertensão, sendo essa última o fator de risco principal para infarto e acidente vascular cerebral, popularmente conhecido como derrame. Vale lembrar ainda que a obesidade também provoca complicações caso haja infecção por Covid-19.</p>



<p><img src="https://saudebrasil.saude.gov.br/images/botao-para-acesso-externo--azul.png" alt=""><em><strong>Em tempo &#8211;</strong></em><a href="http://saudebrasil.saude.gov.br/ter-peso-saudavel/vamos-falar-sobre-obesidade-infantil-e-bullying" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;Vamos falar sobre obesidade infantil e bullying?</a></p>



<h2><strong>O que causa a obesidade?</strong></h2>



<p>Muita gente se engana ao pensar que a obesidade acontece apenas por conta de um fator genético. Quando falamos em obesidade infantil, muitas vezes estamos tocando também em dois temas importantes: alimentação e prática de atividade física. Ou seja, a obesidade é caracterizada pelo excesso de peso e é resultado de uma associação de fatores genéticos, ambientais e comportamentais.</p>



<p>Levando em consideração os aspectos ambientais e comportamentais, é inevitável não pensar em como as crianças de hoje em dia estão deixando de lado as brincadeiras para passar mais tempo em frente às telas. É inevitável também não lembrar de como os hábitos alimentares das famílias foram afetados pelos alimentos&nbsp;<a href="http://saudebrasil.saude.gov.br/eu-quero-me-alimentar-melhor/in-natura-processados-ultraprocessados-conheca-os-tipos-de-alimento" target="_blank" rel="noreferrer noopener">processados e ultraprocessados</a>.</p>



<p>Muitas crianças estão crescendo em ambientes que propiciam o aumento de peso e a obesidade. Ou seja, que favorecem comportamentos associados ao sedentarismo e à ingestão de alimentos calóricos, ricos em gorduras, sódio, aditivos químicos e pobres em nutrientes.</p>



<p>Dados obtidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) mostram como a situação no Brasil já é bastante preocupante. Em 2019, entre as crianças acompanhadas na Atenção Primária à Saúde do SUS, 14,8% dos menores de 5 anos e 28,1% das crianças entre 5 e 9 anos tinham excesso de peso. Destas, 7% e 13,2% apresentavam obesidade. Ainda em 2019, 5% das crianças com idade entre 5 e 10 anos foram classificadas com obesidade grave.</p>



<p>A mesma avaliação conseguiu constatar também que entre as crianças de seis a 23 meses, 31% consumiram bebidas adoçadas, 48% consumiram algum alimento ultraprocessado e 28% consumiram especificamente biscoito recheado, doces ou guloseimas no dia anterior à coleta dos dados.</p>



<p><img src="https://saudebrasil.saude.gov.br/images/botao-para-acesso-externo--azul.png" alt=""><em><strong>Leia também &#8211;</strong>&nbsp;</em><a href="http://saudebrasil.saude.gov.br/ter-peso-saudavel/obesidade-e-desnutricao-nem-tudo-e-o-que-parece" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Obesidade e desnutrição: nem tudo é o que parece</a></p>



<h2><strong>Como identificar que uma criança está acima do peso?</strong></h2>



<p>Fazer um bom monitoramento da evolução da criança é o primeiro passo para identificar o excesso de peso. O diagnóstico de obesidade na infância depende das medidas de peso, altura, data de nascimento e sexo. A depender da classificação do Índice de Massa Corporal (IMC) por idade, tem-se a avaliação do estado nutricional da criança.</p>



<p>É durante o acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil que intervenções precoces podem ser feitas, caso seja observado ganho de peso excessivo nas crianças. Desta forma, o preenchimento correto das informações (idade, peso, altura e IMC) na&nbsp;<a href="https://www.saude.gov.br/artigos/823-assuntos/saude-para-voce/40777-caderneta-de-saude-da-crianca" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Caderneta de Saúde da Criança</a>&nbsp;e o monitoramento desse crescimento ao longo do tempo é uma oportunidade para prevenir e controlar o problema.</p>



<h2><strong>Como tratar e prevenir a obesidade infantil?</strong></h2>



<p>Sabendo que muitas vezes é o contexto que propicia o surgimento da doença, a melhor dica é construir uma força-tarefa entre todos aqueles que atuam na vida criança. Ou seja, é um trabalho conjunto entre família, comunidade, escola, rede de saúde e outros mais.</p>



<p>Comece pelas refeições preparadas em casa e baseadas em alimentos&nbsp;<em>in natura</em>&nbsp;ou minimamente processados. Continue a mudança resgatando as antigas brincadeiras e deixando de lado um pouco as telas.</p>



<p>Para quem quer adotar hábitos mais saudáveis e não sabe por onde começar, o&nbsp;<a href="http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/publicacoes/guia_da_crianca_2019.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de Dois Anos</a>&nbsp;e o&nbsp;<a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Guia Alimentar para a População Brasileira</a>, ambas publicações do Ministério da Saúde, podem ajudar nessa missão!</p>



<p><img src="https://saudebrasil.saude.gov.br/images/botao-para-acesso-externo--azul.png" alt=""><em><strong>Mais dicas em:</strong></em><a href="http://saudebrasil.saude.gov.br/eu-quero-me-alimentar-melhor/obesidade-infantil-atencao-aos-fatores-associados" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;o que fazer para prevenir a obesidade infantil?</a></p>



<h2><strong>Cuidados com as crianças durante a pandemia</strong></h2>



<p>A alimentação exerce um papel importante na saúde das pessoas, principalmente durante o enfrentamento de uma pandemia. Mais do que nunca, é preciso estar atento a maneiras de estimular o consumo de alimentos adequados e saudáveis.</p>



<p>Também é importante manter em foco a prática de&nbsp;<a href="http://saudebrasil.saude.gov.br/eu-quero-me-exercitar-mais/diversificar-as-atividades-fisicas-pode-estimular-ainda-mais-as-criancas-a-se-movimentarem" target="_blank" rel="noreferrer noopener">atividades físicas</a>, por mais simples que sejam. Então confira algumas dicas para lidar com as crianças durante a quarentena:</p>



<p>&#8211; Para garantir que não falte alimentos naturais e de qualidade, faça um bom planejamento. Assim, você vai otimizar o momento de saída para as compras e garantir que a quantidade adquirida dure mais tempo, evitando outras saídas de casa;</p>



<p>&#8211; Incentive a participação das crianças no planejamento e preparo das refeições. Assim, elas se sentem estimuladas a comer melhor. Além disso, a dinâmica colaborativa evita que um único membro fique sobrecarregado. Sem contar que é uma ótima maneira de estreitar os laços entre os membros da família;</p>



<p>&#8211; Resgate brincadeiras que podem ser feitas dentro de casa e na companhia de outros familiares, como jogos, esconde-esconde, dança, mímica e pular corda, entre outras;</p>



<p>&#8211; Mantenha os cuidados com a higiene. Estimule as crianças a lavarem as mãos com frequência e as oriente para não tocar os olhos, o nariz e a boca. Se precisar sair de casa, que seja sempre com máscara e respeitando a distância mínima de 2 metros entre as pessoas.</p>



<p><a href="http://saudebrasil.saude.gov.br/eu-quero-me-exercitar-mais/brincadeira-pode-ajudar-a-combater-obesidade-infantil"></a><em><strong>Inspire-se!</strong></em><a href="http://saudebrasil.saude.gov.br/eu-quero-me-exercitar-mais/brincadeira-pode-ajudar-a-combater-obesidade-infantil" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Brincadeiras ajudam a combater obesidade infantil</a></p>



<p><strong>FONTE: </strong>Saúde Brasil</p>
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