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	<title>USP &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<description>SUA FONTE DE INFORMAÇÃO SEGURA SOBRE SAÚDE</description>
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	<title>USP &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Cientistas da USP criam teste popular de Covid-19 para ampliar diagnóstico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2021 14:50:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tecnologia desenvolvida em parceria com startup identifica anticorpos contra o Sars-Cov-2 em apenas 10 minutos, e é até cinco vezes mais barata que outros testes Cientistas da USP criam teste popular de Covid-19 para ampliar diagnóstico (Foto: Karla Castro/USP) Um teste capaz de detectar anticorpos contra o novo coronavírus em apenas 10 minutos – a um custo até cinco vezes menor &#8230;</p>
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<h3>Tecnologia desenvolvida em parceria com startup identifica anticorpos contra o Sars-Cov-2 em apenas 10 minutos, e é até cinco vezes mais barata que outros testes</h3>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/SE5Q-7QzFHxaX4qkkb_z4Lv8MtQ=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2021/01/21/teste-covid.jpg" alt="Cientistas da USP criam teste popular de Covid-19 para ampliar diagnóstico (Foto: Karla Castro/USP)" title="Cientistas da USP criam teste popular de Covid-19 para ampliar diagnóstico (Foto: Karla Castro/USP)"/><figcaption>Cientistas da USP criam teste popular de Covid-19 para ampliar diagnóstico (Foto: Karla Castro/USP)</figcaption></figure>



<p>Um teste capaz de detectar anticorpos contra o novo coronavírus em apenas 10 minutos – a um custo até cinco vezes menor que a média de mercado – foi desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Química de São Carlos da Universidade de São Paulo (IQSC) e da startup paulistana Biolinker, com apoio da Fapesp.</p>



<p>O dispositivo funciona de forma semelhante à dos testes rápidos já disponíveis nas farmácias. Ao analisar uma gota de sangue do usuário, identifica a presença de anticorpos do tipo imunoglobulina G (IgG), produzidos ainda na fase aguda da doença (em média dez dias após o início dos sintomas). Quando isso acontece, duas bolinhas avermelhadas aparecem no leitor.</p>



<p>“Quanto mais anticorpos há no sangue, mais forte é o tom de vermelho das bolinhas. Por esse motivo, acreditamos que o teste também poderá ser usado para monitorar a resposta da população às vacinas. Sabemos que nem todo mundo desenvolve imunidade protetora após se vacinar e também que o nível de anticorpos diminui com o tempo”, diz à Agência Fapesp o professor do IQSC-USP Frank Crespilho, coordenador do estudo, desenvolvido pelas alunas Karla R. Castro  e Isabela A. Mattioli. Segundo ele, a tecnologia poderá ser facilmente adaptada para as novas variantes virais, se necessário.</p>



<p>O pesquisador estima que o denominado “Teste Popular de Covid-19” poderá ser vendido por cerca de R$ 30 assim que o registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) for obtido. O preço médio dos similares de mercado está em torno de R$ 140. Para baratear a produção, os pesquisadores otimizaram a quantidade de insumos utilizados e desenvolveram uma tecnologia baseada em nanopartículas que facilita a identificação dos anticorpos.</p>



<p>“Nós conjugamos uma nanopartícula de ouro [que dá a cor avermelhada às bolinhas] a um pedaço da proteína spike do Sars-CoV-2, que é reconhecido pelos anticorpos humanos. Esse bioconjugado é aproximadamente 1 milhão de vezes menor do que um fio de cabelo”, explica Crespilho.</p>



<p>FONTE: <em>REVISTA GALILEU</em></p>
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		<title>Grupo da USP investiga se células de gordura são a fonte dos fatores inflamatórios que agravam a COVID-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2020 09:39:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE DESTAQUE HOME]]></category>
		<category><![CDATA[GORDURA AGRAVA COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há cada vez mais evidências de que o tecido adiposo desempenha um papel-chave no agravamento da COVID-19. Uma das teorias em investigação é a de que os adipócitos servem como reservatório para o SARS-CoV-2, contribuindo para aumentar a carga viral de indivíduos obesos ou com sobrepeso. Além disso, os cientistas desconfiam que, durante a infecção, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há cada vez mais evidências de que o tecido adiposo desempenha um papel-chave no agravamento da COVID-19. Uma das teorias em investigação é a de que os adipócitos servem como reservatório para o SARS-CoV-2, contribuindo para aumentar a carga viral de indivíduos obesos ou com sobrepeso. Além disso, os cientistas desconfiam que, durante a infecção, as células de gordura liberam na corrente sanguínea substâncias que amplificam a reação inflamatória desencadeada pelo vírus no organismo.</p>



<p>Essas hipóteses estão sendo investigadas por pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP), sob a coordenação da professora do Departamento de Cirurgia&nbsp;<strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/5631/marilia-cerqueira-leite-seelaender/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Marilia Cerqueira Leite Seelaender</a></strong>. O projeto conta com a colaboração de Peter Ratcliffe, professor da Universidade de Oxford, no Reino Unido, e um dos premiados com o Nobel de Medicina em 2019.</p>



<p>“Já foi demonstrado que no organismo de pacientes com COVID-19 ocorre uma tempestade de citocinas que resulta em inflamação sistêmica similar à sepse. Nós acreditamos que esses fatores inflamatórios estão vindo do tecido adiposo. Já foi demonstrado que os adipócitos quando se expandem demasiadamente tornam-se capazes de promover inflamação no corpo todo, até mesmo no cérebro”, afirma Seelaender à&nbsp;<strong>Agência FAPESP</strong>.</p>



<p>O grupo da FM-USP tem analisado amostras de tecido adiposo de pessoas que morreram de COVID-19, obtidas durante autópsia, e também de pacientes infectados com o SARS-CoV-2 que precisaram ser submetidos a cirurgias de emergência (sem relação com a infecção, por exemplo, casos de apendicite) no Hospital Universitário da USP.</p>



<p>Resultados preliminares confirmam que o novo coronavírus pode ser encontrado no interior da célula de gordura, cuja membrana externa é rica em ACE2 (enzima conversora de angiotensina 2, na sigla em inglês). Essa proteína é a principal “porta” usada pelo SARS-CoV-2 para invadir as células humanas. O que ainda falta ser confirmado é se, além de entrar no adipócito, o novo coronavírus consegue permanecer e se replicar dentro da célula.</p>



<p>“Uma coisa interessante de ressaltar é que o adipócito visceral [que compõe a gordura que se acumula entre os órgãos] tem muito mais ACE2 que o do tecido adiposo subcutâneo. Além disso, é muito mais inflamatório. Portanto, a obesidade visceral tende a ser ainda mais prejudicial no que diz respeito à COVID-19”, explica a pesquisadora.</p>



<p>Os primeiros achados do trabalho revelam ainda que no tecido adiposo de pessoas infectadas há mudança no padrão de secreção de exossomos – pequenas vesículas que a célula libera na circulação e que podem conter moléculas sinalizadoras de diversos tipos. Esse é um dos mecanismos que permitem a troca de informações entre diferentes tecidos, visando adaptar o corpo a eventuais mudanças no ambiente.</p>



<p>Um dos objetivos da pesquisa conduzida na FM-USP é confirmar se a infecção pelo SARS-CoV-2 faz os adipócitos liberarem mais exossomos contendo fatores inflamatórios. As análises já feitas revelaram que há um aumento no número de vesículas liberadas na circulação. Agora, os pesquisadores pretendem fazer a caracterização do conteúdo dessas vesículas – tanto as circulantes quanto as encontradas dentro das células. Além disso, pretendem investigar as vias de inflamação supostamente ativadas por essas moléculas.</p>



<p>“Partimos do pressuposto de que, à&nbsp;medida que a pessoa engorda, o tecido adiposo se torna hipóxico, ou seja, fica com menos oxigênio disponível. A hipóxia em si é causa de inflamação. Portanto, uma das coisas que pretendemos investigar é se a COVID-19 causa hipóxia nos adipócitos”, conta Seelaender.</p>



<p>As estratégias de adaptação das células humanas a situações de hipóxia foram&nbsp;o tema da pesquisa que rendeu o Nobel a Ratcliffe e também a William G. Kaelin (Universidade Harvard) e Gregg Semenza (Johns Hopkins School of Medicine).</p>



<p>Atualmente, o pesquisador britânico tem se concentrado em estudar, com amostras obtidas por autópsia, o efeito do SARS-CoV-2 no corpo carotídeo – um conjunto de células existente dentro da carótida e que funciona como um sensor de oxigênio. Ao perceber queda na oxigenação sanguínea, o corpo carotídeo ativa respostas para aumentar a frequência cardíaca e respiratória.</p>



<p>Ratcliffe acredita que o vírus infecta o corpo carotídeo e atrapalha seu funcionamento, o que explicaria por que muitos pacientes com COVID-19 demoram para perceber que estão com insuficiência respiratória – processo que ficou conhecido como hipóxia silenciosa.</p>



<p>Já o grupo da FM-USP tem se concentrado em entender o efeito da infecção no tecido adiposo. “Estamos analisando tudo que está sendo secretado pelas células de gordura: proteínas, ácidos graxos saturados, prostaglandinas [um tipo de lipídeo com ação similar à&nbsp;de hormônios], microRNAs [pequenas moléculas que não codificam proteínas mas têm ação reguladora sobre a expressão de genes] e exossomos”, diz a pesquisadora.</p>



<p>Na avaliação de Seelaender, é possível que os fatores inflamatórios liberados pelo tecido adiposo de pacientes com a COVID-19 sejam os causadores dos danos já descritos em coração, pulmão e sistema nervoso de pacientes.</p>



<p>“Postulamos que ocorre no obeso com COVID-19 um processo semelhante ao que já observamos no tecido adiposo de pacientes com caquexia [perda severa e rápida de peso e de massa muscular associada a doenças como Aids, insuficiência cardíaca e câncer]. Os adipócitos do indivíduo caquético liberam mais exossomos e o conteúdo dessas vesículas está alterado, com um perfil pró-inflamatório. Sabemos que tanto na caquexia como na obesidade&nbsp;há inflamação. O que muda é o tipo de mediador inflamatório liberado e as vias de sinalização ativadas”, explica.</p>



<p>A pesquisa sobre a relação entre caquexia e inflamação tem sido conduzida desde 2013, com&nbsp;<strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/81525/inflamacao-sistemica-em-pacientes-com-caquexia-associada-ao-cancer-mecanismos-e-estrategias-terapeu/?q=12/50079-0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">apoio</a></strong>&nbsp;da FAPESP (<em>leia mais em:&nbsp;<strong><a href="https://agencia.fapesp.br/31630" target="_blank" rel="noreferrer noopener">agencia.fapesp.br/31630</a></strong>)</em>.</p>



<p><strong>Opostos, mas semelhantes</strong></p>



<p>Em um artigo&nbsp;<strong><a href="https://academic.oup.com/advances/advance-article/doi/10.1093/advances/nmaa125/5911598?rss=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">publicado</a></strong>&nbsp;na revista&nbsp;<em>Advances in Nutrition</em>, o grupo de Seelaender discute como o estado nutricional do paciente pode influenciar a resposta à COVID-19. Segundo os autores, tanto a obesidade quanto a desnutrição – e nesta última condição se inserem a caquexia e a sarcopenia (perda de massa magra associada ao processo de envelhecimento) – podem comprometer a resposta imunológica e dificultar o combate a infecções virais.</p>



<p>“As células imunes têm a demanda de energia aumentada durante processos infecciosos, principalmente aqueles que demoram a ser debelados. Ocorre uma mudança no metabolismo dessas células para que consigam se multiplicar rapidamente, mas no organismo desnutrido isso não é possível. Durante uma infecção, o número de linfócitos T de um indivíduo desnutrido é bem menor que o de uma pessoa eutrófica [bem nutrida]”, conta.</p>



<p>Ainda segundo Seelaender, no organismo desnutrido ocorre atrofia dos órgãos linfoides, responsáveis pela produção e amadurecimento dos linfócitos. Consequentemente, há queda no número de células de defesa circulantes. Experimentos com animais também mostraram que o organismo desnutrido leva mais tempo para eliminar o vírus – seja ele qual for.</p>



<p>“A taxa de gordura pode ser um problema quando é excessiva ou insuficiente. Embora pareça paradoxal, os dois extremos são prejudiciais. Isso porque o tecido adiposo secreta um hormônio chamado leptina, que regula o metabolismo dos linfócitos T. Quando se tem gordura de menos, há baixa sinalização de leptina. Quando se tem gordura demais, as células tornam-se menos sensíveis à leptina, que passa a ser liberada em grandes quantidades”, diz a pesquisadora.</p>



<p>O envelhecimento, por sua vez, afeta vários dos fatores mencionados por Seelaender. O sistema imune torna-se menos responsivo. Há diminuição de massa magra, aumento da adiposidade visceral e piora na proporção entre massa magra e gorda.</p>



<p>“A perda de massa magra pode piorar o desfecho de doenças crônicas e agudas em idosos. O músculo é um reservatório de substrato energético [aminoácidos]&nbsp;que pode ser mobilizado em momento de necessidade, como durante uma infecção”, diz. “Por isso é importante ressaltar que, na COVID-19, não só a adiposidade é um fator problemático, mas também a relação entre massa magra e gorda. Se o indivíduo tiver muita gordura e pouco músculo é pior do que se tiver muita gordura, mas uma boa condição muscular.”</p>



<p><strong>FONTE:</strong> Agência FAPESP</p>



<p>O artigo <em>Coronavirus Disease 2019 (COVID-19) and Nutritional Status: The Missing Link?</em> pode ser lido em <strong><a href="https://academic.oup.com/advances/advance-article/doi/10.1093/advances/nmaa125/5911598?rss=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://academic.oup.com/advances/advance-article/doi/10.1093/advances/nmaa125/5911598?rss=1</a></strong>.</p>
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		<title>Tratamento de depressão grave com campos eletromagnéticos será testado na USP</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2020 12:08:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Técnica de magnetoconvulsoterapia é destinada a pacientes que não respondem ao tratamento com medicamentos e outras terapias O Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) será o primeiro centro de pesquisa da América do Sul a testar os efeitos terapêuticos da magnetoconvulsoterapia, nova técnica de tratamento &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Técnica de magnetoconvulsoterapia é destinada a pacientes que não respondem ao tratamento com medicamentos e outras terapias</p>



<p>O Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) será o primeiro centro de pesquisa da América do Sul a testar os efeitos terapêuticos da magnetoconvulsoterapia, nova técnica de tratamento para a depressão grave que já é estudada em instituições de Dallas e Nova York (Estados Unidos), Toronto (Canadá) e Freiburg (Alemanha). A magnetoconvulsoterapia usa campos eletromagnéticos e é destinada a pacientes que não apresentam uma resposta adequada ao tratamento com medicamentos e outras terapias, apresentando menos efeitos colaterais que o método tradicional, a eletroconvulsoterapia (ECT), feita com corrente elétrica. Os testes com o novo tratamento terão início em março de 2021.<a href="https://jornal.usp.br/ciencias/identificadas-alteracoes-no-cerebro-comuns-a-seis-tipos-de-transtornos-psiquiatricos/"></a></p>



<p>A pesquisa é coordenada pelos pesquisadores André Brunoni e José Gallucci Neto. “O objetivo é comparar a nova técnica com a ECT, que consiste em tratar a depressão grave, usando corrente elétrica para induzir crises convulsivas”, conta Brunoni. Atualmente, a ECT ainda é o tratamento mais eficaz e de ação rápida para a depressão grave, que é um dos transtornos psiquiátricos mais associados ao suicídio. “Entretanto, essa técnica tem efeitos colaterais, como déficit cognitivo e perda de memória.”</p>



<p>O pesquisador explica que a magnetoconvulsoterapia também induz a crises convulsivas, mas por meio de um campo eletromagnético muito forte. “A ação desse campo leva a uma despolarização do cérebro, o que causa a crise convulsiva”, descreve. O equipamento que produz o campo magnético, semelhante ao aparelho usado para estimulação magnética transcraniana, funciona por meio de duas bobinas magnéticas especiais, em forma de cone. “A vantagem da nova técnica em relação à ECT, é que ela provoca menos efeitos colaterais, como perda de memoria. Ao contrário, a magnetoconvulsoterapia é mais moderna, sem choques elétricos e os pacientes recuperam sua orientação mais rapidamente”, diz o médico, ao ressaltar que é importante reduzir o estigma deste tipo de tratamento.</p>



<h2>TESTES</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/depressão-003.jpg" alt="" class="wp-image-655" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/depressão-003.jpg 950w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/depressão-003-300x158.jpg 300w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/depressão-003-768x403.jpg 768w" sizes="(max-width: 950px) 100vw, 950px" /><figcaption>Durante a realização da pesquisa no IPq, efeito terapêutico da magnetoconvulsoterapia será comparado ao da eletroconvulsoterapia (ECT), método mais usual para tratamento de depressão grave, mas que possui efeitos colaterais como déficit cognitivo e perda de memória &#8211; Foto: Divulgação / MagVenture</figcaption></figure>



<p>Brunoni informa que o tratamento será oferecido gratuitamente. “Serão recrutados cem pacientes com depressão grave, refratários ao tratamento com medicamentos”, planeja Brunoni. “Metade deles será submetida à ECT e os outros 50 serão tratados com a nova técnica.” Em breve, numa data a ser definida, serão abertas triagens para pacientes com diagnóstico de depressão grave, que queiram participar do estudo.</p>



<p>Ao todo, os pacientes farão de seis a doze sessões de tratamento. “Ao final das sessões, será verificada qual foi a melhora clínica obtida com cada uma das técnicas quanto à depressão, além dos efeitos cognitivos e na memória”, descreve o pesquisador. O procedimento será realizado por equipe médica treinada e capacitada, em um ambiente seguro, oferecendo conforto ao paciente, que será anestesiado. “Espera-se que a melhora na depressão seja similar, mas com menor perda de memória na magnetoconvulsoterapia.”<a href="https://jornal.usp.br/ciencias/maior-estudo-epidemiologico-do-brasil-avalia-impacto-da-pandemia-na-saude-mental/"></a></p>



<p>O pesquisador aponta que já existem estudos preliminares sobre a eficácia da magnetoconvulsoterapia, com resultados promissores. “A novidade desta pesquisa é a comparação com a ECT, que é o tratamento mais utilizado atualmente em casos de depressão grave”, ressalta. No Canadá, um trabalho com 23 pacientes conseguiu reduzir em 44,4% a intenção de suicídio. Outra pesquisa, na Alemanha, com dez pacientes, mostrou que o tratamento pode diminuir a perda de memória.</p>



<p>Para que a técnica esteja disponível para a população em geral, Brunoni explica que, além da pesquisa comprovar sua eficácia, será necessária a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O equipamento de magnetoconvulsoterapia foi disponibilizado ao IPq para pesquisas por meio de parceria com a empresa dinamarquesa MagVenture. A pesquisa receberá o apoio de um projeto temático da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).</p>



<p><strong>FONTE: </strong>Jornal USP <em>(Com informações da Assessoria de Imprensa do IPq)</em></p>



<p><strong>Mais informações: e-mail imprensa.ipq@hc.fm.usp.br, na Assessoria de Imprensa do IPq</strong></p>
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		<title>Identificado grupo de genes com expressão alterada em pessoas com autismo</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2020 18:32:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Descoberta do Instituto de Biociências da USP pode aprimorar o diagnóstico, hoje baseado na análise de sintomas clínicos Desregulação parece afetar a comunicação entre neurônios nos indivíduos estudados, segundo pesquisa do Instituto de Biociências (IB) da USP; descoberta pode ajudar a aprimorar o diagnóstico, hoje baseado na análise clínica dos sintomas. Durante muito tempo, o &#8230;</p>
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<p><em>Descoberta do Instituto de Biociências da USP pode aprimorar o diagnóstico, hoje baseado na análise de sintomas clínicos</em></p>



<p><em>Desregulação parece afetar a comunicação entre neurônios nos indivíduos estudados, segundo pesquisa do Instituto de Biociências (IB) da USP; descoberta pode ajudar a aprimorar o diagnóstico, hoje baseado na análise clínica dos sintomas.</em></p>



<p>Durante muito tempo, o autismo foi associado a fatores comportamentais e ambientais, mas para a ciência, a genética vem se comprovando cada vez mais influente no desenvolvimento do quadro. Cerca de 100 genes são comprovadamente associados ao transtorno e muitos ainda estão em pesquisa.</p>



<p>A grande variedade de genes dificulta o tratamento com base no genoma. Uma pesquisa do Instituto de Biociências (IB) da USP mostra que existe um perfil comum na expressão de genes do autismo, mesmo com mutações em cada indivíduo.<a href="https://jornal.usp.br/ciencias/unir-gamificacao-e-psicologia-pode-ajudar-aprendizagem-de-crianca-com-autismo/"></a></p>



<p>Isso significa que, mesmo que o DNA das pessoas dentro do espectro autista varie, o comportamento dos genes é semelhante. Os resultados foram publicados no periódico&nbsp;<em>Molecular Psychiatry</em>, do grupo Nature.</p>



<p>Os experimentos contaram com a técnica de reprogramação celular, já que não é possível retirar células do tecido cerebral dos indivíduos autistas. Células da polpa do dente de pessoas com e sem autismo foram extraídas e a partir delas, os pesquisadores fizeram células-tronco pluripotentes.</p>



<p>O estudo aponta um problema no neurodesenvolvimento do embrião que modifica o funcionamento dos neurônios. Os resultados podem ser úteis para o diagnóstico de autismo, que hoje é feito por meio de análises clínicas dos sintomas.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>FONTE:</strong> USP</p>
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