Volta às aulas na rede pública do DF será 100% presencial e sem cobrança de vacinação em 2022

Informações foram confirmadas pela Secretaria de Educação. Ano letivo está previsto para começar em 14 de fevereiro e vai até 23 de dezembro.

10/01/2022 06h21  Atualizado há 7 horas


Estudantes em uma sala de aula da rede pública de ensino do Distrito Federal — Foto: André Amendoeira/Secretaria de Educação

Estudantes em uma sala de aula da rede pública de ensino do Distrito Federal — Foto: André Amendoeira/Secretaria de Educação

A volta às aulas nas escolas públicas do Distrito Federal em 2022 será totalmente presencial, e sem cobrança de vacinação contra Covid-19, mesmo para alunos já aptos a receberem o imunizante. As informações foram confirmadas pela Secretaria de Educação do DF.

Segundo calendário da pasta, as aulas começam no dia 14 de fevereiro. Já o fim das atividades está previsto para 23 de dezembro. As datas do ano letivo 2022 foram definidas com base nos 200 dias letivos obrigatórios por lei.

A definição pelo modelo totalmente presencial ocorre em meio a uma escalada de casos de Covid-19 na capital, após as festas de fim de ano e a confirmação de transmissão comunitária da variante ômicron, mais contagiosa. A Secretaria de Saúde do DF disse que espera uma “explosão” de casos até fevereiro na capital.

Desde 3 de novembro de 2021, estudantes da rede pública já estavam assistindo a aulas no modelo 100% presencial. A modalidade se estendeu por mais de um mês, até o fim do ano letivo.

Antes disso, em agosto, as atividades passaram a ocorrer de forma híbrida, com metade dos alunos em sala de aula e metade em aulas remotas. Os grupos se alternavam a cada semana.

Já entre abril de 2020 e julho de 2021, as atividades ocorreram de forma totalmente remota, por conta da pandemia.

Vacinação de crianças

Desde setembro de 2021, adolescentes de 12 a 17 anos podem se vacinar contra a Covid no DF. Além disso, a capital pretende iniciar a imunização de crianças de 5 a 11 anos ainda este mês, caso o Ministério da Saúde (MS) cumpra a promessa de enviar as doses da Pfizer.

A Secretaria de Educação não pretende cobrar a imunização, que não é obrigatória. A pasta não detalhou os motivos para a decisão.

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