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	<title>SOBREVIVENTE &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<description>SUA FONTE DE INFORMAÇÃO SEGURA SOBRE SAÚDE</description>
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		<title>A mulher de 97 anos que sobreviveu a Auschwitz e à covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2021 12:33:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[TODAS AS PUBLICAÇÕES SOBRE SAÚDE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lily Ebert, de 97 anos, é uma das últimas sobreviventes do Holocausto do Reino Unido. E mais de 75 anos após vencer os horrores nazistas, ela superou outra ameaça: a covid-19. &#8220;Eu estive em Auschwitz, passei pela pior situação que um ser humano pode viver. E graças a Deus eu sobrevivi&#8221;, contou ao repórter Guy &#8230;</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2021/02/116728109_th4-1.jpg" alt="" class="wp-image-1137" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2021/02/116728109_th4-1.jpg 640w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2021/02/116728109_th4-1-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>



<p><strong>Lily Ebert, de 97 anos, é uma das últimas sobreviventes do Holocausto do Reino Unido. E mais de 75 anos após vencer os horrores nazistas, ela superou outra ameaça: a covid-19.</strong></p>



<p>&#8220;Eu estive em Auschwitz, passei pela pior situação que um ser humano pode viver. E graças a Deus eu sobrevivi&#8221;, contou ao repórter Guy Lynn, da BBC, em sua casa no norte de Londres.</p>



<p>&#8220;Então eu deveria sobreviver a isso (covid-19) também. E então eu sobrevivi.&#8221;</p>



<h2 id="Inferno-em-Auschwitz">Inferno em Auschwitz</h2>



<p>Lily tinha apenas 21 anos quando foi salva por tropas americanas em 1945, no fim da Segunda Guerra Mundial. Ela e duas irmãs estavam em uma Marcha da Morte, uma transferência forçada de prisioneiros para outro campo de concentração. Muitos não chegavam vivos ao fim do trajeto.</p>



<p>Um ano antes, ela tinha sido deportada de Bonyhád, sua cidade natal na Hungria, e levada a Auschwitz, campo de concentração na Polônia onde cerca de 1 milhão de judeus e milhares de outras pessoas foram assassinadas pelos nazistas.</p>



<p>&#8220;Aquilo não era um lugar, era o inferno&#8221;, relembra Lily hoje.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/11226/production/_116728107_still5.jpg" alt="Retrato da jovem Lily Ebert, que aparece entre as irmãs Renee e Piri"/><figcaption>Legenda da foto,Lily (no centro) com as irmãs Renee e Piri na juventude; nazistas assassinaram restante da família</figcaption></figure>



<p>Segundo relato dela à fundação britânica para o Dia em Memória das Vítimas do Holocausto, ao descer do trem, a família &#8211; ela, a mãe, um irmão e três irmãs &#8211; tiveram o destino selado por um homem com um bastão na mão: o médico Josef Mengele, que ficaria conhecido como &#8220;Anjo da Morte&#8221; por causa de seus cruéis experimentos em prisioneiros.</p>



<p>Após a derrota na guerra, Mengele adotou nomes falsos e passou por diferentes países até se estabelecer no Brasil, onde viveu até sua morte no Guarujá (SP), em 1985.</p>



<p>Fazendo um movimento seco com o bastão, o médico decidiu o futuro da família: Lily e duas irmãs, Renee e Piri, foram para a direita. A mãe, Nina, o irmão, Bela e a outra irmã, Berta, para a esquerda.</p>



<p>As jovens foram levadas para tomar um banho, ter o cabelo cortado e tiradas de si qualquer coisa que carregassem. Já as pessoas mandadas para a esquerda eram enviadas para a câmara de gás e o crematório.</p>



<p>Ao verem uma fumaça, Lily e as irmãs perguntaram aos outros prisioneiros se era uma fábrica. Foi quando souberam que nunca mais veriam o restante da família de novo.</p>



<p>Elas foram transferidas para uma fábrica de munições nos arredores de Leipzig, na Alemanha, quatro meses depois.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/16046/production/_116728109_th4-1.jpg" alt="Lily Ebert durante entrevista à BBC em Londres"/><figcaption>Sobrevivente do Holocausto diz que ser positivo é chave para vencer desafios como a covid-19</figcaption></figure>



<p>Após a libertação, em 1945, as irmãs foram viver na Suíça. Em 1967, Lily se mudou com o marido e três filhos para Londres, onde vive até hoje.</p>



<p>Lily conseguiu esconder dos nazistas um pequeno pingente de ouro durante todo o tempo em que esteve presa. Uma lembrança da família que ela usa todos os dias até hoje.</p>



<h2 id="Encontro-emocionante">Encontro emocionante</h2>



<p>Em meados de 2020, imagens de Lily viralizaram em todo o mundo.</p>



<p>Um bisneto dela viu uma nota bancária alemã dada a Lily por um dos soldados americanos que a salvaram 75 anos atrás. Nela, estava o nome dele em hebraico, além dos dizeres &#8220;começo de uma nova vida&#8221;, e &#8220;boa sorte e felicidades&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/17CB5/production/_116716479_still1.jpg" alt="Lily e o bisneto Dov Forman falam com familiares de soldado via computador"/><figcaption>Bisneto encontrou nas redes sociais familiares de soldado que ajudou a salvar Lily</figcaption></figure>



<p>O adolescente então rastreou a família do militar pelas redes sociais para que Lily finalmente pudesse agradecê-la.</p>



<p>&#8220;Eu postei na internet de manhã e fiquei sem checar meu celular por horas. E de repente eu entrei no Twitter e tinha milhares de notificações&#8221;, conta Dov Forman, de 17 anos.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/27C6/production/_116728101_still2.jpg" alt="Antiga nota bancária alemã com mensagem escrita por soldado"/><figcaption>Soldado Hayman Shulman escreveu mensagem de boa sorte a Lily em cédula</figcaption></figure>



<p>&#8220;Estava sendo compartilhado e curtido, e só aumentava. Até que chegou a 1 milhão de visualizações. E de repente alguém tuitou para mim: &#8216;Este pode ser o soldado&#8217;.&#8221;</p>



<p>Já em meio meio da pandemia de coronavírus, Lily teve um encontro virtual com familiares de Hayman Shulman, de Nova Jersey, que morreu em 2013.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/C406/production/_116728105_still4.jpg" alt="Foto antiga do soldado Hayman Shulman"/><figcaption>O soldado Hayman Shulman, de Nova Jersey, foi identificado por meio das redes sociais</figcaption></figure>



<p>A eles, contou: &#8220;Eu olhava para aquela nota toda hora, de verdade. Era muito especial&#8221;.</p>



<h2 id="Nova-superação">Nova superação</h2>



<p>Em 17 de dezembro de 2020, Lily tomou a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus. Mas pouco tempo depois, começou a se sentir doente &#8211; o imunizante só atinge sua eficácia máxima cerca de duas semanas após a segunda dose.</p>



<p>Foram dias difíceis &#8211; ela teve de ser tratada com oxigênio em casa.</p>



<p>&#8220;Foi muito preocupante para a família toda. Houve alguns dias muito sombrios e difíceis, mas minha bisavó nunca parou de sorrir, nunca desistiu&#8221;, conta o bisneto.</p>



<p>Agora curada, ela deixa uma mensagem para pessoas que estão lutando contra a covid-19:</p>



<p>&#8220;Tente, antes de mais nada, em todas as situações, ser positivo. Isso faz você melhorar, de verdade.&#8221;</p>



<p>E após sobreviver ao Holocausto e agora, aos 97 anos, à covid-19, Lily Ebert garante que não poderia estar mais otimista com relação ao futuro.</p>



<p>FONTE: <em>BBC NEWS BR</em></p>
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