<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>TRANSMISSÃO SÍFILIS EM BEBÊS &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
	<atom:link href="https://saudenacapital.com.br/tag/transmissao-sifilis-em-bebes/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://saudenacapital.com.br</link>
	<description>SUA FONTE DE INFORMAÇÃO SEGURA SOBRE SAÚDE</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 Nov 2020 01:38:54 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=5.4.19</generator>

<image>
	<url>https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2021/02/cropped-logoretina-saude-na-capital-32x32.png</url>
	<title>TRANSMISSÃO SÍFILIS EM BEBÊS &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
	<link>https://saudenacapital.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Transmissão da sífilis em bebês pode ser resultado de pré-natal tardio</title>
		<link>https://saudenacapital.com.br/transmissao-da-sifilis-em-bebes-pode-ser-resultado-de-pre-natal-tardio/</link>
					<comments>https://saudenacapital.com.br/transmissao-da-sifilis-em-bebes-pode-ser-resultado-de-pre-natal-tardio/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2020 01:38:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[PRÉ-NATAL]]></category>
		<category><![CDATA[SÍFILIS]]></category>
		<category><![CDATA[TRANSMISSÃO SÍFILIS EM BEBÊS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://saudenacapital.com.br/?p=771</guid>

					<description><![CDATA[<p>Evolução da doença pode atingir cérebro, meninges e medula espinhal O controle da sífilis em recém-nascidos de mães com diagnóstico da doença&#160;requer adoção de estratégias complementares de saúde pública. Oferecer cuidado pré-natal&#160;não é suficiente para evitar complicações clínicas nos recém-nascidos de mães com a doença. O alerta é de pesquisadores de três instituições sul-mato-grossenses: Universidade &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/transmissao-da-sifilis-em-bebes-pode-ser-resultado-de-pre-natal-tardio/">Transmissão da sífilis em bebês pode ser resultado de pré-natal tardio</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3>Evolução da doença pode atingir cérebro, meninges e medula espinhal</h3>



<p>O controle da sífilis em recém-nascidos de mães com diagnóstico da doença&nbsp;requer adoção de estratégias complementares de saúde pública. Oferecer cuidado pré-natal&nbsp;não é suficiente para evitar complicações clínicas nos recém-nascidos de mães com a doença.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1392630&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1392630&amp;o=node"></p>



<p>O alerta é de pesquisadores de três instituições sul-mato-grossenses: Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e Fundação Oswaldo Cruz, em estudo publicado na&nbsp;<em>Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo</em>.</p>



<p>A pesquisa recebeu financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento de Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (Fundect) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).</p>



<p>O estudo foi realizado no Hospital Universitário de Dourados (HU), em&nbsp;Mato Grosso do Sul, instituição responsável por 63,7% dos nascimentos ocorridos na cidade de Dourados, em 2017. Os pesquisadores acompanharam 63 mulheres em período de gestação que receberam o diagnóstico de sífilis. Elas fazem parte de um total de 199 casos confirmados de gestantes com sífilis atendidas pelo HU no período, sendo que 84% desses casos são de sífilis congênita, situação em que a bactéria&nbsp;<em>Treponema pallidum</em>, que causa a doença, passa de mãe para filho durante a gestação ou no momento do parto.</p>



<p>A partir do acompanhamento das 63 gestantes, os autores concluíram que o cuidado pré-natal&nbsp;não é suficiente para prevenir a transmissão da bactéria aos recém-nascidos e a evolução da infecção para a neurossífilis, complicações da doença quando a bactéria atinge o cérebro, meninges e medula espinhal. Apesar de 95,2% das mães terem recebido cuidados pré-natais, apenas 6 entre 10 iniciaram as consultas no primeiro trimestre de gravidez. O pré-natal&nbsp;tardio foi um dos determinantes para mais da metade (50,8%) dos nascidos terem necessitado de internação por complicações da sífilis.</p>



<p>Os resultados desse estudo indicam que o controle da neurossífilis continua sendo um desafio não resolvido e pode trazer impactos econômicos para o Sistema Único de Saúde (SUS). “O diagnóstico tardio da sífilis materna e o elevado número de recém-nascidos internados por complicações da doença aumentam os gastos do SUS. Para um controle mais eficaz da sífilis em gestantes, o tratamento da doença deve ser priorizado pelos gestores e profissionais de saúde”, ressalta a bióloga do Laboratório de Pesquisa em Ciências da Saúde da Universidade Federal da Grande Dourados, Simone Simionatto, autora principal da pesquisa.&nbsp;</p>



<h2>Obstáculos&nbsp;</h2>



<p>Além do diagnóstico tardio de sífilis em gestantes, outro gargalo está no acompanhamento inadequado de parceiros sexuais, fator que favorece a transmissão vertical do&nbsp;<em>T. pallidum</em>, da mãe para o bebê. Menos da metade dos parceiros das gestantes (46,8%) recebeu&nbsp;o tratamento com penicilina. Entre as gestantes, quase 20% não receberam doses do antibiótico. “Acreditamos que a dificuldade na adesão dos parceiros aos cuidados do pré-natal&nbsp;está relacionada às atividades laborais e ao nível de relacionamento afetivo com as gestantes”, ressalta Simone.</p>



<p>A baixa adesão do parceiro ao tratamento para sífilis, acredita a especialista, está atrelada à&nbsp;sua falta de conhecimento da doença, ao nível de instrução e ao não acompanhamento da parceira durante o pré-natal, deixando assim de receber informações importantes para o entendimento da necessidade de controle da doença. “A sífilis é uma doença com fases distintas. Algumas delas sem manifestação clínica, ou seja, o parceiro apresenta lesões que regridem em algumas semanas sem o tratamento, o que leva a crer em uma possível cura. No entanto, o parceiro permanece com a infecção e pode transmitir novamente a sífilis à&nbsp;gestante durante as relações sexuais desprotegidas”, acrescenta&nbsp;Simone Simionatto.</p>



<p>A droga de primeira escolha para o tratamento em todas as fases da sífilis é a penicilina, que pode ser usada na forma cristalina, procaína ou benzatina. Durante a gestação, a penicilina é a primeira escolha, por ser capaz de atravessar a barreira transplacentária. “A penicilina passou a ser o antimicrobiano de escolha para o tratamento, visto que o&nbsp;<em>T. pallidum</em>&nbsp;é extremamente sensível a essa droga, não havendo relatos de resistência bacteriana em mais de 60 anos de estudos. O tratamento para sífilis é disponibilizado pelo SUS, no entanto nos últimos anos os serviços de saúde sofreram com o desabastecimento mundial de penicilina”, lamenta a pesquisadora.</p>



<p>O estudo evidencia a relação entre vulnerabilidade social e comportamento sexual de risco como determinantes para ocorrência de sífilis. Entre as 63 pacientes participantes do estudo, mais da metade (55,6%) tiveram a primeira relação sexual abaixo dos 15 anos; 90,5% tiveram relações sexuais sem preservativos; 66,7% tinham menos de 30 anos; 63,5% não completaram o ensino fundamental; 82,5% se declararam não brancas; 66,7% são casadas; 65% estão desempregadas e 73% vivem com menos de um salário mínimo.</p>



<p>Apesar de os dados da pesquisa mostrarem que a sífilis atinge as camadas mais pobres, ela&nbsp;tem distribuição ampla em toda a população. “No entanto, em grupos mais vulneráveis como gestantes, indígenas, população privada de liberdade, mulheres profissionais do sexo, homens que fazem sexo com homens, as taxas de prevalência e incidência são mais frequentes”, aponta Simone.</p>



<h2>Sífilis gestacional</h2>



<p>A Organização Mundial da Saúde estima mais de 11 milhões de novos casos anuais de sífilis, sendo 90% deles em países em desenvolvimento, como o Brasil. A sífilis gestacional afeta aproximadamente 1,5 milhão de grávidas por ano no mundo.</p>



<p>Uma meta-análise mostra que uma&nbsp;entre quatro&nbsp;gestantes infectadas com&nbsp;<em>T. pallidum</em>&nbsp;sofrem aborto ou têm bebês natimortos; 12,3% dos bebês morrem logo após o nascimento e 12,1% nascem prematuros ou com baixo peso. A meningite causada pela infecção bacteriana em bebês pode causar hidrocefalia, isquemia e infarto do cérebro ou medula espinhal. As manifestações da neurossífilis também podem comprometer o desenvolvimento neuropsicomotor do recém-nascido e, nos casos mais graves, levar à morte.</p>



<p>O diagnóstico precoce de sífilis durante a gestação reduz o tempo de exposição do feto ao&nbsp;<em>T. pallidum</em>, diminuindo as chances de transmissão e complicações na gestação. Melhorar a qualidade dos serviços de saúde, afirma Simone Simionatto, é importante para o controle efetivo da doença, reduzindo os gastos com o tratamento e a internação dos bebês. Segundo ela, estudos como esse podem auxiliar na implementação de estratégias de saúde pública para o controle mais efetivo da enfermidade.</p>



<p>“Uma vez que vários fatores foram associados ao&nbsp;<em>T. pallidum</em>&nbsp;entre as mulheres, provavelmente várias abordagens poderiam contribuir para reduzir as taxas dessa infecção. Uma alternativa para reduzir a prevalência da sífilis seria concentrar esforços no acompanhamento dos casos positivos e na eficácia do tratamento, bem como do tratamento dos parceiros sexuais. Assim, os programas de rastreamento podem ser uma abordagem preventiva essencial. Estudos têm demonstrado que o rastreamento regular (a cada três ou seis meses) em grupos de alto risco para adquirir IST pode contribuir para a redução da incidência de sífilis”, sugere Simone.</p>



<h2>Prevenção</h2>



<p>O uso correto e regular da camisinha feminina e/ou masculina continua sendo um dos principais aliados na prevenção da doença. Até o momento não há relatos de doenças ou condições genéticas que predisponham o indivíduo ao desenvolvimento da sífilis. “O que se tem relato são os casos de coinfecção de HIV e sífilis, onde os pacientes com HIV podem evoluir para as formas graves da doença. As altas taxas de sífilis podem ser um risco potencial para a propagação de outras ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis), incluindo HIV, durante o sexo desprotegido”, orientou a pesquisadora.</p>



<p>A chance de transmitir o HIV aumenta cinco vezes se um dos parceiros tiver uma IST ulcerativa como a sífilis, por exemplo. As lesões de sífilis contêm uma abundância de linfócitos, o que torna a infiltração do HIV mais recorrente. “Além disso, a imunossupressão causada pelo HIV pode favorecer a evasão dos mecanismos de defesa do hospedeiro pelo <em>T. pallidum</em>”, conclui Simone.</p>



<p><strong>FONTE: </strong>Agência Brasil</p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Ftransmissao-da-sifilis-em-bebes-pode-ser-resultado-de-pre-natal-tardio%2F&amp;linkname=Transmiss%C3%A3o%20da%20s%C3%ADfilis%20em%20beb%C3%AAs%20pode%20ser%20resultado%20de%20pr%C3%A9-natal%20tardio" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Ftransmissao-da-sifilis-em-bebes-pode-ser-resultado-de-pre-natal-tardio%2F&amp;linkname=Transmiss%C3%A3o%20da%20s%C3%ADfilis%20em%20beb%C3%AAs%20pode%20ser%20resultado%20de%20pr%C3%A9-natal%20tardio" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_email" href="https://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Ftransmissao-da-sifilis-em-bebes-pode-ser-resultado-de-pre-natal-tardio%2F&amp;linkname=Transmiss%C3%A3o%20da%20s%C3%ADfilis%20em%20beb%C3%AAs%20pode%20ser%20resultado%20de%20pr%C3%A9-natal%20tardio" title="Email" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Ftransmissao-da-sifilis-em-bebes-pode-ser-resultado-de-pre-natal-tardio%2F&amp;linkname=Transmiss%C3%A3o%20da%20s%C3%ADfilis%20em%20beb%C3%AAs%20pode%20ser%20resultado%20de%20pr%C3%A9-natal%20tardio" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a></p><p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/transmissao-da-sifilis-em-bebes-pode-ser-resultado-de-pre-natal-tardio/">Transmissão da sífilis em bebês pode ser resultado de pré-natal tardio</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://saudenacapital.com.br/transmissao-da-sifilis-em-bebes-pode-ser-resultado-de-pre-natal-tardio/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
