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	<title>UROLOGIA &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<description>SUA FONTE DE INFORMAÇÃO SEGURA SOBRE SAÚDE</description>
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	<title>UROLOGIA &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Doença de Peyronie: conheça a condição por trás do &#8220;pênis torto&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2021 12:34:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), pelo menos 11% dos homens no país são afetados pelo problema; necessidade de tratamento cirúrgico é rara Curvatura excessiva do pênis durante a relação sexual é a causa mais aceita para a Doença de Peyronie, condição popularmente conhecida como “pênis torto” (Foto: iStock) Quando se pensa em&#160;sexo&#160;seguro, a &#8230;</p>
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<h2>Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), pelo menos 11% dos homens no país são afetados pelo problema; necessidade de tratamento cirúrgico é rara</h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/iymdD8W3sBwUpqcEgU1TZ8Q0fEY=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2021/02/22/istock-916476052.jpg" alt="Curvatura excessiva do pênis durante a relação sexual é a causa mais aceita para a Doença de Peyronie, condição popularmente conhecida como “pênis torto” (Foto: iStock)" title="Curvatura excessiva do pênis durante a relação sexual é a causa mais aceita para a Doença de Peyronie, condição popularmente conhecida como “pênis torto” (Foto: iStock)"/><figcaption>Curvatura excessiva do pênis durante a relação sexual é a causa mais aceita para a Doença de Peyronie, condição popularmente conhecida como “pênis torto” (Foto: iStock)</figcaption></figure>



<p>Quando se pensa em&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Biologia/noticia/2020/01/para-que-serve-o-sexo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sexo</a>&nbsp;seguro, a primeira palavra que vem à cabeça é&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2017/08/7-formas-de-se-prevenir-na-hora-do-sexo-alem-da-camisinha.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">camisinha</a>. E a associação é mais do que justa: se usado corretamente, o preservativo é um dos métodos mais efetivos para prevenir&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/01/14-das-mulheres-nao-sabe-que-hpv-e-principal-causa-de-cancer-de-colo-do-utero.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">infecções sexualmente transmissíveis</a>. Mas, ao contrário do que parece, ele não é a única coisa que o casal precisa lembrar para evitar problemas após o rala e rola: a escolha da&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2015/01/posicao-sexual-mais-perigosa-para-os-homens.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">posição sexual</a>&nbsp;também importa, principalmente se você tiver um&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/11/8-cuidados-de-higiene-do-penis-que-todo-homem-deveria-adotar.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pênis</a>.</p>



<p>A curvatura excessiva do órgão masculino durante a relação sexual é a causa mais aceita para a Doença de Peyronie, condição popularmente conhecida como “pênis torto”. No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), pelo menos 11% dos homens são afetados pelo problema que, como o apelido sugere, é caracterizado pela tortuosidade acentuada do órgão.</p>



<p>Ao contrário de pequenas curvaturas consideradas normais, a tortuosidade que acomete pacientes com a Doença de Peyronie pode variar de 30 até 90 graus – seja para a direita, seja para a esquerda.</p>



<p>Descrito pela primeira vez por François Gigot de La Peyronie (1678-1747), médico do rei Luís XV, o quadro é diferente do pênis curvo congênito, deformação que afeta alguns meninos desde o nascimento, mas que não provoca&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Comportamento/noticia/2020/12/vaginismo-entenda-o-que-e-condicao-que-causa-dor-durante-o-sexo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dor</a>. Não é o caso dos homens que, ao longo da vida, são diagnosticados com a condição do “pênis torto”: além da sensação dolorosa (e, claro, deformidade do órgão), eles costumam apresentar aos urologistas suspeitas de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/02/exame-permite-sequenciar-cancer-de-prostata-e-tratamento-personalizado.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tumor</a>, já que é possível apalpar uma espécie de “caroço” na região.</p>



<p>O “caroço”, porém, nada tem a ver com <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/02/cancer-de-mama-ultrapassa-o-de-pulmao-como-o-mais-comum-do-mundo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">câncer</a>. Trata-se, na verdade, de uma placa de fibrose formada ao redor da túnica albugínea, capa que reveste os corpos cavernosos – quando preenchidas de <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/12/estudo-sugere-explicacao-para-falta-de-o2-no-sangue-de-pacientes-com-covid-19.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sangue</a>, são essas as estruturas que fazem o pênis ficar ereto. “A fibrose leva ao encurtamento do corpo cavernoso, o que compromete a elasticidade do membro e impede sua expansão, levando ao entortamento do pênis”, explica Danilo Galante, urologista e membro titular da SBU, em entrevista a GALILEU.</p>



<p>A formação dessas placas fibrosas tem justificativa: é uma tentativa do órgão masculino de reparar os danos causados por microtraumas na região, quadro que culmina na “cicatrização exagerada” característica da Doença de Peyronie. Segundo a SBU, a condição é mais frequente em homens acima dos 40 anos, o que pode estar relacionado ao acúmulo desses microtraumas no decorrer da vida sexual – embora jovens também sejam afetados pela condição. Trauma local por prática de esportes,&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/01/diabetes-saiba-como-controlar-glicemia-ao-praticar-exercicios-fisicos.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">diabetes</a>&nbsp;e utilização de alfabloqueadores são outros fatores possivelmente associados à doença.</p>



<p><strong>A vilã dos homens</strong></p>



<p>Entre as posições sexuais que aumentam o risco da Doença de Peyronie, há uma que, para Galante, merece atenção. O urologista estima que 40% de seus pacientes com a patologia agravaram o problema ao transar no modo conhecido como gangorra, em que a parceira fica sentada em cima do homem, com as mãos apoiadas para trás e os pés para frente, completamente apoiados na superfície. “Como o peso da mulher fica totalmente apoiado no quadril do homem, se o órgão escapar da&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2019/10/conheca-os-10-mandamentos-da-biblia-da-vagina.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cavidade vaginal</a>, pode acabar dobrando de maneira brusca e sofrer um trauma maior”, explica o médico.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/VuPgCSpH1dODIKv51kEHNziYfEk=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2021/02/22/dainis-graveris-xycry_eqkjs-unsplash.jpg" alt="De acordo com os especialistas, alternativas em que o homem fica acima ou atrás da parceira reduzem consideravelmente a ocorrência de lesões no pênis (Foto: Dainis Graveris/Unsplash)" title="De acordo com os especialistas, alternativas em que o homem fica acima ou atrás da parceira reduzem consideravelmente a ocorrência de lesões no pênis (Foto: Dainis Graveris/Unsplash)"/><figcaption>De acordo com os especialistas, alternativas em que o homem fica acima ou atrás da parceira reduzem consideravelmente a ocorrência de lesões no pênis (Foto: Dainis Graveris/Unsplash)</figcaption></figure>



<p>Publicado em 2015 no jornal&nbsp;<em><a href="https://www.hindawi.com/journals/au/2014/768158/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Advances in Urology</a>,</em>&nbsp;um estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em parceria com a PUC-Campinas traz evidências que reiteram os riscos dessa pose não só para a condição do “pênis torto”, mas para outros problemas no órgão: 50% dos casos de fraturas penianas analisados pelo grupo aconteceram a partir da posição “cowgirl”, na qual a mulher fica por cima do homem. De acordo com os especialistas, alternativas em que o homem fica acima ou atrás da parceira reduzem consideravelmente a ocorrência desse tipo de acidente.</p>



<p><strong>O que fazer – e o que não fazer</strong></p>



<p>Além da tortuosidade acentuada, pacientes com a Doença de Peyronie podem enfrentar dificuldades de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2018/10/problemas-de-erecao-podem-ser-culpa-da-genetica-diz-pesquisa.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ereção</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2018/01/qual-e-o-tempo-ideal-de-duracao-do-sexo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">penetração</a>, com prejuízos à qualidade de vida. Para esses homens, só há um caminho eficaz a ser seguido: o tratamento cirúrgico, indicado para cerca de 30% dos casos.</p>



<p>Há duas possibilidades de operação: na mais comum, para corrigir a curvatura, o lado sadio do pênis é reduzido – o que leva a um encurtamento do órgão em cerca de 1 cm a 1,5 cm. Na outra, mais arriscada, arranca-se a placa fibrosa, mas o “buraco” precisa ser recoberto por algum enxerto, como o pericárdio do boi ou a veia safena do paciente. Uma vez que pode trazer danos para a irrigação sanguínea do pênis – e, consequentemente, dificultar ereções –, a segunda alternativa é a menos recomendada.</p>



<p>Independentemente da técnica escolhida, a cirurgia só pode ser realizada ao menos seis meses depois do surgimento das placas fibrosas, período em que a curva, mais aberta ou mais fechada, tende a se estabilizar. “Se fizer a operação antes dessa fase aguda, há o risco do pênis continuar entortando”, alerta Galante.</p>



<p>Segundo o médico, a maioria dos pacientes, no entanto, consegue conviver com o problema sem a necessidade de intervenções cirúrgicas. Isso porque, após a fase aguda da doença, a curva costuma estabilizar em um grau de tortuosidade que não afeta a&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Cultura/noticia/2020/08/charles-bukowski-4-livros-para-conhecer-obra-do-velho-safado.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vida sexual</a>&nbsp;– nesses casos, o cuidado principal é o mais óbvio: evitar posições que possam piorar a deformidade do pênis.</p>



<p>Embora alguns urologistas indiquem remédios ou suplementação com vitamina E, não há evidências científicas suficientes que sustentem a eficácia desse tipo de tratamento contra a Doença de Peyronie. Para o membro titular da SBU, também é preciso tomar cuidado com métodos vendidos como “milagrosos”, que prometem resolver o problema e, além disso, alongar o pênis. “Tendo consciência disso, o paciente fica menos vulnerável a esses tratamentos falsos que prometem coisas que não vão cumprir”, diz.</p>



<p><strong>Formato ou funcionalidade: o que importa mais?</strong></p>



<p>Para o urologista, a procura por saídas miraculosas costuma ser maior entre os homens que são mais ligados à <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2015/03/novo-estudo-revela-media-mundial-de-tamanho-do-penis.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estética</a> do pênis. Mas o desespero pode levar a cenários ainda piores – como cirurgias desnecessárias e até mutilantes.</p>



<p>Por trás dessa busca, pode haver, ainda, um mito comum acerca do maior símbolo da masculinidade que, para Galante, já passou da hora de ser desmistificado: “O tamanho ou formato do pênis não é a única coisa que influencia o tesão de uma mulher ou de um homem”, lembra o médico. “Se não há disfunção erétil, ou seja, se o homem continua conseguindo fazer sexo, a cirurgia não é recomendada”, reforça.</p>



<p>FONTE: REVISTA GALILEU</p>
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