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	<title>PLANTA &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Plantas não convencionais com alto valor nutritivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Mar 2021 13:44:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Emater-DF orienta produtores do Distrito Federal a como cultivar, comercializar e consumir esse tipo de vegetação Equipes multidisciplinares de extensionistas da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) têm orientado produtores do Distrito Federal a como cultivar, comercializar e consumir plantas alimentícias não convencionais (Pancs). As Pancs são hortaliças, frutas e leguminosas que se &#8230;</p>
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<h2>Emater-DF orienta produtores do Distrito Federal a como cultivar, comercializar e consumir esse tipo de vegetação</h2>



<p>Equipes multidisciplinares de extensionistas da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) têm orientado produtores do Distrito Federal a como cultivar, comercializar e consumir plantas alimentícias não convencionais (Pancs).</p>



<p>As Pancs são hortaliças, frutas e leguminosas que se destacam pelo alto valor nutricional e que, por isso, têm ganhado espaço na culinária.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft"><a href="http://www.agenciabrasilia.df.gov.br/?attachment_id=260724" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img src="http://www.agenciabrasilia.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2021/01/arte-pancs-1.jpeg" alt="" class="wp-image-260724"/></a></figure></div>



<p>Elas podem ser encontradas em ambientes urbanos, rurais, quintais. Pelo desconhecimento de suas qualidades, muitas vezes são tratadas como “daninhas” ou “mato”.</p>



<p>Mas algumas, por serem naturais de determinados biomas, proliferam com abundância, o que torna seu custo de produção baixo.</p>



<p>De acordo com a nutricionista da Emater-DF Daniele Amaral, as pessoas possuem dificuldade de distinguir o mato de uma planta que pode ser consumida.</p>



<p>“A sabedoria dos antepassados sobre essas plantas também foi se perdendo e elas caíram no esquecimento. Também não há muita oferta. Hoje é mais fácil encontrar o que é produzido em larga escala, o que acabou mudando os hábitos alimentares das pessoas.”</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Não é necessária a utilização de agrotóxicos e ela se adaptada facilmente em ambientes biodiversos. Por isso, pelo fácil manejo e cultivo, são atrativas aos produtores”Adriana Nascimento, coordenadora do Programa de Olericultura da Emater-DF</p></blockquote>



<p>Entretanto, em algumas regiões do país, algumas ainda são tradicionalmente usadas na culinária local, como o jambu, no Pará, ou a vinagreira, no Maranhão.</p>



<p>No Distrito Federal, as mais comuns encontradas são ora-pro-nobis, bertalhas, beldroega, capuchinha, jacatupé, dente-de-leão, serralha, taioba, hibisco, peixinho e azedinha (Quadro em anexo).</p>



<p>Para a coordenadora do Programa de Olericultura da Emater-DF, Adriana Nascimento, além do valor regional, outra incontestável importância dessas plantas é que elas são, em sua maioria, rústicas, resilientes e adaptadas ao nosso clima, tendo baixa necessidade de água e adubação.</p>



<p>“Além disso, não é necessária a utilização de agrotóxicos e ela se adaptada facilmente em ambientes biodiversos. Por isso, pelo fácil manejo e cultivo, são atrativas aos produtores”, disse.</p>



<p>Nos últimos anos, as Pancs têm despertado cada vez mais o interesse de produtores, de pesquisadores das áreas de biologia e nutrição, de quem trabalha com gastronomia e até de quem simplesmente gosta de cozinhar em casa. Isso se dá pelos diferentes sabores e benefícios nutricionais.</p>



<p><strong>Organização Social</strong></p>



<p>No Programa de Assentamento Dirigido (PAD-DF), na região do Paranoá, um grupo de produtores, organizado pela extensionista da Emater-DF Yokohama Cabral, foi incentivado a plantar Pancs e plantas medicinais. “O cultivo dessas plantas resgata o conhecimento tradicional de uso para alimentação e saúde. Além de algumas Pancs terem seus valores nutricionais, possuem também valores terapêuticos.”</p>



<p>Yoko conta que antes da pandemia, estava desenvolvendo um trabalho de capacitação e orientação sobre formas de cultivar, colher, processar e utilizar, seguindo a legislação que aponta as plantas que tem seu uso medicinal reconhecido e permitido. “É importante resgatar esse conhecimento que antigamente era passado de geração para geração e que foi se perdendo ou que nem aconteceu em muitos casos”, afirmou.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Uso a ora-pro-nobis, feijão guandu e a moringa oleifera para complementar a alimentação das cabras. Isso ajuda a diminuir o custo com alimentação e contribui para a saúde das cabras e para a qualidade do leite”Alsimar Luiz Biscaro, criador de cabras</p></blockquote>



<p>O gaúcho Alsimar Luiz Biscaro é de origem rural e veio para o Distrito Federal há 20 anos, mas apenas há cinco decidiu voltar para o campo. Ele possui um rebanho de 150 cabras para produção de leite e derivados, com mais tecnologia e agroecológica.</p>



<p>“Quis voltar para o campo, mas de forma mais tecnificada do que meus pais. Em 2017 participei do Congresso Latino-Americano de Agroecologia, realizado aqui em Brasília, para buscar informações sobre plantas nutritivas para o rebanho. Lá vi informações sobre Pancs e fitoterápicos e depois resolvi estudar mais e pesquisar sobre o tema, o que me fez querer ser um guardião dessas plantas”, conta.</p>



<p>“Minha mãe sempre nos alimentava com essas hortaliças e então decidi resgatar o uso dessas plantas para minha alimentação e dos animais. Uso a ora-pro-nobis, feijão guandu e a moringa oleifera para complementar a alimentação das cabras. Isso ajuda a diminuir o custo com alimentação e contribui para a saúde das cabras e para a qualidade do leite”, explica Biscaro.</p>



<p>Agora, com o apoio da Emater-DF, ele quer que sua propriedade seja uma unidade demonstrativa e educativa sobre as Pancs e fitoterápicos. “Esse conhecimento não pode ser esquecido e deve ser disseminado.”</p>



<p>A agricultora Ineldes Gonçalves tem uma produção diversificada na propriedade, com frutas, hortaliças, plantas medicinais, Pancs e vende sua produção na feira permanente de São Sebastião aos domingos. “Além de vender, também consumimos e damos aos animais. Temos patos, galinhas e outras aves que às vezes adoecem e tratamos com plantas medicinais que cultivamos. Tenho muitas matrizes e mudas, mas para viver apenas do cultivo de Pancs é preciso ainda um trabalho muito grande de divulgação para estimular o consumo”, diz.</p>



<p><strong>Estímulo à produção e consumo</strong></p>



<p>Além da assistência técnica e estímulo à organização social para o cultivo, a Emater-DF atua em parceria com a Embrapa Hortaliças na promoção e transferência de tecnologia das hortaliças tradicionais, levando informações da pesquisa ao campo e promovendo capacitações conjuntas com dias de campo, palestras e cursos.</p>



<p>O pesquisador da Embrapa Hortaliças Nuno Madeira diz que a instituição possui uma coleção de germoplasma (material genético) de cerca de 400 variedades de umas 80 espécies de hortaliças Pancs.</p>



<p>“São no mínimo 10 mil espécies de Pancs com potencial alimentício. Nesta unidade da Embrapa, trabalhamos com as hortaliças Panc, guardando o material genético, melhorando a fitotecnia dos sistemas de produção a fim de aumentar a produtividade e levando os resultados das pesquisas aos produtores, principalmente com o apoio da Emater”, conta. Para tratar principalmente de aspectos agronômicos em relação Pancs, Madeira diz que este ano acontecerá a HortPanc, em Salvador.</p>



<p>No parque de exposições Ivaldo Cenci, onde acontece a AgroBrasília, e próximo ao escritório da Emater-DF no Lago Oeste há unidades demonstrativas com cultivo de Pancs. Além disso, existem oito bancos comunitários com diversos tipos de Pancs em vários locais do DF. E como estímulo ao consumo, a nutricionista da Emater-DF Daniele Amaral auxiliou na elaboração de diversas receitas com o uso dessas plantas.</p>



<p><strong>Benefícios nutricionais</strong></p>



<p>As Pancs têm elevado valor nutritivo e paladar diferenciado, muito valorizado pela gastronomia. Segundo a nutricionista Daniele Amaral, há inclusive empresas fazendo ora-pro-nobis em cápsulas para suplementar proteína</p>



<p><em>* Com informações da Emater-DF</em></p>



<p>FONTE: <em>AGÊNCIA BRASÍLIA</em></p>
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