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	<title>VACINA RUSSA &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<title>VACINA RUSSA &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Brasileiros resistem às vacinas chinesa e russa contra a Covid-19</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2020 10:22:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo mostra que polarização afeta especialmente as atitudes em relação à vacina chinesa  CPS UnB Os brasileiros têm, em geral, grande intenção de se vacinarem contra a Covid-19 quando uma vacina segura estiver disponível para a população. Mas resistem mais à vacina se ela for produzida na China. Segundo estudo com 2.771 brasileiros feito pelo &#8230;</p>
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<h3><em>Estudo mostra que polarização afeta especialmente as atitudes em relação à vacina chinesa </em></h3>



<p><em>CPS UnB</em></p>



<p>Os brasileiros têm, em geral, grande intenção de se vacinarem contra a Covid-19 quando uma vacina segura estiver disponível para a população. Mas resistem mais à vacina se ela for produzida na China. Segundo estudo com 2.771 brasileiros feito pelo Centro de Pesquisa em Comunicação Política e Saúde Pública da Universidade de Brasília (CPS/UnB), a associação da vacina com o país onde se originou a pandemia reduz em 16,4% a intenção de vacinação da população.&nbsp;</p>



<p>Os resultados mostram que a intenção de vacinação se reduz também &#8211; ainda que em menor medida &#8211; quando a droga tem sua produção associada à Rússia (-14,1%), aos Estados Unidos (-7,9%) e à Universidade de Oxford, na Inglaterra (-7,4%). “Esse dado sugere uma desconfiança de parte da população brasileira com a vacina, presente inclusive entre pessoas que estão muito preocupadas com a doença”, diz Wladimir Gramacho, coordenador do estudo e do CPS.&nbsp;</p>



<p>A pesquisa também revela que uma porcentagem expressiva da população tem alguma ou muita chance de se vacinar (78,1% dos entrevistados), sendo menor a parcela dos que dizem ter nenhuma ou pouca chance de se vacinarem (21,9%). O estudo está a cargo de um consórcio com pesquisadores de universidades brasileiras (UnB, UFG e UFPR) e do Canadá (Western University). As entrevistas foram realizadas entre os dias 23 de setembro e 2 de outubro, com brasileiros de diferentes regiões, classes sociais e idades.&nbsp;</p>



<p>A questão sobre a nacionalidade da vacina utilizou cinco versões diferentes da mesma pergunta, que analisou a produção da vacina e não seu desenvolvimento. Em uma das versões, que no estudo funcionou como “grupo controle”, não houve indicação de origem de produção da vacina. Nas outras, foram indicadas como origem de produção a China, a Rússia, os Estados Unidos e a Universidade de Oxford, na Inglaterra. Cada entrevistado foi sorteado aleatoriamente para apenas uma das cinco versões da pergunta. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/figura_1vacina.png" alt="" class="wp-image-711" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/figura_1vacina.png 883w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/figura_1vacina-300x212.png 300w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/figura_1vacina-768x542.png 768w" sizes="(max-width: 883px) 100vw, 883px" /></figure>



<p>Os resultados também mostraram que a polarização política está muito associada a diferentes padrões de comportamento dos brasileiros em relação à pandemia e, especificamente, em relação à intenção de vacinação. A vacina chinesa, tema da atual disputa entre o presidente Jair Bolsonaro e o governador paulista João Doria, tem adesões muito diferentes entre brasileiros que avaliam positivamente ou negativamente o governo federal.&nbsp;</p>



<p>A pesquisa identificou que entre os apoiadores de Bolsonaro apenas 27% têm muita chance de se vacinarem se a substância for produzida na China. Entre os opositores do governo, essa porcentagem dobra (54%), mesmo com uma vacina produzida na China. O gráfico abaixo mostra como a diferença entre indivíduos favoráveis ou contrários ao governo é menor diante de uma vacina produzida na Rússia, nos EUA ou na Universidade de Oxford.</p>



<p>“Os testes que fizemos mostram que a polarização política tem um efeito menor para o caso de uma vacina produzida na Rússia e não afetou até aqui a receptividade dos brasileiros a vacinas produzidas nos Estados Unidos ou em Oxford”, diz Wladimir Gramacho. Ainda assim, o coordenador do CPS considera que “o uso da pandemia e da vacina na disputa entre as elites políticas brasileiras tem sido, em si, uma ameaça à saúde pública”. “Nesta etapa, o mais importante é que haja uma recomendação clara e consistente de todas as autoridades a favor da vacinação”, sugere o pesquisador. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/figura_2vacina-1024x606.png" alt="" class="wp-image-712" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/figura_2vacina-1024x606.png 1024w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/figura_2vacina-300x178.png 300w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/figura_2vacina-768x455.png 768w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/figura_2vacina.png 1321w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Ficha técnica: A coleta da pesquisa “A comunicação no enfrentamento à Covid-19: Identificação de desigualdades informacionais em segmentos sob risco” foi realizada pelo IBPAD &#8211; Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados, em painel online com 2771 brasileiros convidados de forma aleatória entre os dias 23 de setembro e 2 de outubro de 2020, com cotas de gênero, idade, região geográfica e classe social. Foi financiada com recursos do Edital COPEI-DPI/DEX No 01/2020 da Universidade de Brasília e do IBPAD. Mais informações estão disponíveis em www.cps.unb.br Equipe: Wladimir G. Gramacho (Coordenador do CPS e professor da Faculdade de Comunicação da UnB), Pedro Santos Mundim (Coordenador do CPS e professor da Faculdade de Ciências Sociais da UFG), Emerson Cervi (Professor do Departamento de Ciência Política da UFPR), Mathieu Turgeon (Professor do Departamento de Ciência Política da Western University, no Canadá) e Max Stabile (Doutorando do Instituto de Ciência Política da UnB).</p>



<p><strong>Fonte: </strong>CPS UnB Imagem do pixabay pearson 0612</p>
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		<title>Rússia registra a primeira vacina contra Covid-19 do mundo, anuncia Putin</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2020 16:47:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde da Rússia concedeu a aprovação regulatória para a primeira vacina contra Covid-19 do mundo, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya de Moscou, após menos de dois meses de testes em humanos. O anúncio foi feito nesta terça-feira (11) pelo presidente do país, Vladimir Putin. Falando ao vivo por teleconferência com os ministros do &#8230;</p>
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<p>O Ministério da Saúde da Rússia concedeu a aprovação regulatória para a primeira vacina contra Covid-19 do mundo, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya de Moscou, após menos de dois meses de testes em humanos. O anúncio foi feito nesta terça-feira (11) pelo presidente do país, Vladimir Putin.</p>



<p>Falando ao vivo por teleconferência com os ministros do seu gabinete, ele disse que a substância passou por todos os controles necessários, e espera que a Rússia comece em breve a produção em massa da vacina.</p>



<p>“Uma vacina contra o novo coronavírus foi registrada pela primeira vez no mundo nesta manhã”, afirmou Putin. “Eu sei que ela funciona de maneira bastante eficaz, formando uma imunidade estável”, continuou. “Somos os primeiros a registrá-la. Espero que o trabaho dos nossos colegas estrangeiros também se desenvolva, e muitos produtos vão aparecer no mercado internacional.”</p>



<p>O líder russo destacou ainda que uma de suas filhas já foi vacinada. Ela chegou a apresentar temperatura levemente elevada, mas agora se sente melhor, informou o mandatário.</p>



<p>“Depois da primeira injeção, a temperatura dela foi a 38ºC. No dia seguinte, em torno de 37ºC. Após a segunda injeção, a temperatura ficou um pouco mais alta, mas foi isso, depois voltou ao normal. Agora ela se sente bem.”</p>



<p>Segundo Mikhail Murashko, ministro da Saúde do país, a vacina mostrou eficácia e segurança. Com isso, a pasta prepara uma&nbsp;campanha de vacinação em massa a partir de outubro, quando os testes clínicos desenvolvidos pelo governo estiverem concluídos. Os primeiros a serem imunizados serão os profissionais da saúde e idosos, e todos os custos do medicamento serão cobertos pelo estado.</p>



<p>De acordo com uma fonte do governo russo, a base da vacina é um adenovírus, com partes do Sars-Cov2 (causador da Covid-19) para induzir a imunização.</p>



<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse nesta manhã que está em “contato próximo” com as autoridades de saúde russas para tratar de um possível processo de pré-qualificação para a vacina, que exige uma revisão rigorosa.</p>



<p>Na sexta-feira (7), o&nbsp;governo russo anunciou que registraria nesta semana a substância, cujo desenvolvimento é financiado pelo&nbsp;Fundo de Investimentos Diretos da Rússia (RDIF), fundo soberano do país.</p>



<p>Testes clínicos</p>



<p>À&nbsp;<strong>CNN</strong>, o secretário de imprensa do RDIF, Arseny Palagin, explicou que a partir do momento que a vacina for registrada, ela poderá ser aplicada em médicos e integrantes de grupos de risco. “Se ela comprovar sua eficácia em grandes grupos de pessoas, depois já poderá ser usada para a vacinação em massa”, disse.</p>



<p>A eficácia da vacina do Instituto Gamaleya será testada por meio de ensaios clínicos que acontecerão ao mesmo tempo que essa primeira etapa de vacinação.</p>



<p>Os testes clínicos da vacina começaram na Universidade Sechenov em 18 de junho. Um estudo preliminar envolvendo 38 voluntários mostrou que a substância pode ser segura e eficiente — todos que a receberam desenvolveram imunidade à infecção.</p>



<p>De acordo com a agência notícias estatal&nbsp;<em>RIA Novosti</em>, o diretor do Instituto Gamaleya, Alexander Gintsburg, alertou para o fato de que a vacina contra a Covid-19 pode não ser adequada para todas as pessoas.</p>



<p>Isso porque, como todo medicamento, pode provocar reações. Dessa forma, pessoas com doenças crônicas devem consultar especialistas antes da aplicação da vacina.</p>



<p>Preocupações</p>



<p>O desenvolvimento acelerado da vacina russa preocupa especialistas, além de despertar dúvidas sobre a segurança, eficácia e a possível supressão de etapas essenciais no desenvolvimento. Até o momento, a Rússia não divulgou dados científicos sobre os testes de sua vacina.&nbsp;</p>



<p>Para o ex-presidente da Anvisa Gonzalo Vecina Neto,&nbsp;é preciso calma com as notícias sobre as vacinas contra a Covid-19. “Os russos provavelmente estão queimando algumas etapas. Uma vacina, para ser colocada à disposição da população, tem que demonstrar que é segura. Vacina não é como um remédio que você dá a um doente, você dá para quem não tem doença. É inadmissível que cause alguma doença”, disse.</p>



<p>O vice-diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Jarbas Barbosa, afirmou que está nas mãos das agências reguladoras deixar os processos transparentes. “A melhor vacina contra isso é a transparência.”</p>



<p>“É um risco que deve ser evitado garantindo que os aspectos regulatórios sejam cumpridos. Vacina precisa ter comprovação técnica de segurança. Todas as agências reguladoras devem fazer processos transparentes, públicos e rápidos, mas com rigor e qualidade. Vacina sem transparência não vale”, disse Jarbas.</p>



<p>O governo russo diz, no entanto, que os dados científicos estão sendo compilados e serão disponibilizados para revisão por cientistas e publicação ainda no começo de agosto.</p>



<p>Críticos também afirmam que os esforços de Moscou para desenvolver uma vacina ocorrem em meio à pressão política do Kremlin, que pretende mostrar que o país é uma força científica global.</p>



<p>A Rússia tem 890,7 mil casos do novo coronavírus e 14,9 mil mortes, de acordo com informações da Universidade de Medicina Johns Hopkins. Nesta terça, o país reportou 4.945 novos casos e 130 mortes em apenas 24 horas.&nbsp;</p>



<p>Mais de 100 vacinas contra a doença estão sendo desenvolvidas no mundo. Ao menos quatro delas estão na fase final de testes. Uma é britânica, a chamada vacina de Oxford, e as demais são chinesas, entre elas a Coronavac. Ambas estão sendo testadas no Brasil.</p>



<p><strong>FONTE:</strong> CNN com Reuters</p>
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		<title>Covid-19: saiba mais sobre a vacina da Rússia anunciada para agosto</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2020 13:07:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mecanismo é o mesmo da Coronavac, imunizante chinês que será testado no Brasil a partir de segunda-feira (20); infectologista diz que avanço é ilusão A Rússia anunciou que terá vacina contra a covid-19 em agosto. &#8220;Lá para 14 ou15 de agosto, espero, a quantidade pequena de vacina que devemos ser capazes de produzir entrará em &#8230;</p>
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<p>Mecanismo é o mesmo da Coronavac, imunizante chinês que será testado no Brasil a partir de segunda-feira (20); infectologista diz que avanço é ilusão</p>



<p>A Rússia anunciou que terá vacina contra a covid-19 em agosto. &#8220;Lá para 14 ou15 de agosto, espero, a quantidade pequena de vacina que devemos ser capazes de produzir entrará em circulação pública&#8221;, afirmou Alexander Ginsburg, diretor do Instituto Gamaleya, em Moscou, de acordo com a Reuters. Assim, o país seria o primeiro do mundo a ter um imunizante contra a doença.</p>



<p>Mas&nbsp;o infectologista Alexandre Barbosa, chefe do departamento de Infectologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista), explica que, na verdade, a vacina russa não está mais avançada do que outras produzidas ao redor do mundo e que estão na fase 3 (última etapa de testes). &#8220;[esse prazo apresentado pela vacina russa] diz respeito à fase em que a vacina é testada nas populações de maior risco, que deve durar no mínimo três meses&#8221;, afirma.PUBLICIDADE</p>



<p>A agência de notícias russa RIA confirma essa informação. &#8220;Isso será equivalente a um teste de fase 3, já que as pessoas que receberem a vacina ficarão sob supervisão&#8221;, segundo a Reuters.</p>



<p>Há atualmente 19 vacinas contra a covid-19 no mundo em fase de testes em humanos, sendo que apenas duas estão na fase 3, ainda de acordo com a Reuters. Uma é a chinesa Sinopharm, a outra é a vacina da Universidade de Oxford, do Reino Unido, com a empresa AstraZeneca, que tem parte do teste realizado no Brasil pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). A Coronavac, produzida pelo laboratório chinês Sinovac Biotech e coordenada no Brasil pelo Instituto Butantan, deve se tornar a terceira no final deste mês, também com testes por aqui a partir de 20 de julho.</p>



<p>Caso a comercialização seja aprovada, as vacinas da Oxford e a Coronavac serão distribuídas pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Já a vacina russa não deve estar disponível no país, nem em clínicas particulares. &#8220;Pelo menos inicialmente, qualquer vacina que for aprovada para uso, estará disponível somente na rede pública&#8221;, afirma Juarez Cunha, presidente da SBIm&nbsp;(Sociedade Brasileira de Imuzações).</p>



<p><strong>Vacina russa é parecida com Coronavac</strong></p>



<p>Os mecanismos de ação das vacinas são diferentes, embora todas tenham o mesmo objetivo, que é produzir uma memória de defesa no organismo. A infectologista Rosana Richtmann, da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), explica que a vacina de Oxford é preparada por meio da combinação de adenovírus inativados e proteínas do Sars-Cov-2, o coronavírus que causa a covid-19.</p>



<p>Até o momento, cerca de 10% dos voluntários apresentaram efeitos colaterais comuns entre vacinas, como febre de leve a moderada, por no máximo dois dias, segundo a médica.</p>



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<p>Já a Coronavac é feita com fragmentos do novo coronavírus inativado. De acordo com Barbosa, apesar de mais segura, esse tipo de vacina não é tão eficiente. Por esse motivo, é preciso adicionar ao imunizante os chamados adjuvantes, substâncias que melhoraram sua efetividade.</p>



<p>O adjuvante usado na Coronavac é uma formulação de alumínio, que “pareceu promover altas quantidades de anticorpos neutralizantes”, segundo artigo publicado na revista científica&nbsp;<em>Nature</em>&nbsp;no dia 4 de junho.</p>



<p>Nas duas primeiras fases de testes da Coronavac, mais de 90% dos voluntários desenvolveram anticorpos e nenhum deles apresentou efeitos colaterais graves.</p>



<p>Segundo a infectologista Raquel Garcia, da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), o mecanismo da vacina russa é semelhante à Coronavac, pois ambas são preparadas com pedaços inativos do vírus.</p>



<p>“A diferença é que a Coronavac utiliza de pedaços da proteína spike, que é uma membrana da cápsula externa do vírus, já a vacina russa utiliza pedaços do RNA, que é localizado dentro do vírus”, explica. Ela afirma que o primeiro modelo produz maior reação no organismo.</p>



<p><strong>Segura para uso</strong></p>



<p>Resultados iniciais de um primeiro teste em pequena escala da vacina russa desenvolvida com humanos demonstraram que ela é segura para uso, de acordo com informações da Reuters.</p>



<p>Os testes da vacina russa com humanos começaram em 18 de junho. Outros 20 voluntários receberam a vacina em um hospital militar no dia 23 de junho. Todos não apresentaram nenhuma reação adversa significativa, ainda de acordo com a agência de notícias.</p>



<p>&#8220;Dados disponíveis atualmente mostram que os voluntários desenvolveram uma reação imunológica à vacina contra o coronavírus&#8221;, afirmou o Ministério da Defesa russo em publicação da Reuters.&nbsp;</p>



<p><strong>FONTE:</strong> R7</p>
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