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	<title>NOTÍCIAS EM DESTAQUE &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<description>SUA FONTE DE INFORMAÇÃO SEGURA SOBRE SAÚDE</description>
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	<title>NOTÍCIAS EM DESTAQUE &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Vacinação contra a influenza começa nesta segunda (12)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2021 13:50:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[INFLUENZA]]></category>
		<category><![CDATA[PÚBLICO-ALVO]]></category>
		<category><![CDATA[VACINA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Público-alvo será dividido em etapas e contará com 100 salas de vacina O público-alvo de 2021 representará 1.117.656 pessoas do DF. A meta é vacinar pelo menos 90% dos grupos elegíveis &#124; Foto: Breno Esaki/Agência Saúde Começa hoje, segunda-feira (12), a 23ª Campanha Nacional de Vacinação contra a influenza, que garantirá proteção contra a influenza &#8230;</p>
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<h2>Público-alvo será dividido em etapas e contará com 100 salas de vacina<a href="https://twitter.com/intent/tweet?source=agenciabrasilia&amp;text=Vacina%C3%A7%C3%A3o%20contra%20a%20influenza%20come%C3%A7a%20nesta%20segunda%20(12)&amp;url=https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/2021/04/09/vacinacao-contra-a-influenza-comeca-na-proxima-segunda-12/&amp;via=AgenciaBrasilia" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="http://www.agenciabrasilia.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-09-at-18.21.48-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-283458"/><figcaption>O público-alvo de 2021 representará 1.117.656 pessoas do DF. A meta é vacinar pelo menos 90% dos grupos elegíveis | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde</figcaption></figure>



<p>Começa hoje, segunda-feira (12), a 23ª Campanha Nacional de Vacinação contra a influenza, que garantirá proteção contra a influenza A (H1N1), influenza A (H3N2) e influenza B. Este ano a vacinação será dividida em etapas e o primeiro público-alvo a ser contemplado será de crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas, povos indígenas e trabalhadores da saúde.</p>



<p>A vacinação, que vai até o dia 9 de julho, estará disponível em&nbsp;<a href="/Users/01098859707/Downloads/Postos%20de%20vacina%C3%A7%C3%A3o_%20Influenza%202021.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">100 unidades básicas de saúde</a>&nbsp; e a maior parte será em pontos em que não há aplicação da vacina contra a covid-19, conforme explica o coordenador da Atenção Primária do DF, Fernando Erick. “Como a campanha contra a influenza ocorrerá ao mesmo tempo da campanha contra a covid-19, no DF será adotada a estratégia de separar os públicos dessas vacinações em unidades básicas distintas e, para aquelas poucas cidades em que não houve a possibilidade da divisão, as estruturas para o recebimento dos pacientes será diferenciada e bem sinalizada, principalmente com o uso de tendas. Assim evitaremos que haja confusão entre a aplicação dessas vacinas”.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“É importante que seja priorizada a administração da vacina de covid-19 caso a sua primeira ou segunda dose já esteja marcada para os próximos dias, devendo respeitar o intervalo de 14 dias para que assim possa tomar a vacina contra a influenza”Fernanda Ledes, enfermeira da SES</p></blockquote>



<p>A enfermeira da área técnica de imunização da SES, Fernanda Ledes, alerta que “a população que pertence neste momento aos grupos prioritários para as vacinações de influenza e covid-19 deve ficar alerta para o prazo de aplicação entre uma vacina e outra. É importante que seja priorizada a administração da vacina de covid-19 caso a sua primeira ou segunda dose já esteja marcada para os próximos dias, devendo respeitar o intervalo de 14 dias para que assim possa tomar a vacina contra a influenza. É importante a população ficar atenta a todas as anotações em sua caderneta de vacina”.</p>



<p>A orientação quanto ao intervalo entre as vacinas parte do Ministério da Saúde, que orienta ainda que, caso o indivíduo tenha tomado primeiramente a vacina contra a influenza, é necessário aguardar o mesmo prazo de 14 dias para que ele possa receber a dose contra a covid-19. É importante que o indivíduo leve o seu cartão de vacinação para a avaliação da equipe da unidade de saúde.</p>



<p><strong>Público-alvo</strong></p>



<p>O público-alvo de 2021 representará 1.117.656 pessoas do DF. A meta é vacinar pelo menos 90% dos grupos elegíveis. A segunda fase da vacinação contemplará professores das escolas públicas e privadas e idosos com 60 anos e mais. Já na terceira fase estarão as pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, pessoas com deficiência permanente, forças de segurança e salvamento, forças armadas, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade.</p>



<p>Crianças menores de nove anos de idade que nunca foram vacinadas contra influenza precisam receber duas doses da vacina, com intervalo de 30 dias entre elas. Para os demais imunizados, a vacina é realizada em dose única.</p>



<p>O Distrito Federal recebeu essa semana 113.600 doses para iniciar a primeira fase, o que corresponde a 29% do total dos grupos da 1° etapa. O quantitativo restante será enviado pelo Ministério da Saúde ao longo da campanha, de forma semanal.</p>



<p><strong>Contraindicações </strong></p>



<p>A vacina é contraindicada para crianças menores de 6 meses de idade e pessoas com história de anafilaxia a doses anteriores apresentam contraindicação a doses subsequentes. Contudo, na maioria dos casos, as vacinas contra influenza têm um perfil de segurança excelente e são bem toleradas.</p>



<p><em>*Com informações da Secretaria de Saúde</em></p>



<p>Fonte: Agência Brasília</p>
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		<title>Brasileiros criam IA que analisa fatores de mortalidade por Covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2021 13:29:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[NOVAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores desenvolveram plataforma para identificar principais variáveis socioeconômicas e culturais que contribuem para o aumento de vítimas da pandemia Plataforma analisa dezenas de fatores que influenciam mortes por Covid-19 (Foto: Glenn Carstens-Peters/Unsplash) A desigualdade social é o fator que mais contribui para o aumento do número de vítimas da Covid-19 no Brasil. Isso é o que mostra o projeto &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2>Pesquisadores desenvolveram plataforma para identificar principais variáveis socioeconômicas e culturais que contribuem para o aumento de vítimas da pandemia</h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/nN32xSuXqw1pPUi_VUMycFJ4Teo=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2021/04/08/glenn-carstens-peters-npxxwgq33zq-unsplash.jpg" alt="Plataforma analisa dezenas de fatores que influenciam mortes por Covid-19 (Foto: Glenn Carstens-Peters/Unsplash)" title="Plataforma analisa dezenas de fatores que influenciam mortes por Covid-19 (Foto: Glenn Carstens-Peters/Unsplash)"/><figcaption>Plataforma analisa dezenas de fatores que influenciam mortes por Covid-19 (Foto: Glenn Carstens-Peters/Unsplash)</figcaption></figure>



<p>A <a href="https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2020/04/mapa-avaliara-como-desigualdade-social-afeta-propagacao-de-covid-19-em-sp.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">desigualdade social</a> é o fator que mais contribui para o aumento do número de <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/02/covid-19-ja-interrompeu-mais-de-205-milhoes-de-anos-de-vida-no-mundo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vítimas da Covid-19</a> no Brasil. Isso é o que mostra o projeto &#8220;O que afeta a mortalidade por Covid-19&#8221;, uma plataforma de análise construída por pesquisadores do Laboratório de Inteligência Artifical da Universidade Federal de Minas Gerais (LIA -UFMG) e a Kunumi, organização brasileira com foco em <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/plantao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ciência</a> e <a href="https://revistagalileu.globo.com/Tecnologia/noticia/plantao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tecnologias</a> emergentes.</p>



<p>Segundo os estudiosos, o índice de desigualdade brasileiro chega a 53 pontos, bem maior do que a média da amostra estudada (36 pontos), que inclui 87 países ao redor do mundo. &#8220;Este foi um dos primeiros padrões observados pela&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Pesquisa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pesquisa</a>&nbsp;e&nbsp;traz à tona a necessidade de um pensamento a longo prazo para diminuir as desigualdades sociais existente no país, a fim de prevenir cenários tão ruins quanto o que estamos vivenciando hoje&#8221;, afirma&nbsp;Adriano Veloso, professor chefe do Departamento de Ciência da Computação da UFMG.</p>



<p>O docente foi o responsável por conduzir a criação da plataforma de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Tecnologia/noticia/2019/05/inteligencia-artificial-ja-consegue-aprender-trabalhar-em-equipe.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inteligência artificial</a>&nbsp;que é capaz de apontar quais fatores são mais importantes para a expansão e recuo da&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/03/conheca-5-maiores-pandemias-da-historia.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pandemia</a>&nbsp;em diversos países. A partir disso, ela prevê a mortalidade diária de determinada região, apontando se irá aumentar ou diminuir.</p>



<p>No caso do Brasil, os pesquisadores também conseguiram analisar o avanço da pandemia nos 26 estados e no Distrito Federal. No <a href="https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Urbanidade/noticia/2020/09/com-66-da-populacao-infectada-manaus-pode-ter-atingido-imunidade-de-rebanho.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amazonas</a>, por exemplo, o maior agravante para a alta na mortalidade durante a segunda onda foi a falta de leitos em <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/01/60-dos-infectados-com-covid-19-internados-em-uti-morreram-no-brasil.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">unidades de terapia intensiva (UTI)</a>: havia 16 pessoas concorrendo por cada vaga disponível. Além disso, houve uma redução de apenas 2% na mobilidade em estações de transporte, ou seja, a adesão ao distanciamento social foi muito baixa.</p>



<p>Já Minas Gerais, cujo sistema de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/plantao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saúde</a>&nbsp;não chegou a colapsar durante a primeira onda de casos, não conseguiu conter a segunda alta de casos pela falta de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/02/4-fatores-necessarios-para-que-vacinacao-contra-covid-19-seja-eficiente.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vacinação</a>.</p>



<p>Em São Paulo, a ausência de distanciamento social foi a principal responsável pela aceleração da primeira onda: o índice de contenção estava em 69%, abaixo da média nacional. Além disso, a população economicamente ativa continuou a se deslocar para o trabalho: a redução da mobilidade nos transportes foi de apenas 36%.</p>



<p><strong>A plataforma</strong></p>



<p><a href="https://covid-19.kunumi.com/#/velocity/BR" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Disponível para consulta pública</a>,&nbsp;a ferramenta&nbsp;utiliza inteligência artifical para analisar a evolução da pandemia no Brasil e em outros 23 países — mais nações podem ser incluídas na plataforma nas próximas semanas.</p>



<p>A ideia do projeto surgiu a partir da necessidade de criar novas ferramentas para estudar um fenômeno tão complexo quanto a pandemia. Foi assim que as equipes do LIA-UFMG e da Kunumi decidiram alimentar um programa de inteligência artificial com dados públicos sobre o avanço da pandemia em 87 países. As principais fontes de informação são o Banco Mundial, a&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2020/07/conheca-o-papel-do-brasil-na-criacao-da-organizacao-mundial-da-saude.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Organização Mundial de Saúde (OMS)</a>,&nbsp;a Universidade de Oxford, o&nbsp;Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Atlas Brasil.</p>



<p>A partir desses dados, a tecnologia foi capaz de trabalhar com 65 variáveis que influenciam o número de óbitos por Covid-19, que vão desde comorbidades até questões socioeconômicas e culturais, como coeficiente de Gini, adesão a políticas de distanciamento social e o número de <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/11/menos-da-metade-dos-profissionais-de-saude-foram-treinados-na-pandemia.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">médicos, enfermeiros</a> e leitos de UTI. Em geral, análises como esta levam em consideração uma média de apenas cinco variáveis, o que mostra a eficiência do uso de IA para analisar cenários complexos e identificar variáveis por vezes ignoradas por humanos.</p>



<p>&#8220;O foco da ferramenta é a explicabilidade dos fatores que levam ou não a um aumento no número de mortos&#8221;, destaca Veloso.&nbsp;Ao reconhecer o que influencia o avanço ou recuo da pandemia em determinada região, o sistema é capaz de prever com maior precisão a evolução da mortalidade pela&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/03/como-os-sintomas-da-covid-19-evoluem-cada-dia-de-acordo-com-gravidade.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Covid-19</a>&nbsp;nesse local.</p>



<p>Na plataforma, o usuário pode encontrar as previsões e os números reais de óbitos das 24 nações disponíveis, com gráficos que mostram a taxa diária de mortes por Covid-19&nbsp;a cada 100 mil habitantes (chamada pelos pesquisadores de &#8220;velocidade&#8221;) e a variação dessa taxa (denominada &#8220;aceleração&#8221;) desde abril de 2020.</p>



<p>O objetivo é que a plataforma ajude a identificar o que pode enfraquecer ou impulsionar a pandemia, auxiliando na criação de políticas públicas que contenham o avanço da doença no Brasil e no mundo. O código-fonte do modelo de IA será disponibilizado no site da iniciativa nas próximas semanas. A metodologia e os primeiros resultados da pesquisa foram <a href="https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2020.07.04.20146423v1.full.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pré-publicados na medRxiv</a> e aguardam revisão por pares.</p>



<p>Fonte: Revista Galileu</p>
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		<title>Perda de libido pode estar relacionada a problemas de saúde; entenda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2021 13:10:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[LIBIDO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde que a pandemia mudou as rotinas dentro de casa, muitos foram os efeitos sentidos na saúde mental e física. Convivência intensa, medo do futuro, preocupação com o desemprego, estresse, dores de cabeça e dificuldade para dormir são alguns dos resultados das novas dinâmicas impostas pelo coronavírus. Em pesquisa online realizada em fevereiro de 2021 &#8230;</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2021/04/d9a589d891866c64532dd7ca2aad56b1.jpg" alt="" class="wp-image-1503" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2021/04/d9a589d891866c64532dd7ca2aad56b1.jpg 564w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2021/04/d9a589d891866c64532dd7ca2aad56b1-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 564px) 100vw, 564px" /></figure>



<p>Desde que a pandemia mudou as rotinas dentro de casa, muitos foram os efeitos sentidos na saúde mental e física. Convivência intensa, medo do futuro, preocupação com o desemprego, estresse, dores de cabeça e dificuldade para dormir são alguns dos resultados das novas dinâmicas impostas pelo coronavírus.</p>



<p>Em pesquisa online realizada em fevereiro de 2021 pelo UOL AD LAB em parceria com o VivaBem, 44% dos respondentes afirmaram possuir algum distúrbio psíquico, sendo que, entre esses indivíduos, 55% identificaram que os sintomas do transtorno aumentaram após o início da pandemia.</p>



<p>Nesse contexto, a libido também se tornou assunto. O termo se associa à produção e liberação de hormônios como testosterona, estrogênio, ocitocina e dopamina, com influência de fatores psicológicos, emocionais e sociais.</p>



<p>Na pesquisa do UOL AD LAB que avaliou como anda a saúde mental dos brasileiros e o que mudou na rotina, nos hábitos e na forma de pensar durante a pandemia, 28% responderam que o apetite sexual diminuiu nos últimos 12 meses e para 38% ela se manteve igual, sendo que a ansiedade, o desânimo, o estresse, o cansaço e o nervosismo cresceram mais de 40%. </p>



<p><strong>Saúde mental faz diferença</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://conteudo.imguol.com.br/c/entretenimento/62/2019/09/05/falta-de-libido-1567714826704_v2_750x421.jpg" alt="falta de libido - iStock - iStock"/></figure>



<p>No início da pandemia, L.L.T.S, 35, foi demitida. Depois de alguns anos no mesmo trabalho, a publicitária precisou enfrentar um cenário de dúvidas sobre sua carreira enquanto se adaptava ao dia a dia dentro de casa.</p>



<p>&#8220;O clima de incerteza e medo não era favorável, mesmo com mais tempo disponível e a proximidade da convivência diária&#8221;, lembra. Ela conta que, depois de um tempo vivendo assim e precisando se acostumar, a libido está voltando aos poucos.</p>



<p>Segundo o psiquiatra Alisson Marques, essa tem sido uma situação comum, já que a saúde mental está entre os campos mais afetados pelas restrições por conta do coronavírus. &#8220;Episódios de ansiedade, falta de motivação ou perspectiva, entristecimento, medo e angústia estão ocorrendo, o que pode ser algo pontual ou representar adoecimento&#8221;, afirma.</p>



<p>O especialista explica que vivemos da interação de corpo, mente e ambiente, na qual também se manifesta a libido. &#8220;Então, quando um desses campos se encontra em desequilíbrio, pode ocorrer a redução dela. Uma mente organizada nas suas emoções influencia muito na expressão desse desejo&#8221;.</p>



<p>L.L.T.S recorda que perder o emprego mexeu com sua confiança e autoestima, fazendo com que ela não se sentisse alguém desejável. Além disso, alerta para um ponto importante da vida em casal: as diferenças. &#8220;Eu acho que a forma de encarar a pandemia pode não ser igual para os dois. A minha libido ficar bem não quer dizer que a do meu parceiro vai ficar também&#8221;, reflete.</p>



<p><strong>Situação pode ser mais complexa para mulheres</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://conteudo.imguol.com.br/c/entretenimento/db/2020/07/22/homem-e-mulher-pulando-juntos-1595426379599_v2_750x421.jpg" alt="Homem e mulher pulando juntos - iStock - iStock"/></figure>



<p>De acordo com Mariana Rosário, ginecologista, obstetra e mastologista do Hospital Israelita Albert Einstein (SP), a libido feminina não é tão simples quanto a masculina. &#8220;Se tudo não estiver muito ajustado, ela não consegue ter o melhor orgasmo da vida ou querer fazer sexo&#8221;.</p>



<p>Como a dificuldade pode aparecer em qualquer fase da vida, Rosário argumenta que o ideal é dialogar para entender o contexto —desde uma primeira vez traumática a problemas no relacionamento— e seguir com a realização de exames clínicos que vão mostrar o estado físico da paciente.</p>



<p>&#8220;É feita a avaliação de hormônios, de metabolismo. Observamos se há tireoide alterada ou qualquer alteração metabólica que culmine em inflamação crônica, como diabetes, colesterol, hipertensão, enfim, é necessário descartar esses problemas, além de doenças psíquicas, como depressão ou transtorno de ansiedade&#8221;, explica.</p>



<p>A ginecologista também cita a interferência causada pelo uso de anticoncepcionais, a falta de reposição hormonal adequada para mulheres na menopausa e o Transtorno do Desejo Sexual Hipoativo Feminino (TDSHF).</p>



<p>Esse é um transtorno que estimula a diminuição progressiva da libido. Não é algo que, de um dia para o outro, tira a vontade de fazer qualquer coisa na vida, é algo que vai se desenvolvendo com o decorrer do tempo.</p>



<p>Rosário define que o TDSHF pode significar também uma alteração na quantidade de orgasmos, ou seja, a mulher consegue iniciar uma relação, mas não chega a um desfecho positivo para ela. As causas são diversas e podem reunir todos os fatores previamente citados —hormonais, metabólicos, psíquicos, emocionais, sociais etc. O tratamento, por sua vez, vai depender desses motivos.</p>



<p><strong>Os homens também sofrem?</strong></p>



<p>Segundo Willy Baccaglini, uro-oncologista do Hospital Israelita Albert Einstein e mestre em medicina sexual pela FMABC (Faculdade de Medicina do ABC), o estresse físico, mental e emocional podem contribuir para a queda da libido masculina.</p>



<p>&#8220;Existem trabalhos mostrando que as atividades profissionais ao longo da madrugada estão relacionadas a várias questões sexuais por detrimento da qualidade do sono do homem, tais como a disfunção erétil e queda da libido&#8221;, detalha o especialista.</p>



<p>Por outro lado, ele explica que a exposição a níveis mais elevados de testosterona no homem faz com que a libido funcione de maneira diferente. </p>



<p>H.H.M, 32, sente que o fato de ter o mínimo de interação social durante a pandemia possa ter feito sua libido aumentar. No entanto, o profissional da tecnologia da informação, que divide um apartamento com a namorada, afirma que essa sensação não fez diferença na relação.</p>



<p>&#8220;Isso não quer dizer que a atividade sexual do meu relacionamento tenha aumentado. Talvez a pandemia também esteja contribuindo para uma certa monotonia&#8221;, revela. Ele também acredita que esse aumento esteja ligado à ausência de atividades físicas e de gasto de energia com elas, já que era um hábito diário.</p>



<p>Baccaglini orienta que a prática regular de exercícios realmente faz diferença, mas que é preciso observar aspectos diversos e, se necessário, investir em perda de peso, organização do sono, abordagem da saúde mental e troca de medicamentos que estejam interferindo de maneira negativa.</p>



<p>No caso de homens que apresentam níveis de testosterona baixa —o que é diagnosticado por meio de exames —a reposição hormonal pode ser indicada.</p>



<p><strong>Para potencializar a libido</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://conteudo.imguol.com.br/c/entretenimento/ca/2020/06/23/pimenta-malagueta-1592941261190_v2_750x421.jpg" alt="Pimenta-malagueta - iStock - iStock"/></figure>



<p>Será que cuidar da alimentação pode ser um caminho? De acordo Thúlio Coelho, nutrólogo e endocrinologista, &#8220;não só a deficiência de nutrientes, como a ingestão de doces ou farinhas brancas é capaz de alterar a energia sexual pela diminuição dos hormônios androgênicos ou sexuais&#8221;.</p>



<p>Coelho lembra que o consumo de álcool em excesso também é um fator de risco. Durante o uso da substância, ocorre uma inibição do sistema nervoso central que pode até aumentar a disposição para o sexo, mas, a longo prazo, altas doses reduzem a produção natural de testosterona e estrogênio.</p>



<p>Na direção contrária, pimenta, nozes, romã, café, figo e alimentos com altos níveis de vitamina D —como cereais, cogumelos, peixes e ovos— podem ajudar a melhorar a libido em homens e mulheres, mas vale lembrar que o alimento sozinho não vai fazer nenhum milagre pela sua libido.</p>



<p>Fontes: Alisson Marques, psiquiatra pelo Hospital São Vicente de Paulo e médico do Núcleo de Saúde Mental do SAMU/Secretaria de Saúde do Distrito Federal; Mariana Rosário, ginecologista, obstetra e mastologista do Hospital Israelita Albert Einstein (SP); Thúlio Coelho, nutrólogo pelo Hospital Israelita Albert Einstein, endocrinologista pelo Instituto de Pesquisa e Ensino Médico e integrante da equipe da clínica Vive La Vie; e Willy Baccaglini, mestre em medicina sexual pela FMABC (Faculdade de Medicina do ABC) e uro-oncologista do Hospital Israelita Albert Einstein.</p>



<p>Fonte: UOL BEM ESTAR</p>
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		<title>Em estudo, mães passam anticorpos de vacina de Covid-19 pelo leite materno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Apr 2021 14:03:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[ANTICORPOS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Experimento pequeno nos EUA constatou que mulheres que tomaram o imunizante da Pfizer/BioNTech transferiram proteção imunológica pela amamentação ao filhos Mães que tomaram vacina da Pfizer repassaram anticorpos contra Covid-19 aos filhos pelo leite materno (Foto: Echo Grid/Unsplash) Um novo estudo com a&#160;vacina da Pfizer/BioNTech&#160;contra a&#160;Covid-19&#160;constatou que mães lactantes podem ser capazes de passar&#160;anticorpos&#160;para seus&#160;bebês&#160;por &#8230;</p>
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<h2>Experimento pequeno nos EUA constatou que mulheres que tomaram o imunizante da Pfizer/BioNTech transferiram proteção imunológica pela amamentação ao filhos</h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/P2q0gLuyWvyDILKPv5287ZzozoE=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2021/04/07/echo-grid-rcgisn482vi-unsplash.jpg" alt="Mães que tomaram vacina da Pfizer repassaram anticorpos contra Covid-19 aos filhos pelo leite materno (Foto: Echo Grid/Unsplash)" title="Mães que tomaram vacina da Pfizer repassaram anticorpos contra Covid-19 aos filhos pelo leite materno (Foto: Echo Grid/Unsplash)"/><figcaption>Mães que tomaram vacina da Pfizer repassaram anticorpos contra Covid-19 aos filhos pelo leite materno (Foto: Echo Grid/Unsplash)</figcaption></figure>



<p>Um novo estudo com a&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/03/vacina-da-pfizerbiontech-e-100-eficaz-em-adolescentes-de-12-15-anos.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vacina da Pfizer/BioNTech</a>&nbsp;contra a&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/04/apos-covid-19-34-desenvolvem-doencas-psiquiatricas-ou-neurologicas.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Covid-19</a>&nbsp;constatou que mães lactantes podem ser capazes de passar&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/03/vacinas-de-rnam-geram-anticorpos-em-gravidas-que-os-passam-bebes.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">anticorpos</a>&nbsp;para seus&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/02/tratamento-pode-evitar-que-mae-transmita-hiv-para-bebe-na-gravidez.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bebês</a>&nbsp;por meio do&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/11/anticorpos-contra-covid-19-sao-passados-pelo-leite-materno-sugere-estudo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">leite materno</a>. A pesquisa foi publicada no último dia 30 de março no jornal científico&nbsp;<a href="https://www.ajog.org/article/S0002-9378(21)00211-8/pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>American Journal of Obstetrics and Gynecology</em></a>.</p>



<p>Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Washington em St. Louis (WUSTL), nos Estados Unidos, realizaram o experimento com uma amostra pequena, de apenas cinco <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/02/tratamento-pode-evitar-que-mae-transmita-hiv-para-bebe-na-gravidez.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mães</a>, com filhos de um mês a 1 ano de vida. Todas elas tomaram duas doses do imunizante e forneceram amostras de seu leite materno congelado.</p>



<p>Duas semanas após a primeira <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/04/vacina-contra-zika-criada-por-brasileiro-nos-eua-tem-eficacia-em-animais.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">injeção</a>, o leite das mães já apresentou um aumento na quantidade de anticorpos contra o <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/03/vacina-da-pfizerbiontech-e-100-eficaz-em-adolescentes-de-12-15-anos.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vírus</a> da Covid-19, o <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/04/estudo-diz-por-que-sars-cov-2-se-replica-melhor-nas-vias-aereas-superiores.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sars-CoV-2</a>. E esse efeito se prolongou por 80 dias, ou quase três meses, de acordo com o estudo.</p>



<p>Para avaliar a resposta imunológica via leite materno, os pesquisadores monitoraram os níveis de dois anticorpos específicos, que têm papel fundamental no organismo no combate ao&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/04/mais-de-100-mil-brasileiros-podem-morrer-em-abril-por-covid-19.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">coronavírus</a>. Trata-se das imunoglobulinas IgA e IgG, que se mantiveram quantidade significativa no alimento entre 14 e 20 dias após a primeira dose.</p>



<p>“Sabemos que esses tipos de anticorpos revestem a boca e a garganta dos bebês e protegem contra&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/04/apos-covid-19-34-desenvolvem-doencas-psiquiatricas-ou-neurologicas.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">doenças</a>&nbsp;quando o bebê está tomando leite materno. Portanto, ser vacinado durante a amamentação não só protege a mãe, mas também pode proteger o bebê, por meses”, explica&nbsp;Jeannie Kelly, primeira autora do estudo, em&nbsp;<a href="https://medicine.wustl.edu/news/for-breastfeeding-moms-covid-19-vaccinations-may-also-protect-babies/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">comunicado</a>.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/c6dZCWAMNafp7gftYkLo7bjxtik=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2021/03/01/hakan-nural-ycvur2jgfha-unsplash_1.jpg" alt="Imagem ilustrativa de vacinação contra Covid-19 (Foto: Unsplash/Hakan Nural)" title="Vacinação é especialmente importante para mulheres grávidas, que fazem parte do grupo de risco da Covid-19  (Foto: Unsplash/Hakan Nural)"/><figcaption>Vacinação é especialmente importante para mulheres grávidas, que fazem parte do grupo de risco da Covid-19&nbsp; (Foto: Unsplash/Hakan Nural)</figcaption></figure>



<p>Outras&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/02/gestantes-podem-passar-anticorpos-contra-covid-19-para-os-bebes-diz-estudo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pesquisas anteriores</a>&nbsp;já haviam indicado que a amamentação confere proteção imunológica aos filhos de mulheres vacinadas. O novo estudo, porém, é o primeiro a rastrear os níveis específicos de anticorpos que estão presentes por meses no leite materno.</p>



<p>&#8220;Nosso estudo é limitado por um pequeno número de participantes, mas as descobertas fornecem notícias encorajadoras sobre o potencial <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/03/anticorpos-induzidos-por-vacinas-dos-eua-podem-neutralizar-menos-variantes.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">benefício imunológico</a> para bebês amamentados após a vacinação&#8221;, comenta a coautora Misty Good, professora assistente de pediatria na WUSTL.</p>



<p>Para continuar a pesquisa com mães e bebês, os especialistas pretendem coletar novos dados sobre como a vacinação materna pode proteger os pequenos, seja quando se trata de amamentação ou pela transferência de anticorpos pela <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/02/gestantes-podem-passar-anticorpos-contra-covid-19-para-os-bebes-diz-estudo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">placenta</a> durante a gravidez.</p>



<p>Fonte: Revista Galileu</p>
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		<title>Transplantes de órgãos continuam mesmo com a pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Apr 2021 13:55:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Das 324 operações de rins e córneas realizadas em um ano de coronavírus, HB foi responsável por 84 Para garantir a segurança de todos os que passariam por transplante e de seus profissionais, o Hospital de Base reforçou as medidas de prevenção contra a covid-19 &#124; Foto: Davidyson Damasceno/Iges-DF Mesmo diante dos transtornos causados em &#8230;</p>
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<h2>Das 324 operações de rins e córneas realizadas em um ano de coronavírus, HB foi responsável por 84<a href="https://twitter.com/intent/tweet?source=agenciabrasilia&amp;text=Transplantes%20de%20%C3%B3rg%C3%A3os%20continuam%20mesmo%20com%20a%20pandemia&amp;url=https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/2021/04/07/transplantes-de-orgaos-continuam-mesmo-com-a-pandemia/&amp;via=AgenciaBrasilia" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="http://agenciabrasilia.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-07-at-18.04.03-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-282449"/><figcaption>Para garantir a segurança de todos os que passariam por transplante e de seus profissionais, o Hospital de Base reforçou as medidas de prevenção contra a covid-19 | Foto: Davidyson Damasceno/Iges-DF</figcaption></figure>



<p>Mesmo diante dos transtornos causados em um ano de pandemia, a rede de saúde pública e privada do Distrito Federal conseguiu manter um serviço que a qualifica entre as melhores do País: o transplante de órgãos e tecidos. A Central de Transplantes (CET) do DF, vinculada à Secretaria de Saúde (SES), contabilizou 449 procedimentos entre 1º de março de 2020 e 1º de março de 2021, ciclo do primeiro ano da covid-19. Foram 249 transplantes de córneas, 101 de fígado, 75 de rins e 24 de coração.</p>



<p>O Hospital de Base (HB), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF) e referência regional em transplantes de córneas e rins, respondeu por 84 (25%) do total de 324 procedimentos realizados nessas especialidades, segundo a CET.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>O Hospital de Base respondeu por 25% do total de transplantes realizados no DF entre 1º de março de 2020 a 1º de março de 2021</p></blockquote>



<p>A pandemia não paralisou, mas afetou o fluxo normal de atendimento do HB. Para garantir a segurança dos pacientes que receberiam os órgãos e dos profissionais que fariam as cirurgias, medidas de prevenção foram reforçadas. Resultado: o número de transplantes de rins e córneas no Base caiu 12% em comparação com o período de 1º de março de 2019 a 1º de março de 2020, quando foram registrados 96 procedimentos.</p>



<p><strong>Mudanças nos cuidados</strong></p>



<p>Os transplantes de córneas e de rins seguem normas distintas. Com a pandemia, o Hospital de Base seguiu as recomendações do Ministério da Saúde para que pudesse continuar o atendimento sem pôr em risco a saúde dos pacientes e de seus profissionais.</p>



<p>No caso das córneas — que são consideradas tecidos e não órgãos —, os transplantes eletivos ficaram suspensos entre abril e setembro, por recomendação da Coordenação Geral do Sistema Nacional de Transplantes, do Ministério da Saúde. Naqueles meses, só foram autorizados os transplantes em que o coração do doador de córneas ainda estava pulsando. Atualmente, essas cirurgias estão ocorrendo normalmente.</p>



<p>Em relação aos rins, a Unidade de Nefrologia do HB manteve as cirurgias, mas adotou cuidados específicos, como exames RT-PCR em todos os doadores, tomografia de tórax e isolamento dos receptores. Foram, porém, suspensas as doações de rins de pessoas vivas. “Tudo isso para evitar ao máximo a contaminação pela covid-19”, explica Viviane Brandão, responsável técnica da Nefrologia.</p>



<p><strong>Pacientes beneficiados</strong></p>



<p>Atualmente, na lista de espera para esses dois tipos de transplantes estão 740 pacientes, dos quais 148 aguardam pelo procedimento no Hospital de Base. A auxiliar administrativa Ana Carolina Soares, 38 anos, saiu da lista em julho do ano passado, quando recebeu um novo rim após passar um ano e nove meses sobrevivendo por meio de hemodiálise.</p>



<p>Foi o segundo transplante de Ana. “Com 15 anos de idade, descobri um problema renal e passei 10 anos na fila”, conta. Ela fez o transplante e, 11 anos depois, ocorreu a rejeição ao órgão. Ana Carolina voltou para a fila até ser chamada para nova cirurgia. “Desta vez, os cuidados foram ainda maiores, principalmente por causa do pico de pico da covid-19”, salientou.</p>



<p>Como o corpo de Ana Carolina estava mais debilitado, a adaptação do segundo transplante foi mais difícil. Inicialmente, houve rejeição ao novo rim. Só depois de 44 dias de internação, o organismo dela aceitou o órgão. “A equipe do Hospital de Base fez de tudo para eu não perdê-lo”, conta. “Foi um tratamento intensivo e constante. Sou eternamente grata a todos.”</p>



<p><em>*Com informações do Iges-DF</em></p>



<p>Fonte: Agência Brasília</p>
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		<title>Obesidade responde por quase 50% dos gastos federais com câncer no SUS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2021 12:12:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[OBESIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[SEDENTARISMO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo mostra quanto o excesso de peso contribui para a doença Um estudo feito pelo Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) revela que o gasto com casos de câncer relacionados à obesidade entre adultos ficou em R$ 1,4 bilhão do total de 3,5 bilhões aplicados em 2018 pelo governo federal no &#8230;</p>
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<h3>Estudo mostra quanto o excesso de peso contribui para a doença</h3>



<p>Um estudo feito pelo Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) revela que o gasto com casos de câncer relacionados à obesidade entre adultos ficou em R$ 1,4 bilhão do total de 3,5 bilhões aplicados em 2018 pelo governo federal no tratamento da doença na rede do Sistema Único de Saúde (SUS). Feito em parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o estudo é inédito e teve início no fim de 2019. O resultado foi publicado no dia 11 de março, na revista científica internacional&nbsp;<em>Plos One</em>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1405896&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1405896&amp;o=node"></p>



<p>Segundo o oncologista clínico do Inca Ronaldo Corrêa, coordenador da pesquisa, de modo geral, o câncer é uma doença multifatorial. Isso significa que existem diversos fatores de risco para a doença, entre os quais o consumo de tabaco, de álcool e de carne vermelha, o sedentarismo e o excesso de peso ou obesidade.</p>



<p>O estudo concluiu que são altos os gastos com cânceres vinculados ao excesso de peso, considerando o cálculo da fração atribuível. “A gente pega a prevalência do fator de risco na população, quer dizer, quantas pessoas têm excesso de peso na população brasileira em diferentes faixas etárias e por sexo e vê qual é a prevalência desse fator de risco. Quanto maior a prevalência, maior a chance que o fator de risco tem de estar causando o câncer”, disse Corrêa hoje (5), em entrevista à&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>.</p>



<p>Os pesquisadores consideram ainda outro fator epidemiológico, que é o risco relativo. Essa medida de associação indica qual é a chance de uma pessoa com obesidade vir a ter um câncer em comparação a uma que não tem excesso de peso. A partir das duas medidas – prevalência e risco relativo – tais valores são aplicados na população brasileira e chega-se à fração atribuída.</p>



<h2>Percentuais</h2>



<p>O resultado evidencia quanto o excesso de peso contribui para os diversos tipos de cânceres associados à obesidade. O estudo do Inca mostrou que, no câncer de endométrio (corpo do útero), por exemplo, o índice ficou em torno de 24%. “Então, 24% dos cânceres do endométrio no Brasil, segundo o nosso estudo, são devido ao excesso de peso”, afirmou o médico. Isso significa que, a cada quatro cânceres do endométrio, um é devido ao excesso de peso.</p>



<p>De acordo com Corrêa, no câncer de mama, a obesidade contribui com 5%; no câncer colorretal,com 1,8%; no câncer de vesícula biliar, com 8%; no câncer do final do esôfago, cm, 16%; no câncer de próstata avançado, com 2,5%. “Em cada câncer que está associado ao excesso de peso, esse fator tem uma contribuição relativa”.</p>



<p>O oncologista explicou que, se o excesso de peso for eliminado entre os brasileiros, pode haver menos 5% de casos de câncer de mama, menos 25% dos casos de câncer do endométrio e assim por diante. O estudo do Inca verificou que 80% de toda a despesa com os cânceres atribuíveis ao excesso de peso foram com tratamento de tumores malignos de mama, colorretal e endométrio. Embora a contribuição do excesso de peso seja relativamente pequena para os cânceres de mama e colorretal, quando comparados ao de endométrio, o impacto econômico é alto pela grande incidência desses cânceres no país.</p>



<p>Dados recentes da Pesquisa Nacional de Saúde, do Ministério da Saúde, mostram o avanço do excesso de peso e da obesidade na população brasileira nos últimos anos. O percentual de pessoas obesas em idade adulta mais do que dobrou em 17 anos, passando de 12,2%, entre 2002 e 2003, para 26,8%, em 2019. Nesse período, a proporção dos adultos com excesso de peso passou de 43,3% para 61,7%, o que representa quase dois terços dos brasileiros. Entre os mais jovens, os dados também preocupam: um em cada cinco adolescentes com idade entre 15 e 17 anos apresentou excesso de peso, e cerca de um terço das pessoas de 18 a 24 anos é obesa.</p>



<h2>Risco</h2>



<p>Ronaldo Corrêa alertou que uma criança ou adolescente com excesso de peso tem grande risco de se tornar um adulto com excesso de peso. “É provável que o excesso de peso na infância e adolescência seja um fator de risco para a pessoa permanecer com excesso de peso na vida adulta”. Mais tarde, na vida adulta, esse adolescente vai correr o risco de desenvolver câncer.</p>



<p>O médico argumentou que uma análise do Brasil nos últimos 20 anos indicará que houve aumento do excesso de peso tanto na população de adultos quanto na de crianças e adolescentes. Para os especialistas, isso sinaliza que, no futuro, haverá vários problemas de saúde. “Não só câncer, mas doenças cardiovasculares, diabetes, entre elas.”</p>



<p>Segundo o coordenador do estudo do Inca, o tratamento do excesso de peso poderia representar uma economia de R$ 60 milhões no gasto de R$ 1,4 bilhão registrado pelo governo federal no SUS em 2018. O dinheiro poupado com a eliminação desse fator de risco poderia ser aplicado em mais prevenção e em tratamentos mais eficazes, que podem reduzir a mortalidade por câncer.</p>



<h2>Covid-19</h2>



<p>Na avaliação de Corrêa, o distanciamento social e o confinamento adotados para impedir a disseminação da covid-19 podem aumentar o percentual de obesos no país, por causa do sedentarismo e do maior consumo de alimentos processados e ultraprocessados. “É provável que, com esses fatores, tenha havido um aumento do excesso de peso na população.” Ele esclareceu, porém, que aumento de peso não significa que a pessoa vá ter câncer imediatamente. “Existe o que a gente chama de&nbsp;<em>gap</em>&nbsp;[lacuna] temporal. A pessoa vai passar alguns anos exposta àquele fator de risco para desenvolver um câncer.”</p>



<p>Corrêa explicou que a pessoa começa a vida adulta aos 20 anos. Se ficar com excesso de peso até os 30, a partir de 40, 50, 60 anos, ela tem muito mais risco de ter câncer do que os adultos que se mantiveram no peso ideal. O médico destacou, porém, que ao final da pandemia, quem ganhou peso nesse período pode retornar às atividades normais e emagrecer. “Não é uma condenação”, disse Corrêa, que definiu a pandemia como um evento transitório, que vai passar.</p>



<p>A diretora-geral do Inca, Ana Cristina Pinho, disse que os resultados do estudo podem ajudar os formuladores de políticas públicas, como o próprio instituto, a dar prioridade a ações de controle do câncer, buscando equilíbrio entre o que é gasto na prevenção, especificamente no excesso de peso, e o que é gasto com o tratamento do câncer.</p>



<p>Fonte: <em>Agência Brasil EBC</em></p>
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		<title>Valores da frequência cardíaca normal, alta ou baixa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 12:58:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ATIVIDADE FÍSICA]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[NOVAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[FREQUÊNCIA CARDÍACA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>​A frequência cardíaca indica a quantidade de vezes que o coração bate por minuto e o seu valor normal, em adultos, varia entre 60 e 100 bpm. Porém, ela pode variar com a idade, se a pessoa faz alguma atividade física ou se possui alguma&#160;doença&#160;cardíaca. Basicamente quanto mais esforço o coração precisa fazer para mandar &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>​A frequência cardíaca indica a quantidade de vezes que o coração bate por minuto e o seu valor normal, em adultos, varia entre 60 e 100 bpm. Porém, ela pode variar com a idade, se a pessoa faz alguma atividade física ou se possui alguma&nbsp;doença&nbsp;cardíaca.</p>



<p>Basicamente quanto mais esforço o coração precisa fazer para mandar o sangue para o corpo, maior será seu esforço e consequentemente, maior será a frequência cardíaca dessa pessoa. E quanto mais eficiente for cada batida do coração, menor será a frequência cardíaca, por isso o ideal é que os batimentos cardíacos sejam sempre mais baixos, mas não tão baixos que não permitam que o sangue chegue a todo corpo, por isso existe uma taxa ideal que varia conforme a idade:</p>



<ul><li>Até 2 anos de idade: 120 a 140 bpm,</li><li>Entre 8 anos até 17 anos: 80 a 100 bpm,</li><li>Adulto sedentário: 70 a 80 bpm,</li><li>Adulto que faz atividade física e idosos: 50 a 60 bpm.</li></ul>



<p>Apesar do batimento cardíaco normal ser de até 100 bpm, numa taquicardia, o coração pode bater até 400 vezes por minuto, sendo uma situação de risco.</p>



<p>O batimento cardíaco é um importante indicador do estado de saúde mas veja outros parâmetros que podem indicar como está sua saúde: <a href="https://www.tuasaude.com/como-saber-se-estou-bem-de-saude/">Como saber se estou bem de saúde</a>.</p>



<h3>Tabela de Frequência Cardíaca Normal</h3>



<p>A seguinte tabela mostra a frequência cardíaca normal para<strong>&nbsp;homens em repouso:</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Idade</strong></td><td><strong>18-25 anos</strong></td><td><strong>&nbsp;26-35 anos</strong></td><td><strong>36-45 anos</strong></td><td><strong>46-55 anos</strong></td><td><strong>56-65 anos</strong></td><td><strong>+65 anos</strong></td></tr><tr><td><br><strong>Excelente</strong></td><td>56-61</td><td>&nbsp;55-61</td><td>57-62</td><td>58-63&nbsp;</td><td>57-61</td><td>56-61</td></tr><tr><td><strong>Boa</strong></td><td>62-65</td><td>62-65</td><td>63-66</td><td>64-67</td><td>62-67</td><td>62-65</td></tr><tr><td><strong>Normal</strong></td><td>70-73</td><td>71-74</td><td>71-75</td><td>72-76</td><td>72-75</td><td>70-73</td></tr><tr><td><strong>Menos boa</strong></td><td>74-81</td><td>75-81</td><td>76-82</td><td>77-83</td><td>76-81</td><td>74-79</td></tr><tr><td><strong>Ruim</strong></td><td>+82</td><td>+82</td><td>+83</td><td>+84</td><td>+82</td><td>+80</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Já está tabela, mostra a frequência cardíaca normal para&nbsp;<strong>mulheres em repouso:</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Idade&nbsp;</strong></td><td><strong>18-25 anos</strong></td><td><strong>26-35 anos</strong></td><td><strong>36-45 anos</strong></td><td><strong>46-55 anos</strong></td><td><strong>56-65 anos</strong></td><td><strong>+65 anos</strong></td></tr><tr><td><br><strong>Excelente</strong></td><td>61-65</td><td>60-64</td><td>60-64</td><td>61-65</td><td>60-64</td><td>60-64</td></tr><tr><td><br><strong>Boa</strong></td><td>66-69</td><td>65-68</td><td>65-69</td><td>66-69</td><td>65-68</td><td>65-68</td></tr><tr><td><strong>Normal</strong></td><td>74-78</td><td>73-76</td><td>74-78</td><td>74-77</td><td>74-77</td><td>73-76</td></tr><tr><td><br><strong>Menos boa</strong></td><td>79-84</td><td>77-82</td><td>79-84</td><td>78-83</td><td>78-83</td><td>77-84</td></tr><tr><td><strong>Ruim</strong></td><td>+85</td><td>+83</td><td>+85</td><td>+84&nbsp;</td><td>+84</td><td>+84</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Se a frequência estiver acima dos valores mostrados na tabela, deve-se praticar exercícios regularmente porque isto melhora a capacidade cardíaca e assim o coração consegue bombear a mesma quantidade de sangue, com menos esforço, o que naturalmente diminui a frequência cardíaca em repouso.</p>



<h3>Como medir a frequência cardíaca</h3>



<p>Para medir, pode-se colocar o dedo indicador e médio na parte lateral do pescoço, onde se sente os batimentos cardíacos e contar quantas pulsações se percebe durante 1 minuto. O cálculo também pode ser feito contando os batimentos até 15 segundos e multiplicando o resultado por 4. Outra forma mais fidedigna é utilizar um pequeno aparelho chamado frequencímetro que se coloca no dedo, ou usar relógios especiais que medem a FC. Estes produtos podem ser comprados em lojas de produtos médico hospitalares ou de esporte.</p>



<h3>O que altera a frequência cardíaca</h3>



<p>Os principais fatores que alteram a frequência cardíaca estão citados a seguir:</p>



<ul><li>Acima de 100 bpm:</li></ul>



<p>Nem sempre o aumento das batidas do coração é causado por alguma situação preocupante. O coração pode ficar batendo mais forte ou acelerado em situações do dia a dia como:</p>



<ul><li>Diante de fortes emoções;</li><li>Ataque de pânico ou ansiedade;</li><li>Durante a relação sexual;</li><li>Quando há febre;</li><li>Durante a prática de exercícios;</li><li>Ao fazer algum esforço;</li><li>Devido ao uso de medicamentos;</li><li>Quando a pressão está alta,&nbsp;Veja&nbsp;<a href="https://www.tuasaude.com/pressao-alta-o-que-fazer/">o que fazer se a pressão estiver alta</a>;</li><li>Devido a ingestão de grandes quantidades de álcool ou cafeína;</li><li>Quando existe alguma doença cardíaca, como&nbsp;insuficiência cardíaca ou doença cardíaca valvar, assim como de outras doenças como aterosclerose ou hipertensão.</li></ul>



<p>Quando a pressão está alta, acima de 140 x 90 mmHg, há taquicardia e se a pressão continuar subindo, existe risco de infarto. Os sintomas que podem indicar que a pessoa está tendo ou pode ter um infarto incluem dor no peito ou no braço, sensação de má digestão, tontura e suor frio. Se a pessoa apresentar estes sintomas deve-se ir ao pronto-socorro ou chamar uma ambulância. Veja quais são os&nbsp;<a href="https://www.tuasaude.com/sintomas-de-infarto/">primeiros sintomas do infarto</a>.</p>



<p>Se a pessoa apresentar esse aumento da frequência cardíaca mais de 3 vezes por semana, mesmo quando encontra-se em repouso, sem fazer nenhum esforço, e sem nenhuma das situações acima, deve ir ao cardiologista para fazer exames ao coração, identificar a causa e iniciar o tratamento, se necessário.</p>



<ul><li>Abaixo de 60 bpm:</li></ul>



<p>O batimento cardíaco inferior a 60 batimentos por minuto, pode ocorrer devido ao envelhecimento ou ser apenas um efeito colateral de certos medicamentos para o coração, por exemplo. Porém, a FC baixa também pode indicar problemas cardíacos como bloqueio cardíaco ou disfunção do nódulo sinusal, principalmente se for acompanhada de tonturas, cansaço ou falta de ar. Assim, se a pessoa estiver com o batimento cardíaco fraco, deve consultar um cardiologista para fazer exames ao coração, identificar a causa e iniciar o tratamento, se necessário.</p>



<h3>Como normalizar a frequência cardíaca</h3>



<p>Se a frequência cardíaca estiver muito alta, e o indivíduo sentir o coração acelerado, o que pode fazer para tentar normalizar as batidas no coração naquele momento é:</p>



<ul><li>Ficar em pé e agachar um pouco apoiando&nbsp;as mãos nas pernas e tossir com força 5 vezes seguidas;</li><li>Respirar fundo e soltar o ar lentamente pela boca, como se estivesse apagando suavemente uma vela;</li><li>Fazer uma contagem decrescente, de 20 até zero, tentando se acalmar.</li></ul>



<p>Dessa forma o batimento cardíaco deverá diminuir um pouco, mas se notar que essa taquicardia, como é chamada, acontece de forma frequente, é necessário ir o médico para verificar o que pode estar causando esse aumento e se é preciso fazer algum tratamento.</p>



<p>Mas quando a pessoa mede sua frequência cardíaca em repouso e acha que podia estar mais baixa, a melhor forma de normalizar é fazendo atividade física regularmente. Podem ser caminhadas, corrida, aulas de hidroginástica ou qualquer outra atividade que leve ao condicionamento físico. </p>



<h3>Qual a frequência cardíaca máxima para treinar</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2021/04/download-1.jpeg" alt="" class="wp-image-1479" width="485" height="262" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2021/04/download-1.jpeg 305w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2021/04/download-1-300x162.jpeg 300w" sizes="(max-width: 485px) 100vw, 485px" /></figure></div>



<p>A frequência cardíaca máxima varia conforme a idade e o tipo de atividade que a pessoa faz diariamente, mas pode ser verificada realizando o seguinte cálculo matemático: 220 menos a idade (para homens) e 226 menos a idade (para mulheres).</p>



<p>Um adulto jovem pode ter um batimento máximo&nbsp;de 90 e um atleta pode ter uma frequência cardíaca máxima de 55,&nbsp;e isto também está relacionado ao condicionamento físico que o indivíduo possui. O importante é saber que a frequência cardíaca máxima de um indivíduo, pode ser diferente de outro e isto pode não representar nenhum problema de saúde, mas sim, condicionamento físico.</p>



<p>Para emagrecer e, ao mesmo tempo, queimar gordura deve treinar numa faixa de 60-75% da frequência cardíaca máxima, que varia de acordo com o sexo e a idade do indivíduo.</p>



<p>Fonte: <em>H3Med Centro Médico</em></p>
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		<title>Quiropraxia traz benefícios? Ela pode causar AVC?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 14:09:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[QUIROPRAXIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seu criador alegava que a quiropraxia tratava quase todas as doenças. Investigamos o histórico, o potencial contra dor nas costas e os riscos A quiropraxia hoje é muito associada a dores nas costas.&#160;Foto: Chris Yang/Unsplash/Divulgação Boa parte das pessoas veem&#160;a quiropraxia&#160;como uma técnica para diminuir&#160;dores nas costas&#160;através da manipulação da coluna e do pescoço. Mas &#8230;</p>
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<h2>Seu criador alegava que a quiropraxia tratava quase todas as doenças. Investigamos o histórico, o potencial contra dor nas costas e os riscos</h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://saude.abril.com.br/wp-content/uploads/2021/03/quiropraxia-riscos.jpg" alt="Mulher com desenho de vértebras nas costas, simbolizando a quiropraxia"/><figcaption>A quiropraxia hoje é muito associada a dores nas costas.&nbsp;Foto: Chris Yang/Unsplash/Divulgação</figcaption></figure>



<p>Boa parte das pessoas veem&nbsp;<strong>a quiropraxia</strong>&nbsp;como uma técnica para diminuir&nbsp;<a href="http://saude.abril.com.br/tudo-sobre/dor-nas-costas">dores nas costas</a>&nbsp;através da manipulação da coluna e do pescoço. Mas ela na verdade surgiu como um tratamento que alinharia o organismo como um todo, tratando 95% de todas as doenças. Claro que não há quaisquer evidências científicas que suportem essa alegação — e, por outro lado, existe o temor de que as estaladas na espinha e no pescoço aumentem o risco de complicações sérias.</p>



<p>Daí porque a leitora Giulia de Paula nos perguntou se a quiropraxia pode provocar um&nbsp;<a href="http://saude.abril.com.br/tudo-sobre/acidente-vascular-cerebral"><strong>acidente vascular cerebral (AVC)</strong></a>.</p>



<p>Para responder essa pergunta e dar o contexto por trás dessa prática, Veja SAÚDE conversou com o Edzard Ernst, um professor da&nbsp;<a href="https://www.exeter.ac.uk/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Universidade de Exeter</a>, na Inglaterra, que estuda os reais efeitos de diferentes métodos alternativos, e com o ortopedista Alexandre Fogaça, presidente da&nbsp;<a href="https://sbot.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia</a>&nbsp;– Regional São Paulo (Sbot-SP). Também vasculhamos as evidências científicas sobre o método.</p>



<h3>O que é a quiropraxia</h3>



<p>Apesar de as dores osteomusculares serem o foco da quiropraxia hoje, Edzard Ernst explica que, nos seus primórdios, o método era, digamos, mais ambicioso. Ele foi criado por&nbsp;<strong>Daniel David Palmer</strong>&nbsp;(1845-1913) em 1895, nos Estados Unidos.</p>



<p>De acordo com informações da&nbsp;<a href="https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2019/11/09/quiropraxia-uma-ideia-ruim-made-usa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">revista Questão de Ciência</a>, no livro de memórias de D.D. Palmer, “O Quiroprático”, publicado postumamente em 1914, a ideia de curar condições médicas dessa forma teria surgido por uma revelação espiritual enviada a ele pelo médico James Atkinson, que havia morrido 50 anos antes.</p>



<p>“Segundo D.D. Palmer, 95% de todas as doenças têm origem em subluxações da coluna. Portanto, a única cura se daria pela manipulação dessa estrutura”, conta Ernst, que lançou recentemente&nbsp;<a href="https://amzn.to/39suDc8" target="_blank" rel="noreferrer noopener">um livro sobre o tema (clique parar comprar)</a>, ainda sem tradução para o português.</p>



<p>Veja: “subluxação” é um conceito médico que significa o deslocamento parcial de uma junta. Mas, na quiropraxia, o termo pode designar “danos que não necessariamente causam manifestações físicas”. Ou seja, é a impressão pessoal do quiropata que define se há ou não uma subluxação.</p>



<p>Ainda de acordo com os princípios originais da quiropraxia, as subluxações bloqueariam a passagem da chamada “inteligência inata”, que por sua vez seria responsável por controlar todas as funções do organismo. Não há qualquer pesquisa que que tenha identificado essa inteligência inata ou a suporte de algum jeito. Pelo contrário.</p>



<p>Tempos depois de lançar a quiropraxia, D.D. Palmer afirmou que a inteligência inata era uma espécie de “Deus” dentro de cada pessoa. Sim, ele via seu método como uma religião que substituiria conceitos científicos de cura e tratamento.</p>



<p>“No início, ela era vista como uma panaceia. Só mais tarde a dor nas costas se tornou um foco dos quiropatas”, afirma Ernst.&nbsp;<a href="https://www.jpsmjournal.com/article/S0885-3924(07)00783-X/fulltext" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Em um artigo publicado no&nbsp;<em>Journal of Pain and Symptom Management</em>&nbsp;em 2008</a>, esse cientista revelou que os primeiros panfletos divulgando a quiropraxia alegavam, por exemplo, que ela era capaz de curar insanidade, disfunção sexual, sarampo e&nbsp;<a href="http://saude.abril.com.br/tudo-sobre/gripe">gripe</a>.</p>



<p>Com o tempo, houve um racha entre os profissionais que aplicavam a técnica. Parte tentou incorporar elementos científicos — e até por isso resolveram se concentrar nas doenças osteomusculares. Esse é o grupo dos “mixers”.</p>



<p>Já os “straights” seguem fiéis aos princípios originais de D.D. Palmer. Eles acreditam que as subluxações são a causa de quase todas as enfermidades, e a quiropraxia, a cura. Pesquisas já deixam claro que isso não é verdade.</p>



<p>A quiropraxia é atualmente regulamentada em diversos países — ela está enraizada especialmente nos Estados Unidos. A Federação Mundial de Quiropraxia inclusive é reconhecida e filiada à Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>



<p>No Brasil, essa forma de manipular a coluna é oferecida no Sistema Único de Saúde (SUS). Ela integra a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), junto com outros métodos sem comprovação científica, <a href="https://saude.abril.com.br/especiais/o-cerco-a-homeopatia/">como homeopatia</a>, ozonioterapia e reiki.</p>



<h3>A quiropraxia evita dores nas costas?</h3>



<p>Vamos recorrer à ciência. Pesquisadores de instituições holandesas e dinamarquesas fizeram uma revisão sistemática de 47 estudos randomizados que compararam a quiropraxia com outras terapias contra a lombalgia crônica. Ao todo, foram incluídos 9 211 participantes, com idades entre 35 a 60 anos.</p>



<p>O resultado,&nbsp;<a href="https://www.bmj.com/content/364/bmj.l689.long" target="_blank" rel="noreferrer noopener">publicado em 2019 no&nbsp;<em>British Medical Journal</em></a>, indicou que o efeito dessa técnica é semelhante ao de outros tratamentos recomendados. Nem melhor, nem pior.</p>



<p>No entanto, os autores pontuaram que os especialistas devem informar seus pacientes sobre os possíveis riscos da prática. A maioria dos efeitos colaterais esteve ligado a dores e rigidez muscular — embora a revisão conclua que muitos dos trabalhos analisados não avaliaram essa questão de maneira rigorosa.</p>



<p>Mais uma revisão,&nbsp;<a href="https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/2616395" target="_blank" rel="noreferrer noopener">essa publicada no respeitado periódico científico&nbsp;<em>Jama</em></a>, investigou a quiropraxia contra a dor lombar aguda. Após checar 26 estudos, os experts calcularam que ela foi associada a melhorias modestas em até seis semanas.</p>



<p>O benefício foi estatisticamente igual ao apresentado por anti-inflamatórios não esteróides. Além disso, a revisão destaca que muitas das pesquisas incluídas apresentavam limitações.</p>



<p><a href="https://journals.lww.com/spinejournal/Abstract/2004/07150/A_Cochrane_Review_of_Manipulation_and_Mobilization.9.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Outra revisão</a>, feita por universidades canadenses, australianas e americanas focou no tratamento de dores no pescoço. Os experts concluíram que o manejo e a mobilização da estrutura não trazem benefícios isoladamente — apenas se usados em conjunto com exercícios.</p>



<p>No fim das contas, a literatura científica não traz ainda uma resposta clara, embora resultados assim já deixem claro que a quiropraxia não é um milagre. Há indícios de que ela pode ajudar a aliviar dores nas costas, assim como outros métodos. “Todas as outras afirmações feitas por quiropatas não são apoiadas por boas evidências”, acrescenta Ernst.</p>



<h3>Os riscos da quiropraxia</h3>



<p>Vamos começar pelo tema que deu origem a esse texto: o AVC. “Ele pode acontecer após manipulações bruscas do pescoço, que causam a dissecção de uma artéria, levando a um derrame, às vezes seguido de morte”, explica Ernst.</p>



<p>No Hospital Universitário de Copenhague, na Dinamarca, profissionais chafurdaram os dados de diferentes revisões sobre possíveis efeitos colaterais. A partir de 118 artigos, eles concluíram que as reações adversas graves mais reportadas foram AVC, dor de cabeça e dissecção da artéria vertebral.</p>



<p>Mas, justiça seja feita, os cientistas afirmaram que não dá para tirar conclusões claras. Pra ter ideia, enquanto um trabalho estimava um efeito colateral grave a cada 20 mil sessões, outro sugeria um a cada 250 mil. Essa variação provavelmente indica que necessitamos de mais investigações de alta qualidade para bater o martelo sobre a segurança da técnica. De qualquer modo, o risco não está descartado — nem de perto.</p>



<p>Independentemente da questão do AVC, Alexandre Fogaça destaca que, muitas vezes, desconfortos nas costas não decorrem de problemas na coluna. Logo, recorrer à quiropraxia sem um diagnóstico certeiro pode adiar o tratamento adequado. “Só com a avaliação de um médico é possível concluir qual o caminho a seguir”, alerta o ortopedista.</p>



<p>A&nbsp;<a href="https://www.abquiro.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Associação Brasileira de Quiropraxia (ABQuiro)</a>&nbsp;alega que, como todo método terapêutico, ela possui indicações e contraindicações precisas. Segundo informado no site da entidade, quando realizada por pessoas qualificadas, os riscos são reduzidos.</p>



<p>Edzard Ernst discorda desse argumento. “As reações adversas mencionadas nos estudos referem-se a quiropatas totalmente qualificados. Eles negam, porque isso seria ruim para os negócios”, critica.</p>



<p>Por fim, há um receio de que o paciente acredite que a quiropraxia consiga controlar ou curar diferentes doenças e, a partir daí, abandone tratamentos comprovadamente eficazes. D.D. Palmer, por exemplo, era contra o uso de vacinas.</p>



<p>Diante de uma terapia com origem totalmente não-científica, sem benefícios superiores aos métodos já difundidos e com possíveis efeitos adversos perigosos, recomenda-se muita cautela. Se você estiver com qualquer problema nas costas, procure um médico qualificado antes de mais nada.</p>



<p>Fonte: <em>Veja Saúde</em></p>
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		<title>HB reforça cuidados com a segurança e a saúde dos servidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2021 11:28:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[DESCARTE CORRETO]]></category>
		<category><![CDATA[EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPIS)]]></category>
		<category><![CDATA[HOSPITAL DE BASE (HB)]]></category>
		<category><![CDATA[PROFISSIONAIS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[SEGURANÇA DO TRABALHO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Profissionais que atuam no pronto-socorro contam com um ponto de apoio para receber orientações e equipamentos de proteção Nesse local,&#160; informações serão repassadas para que os profissionais adotem medidas preventivas em ambientes hospitalares &#124; Foto: Davidyson Damasceno/Ascom Iges-DF Em tempos de pandemia, todo cuidado. É isso que a direção do Hospital de Base (HB) quer &#8230;</p>
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<h2>Profissionais que atuam no pronto-socorro contam com um ponto de apoio para receber orientações e equipamentos de proteção</h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="http://www.agenciabrasilia.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2021/03/WhatsApp-Image-2021-03-30-at-12.13.51.jpeg" alt="" class="wp-image-279587"/><figcaption>Nesse local,&nbsp; informações serão repassadas para que os profissionais adotem medidas preventivas em ambientes hospitalares | Foto: Davidyson Damasceno/Ascom Iges-DF</figcaption></figure>



<p>Em tempos de pandemia, todo cuidado. É isso que a direção do Hospital de Base (HB) quer reforçar junto aos seus colaboradores ao criar um ponto de apoio no pronto-socorro para que os profissionais possam receber orientações sobre cuidados a serem adotados para proteger a saúde e aumentar a segurança de quem trabalha em centros médicos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>As orientações serão dadas por técnicos especializados durante duas horas nos três turnos, para que todos os profissionais do pronto-socorro sejam atendidos</p></blockquote>



<p>O ponto de apoio começou a funcionar nesta terça-feira (30) sob a coordenação do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (Sesmt) do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), que administra o HB.</p>



<p>O serviço vai estar disponível até a próxima terça (6), fechando no feriado e no fim de semana. As orientações serão dadas por técnicos especializados durante duas horas nos três turnos (manhã, tarde e noite). Esse tempo é considerado suficiente para que todos os profissionais do pronto-socorro tenham acesso às instruções.</p>



<p><strong>Ambientes hospitalares</strong></p>



<p>No ponto de apoio, os profissionais vão ter acesso a informações que lhes ajudarão a reforçar os cuidados preventivos em ambientes hospitalares. São orientações sobre procedimentos como casos de acidentes de trabalho, uso adequado de equipamentos de proteção individual (EPIs), descarte correto desse material e até pré-cadastro para sessões de terapia. No local, eles também podem receber equipamentos de proteção novos.</p>



<p>“Sabemos que a rotina diária desses profissionais é intensa”, ressalta Daverson Ferreira da Silva, técnico de segurança do trabalho do Sesmt. “Estamos aqui para dar o suporte necessário para que eles, com orientações e equipamentos adequados, se sintam mais seguros no ambiente de trabalho.”</p>



<p>A intenção do Sesmt é levar o ponto de apoio para outros setores do Hospital de Base e para as outras unidades do Iges — o Hospital Regional de Santa Maria e as seis unidades de pronto atendimento (UPAs).</p>



<p><em>*Com informações do Iges-DF</em></p>



<p>Fonte: <em>Agência Brasília</em></p>
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		<title>Chá de hibisco ajuda a emagrecer e melhora a saúde; conheça os benefícios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2021 12:15:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DICAS DE NUTRIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[CHÁ]]></category>
		<category><![CDATA[CHÁ DE HIBISCO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As flores de hibisco se destacam pelo aroma agradável e por dar origem ao chá queridinho de quem quer levar um estilo de vida saudável. A infusão é preparada a partir do botão seco da Hibiscus sabdariffa (nome científico da planta, que também é conhecida como vinagreira). A bebida tem sido utilizada como ingrediente medicinal &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>As flores de hibisco se destacam pelo aroma agradável e por dar origem ao chá queridinho de quem quer levar um estilo de vida saudável. A infusão é preparada a partir do botão seco da Hibiscus sabdariffa (nome científico da planta, que também é conhecida como vinagreira).</p>



<p>A bebida tem sido utilizada como ingrediente medicinal durante séculos. E estudos recentes também comprovam que tanto o chá quanto o extrato da planta de hibisco são grandes aliados na hora de prevenir doenças.</p>



<p>O chá de hibisco ficou conhecido principalmente por quem quer perder peso. Mas, devido as suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, a bebida é indicada para aquelas pessoas que não abrem mão do bem-estar e de qualidade de vida.</p>



<p>A bebida não contém calorias e pode ser servida quente ou gelada. Confira detalhes sobre os benefícios:</p>



<p><strong>1. Diminui a pressão arterial </strong></p>



<p>A pressão alta geralmente acontece quando os vasos em que o sangue circula se contraem. Essa situação pode causar problemas cardíacos como infartos ou acidente vascular cerebral (AVC). No Brasil, estima-se que existam cerca de 30 milhões de hipertensos, de acordo com o Ministério da Saúde.</p>



<p>A boa notícia é que vários estudos já comprovaram que o chá de hibisco reduz a pressão arterial. Isso ocorre devido as antocianinas encontradas no hibisco, que são responsáveis pelos efeitos anti-hipertensivos. O teor elevado desses compostos no alimento, além da presença de ácidos orgânicos, vitaminas e minerais, ajuda a prevenir o estresse oxidativo das células, ajudando no controle das doenças cardiovasculares.</p>



<p>Uma pesquisa divulgada no The Journal of Nutrition estudou 65 pessoas com hipertensão que tomaram chá de hibisco ou placebo por seis semanas. Aqueles que consumiram a bebida tiveram uma diminuição significativa na pressão arterial.</p>



<p><strong>2. Ajuda a perder peso </strong></p>



<p>Um dos benefícios mais conhecidos do chá de hibisco é contribuir para o emagrecimento. Algumas pesquisas indicam que o chá foi capaz de reduzir a criação de células de gordura, ou seja, evita o acúmulo de gordura no corpo. Dentre as substâncias antioxidantes presentes no chá estão os flavonoides e antocianinas, que contribuem para evitar esse problema.</p>



<p>Ao diminuir este processo, o chá de hibisco contribui para que menos gordura fique acumulada na região do abdômen e nos quadris. O hibisco também bloqueia a produção de amilase, uma enzima que transforma o amido em açúcar. Lembrando que para que o chá de hibisco seja efetivo na redução de peso é importante vincular o consumo a um plano alimentar equilibrado, além da prática frequente de atividade física.</p>



<p><strong>3. Controla o colesterol </strong></p>



<p>Consumir regularmente o chá de hibisco reduz os níveis de colesterol no sangue e os triglicerídeos em pessoas com diabetes e síndrome metabólica (conjunto de doenças relacionadas a obesidade e aumento da pressão, colesterol e glicemia).</p>



<p>O Journal of Traditional and Complementary Medicine divulgou um estudo que avaliou 60 pessoas com diabetes que consumiram o chá de hibisco ou chá preto. Foi comprovado que aqueles que ingeriram o chá de hibisco tiveram um aumento do colesterol &#8220;bom&#8221; (HDL) e diminuição do colesterol &#8220;ruim&#8221; e triglicérides.</p>



<p>Já no caso de pessoas com a síndrome metabólica, uma pesquisa da Universidade de Guadalajara (México) comprovou que quem ingeriu 100 mg de extrato de hibisco diariamente teve uma diminuição do colesterol total e um aumento do colesterol &#8220;bom&#8221;.</p>



<p><strong>4. Melhora a saúde do fígado </strong></p>



<p>Alguns estudos realizados em humanos e animais mostram que o consumo do chá de hibisco melhora a saúde do fígado, pois aumenta as enzimas desintoxicantes e reduz os danos ao órgão. De acordo com uma pesquisa divulgada no The Journal of Functional Foods, tomar o extrato de hibisco por 12 semanas melhorou a esteatose hepática em 19 pessoas com sobrepeso. O problema de saúde ocorre quando há gordura em excesso no fígado e causa a insuficiência hepática &#8211;quando o órgão deixa de realizar suas funções como a desintoxicação do organismo.</p>



<p><strong>5. Evita a retenção de líquido </strong></p>



<p>O corpo humano pode reter água em excesso, causando inchaços que incomodam bastante. O chá de hibisco é rico em quercetina, substância que possui ação diurética, ou seja, aumenta a produção da urina ao longo do dia. Seu consumo, elimina assim, uma maior quantidade de toxinas e de água retida pelo corpo.</p>



<p><strong>Benefícios em estudo </strong></p>



<p><strong>&#8211; Previne envelhecimento precoce</strong>: o chá de hibisco é rico em antioxidantes. Por isso, ajuda a prevenir doenças causadas pelo acúmulo de radicais livres, que causam danos às células e acarreta envelhecimento precoce. Um estudo da Universidade de Ilorin (Nigéria) realizou uma pesquisa com ratos e comprovou que o extrato de hibisco aumentou o número de enzimas antioxidantes e reduziu os efeitos nocivos dos radicais livres em até 92%. Mas ainda são necessários estudos para comprovar se o chá de hibisco proporciona esse benefício em humanos.</p>



<p><strong>&#8211; Afasta o risco de câncer</strong>: mais uma vez os antioxidantes, principalmente as antocianinas podem diminuir o risco de câncer. Muitos estudos realizados em tubos de ensaio apontam que a inclusão de alimentos antioxidantes contribui para a prevenção de muitas doenças, incluindo o câncer. Uma pesquisa divulgada na Nutrition Cancer mostrou que o extrato de hibisco prejudicou o crescimento celular e reduziu as chances de câncer de boca e de mieloma múltiplo (câncer raro de sangue). Além disso, um estudo realizado também em tubos de ensaio divulgou que o alimento inibe as células cancerígenas do estômago em até 52%.</p>



<p><strong>Riscos e contraindicações </strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://conteudo.imguol.com.br/c/entretenimento/ac/2019/01/18/flores-de-hibisco-desidratadas-1547831015647_v2_750x421.jpg" alt="Flores de hibisco desidratadas - iStock - iStock"/><figcaption>Imagem: iStock</figcaption></figure>



<p>O chá de hibisco reduz os níveis de estrogênio no organismo, por isso, não é indicado para pessoas que fazem terapia de reposição hormonal (TRH) ou tomam pílulas anticoncepcionais. Além disso, ele também altera a fertilidade, pois inibe a ovulação temporariamente.</p>



<p>Não é recomendado o uso durante a gestação ou para lactantes, uma vez que há alteração no equilíbrio hormonal e o chá de hibisco atua sobre a musculatura do útero, podendo levar a um aborto e há também o risco de mutações genéticas.</p>



<p>Deve-se evitar o consumo do chá de hibisco durante à noite, para que não ocorra queda na qualidade do sono. Por ter ação diurética, o chá de hibisco causa eliminação contínua de potássio e outros eletrólitos, não se tornando recomendável para pessoas com doenças cardíacas grave, que necessitam de níveis adequados desse mineral. O consumo excessivo de chá causa efeitos indesejáveis como dor de cabeça, náuseas, hipotensão, câimbras e problemas relacionados ao fígado.</p>



<p>Assim como acontece com outros chás de ervas, o de hibisco pode interferir na eficácia de alguns medicamentos, principalmente anti-hipertensivos e o paracetamol. Sendo assim, antes de consumir o chá de hibisco, é importante consultar um médico.</p>



<p><strong>Como consumir o chá de hibisco </strong></p>



<p>A recomendação dos especialistas é consumir de uma a duas xícaras de 200 ml de chá de hibisco por dia. A melhor forma de preparo é a infusão. Coloque uma colher de sopa da planta seca em 1 litro de água quente e deixe repousar entre 5 a 10 minutos e depois coe. Mantenha, de preferência, em um recipiente de vidro ou cerâmica.</p>



<p>Se preferir gelado, conserve na geladeira por no máximo 6h. Porém, o ideal é sempre tomar logo após o preparo, para não perder suas propriedades. O chá de hibisco não deve ser adoçado com açúcar ou com adoçantes artificiais.</p>



<p>Fontes: Marisa Diniz Graça, nutricionista do Hospital Leforte; Marisa Resende Coutinho, nutricionista da Rede de Hospitais São Camilo; e Thalita Fialho, professora de Nutrição da FMP/Fase (RJ).</p>



<p>Fonte: <em>UOL: VIVA BEM</em></p>
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