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	<title>DICAS DE NUTRIÇÃO &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<description>SUA FONTE DE INFORMAÇÃO SEGURA SOBRE SAÚDE</description>
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	<title>DICAS DE NUTRIÇÃO &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Valeriana: para que serve, indicação e efeitos colaterais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2021 14:02:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DICAS DE NUTRIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[ANSIEDADE]]></category>
		<category><![CDATA[CHÁ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba mais sobre a valeriana, planta medicinal famosa por seu efeito calmante A valeriana, também conhecida como erva-dos-gatos, é uma planta medicinal muito antiga, mas apenas recentemente conquistou espaço e respeito entre os cientistas. Após estudos, foi comprovada a eficácia do uso de valeriana no combate à insônia, sendo, hoje, muito utilizada como medicamento fitoterápico. Além disso, a erva é &#8230;</p>
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<h1>Saiba mais sobre a valeriana, planta medicinal famosa por seu efeito calmante</h1>



<p>A <strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Valeriana" target="_blank" rel="noreferrer noopener">valeriana</a></strong>, também conhecida como erva-dos-gatos, é uma planta medicinal muito antiga, mas apenas recentemente conquistou espaço e respeito entre os cientistas. Após estudos, foi comprovada a eficácia do uso de <strong>valeriana</strong> no combate à <strong>insônia</strong>, sendo, hoje, muito utilizada como medicamento <strong>fitoterápico</strong>. Além disso, a erva é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) por seus benefícios contra a <strong><a href="https://www.ecycle.com.br/component/content/article/37-tecnologia-a-favor/5648-estimulaasao-cerebral-profunda-pode-ser-alternativa-contra-ansiedade.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ansiedade</a></strong>. Não à toa, seu nome científico é derivado do latim <em>valere</em>, que significa “ter saúde”.</p>



<p>Por possuir propriedades sedativas e relaxantes, a&nbsp;<strong>valeriana</strong>&nbsp;<strong>serve</strong>&nbsp;como um&nbsp;<strong>calmante natural</strong>&nbsp;contra a&nbsp;<strong>depressão</strong>&nbsp;e o&nbsp;<strong>estresse</strong>, e é indicada para outros inúmeros sintomas, dentre eles:</p>



<ul><li>Reações histéricas</li><li>Hiperatividade</li><li>Cãibras</li><li>Dermatoses pruriginosas</li><li>Convulsões</li><li>Enxaquecas e dores de cabeça</li><li>Crises epiléticas</li><li>Cólicas menstruais e sintomas da menopausa</li><li>Ataques de pânico</li><li>Neurastenia</li><li>Arritmia cardíaca</li></ul>



<p>Ela também é muito utilizada no tratamento de&nbsp;<strong>doenças crônicas</strong>, como a&nbsp;<a href="https://www.ecycle.com.br/3916-doenca-celiaca" target="_blank" rel="noreferrer noopener">doença celíaca</a>, o transtorno de déficit de atenção, a síndrome de fadiga crônica e a&nbsp;<a href="https://www.ecycle.com.br/7643-doenca-de-chron.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">doença de Crohn</a>&nbsp;(inflamação crônica no estômago), e até mesmo para controlar vícios, como o tabagismo e o alcoolismo, já que os componentes da&nbsp;<strong>valeriana</strong>&nbsp;ajudam a combater a&nbsp;<strong>ansiedade</strong>&nbsp;e a insônia decorrentes da&nbsp;<strong>abstinência</strong>.</p>



<p>A erva&nbsp;<strong>valeriana</strong>&nbsp;não tem um cheiro muito agradável ao olfato humano, diferente do que ocorre com os felinos &#8211; o nome popular “<strong>erva-dos-gatos</strong>” deve-se ao efeito de euforia que a planta causa nesses animais (é indicado evitar deixar a planta próxima a eles). Desse modo, a raiz e o rizoma da&nbsp;<strong>valeriana</strong>&nbsp;são as partes mais utilizadas para o consumo humano. Dessas partes, são feitos suplementos, chás, cápsulas e comprimidos, que podem ser encontrados em lojas de produtos naturais, farmácias de manipulação ou feiras livres.</p>



<h3>Contraindicações da planta</h3>



<p>Apesar dos seus benefícios comprovados, é preciso buscar uma orientação médica antes de iniciar o seu uso. As reações são variadas e algumas pessoas ficam sedadas mesmo com uma dose baixa. Em outras, a erva&nbsp;<strong>valeriana</strong>&nbsp;pode provocar um efeito estimulante. A superdosagem pode ter efeitos colaterais tais como náuseas, tonturas, vômitos, fadiga e indisposição gastrointestinal.</p>



<p>Não é aconselhável misturá-la com álcool, outros medicamentos sedativos ou outras plantas semelhantes (como erva catnip, lúpulo, melatonina ou&nbsp;<a href="https://www.ecycle.com.br/6328-salvia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sálvia</a>), pois dessa forma seu efeito pode ser intensificado e gerar&nbsp;<strong>sonolência</strong>.</p>



<p>A <strong>valeriana</strong> também não é indicada para grávidas, pessoas que possuem alergias respiratórias e crianças menores de três anos. Além disso, a <strong>valeriana</strong> não deve ser utilizada por tempo prolongado, independente da forma como for consumida. É recomendado o período de quatro a seis semanas para completar o tratamento, mas sempre <strong>consulte uma médica ou médico</strong> para saber o que ele pensa a respeito do uso para o seu caso.</p>



<p>Fonte: ECycle</p>
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		<title>Machucou a pele? Veja mais de 20 alimentos que ajudam na cicatrização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 12:43:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DICAS DE NUTRIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[CICATRIZAÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com propriedades funcionais, eles combatem a inflamação e ajudam na formação do novo tecido. Saiba também como cuidar da pele após o ferimento e como ocorre o processo de cicatrização no corpo humano shutterstockOs alimentos que ajudam na cicatrização possuem propriedades funcionais; veja lista Qualquer lesão na pele, mesmo que superficial, gera uma resposta imediata &#8230;</p>
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<h2 id="noticia-olho">Com propriedades funcionais, eles combatem a inflamação e ajudam na formação do novo tecido. Saiba também como cuidar da pele após o ferimento e como ocorre o processo de cicatrização no corpo humano</h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://statig0.akamaized.net/bancodeimagens/bm/g3/q7/bmg3q7csecsoxfpu0nvki3gla.jpg" alt="Os alimentos que ajudam na cicatrização possuem propriedades funcionais; veja lista"/><figcaption>shutterstockOs alimentos que ajudam na cicatrização possuem propriedades funcionais; veja lista</figcaption></figure>



<p>Qualquer lesão na pele, mesmo que superficial, gera uma resposta imediata do corpo. Esse processo é encarado pelo organismo como uma agressão que, como consequência, traz uma inflamação. Além dos medicamentos normalmente usados para estimular o tratamento, é importante saber que há alguns alimentos que ajudam na cicatrização da pele.Continua após a publicidade</p>



<p>A nutricionista funcional Luciana Harfenist dá a receita: apostar nas propriedades funcionais dos&nbsp;<strong>alimentos que ajudam na cicatrização</strong>&nbsp;, ou seja, optar pelos que são mais ricos em nutrientes, e reduzir, ao máximo, os industrializados. “Somos feitos de nutrientes. O sangue, por exemplo, é uma proteína. Se não damos nutrientes para o corpo, como ele vai funcionar adequadamente?”, questiona ela.</p>



<h3>Veja a seguir alguns alimentos que ajudam na cicatrização da pele:</h3>



<h3>Frutas cítricas&nbsp;</h3>



<p>São ricas em betacaroteno (antioxidante) e vitamina C, que tem ação na formação das fibras de colágeno e, com sua ausência, aumenta os riscos de hemorragias e de ruptura cicatricial. Por isso, aposte em laranja, abacaxi, limão, caju, pêssego, tangerina e ameixa.</p>



<h3>Frutas vermelhas&nbsp;</h3>



<p>Contêm flavonoides, que protegem as paredes dos vasos sanguíneos e combatem o processo inflamatório.&nbsp;Além disso, morango, amora, framboesa e cereja, por exemplo, possuem um antioxidante natural capaz de reforçar a defesa do corpo contra as infecções e, ainda, manter a elasticidade da pele.</p>



<h3>Brócolis, repolho e couve&nbsp;</h3>



<p>Além de ricas em antioxidantes, contêm compostos enxofrados bioativos, que auxiliam na desintoxicação do fígado – isso é bom para quem recebeu anestesia ou está tomando remédios contra inflamações e infecções.&nbsp;</p>



<h3>Farinha de linhaça e semente de chia&nbsp;</h3>



<p>São ricos em ômega 3, um tipo de ácido graxo (gordura), que estimula a resposta imunológica do corpo e ajuda a modular a&nbsp;<a href="http://saude.ig.com.br/minhasaude/primeirossocorros/ferida-inflamada/ref1237829369951.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inflamação</a>&nbsp;.&nbsp;</p>



<h3>Alimentos com vitaminas A e B</h3>



<p>A vitamina A evita a ação prejudicial dos corticoides nas cicatrizes, assim como a vitamina B. O cobre, o ferro e o zinco são elementos envolvidos em várias etapas da cicatrização e, portanto, necessários. Invista em ovo, manga, cenoura, fígado, agrião, salmão, batata e leite. O importante é manter uma dieta saudável e balanceada. &nbsp;<a href="https://infogram.com/6aa1dd76-9e34-4de7-9026-380295a60bf2" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alimentos que melhoram a cicatrização da pele</a><br><a href="https://infogram.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Infogram</a></p>



<h3>Cortei a pele, e agora?</h3>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://statig2.akamaized.net/bancodeimagens/2i/17/w8/2i17w85gm4kc6lrvupgb4pq6z.jpg" alt="Em casos mais superficiais, o ideal é lavar o ferimento com água e sabão para evitar infecções "/><figcaption>shutterstockEm casos mais superficiais, o ideal é lavar o ferimento com água e sabão para evitar infecções</figcaption></figure>



<p>Todo ferimento deve ser limpo o mais rápido possível, com água corrente e sabão. Em caso de sangramento intenso, deve-se fazer uma compressão com pano limpo e seco por cerca de três minutos. Se o ferimento tiver sido mais profundo, ou seja, ultrapassado a derme, é necessário tratá-lo até seis horas após o trauma para que não haja infecção. As opções são pontos cirúrgicos, pontos falsos ou colas cirúrgicas.</p>



<p>O Dr. Breno Knop, cirurgião plástico do Hospital Samaritano Higienópolis, em São Paulo, explica que, caso esses ferimentos não tenham suas bordas aproximadas, desencadearão um processo chamado de&nbsp;<strong>cicatrização por segunda intenção</strong>&nbsp;, em que o ferimento é reparado de dentro para fora, gerando cicatrizes irregulares e grosseiras.Continua após a publicidade</p>



<p>Conforme alerta o especialista, é importante não remover fragmentos de pele ou tecido, que podem ser necessários na reparação do ferimento. “A remoção pode deixar sequelas funcionais ou estéticas. O médico poderá avaliar a viabilidade desses tecidos durante o atendimento inicial”, informa.</p>



<h3>Cicatrização</h3>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://statig0.akamaized.net/bancodeimagens/86/rz/p4/86rzp4iy0xhrfghwxi6mb8icb.jpg" alt="A cicatrização tem como objetivo restabelecer a integridade da região que sofreu alguma agressão"/><figcaption>shutterstockA cicatrização tem como objetivo restabelecer a integridade da região que sofreu alguma agressão</figcaption></figure>



<p>Depois que a derme é&nbsp;<strong>ferida</strong>&nbsp;, ocorre a cicatrização, mecanismo de defesa do organismo que tem como objetivo restabelecer a integridade da região que sofreu alguma agressão. “O processo se inicia imediatamente após a pele ser lesada e pode continuar por seis meses até um ano”, relata o cirurgião plástico.</p>



<p>Ela ainda é divida em quatro&nbsp;<strong>fases</strong>&nbsp;:</p>



<h3>1. Inflamatória</h3>



<p>Tem início assim que ocorre um ferimento. Dessa forma, a perda da integridade da pele desencadeia a liberação de substâncias químicas que atraem as células de defesa do organismo, que, por sua vez, “limpam” a ferida e coordenam a reestruturação do tecido.</p>



<h3>2. Epitelização</h3>



<p>Essa fase é responsável por evitar a penetração das bactérias e a perda de líquidos corporais, como o sangue. Ela começa após o período de 48 a 72 horas do ferimento, através de uma intensa proliferação das células epiteliais, que só param de se multiplicar quando encontram outra célula semelhante &#8211; fenômeno chamado de inibição por contato. Aqui, o importante é fazer a limpeza do ferimento e manter a superfície úmida.</p>



<h3>3. Fibroplasia</h3>



<p>A partir do 2º ou 3º dia, surge o fibroblasto, célula que libera colágeno, essencial para a regeneração da área que está passando pelo processo de cicatrização. Outra célula produzida nessa etapa é o miofibroblasto, que tem como objetivo retrair a cicatriz e, com isso, aproximar as bordas do ferimento. Outra característica dessa fase é a formação de novos vasos sanguíneos para trazer nutriente e oxigênio ao local ferido.</p>



<h3>4. Remodelação</h3>



<p>Essa é a última e a mais longa etapa, com duração de 21 dias a até um ano. A força da ferida melhora gradativamente, atingindo 20% da força da pele íntegra nas primeiras três semanas e cerca de 80% no final da cicatrização. A cicatriz nunca atingirá a mesma força de uma pele íntegra e, por isso, há alguns desequilíbrios que podem acontecer, como as queloides, cicatriz que tem como características ser grossa, saliente e endurecida. </p>



<p>Após entender as fases da cicatrização, é importante saber que, além dos cuidados médicos, vale apostar nos alimentos que ajudam na cicatrização. O Dr. Breno Knop ressalta que o processo necessita de vários elementos (proteínas, vitaminas, oligoelementos) para ocorrer de forma eficaz. Continua após a publicidade</p>



<p>Fonte: Saúde IG</p>
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		<title>Qual é a dieta que mais faz bem ao coração?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 14:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DICAS DE NUTRIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[CORAÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante de novos estudos, médico discute quais nutrientes devem ser priorizados e os princípios de um cardápio bem-vindo à saúde cardiovascular Legumes e verduras são preconizados pelos seus efeitos protetores ao sistema cardiovascular.&#160;Foto: Veja Saúde/SAÚDE é Vital Por meio de observação empírica, o homem foi descobrindo, ao longo dos séculos, que alguns alimentos eram melhores &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2>Diante de novos estudos, médico discute quais nutrientes devem ser priorizados e os princípios de um cardápio bem-vindo à saúde cardiovascular</h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://saude.abril.com.br/wp-content/uploads/2021/03/dieta-cora%C3%A7%C3%A3o.jpg" alt="foto de prato de legumes e verduras em formato de coração"/><figcaption>Legumes e verduras são preconizados pelos seus efeitos protetores ao sistema cardiovascular.&nbsp;Foto: Veja Saúde/SAÚDE é Vital</figcaption></figure>



<p>Por meio de observação empírica, o homem foi descobrindo, ao longo dos séculos, que alguns alimentos eram melhores do que outros para sua saúde e disposição. A capacidade de examinar e correlacionar a qualidade e a quantidade dos ingredientes com&nbsp;<strong>o bem-estar e a expectativa de vida</strong>&nbsp;permitiu inclusive iluminar o elo entre a dieta e o estado cardiovascular. E a ciência, claro, colocou tudo isso em outro patamar de confiança.</p>



<p>A soma das evidências dos estudos hoje permite que identifiquemos fatores de risco e a&nbsp;<strong>influência dos hábitos alimentares na saúde do coração</strong>. Isso nos dá a possibilidade de intervir mais precocemente, prevenindo eventos potencialmente fatais como infarto e derrame cerebral, e estender a longevidade.</p>



<p>Na realidade, as pesquisas nos mostram modelos de estilo de vida que não se resumem aos alimentos em si, mas contemplam também fatores culturais e geográficos. Um bom exemplo é a&nbsp;<strong>dieta mediterrânea</strong>. Pode até parecer simples, mas a estreita ligação entre cardápio e fatores socioeconômicos, religiosos e até climáticos torna difícil responder à pergunta: qual é a melhor dieta para o coração?</p>



<p>Amparados em estudos populacionais feitos ao longo das últimas décadas, assim como em pesquisas sobre as propriedades dos alimentos, chegamos a uma direção lógica que nos permite dar alguns conselhos gerais sobre o menu bem-vindo à longevidade cardiovascular. Esses conselhos convivem com uma profusão de outros indícios e mesmo&nbsp;<strong>modismos</strong>&nbsp;e atitudes radicais que nem sempre prezam pela saúde.</p>



<p>Em 2020, um importante estudo liderado por pesquisadores italianos, o&nbsp;<a href="https://www.nature.com/collections/jceighdiej">Opera (Obesity Program of Education, Research and Assessment),&nbsp;</a>reuniu evidências sobre quais grupos alimentares devem ser mais ou menos priorizados pensando na saúde do coração. Resumindo os achados, podemos dizer que esse trabalho pede para prestarmos atenção no seguinte:</p>



<p><strong>Carboidrato:&nbsp;</strong>a redução de 20-25% na quantidade de carboidratos simples (arroz branco, macarrão, batata…) num período de seis meses ajuda a baixar os níveis de gordura no sangue,&nbsp;<a href="http://saude.abril.com.br/tudo-sobre/hipertensao">a pressão arterial</a>&nbsp;e o peso corporal.</p>



<p><a href="https://saude.abril.com.br/alimentacao/o-que-e-gordura-saturada-quanto-consumir/"><strong>Gordura saturada:&nbsp;</strong></a>é a gordura da carne vermelha e de boa parte dos produtos industrializados. Ela aumenta as taxas do colesterol ruim (LDL), favorece o desenvolvimento do diabetes e eleva o risco de entupimento nos vasos sanguíneos, a despeito do peso.</p>



<p><strong>Açúcar refinado:&nbsp;</strong>o risco de ter sobrepeso ou&nbsp;<a href="http://saude.abril.com.br/tudo-sobre/obesidade">obesidade</a>&nbsp;aumenta em cerca de 15% se você adicionar mais de uma colher de açúcar ao seu dia. Não deveríamos ingerir mais que 5 gramas do ingrediente. O abuso faz subir o peso e os níveis de triglicérides.</p>



<p><strong>Fibras:&nbsp;</strong>pessoas que ingerem regularmente alimentos ricos em fibras, como frutas e verduras, apresentam uma redução de mais de 20% no risco de desenvolver doenças cardiovasculares. O aporte ideal de fibras promove maior eliminação do colesterol e inibe processos inflamatórios que agridem o corpo.</p>



<p><strong>Ômega-3:&nbsp;</strong>a gordura poli-insaturada, que abunda em pescados de água fria, tem propriedades cardioprotetoras, entre elas diminuição do triglicérides e defesa anti-inflamatória do endotélio, a camada que reveste internamente os vasos.CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE</p>



<p><strong>Antocianinas:&nbsp;</strong>são compostos que conferem cor vermelha ou roxa aos vegetais (morango, uva, cereja etc.). Também estão relacionados a melhor controle das gorduras pela circulação.</p>



<p><strong>Vitaminas:</strong> embora os estudos não sejam conclusivos, os cientistas italianos relatam benefícios das vitaminas C e E nesse contexto. Fornecidas por alimentos de origem vegetal, elas têm efeito antioxidante. Deficiências podem aparecer com o envelhecimento.</p>



<p>Juntando esses dados com outras pesquisas focadas na saúde cardiovascular, chegamos a alguns modelos de dieta que se mostram proveitosos para o coração. Eu destacaria:</p>



<p><strong>Dieta mediterrânea:&nbsp;</strong>preza pelo consumo de frutas, legumes, verduras, cereais, azeite e peixes.&nbsp;<a href="https://saude.abril.com.br/podcast/por-que-devemos-comer-menos-carne-podcast/">E pede restrição a carne vermelha</a>, gordura saturada e açúcar refinado. Tem resultados contra obesidade, diabetes, pressão e colesterol altos. As sociedades americana e europeia de cardiologia defendem fortemente a implementação desse cardápio como forma de prevenir problemas cardiovasculares.</p>



<p><strong>Dash&nbsp;(Dietary Approaches to Stop Hypertension):</strong>&nbsp;traduzindo do inglês, é uma dieta criada para controlar a hipertensão. Foca nos vegetais e promove redução no consumo do sal. Ao baixar a pressão arterial, ajuda a afastar perigos como infarto e AVC.</p>



<p><strong>Dieta vegetariana:</strong>&nbsp;não se pode questionar seu valor para o coração. Um estudo da Universidade de Oxford, na Inglaterra, mostra que ela reduz em até 30% os eventos cardiovasculares. Mas o ideal é individualizar a adoção do cardápio, e contar com orientação especializada, a fim de ponderar e evitar carências nutricionais.</p>



<p>Outras dietas, como a&nbsp;<a href="https://saude.abril.com.br/alimentacao/dieta-cetogenica/"><strong>cetogênica</strong></a>, vêm recebendo atenção dos cientistas nos últimos tempos — nesse caso, a combinação do teor elevado de gorduras e baixo consumo de carboidratos parece contribuir para controle do peso e dos níveis de lípides no sangue. E vamos aguardar o que estudos mais longos e robustos têm a nos dizer a respeito.</p>



<p>De um modo geral, fica claro que existem modelos dietéticos capazes de resguardar a saúde cardiovascular. No entanto, devemos ter em mente que a dieta isolada não garante o sucesso da empreitada. Cada pessoa tem&nbsp;<strong>particularidades genéticas e diferentes necessidades do ponto de vista energético e nutricional</strong>. Além disso, outros elementos do estilo de vida contam pontos.</p>



<p>No mundo ideal, personalizaríamos os ajustes na alimentação de cada um. Mas, se me perguntarem com qual dieta eu fico pensando no coração, juntando os dados da literatura médica com a experiência profissional, eu diria que a dieta mediterrânea é um ótimo modelo. E, para que ela traga bons resultados, não devemos descuidar do acompanhamento médico, da atividade física e de outros itens que compõem um estilo de vida saudável.</p>



<p><em>* Edmo Atique Gabriel é cardiologista e cirurgião cardíaco, professor universitário e palestrante</em></p>



<p>Fonte: <em>Veja Saúde</em></p>
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		<title>Chá de hibisco ajuda a emagrecer e melhora a saúde; conheça os benefícios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2021 12:15:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DICAS DE NUTRIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[CHÁ]]></category>
		<category><![CDATA[CHÁ DE HIBISCO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As flores de hibisco se destacam pelo aroma agradável e por dar origem ao chá queridinho de quem quer levar um estilo de vida saudável. A infusão é preparada a partir do botão seco da Hibiscus sabdariffa (nome científico da planta, que também é conhecida como vinagreira). A bebida tem sido utilizada como ingrediente medicinal &#8230;</p>
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<p>As flores de hibisco se destacam pelo aroma agradável e por dar origem ao chá queridinho de quem quer levar um estilo de vida saudável. A infusão é preparada a partir do botão seco da Hibiscus sabdariffa (nome científico da planta, que também é conhecida como vinagreira).</p>



<p>A bebida tem sido utilizada como ingrediente medicinal durante séculos. E estudos recentes também comprovam que tanto o chá quanto o extrato da planta de hibisco são grandes aliados na hora de prevenir doenças.</p>



<p>O chá de hibisco ficou conhecido principalmente por quem quer perder peso. Mas, devido as suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, a bebida é indicada para aquelas pessoas que não abrem mão do bem-estar e de qualidade de vida.</p>



<p>A bebida não contém calorias e pode ser servida quente ou gelada. Confira detalhes sobre os benefícios:</p>



<p><strong>1. Diminui a pressão arterial </strong></p>



<p>A pressão alta geralmente acontece quando os vasos em que o sangue circula se contraem. Essa situação pode causar problemas cardíacos como infartos ou acidente vascular cerebral (AVC). No Brasil, estima-se que existam cerca de 30 milhões de hipertensos, de acordo com o Ministério da Saúde.</p>



<p>A boa notícia é que vários estudos já comprovaram que o chá de hibisco reduz a pressão arterial. Isso ocorre devido as antocianinas encontradas no hibisco, que são responsáveis pelos efeitos anti-hipertensivos. O teor elevado desses compostos no alimento, além da presença de ácidos orgânicos, vitaminas e minerais, ajuda a prevenir o estresse oxidativo das células, ajudando no controle das doenças cardiovasculares.</p>



<p>Uma pesquisa divulgada no The Journal of Nutrition estudou 65 pessoas com hipertensão que tomaram chá de hibisco ou placebo por seis semanas. Aqueles que consumiram a bebida tiveram uma diminuição significativa na pressão arterial.</p>



<p><strong>2. Ajuda a perder peso </strong></p>



<p>Um dos benefícios mais conhecidos do chá de hibisco é contribuir para o emagrecimento. Algumas pesquisas indicam que o chá foi capaz de reduzir a criação de células de gordura, ou seja, evita o acúmulo de gordura no corpo. Dentre as substâncias antioxidantes presentes no chá estão os flavonoides e antocianinas, que contribuem para evitar esse problema.</p>



<p>Ao diminuir este processo, o chá de hibisco contribui para que menos gordura fique acumulada na região do abdômen e nos quadris. O hibisco também bloqueia a produção de amilase, uma enzima que transforma o amido em açúcar. Lembrando que para que o chá de hibisco seja efetivo na redução de peso é importante vincular o consumo a um plano alimentar equilibrado, além da prática frequente de atividade física.</p>



<p><strong>3. Controla o colesterol </strong></p>



<p>Consumir regularmente o chá de hibisco reduz os níveis de colesterol no sangue e os triglicerídeos em pessoas com diabetes e síndrome metabólica (conjunto de doenças relacionadas a obesidade e aumento da pressão, colesterol e glicemia).</p>



<p>O Journal of Traditional and Complementary Medicine divulgou um estudo que avaliou 60 pessoas com diabetes que consumiram o chá de hibisco ou chá preto. Foi comprovado que aqueles que ingeriram o chá de hibisco tiveram um aumento do colesterol &#8220;bom&#8221; (HDL) e diminuição do colesterol &#8220;ruim&#8221; e triglicérides.</p>



<p>Já no caso de pessoas com a síndrome metabólica, uma pesquisa da Universidade de Guadalajara (México) comprovou que quem ingeriu 100 mg de extrato de hibisco diariamente teve uma diminuição do colesterol total e um aumento do colesterol &#8220;bom&#8221;.</p>



<p><strong>4. Melhora a saúde do fígado </strong></p>



<p>Alguns estudos realizados em humanos e animais mostram que o consumo do chá de hibisco melhora a saúde do fígado, pois aumenta as enzimas desintoxicantes e reduz os danos ao órgão. De acordo com uma pesquisa divulgada no The Journal of Functional Foods, tomar o extrato de hibisco por 12 semanas melhorou a esteatose hepática em 19 pessoas com sobrepeso. O problema de saúde ocorre quando há gordura em excesso no fígado e causa a insuficiência hepática &#8211;quando o órgão deixa de realizar suas funções como a desintoxicação do organismo.</p>



<p><strong>5. Evita a retenção de líquido </strong></p>



<p>O corpo humano pode reter água em excesso, causando inchaços que incomodam bastante. O chá de hibisco é rico em quercetina, substância que possui ação diurética, ou seja, aumenta a produção da urina ao longo do dia. Seu consumo, elimina assim, uma maior quantidade de toxinas e de água retida pelo corpo.</p>



<p><strong>Benefícios em estudo </strong></p>



<p><strong>&#8211; Previne envelhecimento precoce</strong>: o chá de hibisco é rico em antioxidantes. Por isso, ajuda a prevenir doenças causadas pelo acúmulo de radicais livres, que causam danos às células e acarreta envelhecimento precoce. Um estudo da Universidade de Ilorin (Nigéria) realizou uma pesquisa com ratos e comprovou que o extrato de hibisco aumentou o número de enzimas antioxidantes e reduziu os efeitos nocivos dos radicais livres em até 92%. Mas ainda são necessários estudos para comprovar se o chá de hibisco proporciona esse benefício em humanos.</p>



<p><strong>&#8211; Afasta o risco de câncer</strong>: mais uma vez os antioxidantes, principalmente as antocianinas podem diminuir o risco de câncer. Muitos estudos realizados em tubos de ensaio apontam que a inclusão de alimentos antioxidantes contribui para a prevenção de muitas doenças, incluindo o câncer. Uma pesquisa divulgada na Nutrition Cancer mostrou que o extrato de hibisco prejudicou o crescimento celular e reduziu as chances de câncer de boca e de mieloma múltiplo (câncer raro de sangue). Além disso, um estudo realizado também em tubos de ensaio divulgou que o alimento inibe as células cancerígenas do estômago em até 52%.</p>



<p><strong>Riscos e contraindicações </strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://conteudo.imguol.com.br/c/entretenimento/ac/2019/01/18/flores-de-hibisco-desidratadas-1547831015647_v2_750x421.jpg" alt="Flores de hibisco desidratadas - iStock - iStock"/><figcaption>Imagem: iStock</figcaption></figure>



<p>O chá de hibisco reduz os níveis de estrogênio no organismo, por isso, não é indicado para pessoas que fazem terapia de reposição hormonal (TRH) ou tomam pílulas anticoncepcionais. Além disso, ele também altera a fertilidade, pois inibe a ovulação temporariamente.</p>



<p>Não é recomendado o uso durante a gestação ou para lactantes, uma vez que há alteração no equilíbrio hormonal e o chá de hibisco atua sobre a musculatura do útero, podendo levar a um aborto e há também o risco de mutações genéticas.</p>



<p>Deve-se evitar o consumo do chá de hibisco durante à noite, para que não ocorra queda na qualidade do sono. Por ter ação diurética, o chá de hibisco causa eliminação contínua de potássio e outros eletrólitos, não se tornando recomendável para pessoas com doenças cardíacas grave, que necessitam de níveis adequados desse mineral. O consumo excessivo de chá causa efeitos indesejáveis como dor de cabeça, náuseas, hipotensão, câimbras e problemas relacionados ao fígado.</p>



<p>Assim como acontece com outros chás de ervas, o de hibisco pode interferir na eficácia de alguns medicamentos, principalmente anti-hipertensivos e o paracetamol. Sendo assim, antes de consumir o chá de hibisco, é importante consultar um médico.</p>



<p><strong>Como consumir o chá de hibisco </strong></p>



<p>A recomendação dos especialistas é consumir de uma a duas xícaras de 200 ml de chá de hibisco por dia. A melhor forma de preparo é a infusão. Coloque uma colher de sopa da planta seca em 1 litro de água quente e deixe repousar entre 5 a 10 minutos e depois coe. Mantenha, de preferência, em um recipiente de vidro ou cerâmica.</p>



<p>Se preferir gelado, conserve na geladeira por no máximo 6h. Porém, o ideal é sempre tomar logo após o preparo, para não perder suas propriedades. O chá de hibisco não deve ser adoçado com açúcar ou com adoçantes artificiais.</p>



<p>Fontes: Marisa Diniz Graça, nutricionista do Hospital Leforte; Marisa Resende Coutinho, nutricionista da Rede de Hospitais São Camilo; e Thalita Fialho, professora de Nutrição da FMP/Fase (RJ).</p>



<p>Fonte: <em>UOL: VIVA BEM</em></p>
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		<title>10 maneiras de seguir uma alimentação saudável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2021 11:28:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DICAS DE NUTRIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃÕ SAUDÁVEL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira dicas acessíveis para prevenir por meio da alimentação saudável enfermidades em ascensão como a obesidade, o diabetes e outras doenças crônicas No Dia Mundial da Alimentação, comemorado em 16 de outubro, o Saúde Brasil compartilha os ensinamentos do&#160;Guia alimentar para a população brasileira, que traz informações confiáveis para que os brasileiros de todas as &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2>Confira dicas acessíveis para prevenir por meio da alimentação saudável enfermidades em ascensão como a obesidade, o diabetes e outras doenças crônicas</h2>



<p>No Dia Mundial da Alimentação, comemorado em 16 de outubro, o Saúde Brasil compartilha os ensinamentos do&nbsp;<a href="http://dab.saude.gov.br/portaldab/biblioteca.php?conteudo=publicacoes/guia_alimentar2014">Guia alimentar para a população brasileira</a>, que traz informações confiáveis para que os brasileiros de todas as classes sociais possam fazer as melhores escolhas alimentares.</p>



<p>Em destaque, a publicação do&nbsp;<a href="http://portalms.saude.gov.br/">Ministério da Saúde</a>&nbsp;indica priorizar o consumo de comida de verdade (quando reconhecemos os alimentos e os ingredientes) e evitar os alimentos ultraprocessados, uma das causas de enfermidades em ascensão no Brasil e no mundo, como a obesidade, o diabetes e outras doenças crônicas relacionadas à alimentação.</p>



<p>A regra de ouro é: descasque mais e desembale menos.</p>



<h2><strong>Confira nossas 10 dicas para uma alimentação saudável e adequada:</strong></h2>



<h3><strong>1. Faça dos alimentos in natura ou minimamente processados a base da alimentação</strong></h3>



<p>Predominantemente de origem vegetal, são a base ideal para uma alimentação nutricionalmente balanceada, saborosa, culturalmente apropriada e promotora de um sistema alimentar sustentável. Inclui variedades de todos os tipos de grãos, raízes, tubérculos, farinhas, legumes, verduras, frutas, castanhas, leite, ovos e carnes. Também inclui variedades dentro de cada tipo de feijão, arroz, milho, batata, mandioca, tomate, abóbora, laranja, banana, frango, peixes etc.</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="In natura, processados e ultraprocessados: conheça os tipos de alimento" width="618" height="348" src="https://www.youtube.com/embed/sNzFuAxYzm8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h3><strong>2. Utilize óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades</strong></h3>



<p>Utilizados com moderação ao temperar e cozinhar alimentos in natura ou minimamente processados, esses ingredientes contribuem para tornar a alimentação mais saborosa sem torná-la nutricionalmente desbalanceada.</p>



<h3><strong>3. Limite o consumo de processados</strong></h3>



<p>Ingredientes e métodos usados na fabricação de alimentos como conservas de legumes, compota de frutas, pães e queijos alteram de modo desfavorável a composição nutricional dos alimentos dos quais derivam. Podem ser consumidos (em pequenas quantidades) como ingredientes de preparações culinárias ou parte de refeições baseadas em alimentos in natura ou minimamente processados.</p>



<h3><strong>4. Evite o consumo de ultraprocessados</strong></h3>



<p>O consumo de ultraprocessados é desencorajado por diversos motivos: são nutricionalmente desbalanceados, favorecem o consumo excessivo de calorias, contém aditivos industriais e excesso de gordura, açúcar, sódio, entre outras substâncias nocivas à saúde. São produtos como biscoitos doces e salgados, sucos em pó, refrigerantes, temperos prontos, embutidos, salgadinhos de pacote e guloseimas, entre outros.</p>



<p><strong>DICA:</strong>&nbsp;De acordo com a cartilha&nbsp;<a href="http://dab.saude.gov.br/portaldab/biblioteca.php?conteudo=publicacoes/alimentacao_cardioprotetora">Alimentação cardioprotetora</a>, uma boa forma de identificar um alimento ultraprocessado é observar a lista de ingredientes na embalagem do produto. Em geral, se são descritos&nbsp;<strong>cinco</strong>&nbsp;ingredientes ou mais, o alimento é classificado como ultraprocessado, especialmente quando os ingredientes são basicamente formulações industriais ou com nomes desconhecidos.&nbsp;<a href="http://saudebrasil.saude.gov.br/eu-quero-me-alimentar-melhor/destaques/1342-atencao-aos-alimentos-que-parecem-saudaveis-mas-nao-sao">Confira aqui.</a></p>



<h3><strong>5. Coma com regularidade e atenção, em ambientes apropriados, sempre que possível, com companhia</strong></h3>



<p>Procure fazer suas refeições em horários semelhantes todos os dias e evite “beliscar” nos intervalos entre as refeições. Coma sempre devagar e desfrute o que está comendo, sem se envolver em outra atividade. Procure comer em locais limpos, confortáveis e tranquilos e onde não haja estímulos para o consumo de quantidades ilimitadas de alimento. Sempre que possível, coma em companhia e amplie o desfrute o prazer da alimentação.</p>



<h3><strong>6. Faça compras em locais que ofertem variedades de alimentos in natura ou minimamente processados</strong></h3>



<p>Procure fazer compras de alimentos em mercados, feiras livres e feiras de produtores e outros locais que comercializam variedades de alimentos in natura ou minimamente processados. Prefira verduras e frutas da estação e cultivados localmente. Sempre que possível, adquira alimentos orgânicos e de base agroecológica, de preferência diretamente dos produtores.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://saudebrasil.saude.gov.br/images/Artigos/meio-de-texto---10-maneiras.jpg" alt=""/><figcaption><em>Foto: Rodrigo Nunes</em></figcaption></figure>



<p><strong>7. Desenvolva, exercite e partilhe habilidades culinárias</strong></p>



<p>Se você tem habilidades culinárias, procure desenvolvê-las e partilhá-las, principalmente com crianças e jovens, sem distinção de gênero. Se você não tem habilidades culinárias, procure adquiri-las. Para isso, converse com as pessoas que sabem cozinhar, peça receitas a familiares, amigos e colegas, leia livros, consulte a internet, eventualmente faça cursos e comece a cozinhar.</p>



<h3><strong>8. Planeje o uso do tempo parar dar à alimentação o espaço que ela merece</strong></h3>



<p>Planeje as compras de alimentos, organize a despensa doméstica e defina com antecedência o cardápio da semana. Divida com os membros de sua família a responsabilidade por todas as atividades domésticas relacionadas ao preparo de refeições. Faça da preparação de refeições e do ato de comer momentos privilegiados de convivência e prazer. Reavalie como você tem usado o tempo e identifique quais atividades poderiam ceder espaço para a alimentação.</p>



<h3><strong>9. Quando estiver fora de casa, dê preferência a locais que servem refeições feitas na hora</strong></h3>



<p>No dia a dia, procure locais que servem refeições feitas na hora e a preço justo. Restaurantes de comida a quilo podem ser boas opções, assim como refeitórios que servem comida caseira em escolas ou no local de trabalho. Evite redes de fast-food.</p>



<h3><strong>10. Seja crítico quanto a informações, orientações e mensagens sobre alimentação veiculadas em propagandas</strong></h3>



<p>Lembre-se de que a função essencial da publicidade é aumentar a venda de produtos, e não informar ou, menos ainda, educar as pessoas. Avalie criticamente o que você lê, vê e ouve sobre alimentação em propagandas comerciais e estimule outras pessoas, principalmente crianças e jovens, a fazerem o mesmo.</p>



<p><strong>DICA:</strong> <a href="http://saudebrasil.saude.gov.br/eu-quero-me-alimentar-melhor/destaques/1137-fique-atento-aos-rotulos-dos-alimentos-e-saiba-identificar-os-ingredientes">Fique atento às informações em destaque na embalagem</a>, como “zero açúcar”, “livre de gorduras trans”, “natural”, “caseiro”, “igual ao da vovó”, pois isso não significa que o produto é saudável.</p>



<p>Fonte: <em>Saúde Brasil (Governo)</em></p>
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		<title>Ácido fólico protege o cérebro. Conheça os alimentos ricos com a vitamina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2021 11:54:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DICAS DE NUTRIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[ÁCIDO FÓLICO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ácido fólico é conhecido como folato ou vitamina B9. A princípio remete-se o ácido fólico ao período da gestação para evitar problemas neurais no feto, porém, o seu uso é indicado para todos. O ácido fólico faz muito bem ao cérebro, temos como exemplos os idosos, que são suscetíveis à deficiência de vitamina B9, portanto, &#8230;</p>
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<figure class="wp-block-image"><img src="https://cdn.folhape.com.br/img/pc/1100/1/dn_arquivo/2021/03/cerebro-imagem-canva.png" alt=""/></figure>



<p>O ácido fólico é conhecido como folato ou vitamina B9. A princípio remete-se o ácido fólico ao período da gestação para evitar problemas neurais no feto, porém, o seu uso é indicado para todos. O ácido fólico faz muito bem ao cérebro, temos como exemplos os idosos, que são suscetíveis à deficiência de vitamina B9, portanto, público mais vulnerável a casos demenciais e problemas com a cognição. </p>



<p>Estudos em fase inicial relacionam o declínio de vitamina B9 aos níveis elevados de homocisteína e Alzheimer, bem como a baixa concentração. A homocisteína é um aminoácido presente no organismo e, em excesso, afeta o sistema cardiovascular. Altos níveis de homocisteína endurecem os vasos, elevando a pressão arterial. Há evidências de que a vitamina B protege contra o acidente vascular cerebral (AVC). </p>



<p>O baixo índice do ácido fólico no organismo também tem sido associado à depressão e à resposta aos medicamentos antidepressivos. Claro, que o ácido fólico não substitui a terapia com psicólogo e acompanhamento pelo psiquiatra, mas pode ser um ótimo coadjuvante. Há indícios de que ele age na produção de serotonina, um neurotransmissor que garante o bom humor. </p>



<p>Outro dado interessante é que a Sociedade Americana de Câncer declarou que a vitamina previne a progressão da doença. E como vitamina do completo B, o ácido fólico, exerce papel relevante na saúde de pele, unhas e cabelos. A vitamina estimula o crescimento de unhas e cabelos, combate a acne e dermatites. </p>



<p><strong>E quais os alimentos ricos em ácido fólico? </strong></p>



<p>Todas as folhas verdes escuras, ou seja, espinafre, brócolis, couve, alface e salsa. Os cereais integrais, feijões, cogumelos, fígado de galinha, abacate, manga, laranja, tomate, melão, banana, ovo, levedo de cerveja e germe de trigo. Com um cardápio bem variado e equilibrado, pode-se adquirir a vitamina através da alimentação. Porém, em alguns casos, é preciso suplementar e o médico precisa ser consultado. </p>



<p>FONTE: FOLHAPÉ</p>
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		<title>Plantas não convencionais com alto valor nutritivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Mar 2021 13:44:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DICAS DE NUTRIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS DF]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[NUTRIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[PLANTA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Emater-DF orienta produtores do Distrito Federal a como cultivar, comercializar e consumir esse tipo de vegetação Equipes multidisciplinares de extensionistas da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) têm orientado produtores do Distrito Federal a como cultivar, comercializar e consumir plantas alimentícias não convencionais (Pancs). As Pancs são hortaliças, frutas e leguminosas que se &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2>Emater-DF orienta produtores do Distrito Federal a como cultivar, comercializar e consumir esse tipo de vegetação</h2>



<p>Equipes multidisciplinares de extensionistas da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) têm orientado produtores do Distrito Federal a como cultivar, comercializar e consumir plantas alimentícias não convencionais (Pancs).</p>



<p>As Pancs são hortaliças, frutas e leguminosas que se destacam pelo alto valor nutricional e que, por isso, têm ganhado espaço na culinária.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft"><a href="http://www.agenciabrasilia.df.gov.br/?attachment_id=260724" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img src="http://www.agenciabrasilia.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2021/01/arte-pancs-1.jpeg" alt="" class="wp-image-260724"/></a></figure></div>



<p>Elas podem ser encontradas em ambientes urbanos, rurais, quintais. Pelo desconhecimento de suas qualidades, muitas vezes são tratadas como “daninhas” ou “mato”.</p>



<p>Mas algumas, por serem naturais de determinados biomas, proliferam com abundância, o que torna seu custo de produção baixo.</p>



<p>De acordo com a nutricionista da Emater-DF Daniele Amaral, as pessoas possuem dificuldade de distinguir o mato de uma planta que pode ser consumida.</p>



<p>“A sabedoria dos antepassados sobre essas plantas também foi se perdendo e elas caíram no esquecimento. Também não há muita oferta. Hoje é mais fácil encontrar o que é produzido em larga escala, o que acabou mudando os hábitos alimentares das pessoas.”</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Não é necessária a utilização de agrotóxicos e ela se adaptada facilmente em ambientes biodiversos. Por isso, pelo fácil manejo e cultivo, são atrativas aos produtores”Adriana Nascimento, coordenadora do Programa de Olericultura da Emater-DF</p></blockquote>



<p>Entretanto, em algumas regiões do país, algumas ainda são tradicionalmente usadas na culinária local, como o jambu, no Pará, ou a vinagreira, no Maranhão.</p>



<p>No Distrito Federal, as mais comuns encontradas são ora-pro-nobis, bertalhas, beldroega, capuchinha, jacatupé, dente-de-leão, serralha, taioba, hibisco, peixinho e azedinha (Quadro em anexo).</p>



<p>Para a coordenadora do Programa de Olericultura da Emater-DF, Adriana Nascimento, além do valor regional, outra incontestável importância dessas plantas é que elas são, em sua maioria, rústicas, resilientes e adaptadas ao nosso clima, tendo baixa necessidade de água e adubação.</p>



<p>“Além disso, não é necessária a utilização de agrotóxicos e ela se adaptada facilmente em ambientes biodiversos. Por isso, pelo fácil manejo e cultivo, são atrativas aos produtores”, disse.</p>



<p>Nos últimos anos, as Pancs têm despertado cada vez mais o interesse de produtores, de pesquisadores das áreas de biologia e nutrição, de quem trabalha com gastronomia e até de quem simplesmente gosta de cozinhar em casa. Isso se dá pelos diferentes sabores e benefícios nutricionais.</p>



<p><strong>Organização Social</strong></p>



<p>No Programa de Assentamento Dirigido (PAD-DF), na região do Paranoá, um grupo de produtores, organizado pela extensionista da Emater-DF Yokohama Cabral, foi incentivado a plantar Pancs e plantas medicinais. “O cultivo dessas plantas resgata o conhecimento tradicional de uso para alimentação e saúde. Além de algumas Pancs terem seus valores nutricionais, possuem também valores terapêuticos.”</p>



<p>Yoko conta que antes da pandemia, estava desenvolvendo um trabalho de capacitação e orientação sobre formas de cultivar, colher, processar e utilizar, seguindo a legislação que aponta as plantas que tem seu uso medicinal reconhecido e permitido. “É importante resgatar esse conhecimento que antigamente era passado de geração para geração e que foi se perdendo ou que nem aconteceu em muitos casos”, afirmou.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Uso a ora-pro-nobis, feijão guandu e a moringa oleifera para complementar a alimentação das cabras. Isso ajuda a diminuir o custo com alimentação e contribui para a saúde das cabras e para a qualidade do leite”Alsimar Luiz Biscaro, criador de cabras</p></blockquote>



<p>O gaúcho Alsimar Luiz Biscaro é de origem rural e veio para o Distrito Federal há 20 anos, mas apenas há cinco decidiu voltar para o campo. Ele possui um rebanho de 150 cabras para produção de leite e derivados, com mais tecnologia e agroecológica.</p>



<p>“Quis voltar para o campo, mas de forma mais tecnificada do que meus pais. Em 2017 participei do Congresso Latino-Americano de Agroecologia, realizado aqui em Brasília, para buscar informações sobre plantas nutritivas para o rebanho. Lá vi informações sobre Pancs e fitoterápicos e depois resolvi estudar mais e pesquisar sobre o tema, o que me fez querer ser um guardião dessas plantas”, conta.</p>



<p>“Minha mãe sempre nos alimentava com essas hortaliças e então decidi resgatar o uso dessas plantas para minha alimentação e dos animais. Uso a ora-pro-nobis, feijão guandu e a moringa oleifera para complementar a alimentação das cabras. Isso ajuda a diminuir o custo com alimentação e contribui para a saúde das cabras e para a qualidade do leite”, explica Biscaro.</p>



<p>Agora, com o apoio da Emater-DF, ele quer que sua propriedade seja uma unidade demonstrativa e educativa sobre as Pancs e fitoterápicos. “Esse conhecimento não pode ser esquecido e deve ser disseminado.”</p>



<p>A agricultora Ineldes Gonçalves tem uma produção diversificada na propriedade, com frutas, hortaliças, plantas medicinais, Pancs e vende sua produção na feira permanente de São Sebastião aos domingos. “Além de vender, também consumimos e damos aos animais. Temos patos, galinhas e outras aves que às vezes adoecem e tratamos com plantas medicinais que cultivamos. Tenho muitas matrizes e mudas, mas para viver apenas do cultivo de Pancs é preciso ainda um trabalho muito grande de divulgação para estimular o consumo”, diz.</p>



<p><strong>Estímulo à produção e consumo</strong></p>



<p>Além da assistência técnica e estímulo à organização social para o cultivo, a Emater-DF atua em parceria com a Embrapa Hortaliças na promoção e transferência de tecnologia das hortaliças tradicionais, levando informações da pesquisa ao campo e promovendo capacitações conjuntas com dias de campo, palestras e cursos.</p>



<p>O pesquisador da Embrapa Hortaliças Nuno Madeira diz que a instituição possui uma coleção de germoplasma (material genético) de cerca de 400 variedades de umas 80 espécies de hortaliças Pancs.</p>



<p>“São no mínimo 10 mil espécies de Pancs com potencial alimentício. Nesta unidade da Embrapa, trabalhamos com as hortaliças Panc, guardando o material genético, melhorando a fitotecnia dos sistemas de produção a fim de aumentar a produtividade e levando os resultados das pesquisas aos produtores, principalmente com o apoio da Emater”, conta. Para tratar principalmente de aspectos agronômicos em relação Pancs, Madeira diz que este ano acontecerá a HortPanc, em Salvador.</p>



<p>No parque de exposições Ivaldo Cenci, onde acontece a AgroBrasília, e próximo ao escritório da Emater-DF no Lago Oeste há unidades demonstrativas com cultivo de Pancs. Além disso, existem oito bancos comunitários com diversos tipos de Pancs em vários locais do DF. E como estímulo ao consumo, a nutricionista da Emater-DF Daniele Amaral auxiliou na elaboração de diversas receitas com o uso dessas plantas.</p>



<p><strong>Benefícios nutricionais</strong></p>



<p>As Pancs têm elevado valor nutritivo e paladar diferenciado, muito valorizado pela gastronomia. Segundo a nutricionista Daniele Amaral, há inclusive empresas fazendo ora-pro-nobis em cápsulas para suplementar proteína</p>



<p><em>* Com informações da Emater-DF</em></p>



<p>FONTE: <em>AGÊNCIA BRASÍLIA</em></p>
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		<title>Aprenda a manter uma alimentação saudável no dia a dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Feb 2021 12:52:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DICAS DE NUTRIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[NOVAS NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ter uma alimentação saudável é fundamental para uma vida cheia de saúde e bem-estar. Veja neste artigo algumas dicas que podem te ajudar no desenvolvimento de novos hábitos alimentares. A alimentação saudável é aquela que oferece ao corpo os nutrientes necessários para o seu bom funcionamento, permitindo que o indivíduo tenha uma saúde equilibrada e &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2>Ter uma alimentação saudável é fundamental para uma vida cheia de saúde e bem-estar. Veja neste artigo algumas dicas que podem te ajudar no desenvolvimento de novos hábitos alimentares.</h2>



<p>A alimentação saudável é aquela que oferece ao corpo os nutrientes necessários para o seu bom funcionamento, permitindo que o indivíduo tenha uma saúde equilibrada e uma boa qualidade de vida.No entanto, não basta consumir saladas e evitar gorduras. Uma alimentação saudável existe quando há uma ingestão balanceada de nutrientes e vitaminas, considerando uma correta proporção de consumo de proteínas, gorduras, carboidratos, fibras, entre outros.&nbsp;</p>



<p>Para ajudá-lo a entender mais sobre como ter uma dieta saudável e equilibrada, preparamos este artigo. Nele, você vai aprender sobre:&nbsp;</p>



<ul><li>Alimentação saudável</li><li>A importância de ter uma alimentação saudável</li><li>Dicas para uma alimentação saudável</li></ul>



<p><br>Boa leitura!</p>



<h4>Alimentação saudável</h4>



<p>A alimentação saudável é representada graficamente através da pirâmide alimentar</p>



<p>Você já ouviu sobre o conceito da <a href="https://www.hospitalsiriolibanes.org.br/sua-saude/Paginas/piramide-alimentar-ajuda-manter-alimentacao-saudavel.aspx">pirâmide alimentar</a>?</p>



<p>A pirâmide é uma forma gráfica de orientar às pessoas em relação à construção de uma dieta adequada para uma alimentação saudável.</p>



<p>Nela, é possível entender as proporções recomendadas de cada grupo de alimentos, garantindo que o nosso corpo receba os <a href="https://www.unimed.coop.br/viver-bem/alimentacao/o-que-sao-micro-e-macro-nutrientes-">nutrientes</a> de que necessita.&nbsp;</p>



<h4>Base da Pirâmide Alimentar</h4>



<p>Na base da pirâmide, estão os <strong>carboidratos</strong>. Eles são os responsáveis por fornecer <strong>energia</strong>. Portanto, quase todos os carboidratos acabam virando açúcar. Isso faz com que estes alimentos sejam, muitas vezes, encarados como vilões no processo de <a href="https://www.unimed.coop.br/viver-bem/alimentacao/cinco-habitos-para-ajudar-na-perda-de-peso">emagrecimento</a>.&nbsp;</p>



<p>O segredo, porém, para conseguir uma alimentação saudável é consumir os carboidratos em suas versões integrais, que além de energia são ótimos fornecedores de <a href="https://www.unimed.coop.br/viver-bem/alimentacao/os-alimentos-ricos-em-fibras">fibras</a>, vitaminas e minerais. Por não serem tão processados quanto suas versões brancas ou refinadas (como o <a href="https://www.unimed.coop.br/viver-bem/alimentacao/arroz-branco-integral-ou-parboilizado-">arroz branco</a>, por exemplo), são mais saudáveis para o organismo, além de auxiliarem para uma absorção mais lenta &#8211; mantendo a fome sob controle.&nbsp;</p>



<p>No segundo nível da base, estão os <a href="https://www.unimed.coop.br/viver-bem/alimentacao/como-congelar-legumes-e-verduras-corretamente"><strong>legumes e verduras</strong></a>, que oferecem uma boa ingestão de fibras e outros nutrientes responsáveis pelo <strong>funcionamento do organismo e crescimento do corpo.&nbsp;</strong></p>



<p>Se consumidos nas suas versões cruas, antes das refeições, auxiliando no funcionamento do intestino e ajudam a regular a fome na hora da refeição principal.&nbsp;</p>



<p>Neste grupo, também, incluem-se as <a href="https://www.unimed.coop.br/viver-bem/alimentacao/saiba-quais-sao-as-frutas-da-primavera">frutas</a>. No entanto, como as frutas contêm açúcar, é importante que o consumo seja moderado.</p>



<p>Variar os pratos, consumido verduras, legumes e frutas diferentes, é essencial para garantir a ingestão de vitaminas e minerais variados. Isso porque cada alimento tem nutrientes diferentes, em proporções diferentes. <strong>Aquela história de “quanto mais colorido o prato, melhor” é a afirmação mais verdadeira que você já ouviu.</strong>&nbsp;</p>



<h4>Meio da Pirâmide Alimentar</h4>



<p><strong>Carnes, </strong><a href="https://www.unimed.coop.br/viver-bem/alimentacao/ovo-vilao-ou-heroi-"><strong>ovos</strong></a><strong> e leguminosas</strong> fazem parte do próximo nível da pirâmide, como fontes de proteínas e responsáveis pela <strong>construção e reparação de tecidos</strong>. As proteínas de origem animal, como carnes vermelhas e brancas (aves e <a href="https://www.unimed.coop.br/viver-bem/alimentacao/beneficios-de-consumir-peixes-regularmente">peixes</a>), também são fontes de vitaminas do complexo B e minerais.</p>



<p>Um exemplo de leguminosa que muitas pessoas confundem com oleaginosa é o amendoim. Você pode conferir os seus benefícios no artigo dedicado a isso, clicando <a href="https://www.unimed.coop.br/viver-bem/alimentacao/beneficios-do-amendoim">aqui</a>.&nbsp;</p>



<p>Além das proteínas de origem animal, existem as <strong>proteínas vegetais</strong>. Quem optar por seguir uma dieta <a href="https://www.unimed.coop.br/viver-bem/alimentacao/vegetarianismo">vegetariana</a> ou vegana deve cuidar para fazer as trocas corretas, garantindo que o consumo de proteína seja o suficiente.&nbsp;</p>



<p>Alguns exemplos são: feijão (todos os tipos), lentilha, grão de bico, ervilha e soja.&nbsp;</p>



<p>Ainda neste nível da pirâmide, estão os <strong>queijos, leites e derivados</strong>. Ricos em <strong>cálcio, proteínas e vitaminas A e D</strong>. Evite, no entanto, as versões mais gordurosas, com queijo cheddar. Uma dica: quanto mais amarelo o queijo, mais gordura ele tem.</p>



<p>Quem tem restrição com lactose deve ter atenção com o consumo de leite e derivados. O açúcar presente no leite causa alergias ou <a href="https://www.unimed.coop.br/viver-bem/alimentacao/intolerancia-alimentar">intolerância alimentar</a> em alguma pessoas, prejudicando a digestão e resultando em mal estar.&nbsp;</p>



<h4>Topo da Pirâmide Alimentar</h4>



<p>No topo da pirâmide, ou seja, o que deve ser consumido <strong>menos</strong>, estão as <strong>gorduras e os açúcares.</strong></p>



<p>Manteiga, maionese, óleos, azeites são exemplos de alimentos que devem ser consumidos com moderação. Menos de 10% das gorduras transformam-se em açúcar, ou seja, energia, sendo o resto depositado como gordura no corpo.&nbsp;</p>



<p>Produtos industrializados como biscoitos, salgadinhos e afins possuem uma quantidade muito maior de gordura do que o recomendado.</p>



<p><strong>Por isso, é correto afirmar que uma alimentação saudável é, também, uma alimentação natural. </strong>E é com esse viés que o <a href="http://saude.gov.br/">Ministério da Saúde</a> vem trabalhando suas campanhas de orientação sobre uma alimentação saudável.&nbsp;</p>



<h4>&#8211; O que é uma alimentação saudável?</h4>



<p><strong>Alimentação saudável é uma dieta bem equilibrada, que fornece os nutrientes, vitaminas e minerais nas proporções adequadas para o bom funcionamento do organismo.</strong>&nbsp;</p>



<p>Para que uma alimentação seja saudável, é importante ter variedade, equilíbrio, controle de quantidade (comer o que lhe é adequado) e qualidade dos alimentos. Ou seja: conhecer a procedência dos ingredientes é uma das formas de conseguir uma alimentação saudável.</p>



<p>Alimentos industrializados contêm muitos aditivos, conservantes e gorduras, além de ultra processar os alimentos, fazendo-os perder grande parte dos seus nutrientes.&nbsp;</p>



<p>Não é à toa que a busca por uma alimentação saudável e o combate contra a obesidade têm trazido à tona discussões favoráveis aos <a href="https://www.unimed.coop.br/viver-bem/alimentacao/alimentacao-organica">alimentos orgânicos</a> e ao consumo de <a href="https://www.unimed.coop.br/viver-bem/alimentacao/os-alimentos-tipicos-de-cada-regiao">alimentos locais</a>, de acordo com a estação.&nbsp;</p>



<h4>&#8211; O que é ter uma alimentação saudável?</h4>



<p>O Ministério da Saúde elaborou um guia de orientação à população, que sugere outra forma de montar uma dieta saudável, diferente da pirâmide alimentar.&nbsp;</p>



<p>O guia, lançado em 2014, mas ainda em distribuição, considera os hábitos regionais, culturais, sociais e biológicos, de grupos de diferentes idades e estilos de vida.</p>



<p>Baseado em cinco princípios (ir além da ingestão de nutrientes, respeitar o momento atual, considerar o sistema de produção e distribuição dos alimentos, seguir todos os tipos de conhecimentos &#8211; teóricos e populares &#8211; e oferecer autonomia), o guia apresenta os <strong>10 passos para uma alimentação saudável</strong>.&nbsp;</p>



<p>Os passos descritos abaixo foram retirados na íntegra do <a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf">Guia Alimentar para a População Brasileira</a>, disponível no site do Ministério da Saúde. Confira:</p>



<ol><li>Fazer de alimentos in natura ou minimamente processados a base da alimentação</li><li>Utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e criar preparações culinárias</li><li>Limitar o consumo de alimentos processados</li><li>Evitar o consumo de alimentos ultraprocessados</li><li>Comer com regularidade e atenção, em ambientes apropriados e, sempre que possível, com companhia</li><li>Fazer compras em locais que ofereçam variedades de alimentos in natura ou minimamente processados</li><li>Desenvolver, exercitar e partilhar habilidades culinárias</li><li>Planejar o uso do tempo para dar à alimentação o espaço que ela merece</li><li>Dar preferência, quando fora de casa, à locais que servem refeições feitas na hora</li><li>Ser crítico quanto a informações, orientações e mensagens sobre alimentação veiculadas em propagandas comerciais</li></ol>



<h4>A importância de ter uma alimentação saudável</h4>



<p>Uma alimentação saudável é fundamental para o funcionamento correto do nosso organismo.&nbsp;</p>



<p>A importância de ter uma alimentação saudável não deve ser uma novidade para você. Imagine que você tem um carro. Para o carro andar, precisa de gasolina. Mas se você colocar uma gasolina adulterada, por exemplo, terá problemas com o motor. Certo?&nbsp;</p>



<p>O nosso corpo funciona com a mesma lógica. Para ele funcionar, precisa dos seus combustíveis. Proteínas, carboidratos, fibras, minerais, vitaminas são alguns exemplos.&nbsp;</p>



<p>Cada grupo alimentar tem sua função específica, e entender a correta proporção necessária para o bom funcionamento do organismo é fundamental. Caso contrário, o corpo sofre panes. Doenças como obesidade, diabetes, hipertensão, gastrite, osteoporose, enxaqueca, gota, anemia e muitas outras podem ter como origem uma alimentação desequilibrada.</p>



<p>Preste atenção nos sinais de <a href="https://www.unimed.coop.br/viver-bem/saude-em-pauta/perceba-desequilibrios-na-sua-saude">desequilíbrio em sua saúde</a>, e olhe para sua alimentação. Será que você abastecendo seu organismo da forma que ele merece?</p>



<p>Alguns benefícios de ter uma alimentação saudável são:</p>



<ul><li>Manutenção de um peso saudável</li><li>Bom funcionamento do intestino</li><li>Prevenção de doenças cardiovasculares</li><li>Controle de doenças como diabetes e hipertensão</li><li>Prevenção do câncer</li><li>Combate contra doenças mentais, como depressão</li><li>Melhora as funções de aprendizado e de memória</li></ul>



<h4>&#8211; Quais alimentos devem ser a base de uma alimentação saudável</h4>



<p>Como mencionado, os alimentos que devem ser prioritários para uma alimentação saudável são os alimentos in natura ou os minimamente processados, como legumes, verduras, frutas, arroz integral, grãos de trigo, feijão de todas as cores, entre outros.</p>



<p>Isto porque alimentos processados perdem muito de sua estrutura nutricional, não agregando praticamente nada ao organismo. Como exemplo, podemos citar os alimentos mantidos em conserva, queijos, enlatados, frutas cristalizadas, entre outros.&nbsp;</p>



<h4>&#8211; Como manter uma alimentação saudável no dia a dia</h4>



<p>Manter uma alimentação saudável na correria do dia a dia tem muito a ver com disciplina. Comprar os ingredientes de produtores locais ou lojas que você confia e produzir suas refeições em casa é uma forma de garantir a qualidade do que você ingere.</p>



<p>Mas, se <a href="https://www.unimed.coop.br/viver-bem/alimentacao/dicas-para-comer-bem-fora-de-casa">comer fora de casa</a> é uma realidade para você, então é essencial que você escolha restaurantes que sirvam pratos feitos na hora e tenham opções saudáveis, como arroz integral e uma boa variedade de saladas e verduras. E claro, pule a sobremesa e o refrigerante.&nbsp;</p>



<h4>10 dicas para uma alimentação saudável</h4>



<p>Para uma alimentação saudável, é preciso variedade, qualidade e moderação</p>



<p>Diferente do que você possa imaginar, ter uma alimentação balanceada não é uma tarefa tão difícil. Você precisa seguir três regras básicas: <strong>consumir variedade, com qualidade e moderação.&nbsp;</strong></p>



<p>Isso é possível com disciplina e consciência do que realmente é necessário para o seu organismo. Veja as dicas!</p>



<h4>#1 Consuma alimentos in natura</h4>



<p>Alimentos in natura ou minimamente processados, de origem vegetal, são a base da alimentação balanceada. Inclua no cardápio: feijões, castanhas, tubérculos, grãos, frutas, legumes e verduras.</p>



<h4>#2 Evite o excesso de sal, açúcar, óleos e gorduras</h4>



<p>Utilize sal, açúcar, óleos e gorduras em pequenas quantidades. O consumo excessivo de açúcar contribui para a obesidade; já o uso indevido de sal, óleos e gorduras pode aumentar o risco de hipertensão arterial e doenças do coração.</p>



<h4>#3 Evite alimentos ultraprocessados</h4>



<p>O processo natural de fabricação dos alimentos prontos inclui, em geral, altas quantidades de sal, açúcar, óleos e gorduras. Além disso, também trazem outras substâncias de uso industrial e sintetizadas em laboratório a partir de fontes como petróleo e carvão, que não favorecem a alimentação balanceada.</p>



<p>Por isso, evite o consumo de alimentos como:</p>



<ul><li>salgadinhos&nbsp;</li><li>bolachas recheadas</li><li>mistura para bolo</li><li>macarrão instantâneo</li><li>sopa em pó</li><li>tempero pronto&nbsp;</li><li>refrigerantes</li></ul>



<h4>#4 Consuma alimentos funcionais</h4>



<p>Os alimentos funcionais são aqueles que ajudam a prevenir ou a reduzir o risco de algumas doenças. Soja e peixe, por exemplo, auxiliam a reduzir o colesterol ruim; castanhas, amêndoas, nozes, cebola e alho, auxiliam o sistema imunológico; já couve, repolho e brócolis, podem proteger contra alguns tipos de câncer.</p>



<h4>#5 Inclua fibras na alimentação</h4>



<p>Estudos indicam que alimentos ricos em fibras, como o arroz integral, ajudam a reduzir o risco de alguns tipos de câncer e doenças cardiovasculares. Além disso, eles promovem a saciedade e auxiliam no controle do peso corporal.</p>



<h4>#6 Faça um cardápio semanal</h4>



<p>Crie um plano semanal com o cardápio da semana. Isso ajudará a organizar a alimentação aos longos dos dias e evitará o consumo de alimentos prontos e ultraprocessados.</p>



<h4>#7 Faça lista de supermercado</h4>



<p>Com o plano semanal em mãos, escolha um dia da semana para ir à feira e ao supermercado. Faça uma lista de compras para te ajudar a não incluir no carrinho itens que não vão contribuir para a sua saúde.</p>



<h4>#8 Tenha um café da manhã equilibrado</h4>



<p>Suas escolhas saudáveis começam pela manhã com um café da manhã composto por alimentos como pão integral, cereais, tapioca, ovo, iogurte, queijo e frutas. Além de nutrir o organismo, eles te darão a energia que precisa para iniciar o dia bem-disposto.</p>



<h4>#9 Faça refeições intermediárias</h4>



<p>Comer de três em três horas favorece o bom funcionamento do intestino. Inclua nos intervalos entre as refeições, alimentos saudáveis, como frutas frescas, iogurte natural, castanhas e nozes.</p>



<h4>#10 Atenção plena ao comer</h4>



<p>Tente se concentrar enquanto realiza suas refeições. Comer enquanto assiste TV ou acessar o celular pode fazer com que você consuma além do necessário. Além disso, utilize esse momento para sentir a textura e o sabor dos alimentos e apreciar cada mordida.</p>



<h4>Conclusão</h4>



<p><em>Uma alimentação saudável deve priorizar alimentos in natura ou minimamente processados</em></p>



<p>Como vimos, a base de uma alimentação saudável é a escolha adequada dos alimentos e ingredientes. Evitar ao máximo alimentos ultraprocessados e optar pelos alimentos em sua forma mais natural, respeitando as regiões e estações de produção e colheita, é fundamental.</p>



<p>Procure pequenos produtores da sua região para comprar seus alimentos. Faça em casa, o máximo que puder, o preparo de suas refeições. Você vai perceber que, além de mais saudável, não há nada mais gostoso do que uma comida com gosto de casa.&nbsp;</p>



<p>Valorize os alimentos que você ingere, pois, assim, você estará valorizando o seu corpo e a sua saúde. “Você é o que você come”, já ouviu essa frase?&nbsp;</p>



<p>Então, reveja os seus hábitos alimentares para construir uma relação mais saudável e positiva com os alimentos. Você ganhará em disposição, energia, qualidade de vida e, não temos dúvidas, paladar. </p>



<p>FONTE: <em>UNIMED</em></p>
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		<title>Comer brócolis e couve-flor ajuda a eliminar gordura no fígado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Feb 2021 14:50:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DICAS DE NUTRIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[BROCOLIS]]></category>
		<category><![CDATA[DOENÇAS HEPÁTICAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores descobriram que substância encontrada em vegetais crucíferos produz indol, que ajuda a “quebrar” gordura presente no órgão de quem tem esteatose hepática Brócolis e couve-flor ajudam a eliminar gordura do fígado, segundo estudo (Foto: Creative Commons) Um estudo liderado por cientistas do instituto de pesquisa norte-americano Texas A&#38;M AgriLife Research observou que um composto &#8230;</p>
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<h3>Pesquisadores descobriram que substância encontrada em vegetais crucíferos produz indol, que ajuda a “quebrar” gordura presente no órgão de quem tem esteatose hepática</h3>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/VGpXpH_uavSwMwLSXyUExQvv_z4=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2020/02/10/broccoli-3264244_960_720.jpg" alt="Brócolis e couve-flor ajudam a eliminar gordura do fígado, segundo estudo (Foto: Creative Commons)" title="Brócolis e couve-flor ajudam a eliminar gordura do fígado, segundo estudo (Foto: Creative Commons)"/><figcaption>Brócolis e couve-flor ajudam a eliminar gordura do fígado, segundo estudo (Foto: Creative Commons)</figcaption></figure>



<p>Um estudo liderado por cientistas do instituto de pesquisa norte-americano Texas A&amp;M AgriLife Research observou que um composto natural chamado indol, encontrado em muitos vegetais crucíferos, como brócolis e couve-flor, pode ser usado para combater doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA), também conhecida como esteatose hepática.</p>



<p>A&nbsp; esteatose acontece quando o&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2020/01/maquina-mantem-o-figado-humano-vivo-por-uma-semana-fora-do-corpo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fígado</a>&nbsp;fica “marmorizado” de gordura, muitas vezes devido a dietas com ingestão excessiva de gordura saturada. Se não tratada, a condição pode se agravar para um&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/02/estudo-descobre-como-cancer-se-forma-ao-analisar-mais-de-2600-genomas.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">câncer</a>&nbsp;ou cirrose.</p>



<p>No estudo, publicado no periódico científico&nbsp;<em>Hepatology</em>, os pesquisadores examinaram concentrações de indol em pessoas, animais e células individuais para determinar seu efeito na inflamação hepática e os benefícios da substância para indivíduos com DHGNA.</p>



<p>Os pesquisadores analisaram 137 pessoas e perceberam que um índice de massa corporal (IMC) mais alto está associado a níveis mais baixos de indol no sangue. As taxas de indol em pessoas obesas são mais baixas do que naquelas que estão em um peso considerado saudável. Insuficiência de indol também é mais frequente em quem apresenta&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2019/10/frutose-em-excesso-pode-levar-ao-acumulo-de-gordura-no-figado-diz-estudo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">gordura no fígado</a>.</p>



<p>Para determinar o impacto do indol na&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/plantao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saúd</a>e, a equipe de pesquisa usou animais: uma parte foi alimentada com uma&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2019/12/jejum-intermitente-quais-os-beneficios-da-dieta-segundo-ciencia.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dieta</a>&nbsp;pobre em gorduras e outra se esbaldou em alimentos gordurosos. Nos bichinhos que comeram itens ricos na substância, como os já citados vegetais crucíferos, acúmulo de gordura e a inflamação no fígado diminuíram significativamente.</p>



<p>&#8220;Com base nesta pesquisa, acreditamos que alimentos saudáveis ​​com alta capacidade de produção de indol são essenciais para a prevenção da doença hepática gordurosa não alcóolica, e são benéficos para melhorar a saúde das pessoas que a possuem&#8221;, disse Chaodong Wu, pesquisador da Texas A&amp;M AgriLife e principal autor do estudo, <a href="https://today.tamu.edu/2020/02/07/natural-compound-in-vegetables-helps-fight-fatty-liver-disease/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">em nota</a>. &#8220;Este é outro exemplo em que alterar a dieta pode ajudar a prevenir ou tratar doenças e melhorar o bem-estar do indivíduo.&#8221;</p>



<p>Segundo Wu, ele e sua equipe pretendem colaborar com cientistas de alimentos e nutricionistas clínicos para examinar quais outros ingredientes saudáveis ​​podem alterar a microbiota intestinal e aumentar a produção de indol. Mas, até lá, que tal já começar a colocar mais brócolis no seu prato?</p>



<p>FONTE: <em>REVISTA GALILEU</em></p>
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		<title>Alimentos que ajudam na cicatrização da pele</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2021 15:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DICAS DE NUTRIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[CICATRIZAÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fornecer os nutrientes necessários para a formação do colágeno e controlar a inflamação: conheça as propriedades dos alimentos que ajudam na cicatrização da pele. Para conseguir fabricar um novo tecido no local de uma ferida, nosso organismo precisa de alguns nutrientes que atuam como matéria-prima, os quais são encontrados em diversos alimentos que ajudam na &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Fornecer os nutrientes necessários para a formação do colágeno e controlar a inflamação: conheça as propriedades dos alimentos que ajudam na cicatrização da pele.</p>



<p>Para conseguir fabricar um novo tecido no local de uma ferida, nosso organismo precisa de alguns nutrientes que atuam como matéria-prima, os quais são encontrados em diversos alimentos que ajudam na cicatrização da pele.</p>



<p>Dessa forma, incluir esses alimentos na dieta e entender qual é a função deles nesse processo é muito importante quem está se recuperando de um corte causado por cirurgia ou acidente.</p>



<h2>Os alimentos e a cicatrização</h2>



<p>A cicatrização é iniciada a partir de uma inflamação no local da lesão, um processo fisiológico que atrai células de defesa e estimula a formação de novos vasos sanguíneos para levar nutrientes e oxigênio até a ferida.</p>



<p>As “matérias-primas” utilizadas pelo organismo para regenerar a pele lesionada são principalmente as proteínas, que fornecem os aminoácidos para a fabricação do colágeno (uma proteína específica que funciona como uma espécie de cola entre os tecidos), e algumas vitaminas e minerais, que exercem papel importante nesse processo.</p>



<p>Além disso, é preciso ajudar o organismo a manter a inflamação inicial sob controle. Mesmo que ela seja um processo normal, um quadro inflamatório exacerbado pode aumentar demais a produção de colágeno, levando a uma supercicatrização e à formação de queloides (cicatrizes que ultrapassam os limites da pele). Por isso, também é importante consumir alimentos com propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes.</p>



<p>Confira a lista de alimentos que ajudam na cicatrização da pele e saiba o que colocar no seu prato nesse período de recuperação:</p>



<h3>1. Carnes magras</h3>



<p>O frango e cortes magros de carne vermelha (como patinho, maminha, filé mignon, coxão mole etc.) são fontes ricas em proteínas de alto valor biológico, o nutriente mais importante para que o organismo possa formar novos tecidos.</p>



<p>Esses alimentos fornecem aminoácidos essenciais para a síntese do colágeno e também são fonte de zinco, um mineral necessário para a divisão celular e a regeneração dos tecidos.</p>



<h3>2. Leguminosas</h3>



<p>As leguminosas como feijão, lentilha, ervilha e grão-de-bico também são ricas em proteínas de alto valor nutricional, com a vantagem de serem livres de colesterol, o que permite equilibrar o consumo de carne.</p>



<p>O feijão e a lentilha, em especial, são ricos em ferro, um mineral fundamental para que as células do sangue possam levar oxigênio e nutrientes até o local da ferida e promover a cicatrização.</p>



<p>Uma exceção entre as leguminosas é a soja, que deve ser evitada durante o processo de cicatrização por ser rica em isoflavonas, substâncias que agravam a inflamação.</p>



<h3>3. Peixes gordurosos</h3>



<p>Os peixes gordurosos, como salmão, atum, sardinha e arenque, são ricos em ômega-3, um ácido graxo que ajuda a reduzir a inflamação.</p>



<p>Embora o processo inflamatório seja necessário para que o corpo inicie a cicatrização, ele precisa ser mantido sob controle para não causar um aumento excessivo na produção de colágeno, o que pode levar à formação de um queloide.</p>



<h3>4. Nozes e castanhas</h3>



<p>As oleaginosas fornecem gorduras benéficas com propriedades anti-inflamatórias e são fontes de zinco, de modo que elas contribuem para que o organismo consiga manter a produção de colágeno no ritmo ideal para a cicatrização.</p>



<h3>5. Sementes</h3>



<p>Enquanto as sementes de linhaça e chia são ricas em ômega-3 e ajudam a formar a membrana celular, as sementes de girassol e de abóbora são fontes de vitamina E, um micronutriente que melhora a qualidade da nova pele por combater a ação dos radicais livres.</p>



<p>Além disso, a vitamina E ajuda o organismo a utilizar a vitamina K e ainda participa da formação das células do sangue, que levam a “matéria-prima” até o local da ferida.</p>



<h3>6. Vegetais de folhas verde-escuras</h3>



<p>Você já deve ter ouvido falar que vegetais como couve, brócolis, agrião, espinafre e rúcula, entre outros, oferecem uma série de benefícios ao organismo, o que os coloca na lista de alimentos que ajudam na cicatrização da pele.</p>



<p>Esses vegetais de folhas verde-escuras são ricos em vitamina K, que participa da coagulação sanguínea e evita os sangramentos, prevenindo a formação de manchas roxas depois de uma cirurgia – por isso, é importante consumi-los antes do seu procedimento.</p>



<p>Além disso, eles são ricos em substâncias com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, fornecem vitaminas e sais minerais e estimulam a produção do colágeno.</p>



<h3>7. Frutas cítricas</h3>



<p>Laranja, limão, tangerina, acerola, abacaxi, maracujá e kiwi são alguns exemplos de frutas cítricas, alimentos ricos em antioxidantes, que combatem os danos causados pelos radicais livres, e em vitamina C, um micronutriente necessário para que o organismo consiga fabricar o colágeno.</p>



<p>Além disso, a vitamina C ajuda o corpo a absorver o ferro proveniente de alimentos de origem vegetal, contribuindo para a saúde e o funcionamento das células sanguíneas.</p>



<h3>8. Frutas vermelhas</h3>



<p>Frutas como amora, framboesa, mirtilo e morango são ricas em flavonoides, substâncias com propriedades antioxidantes que combatem a inflamação e protegem o sistema circulatório, garantindo um bom aporte de oxigênio e nutrientes para a formação da nova pele.</p>



<h3>9. Frutas e vegetais de cor roxa</h3>



<p>Beterraba, berinjela, repolho-roxo, açaí, uva e cereja são alguns exemplos de alimentos que têm sua cor característica devido à presença da antocianina, um pigmento com propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes.</p>



<h3>10. Fígado e ovos</h3>



<p>Esses alimentos são excelentes fontes de ferro, o mineral que permite que as células vermelhas carreguem as moléculas de oxigênio e os nutrientes para os tecidos, incluindo o local onde está a ferida. Além disso, o ferro participa da formação do colágeno.</p>



<p>O fígado e os ovos ainda são fontes de vitamina K, que atua no processo de coagulação, e de vitamina A, que funciona como um hormônio e estimula o crescimento das células da pele.</p>



<p>Como você pôde perceber, nosso organismo tem algumas necessidades específicas para conseguir regenerar o tecido cutâneo, por isso não é indicado fazer uma dieta restritiva nesse período.</p>



<p>Embora <a href="https://medprev.online/alimentos-que-atrapalham-no-processo-de-cicatrizacao-da-pele/">as frituras, os embutidos e os processados devam ser evitados por atrapalhar a recuperação</a>, a contagem de calorias não deve ser a sua maior preocupação por enquanto. Em vez disso, procure fazer pratos variados para incluir o máximo de alimentos que ajudam na cicatrização e fornecer todos os nutrientes necessários para o seu corpo.</p>



<p>FONTE: MEDPREV</p>
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