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	<title>NOVAS NOTÍCIAS &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<description>SUA FONTE DE INFORMAÇÃO SEGURA SOBRE SAÚDE</description>
	<lastBuildDate>Mon, 17 Jan 2022 21:22:21 +0000</lastBuildDate>
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	<title>NOVAS NOTÍCIAS &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Saúde aplica 3.646 doses no primeiro dia da vacinação infantil</title>
		<link>https://saudenacapital.com.br/saude-aplica-3-646-doses-no-primeiro-dia-da-vacinacao-infantil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Saúde na Capital]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jan 2022 16:26:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquivos do sistema]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[NOVAS NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria de Saúde do Distrito Federal registrou, neste domingo (16), 3.646 doses de imunizantes contra a covid-19 aplicadas em crianças de 11 anos e de 5 a 11 anos com comorbidades. Os 11 locais de vacinação registraram filas no início da manhã, mas o movimento foi tranquilo no restante do dia. 3.646 crianças receberam &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h3></h3>



<p>A Secretaria de Saúde do Distrito Federal registrou, neste domingo (16), 3.646 doses de imunizantes contra a covid-19 aplicadas em crianças de 11 anos e de 5 a 11 anos com comorbidades. Os 11 locais de vacinação registraram filas no início da manhã, mas o movimento foi tranquilo no restante do dia.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="http://www.saude.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2022/01/Inicio-da-acinacao-infantil-no-DF-contra-a-covid-19-Foto-Sandro-Araujo-Agencia-Saude-DF-25.jpg" alt="" class="wp-image-144543"/></figure>



<p><strong>3.646 crianças receberam a primeira dose neste domingo (16) – Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF</strong></p>



<p>Nesta segunda-feira (17), serão 13 pontos de vacinação com imunizantes disponíveis para as crianças. Podem receber vacinas as crianças de 11 anos ou de 5 a 11 anos com deficiência permanente ou comorbidades – neste caso é necessário apresentar laudo médico que comprove a condição clínica da criança, de acordo com a lista de comorbidades indicadas como prioridade.</p>



<p>“Com tranquilidade a gente está tocando a primeira fase da vacinação das nossas crianças”, avaliou o secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache.</p>



<p><strong>Confira a lista de locais da vacinação pediátrica contra a covid-19 para esta segunda-feira (17):</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img src="http://www.saude.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2021/02/Vacinacao-Infantil-Covid-DF-17-de-janeiro-de-2022.png" alt="" class="wp-image-144601"/></figure>
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		<title>Quarentena de sete dias será adotada por 13 estados e o Distrito Federal</title>
		<link>https://saudenacapital.com.br/quarentena-de-sete-dias-sera-adotada-por-13-estados-e-o-distrito-federal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Saúde na Capital]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jan 2022 15:25:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquivos do sistema]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS DF]]></category>
		<category><![CDATA[NOVAS NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medida é válida para quadros leves de Covid; cinco estados já seguem a recomendação do Ministério da Saúde A&#160;quarentena&#160;de sete dias para pessoas com quadros leves de&#160;Covid-19&#160;recomendada pelo Ministério da Saúde&#160;será adotada por ao menos 13 estados e pelo Distrito Federal, de acordo com um levantamento da&#160;Agência CNN. A orientação do Ministério da Saúde é &#8230;</p>
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<p>Medida é válida para quadros leves de Covid; cinco estados já seguem a recomendação do Ministério da Saúde<img src="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2022/01/teste_covid_19-20.jpg?w=876&amp;h=484&amp;crop=1" alt="Pessoas com casos leves de Covid poderão fazer isolamento de sete dias em alguns estados e no DF"></p>



<p>A&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/quarentena/">quarentena</a>&nbsp;de sete dias para pessoas com quadros leves de&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/covid-19/">Covid-19</a>&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/ministerio-da-saude-reduz-quarentena-para-sete-dias-em-casos-leves-de-covid-19/">recomendada pelo Ministério da Saúde</a>&nbsp;será adotada por ao menos 13 estados e pelo Distrito Federal, de acordo com um levantamento da&nbsp;<strong>Agência CNN</strong>.</p>



<p>A orientação do Ministério da Saúde é de que o isolamento deverá ser feito por sete dias, desde que a pessoa não apresente sintomas respiratórios e febre há pelo menos 24 horas – sem a utilização de antitérmicos.</p>



<p>Nos casos em que a partir do quinto dia o resultado do teste seja negativo e a pessoa não apresente sintomas nas últimas 24 horas, a recomendação da pasta é que a quarentena seja  encerrada mais cedo.</p>



<p>Os estados de São Paulo, Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro já adotaram a recomendação do&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/ministerio-da-saude/">Ministério da Saúde</a>.</p>



<p>Espírito Santo, Roraima, Ceará, Amapá, Minas Gerais, Paraíba, Amazonas, Goiás e o Distrito Federal informaram que devem reduzir o&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/isolamento-social/">tempo de isolamento</a>, mas aguardam orientações técnicas da pasta.</p>



<p>Quatro estados afirmaram que vão manter a quarentena de 10 dias, quaisquer sejam os casos. São eles: Bahia, Maranhão, Santa Catarina e Tocantins.</p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fquarentena-de-sete-dias-sera-adotada-por-13-estados-e-o-distrito-federal%2F&amp;linkname=Quarentena%20de%20sete%20dias%20ser%C3%A1%20adotada%20por%2013%20estados%20e%20o%20Distrito%20Federal" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fquarentena-de-sete-dias-sera-adotada-por-13-estados-e-o-distrito-federal%2F&amp;linkname=Quarentena%20de%20sete%20dias%20ser%C3%A1%20adotada%20por%2013%20estados%20e%20o%20Distrito%20Federal" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_email" href="https://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fquarentena-de-sete-dias-sera-adotada-por-13-estados-e-o-distrito-federal%2F&amp;linkname=Quarentena%20de%20sete%20dias%20ser%C3%A1%20adotada%20por%2013%20estados%20e%20o%20Distrito%20Federal" title="Email" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fquarentena-de-sete-dias-sera-adotada-por-13-estados-e-o-distrito-federal%2F&amp;linkname=Quarentena%20de%20sete%20dias%20ser%C3%A1%20adotada%20por%2013%20estados%20e%20o%20Distrito%20Federal" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a></p><p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/quarentena-de-sete-dias-sera-adotada-por-13-estados-e-o-distrito-federal/">Quarentena de sete dias será adotada por 13 estados e o Distrito Federal</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
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		<title>Brasileiros criam IA que analisa fatores de mortalidade por Covid-19</title>
		<link>https://saudenacapital.com.br/brasileiros-criam-ia-que-analisa-fatores-de-mortalidade-por-covid-19/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2021 13:29:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[NOVAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores desenvolveram plataforma para identificar principais variáveis socioeconômicas e culturais que contribuem para o aumento de vítimas da pandemia Plataforma analisa dezenas de fatores que influenciam mortes por Covid-19 (Foto: Glenn Carstens-Peters/Unsplash) A desigualdade social é o fator que mais contribui para o aumento do número de vítimas da Covid-19 no Brasil. Isso é o que mostra o projeto &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2>Pesquisadores desenvolveram plataforma para identificar principais variáveis socioeconômicas e culturais que contribuem para o aumento de vítimas da pandemia</h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/nN32xSuXqw1pPUi_VUMycFJ4Teo=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2021/04/08/glenn-carstens-peters-npxxwgq33zq-unsplash.jpg" alt="Plataforma analisa dezenas de fatores que influenciam mortes por Covid-19 (Foto: Glenn Carstens-Peters/Unsplash)" title="Plataforma analisa dezenas de fatores que influenciam mortes por Covid-19 (Foto: Glenn Carstens-Peters/Unsplash)"/><figcaption>Plataforma analisa dezenas de fatores que influenciam mortes por Covid-19 (Foto: Glenn Carstens-Peters/Unsplash)</figcaption></figure>



<p>A <a href="https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2020/04/mapa-avaliara-como-desigualdade-social-afeta-propagacao-de-covid-19-em-sp.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">desigualdade social</a> é o fator que mais contribui para o aumento do número de <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/02/covid-19-ja-interrompeu-mais-de-205-milhoes-de-anos-de-vida-no-mundo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vítimas da Covid-19</a> no Brasil. Isso é o que mostra o projeto &#8220;O que afeta a mortalidade por Covid-19&#8221;, uma plataforma de análise construída por pesquisadores do Laboratório de Inteligência Artifical da Universidade Federal de Minas Gerais (LIA -UFMG) e a Kunumi, organização brasileira com foco em <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/plantao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ciência</a> e <a href="https://revistagalileu.globo.com/Tecnologia/noticia/plantao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tecnologias</a> emergentes.</p>



<p>Segundo os estudiosos, o índice de desigualdade brasileiro chega a 53 pontos, bem maior do que a média da amostra estudada (36 pontos), que inclui 87 países ao redor do mundo. &#8220;Este foi um dos primeiros padrões observados pela&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Pesquisa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pesquisa</a>&nbsp;e&nbsp;traz à tona a necessidade de um pensamento a longo prazo para diminuir as desigualdades sociais existente no país, a fim de prevenir cenários tão ruins quanto o que estamos vivenciando hoje&#8221;, afirma&nbsp;Adriano Veloso, professor chefe do Departamento de Ciência da Computação da UFMG.</p>



<p>O docente foi o responsável por conduzir a criação da plataforma de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Tecnologia/noticia/2019/05/inteligencia-artificial-ja-consegue-aprender-trabalhar-em-equipe.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inteligência artificial</a>&nbsp;que é capaz de apontar quais fatores são mais importantes para a expansão e recuo da&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/03/conheca-5-maiores-pandemias-da-historia.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pandemia</a>&nbsp;em diversos países. A partir disso, ela prevê a mortalidade diária de determinada região, apontando se irá aumentar ou diminuir.</p>



<p>No caso do Brasil, os pesquisadores também conseguiram analisar o avanço da pandemia nos 26 estados e no Distrito Federal. No <a href="https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Urbanidade/noticia/2020/09/com-66-da-populacao-infectada-manaus-pode-ter-atingido-imunidade-de-rebanho.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amazonas</a>, por exemplo, o maior agravante para a alta na mortalidade durante a segunda onda foi a falta de leitos em <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/01/60-dos-infectados-com-covid-19-internados-em-uti-morreram-no-brasil.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">unidades de terapia intensiva (UTI)</a>: havia 16 pessoas concorrendo por cada vaga disponível. Além disso, houve uma redução de apenas 2% na mobilidade em estações de transporte, ou seja, a adesão ao distanciamento social foi muito baixa.</p>



<p>Já Minas Gerais, cujo sistema de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/plantao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saúde</a>&nbsp;não chegou a colapsar durante a primeira onda de casos, não conseguiu conter a segunda alta de casos pela falta de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/02/4-fatores-necessarios-para-que-vacinacao-contra-covid-19-seja-eficiente.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vacinação</a>.</p>



<p>Em São Paulo, a ausência de distanciamento social foi a principal responsável pela aceleração da primeira onda: o índice de contenção estava em 69%, abaixo da média nacional. Além disso, a população economicamente ativa continuou a se deslocar para o trabalho: a redução da mobilidade nos transportes foi de apenas 36%.</p>



<p><strong>A plataforma</strong></p>



<p><a href="https://covid-19.kunumi.com/#/velocity/BR" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Disponível para consulta pública</a>,&nbsp;a ferramenta&nbsp;utiliza inteligência artifical para analisar a evolução da pandemia no Brasil e em outros 23 países — mais nações podem ser incluídas na plataforma nas próximas semanas.</p>



<p>A ideia do projeto surgiu a partir da necessidade de criar novas ferramentas para estudar um fenômeno tão complexo quanto a pandemia. Foi assim que as equipes do LIA-UFMG e da Kunumi decidiram alimentar um programa de inteligência artificial com dados públicos sobre o avanço da pandemia em 87 países. As principais fontes de informação são o Banco Mundial, a&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2020/07/conheca-o-papel-do-brasil-na-criacao-da-organizacao-mundial-da-saude.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Organização Mundial de Saúde (OMS)</a>,&nbsp;a Universidade de Oxford, o&nbsp;Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Atlas Brasil.</p>



<p>A partir desses dados, a tecnologia foi capaz de trabalhar com 65 variáveis que influenciam o número de óbitos por Covid-19, que vão desde comorbidades até questões socioeconômicas e culturais, como coeficiente de Gini, adesão a políticas de distanciamento social e o número de <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/11/menos-da-metade-dos-profissionais-de-saude-foram-treinados-na-pandemia.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">médicos, enfermeiros</a> e leitos de UTI. Em geral, análises como esta levam em consideração uma média de apenas cinco variáveis, o que mostra a eficiência do uso de IA para analisar cenários complexos e identificar variáveis por vezes ignoradas por humanos.</p>



<p>&#8220;O foco da ferramenta é a explicabilidade dos fatores que levam ou não a um aumento no número de mortos&#8221;, destaca Veloso.&nbsp;Ao reconhecer o que influencia o avanço ou recuo da pandemia em determinada região, o sistema é capaz de prever com maior precisão a evolução da mortalidade pela&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/03/como-os-sintomas-da-covid-19-evoluem-cada-dia-de-acordo-com-gravidade.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Covid-19</a>&nbsp;nesse local.</p>



<p>Na plataforma, o usuário pode encontrar as previsões e os números reais de óbitos das 24 nações disponíveis, com gráficos que mostram a taxa diária de mortes por Covid-19&nbsp;a cada 100 mil habitantes (chamada pelos pesquisadores de &#8220;velocidade&#8221;) e a variação dessa taxa (denominada &#8220;aceleração&#8221;) desde abril de 2020.</p>



<p>O objetivo é que a plataforma ajude a identificar o que pode enfraquecer ou impulsionar a pandemia, auxiliando na criação de políticas públicas que contenham o avanço da doença no Brasil e no mundo. O código-fonte do modelo de IA será disponibilizado no site da iniciativa nas próximas semanas. A metodologia e os primeiros resultados da pesquisa foram <a href="https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2020.07.04.20146423v1.full.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pré-publicados na medRxiv</a> e aguardam revisão por pares.</p>



<p>Fonte: Revista Galileu</p>
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		<title>Anvisa alerta para riscos da automedicação</title>
		<link>https://saudenacapital.com.br/anvisa-alerta-para-riscos-da-automedicacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2021 12:24:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOVAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[RISCOS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo a agência, a prática pode causar reação grave, inclusive óbito A automedicação, especialmente nesse momento de pandemia, tem preocupado autoridades sanitárias&#160;em todo o mundo. “É preciso que as pessoas se conscientizem dos riscos reais dessa prática, que pode causar reações graves, inclusive óbitos&#8221;, alertou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em comunicado. Ainda &#8230;</p>
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<h3>Segundo a agência, a prática pode causar reação grave, inclusive óbito</h3>



<p>A automedicação, especialmente nesse momento de pandemia, tem preocupado autoridades sanitárias&nbsp;em todo o mundo. “É preciso que as pessoas se conscientizem dos riscos reais dessa prática, que pode causar reações graves, inclusive óbitos&#8221;, alertou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em comunicado.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1405968&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1405968&amp;o=node"></p>



<p>Ainda segundo a Agência, essa avaliação é feita a partir de critérios técnico-científicos, de acordo com o paciente e o conhecimento da doença: &#8220;todo medicamento apresenta riscos relacionados ao seu consumo, que deve ser baseado na relação benefício-risco. Ou seja, os benefícios para o paciente devem superar os riscos associados ao uso do produto”.</p>



<p>Para se ter uma ideia da dimensão e da gravidade do problema, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 50% de todos os medicamentos são prescritos, dispensados ou vendidos de forma inadequada. Além disso, metade de todos os pacientes não faz uso dos medicamentos corretamente.</p>



<h2>Notificação</h2>



<p>Para&nbsp;identificar novos riscos e atualizar o perfil de segurança dos medicamentos, a Anvisa lembra que é imprescindível que profissionais de saúde e cidadãos notifiquem as suspeitas de eventos adversos, mesmo sem ter certeza da associação com o medicamento.</p>



<p>Os eventos devem ser notificados <a href="https://primaryreporting.who-umc.org/Reporting/Reporter?OrganizationID=BR" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pelo VigiMed</a>. “A qualidade dos dados inseridos no sistema é fundamental para subsidiar a análise pelas equipes especializadas. É importante identificar o produto e informar o fabricante e o número do lote”, orienta a Anvisa.</p>



<p>Fonte: <em>Agência Brasil EBC</em></p>
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		<title>Valores da frequência cardíaca normal, alta ou baixa</title>
		<link>https://saudenacapital.com.br/valores-da-frequencia-cardiaca-normal-alta-ou-baixa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 12:58:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ATIVIDADE FÍSICA]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[NOVAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[FREQUÊNCIA CARDÍACA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>​A frequência cardíaca indica a quantidade de vezes que o coração bate por minuto e o seu valor normal, em adultos, varia entre 60 e 100 bpm. Porém, ela pode variar com a idade, se a pessoa faz alguma atividade física ou se possui alguma&#160;doença&#160;cardíaca. Basicamente quanto mais esforço o coração precisa fazer para mandar &#8230;</p>
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<p>​A frequência cardíaca indica a quantidade de vezes que o coração bate por minuto e o seu valor normal, em adultos, varia entre 60 e 100 bpm. Porém, ela pode variar com a idade, se a pessoa faz alguma atividade física ou se possui alguma&nbsp;doença&nbsp;cardíaca.</p>



<p>Basicamente quanto mais esforço o coração precisa fazer para mandar o sangue para o corpo, maior será seu esforço e consequentemente, maior será a frequência cardíaca dessa pessoa. E quanto mais eficiente for cada batida do coração, menor será a frequência cardíaca, por isso o ideal é que os batimentos cardíacos sejam sempre mais baixos, mas não tão baixos que não permitam que o sangue chegue a todo corpo, por isso existe uma taxa ideal que varia conforme a idade:</p>



<ul><li>Até 2 anos de idade: 120 a 140 bpm,</li><li>Entre 8 anos até 17 anos: 80 a 100 bpm,</li><li>Adulto sedentário: 70 a 80 bpm,</li><li>Adulto que faz atividade física e idosos: 50 a 60 bpm.</li></ul>



<p>Apesar do batimento cardíaco normal ser de até 100 bpm, numa taquicardia, o coração pode bater até 400 vezes por minuto, sendo uma situação de risco.</p>



<p>O batimento cardíaco é um importante indicador do estado de saúde mas veja outros parâmetros que podem indicar como está sua saúde: <a href="https://www.tuasaude.com/como-saber-se-estou-bem-de-saude/">Como saber se estou bem de saúde</a>.</p>



<h3>Tabela de Frequência Cardíaca Normal</h3>



<p>A seguinte tabela mostra a frequência cardíaca normal para<strong>&nbsp;homens em repouso:</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Idade</strong></td><td><strong>18-25 anos</strong></td><td><strong>&nbsp;26-35 anos</strong></td><td><strong>36-45 anos</strong></td><td><strong>46-55 anos</strong></td><td><strong>56-65 anos</strong></td><td><strong>+65 anos</strong></td></tr><tr><td><br><strong>Excelente</strong></td><td>56-61</td><td>&nbsp;55-61</td><td>57-62</td><td>58-63&nbsp;</td><td>57-61</td><td>56-61</td></tr><tr><td><strong>Boa</strong></td><td>62-65</td><td>62-65</td><td>63-66</td><td>64-67</td><td>62-67</td><td>62-65</td></tr><tr><td><strong>Normal</strong></td><td>70-73</td><td>71-74</td><td>71-75</td><td>72-76</td><td>72-75</td><td>70-73</td></tr><tr><td><strong>Menos boa</strong></td><td>74-81</td><td>75-81</td><td>76-82</td><td>77-83</td><td>76-81</td><td>74-79</td></tr><tr><td><strong>Ruim</strong></td><td>+82</td><td>+82</td><td>+83</td><td>+84</td><td>+82</td><td>+80</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Já está tabela, mostra a frequência cardíaca normal para&nbsp;<strong>mulheres em repouso:</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Idade&nbsp;</strong></td><td><strong>18-25 anos</strong></td><td><strong>26-35 anos</strong></td><td><strong>36-45 anos</strong></td><td><strong>46-55 anos</strong></td><td><strong>56-65 anos</strong></td><td><strong>+65 anos</strong></td></tr><tr><td><br><strong>Excelente</strong></td><td>61-65</td><td>60-64</td><td>60-64</td><td>61-65</td><td>60-64</td><td>60-64</td></tr><tr><td><br><strong>Boa</strong></td><td>66-69</td><td>65-68</td><td>65-69</td><td>66-69</td><td>65-68</td><td>65-68</td></tr><tr><td><strong>Normal</strong></td><td>74-78</td><td>73-76</td><td>74-78</td><td>74-77</td><td>74-77</td><td>73-76</td></tr><tr><td><br><strong>Menos boa</strong></td><td>79-84</td><td>77-82</td><td>79-84</td><td>78-83</td><td>78-83</td><td>77-84</td></tr><tr><td><strong>Ruim</strong></td><td>+85</td><td>+83</td><td>+85</td><td>+84&nbsp;</td><td>+84</td><td>+84</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Se a frequência estiver acima dos valores mostrados na tabela, deve-se praticar exercícios regularmente porque isto melhora a capacidade cardíaca e assim o coração consegue bombear a mesma quantidade de sangue, com menos esforço, o que naturalmente diminui a frequência cardíaca em repouso.</p>



<h3>Como medir a frequência cardíaca</h3>



<p>Para medir, pode-se colocar o dedo indicador e médio na parte lateral do pescoço, onde se sente os batimentos cardíacos e contar quantas pulsações se percebe durante 1 minuto. O cálculo também pode ser feito contando os batimentos até 15 segundos e multiplicando o resultado por 4. Outra forma mais fidedigna é utilizar um pequeno aparelho chamado frequencímetro que se coloca no dedo, ou usar relógios especiais que medem a FC. Estes produtos podem ser comprados em lojas de produtos médico hospitalares ou de esporte.</p>



<h3>O que altera a frequência cardíaca</h3>



<p>Os principais fatores que alteram a frequência cardíaca estão citados a seguir:</p>



<ul><li>Acima de 100 bpm:</li></ul>



<p>Nem sempre o aumento das batidas do coração é causado por alguma situação preocupante. O coração pode ficar batendo mais forte ou acelerado em situações do dia a dia como:</p>



<ul><li>Diante de fortes emoções;</li><li>Ataque de pânico ou ansiedade;</li><li>Durante a relação sexual;</li><li>Quando há febre;</li><li>Durante a prática de exercícios;</li><li>Ao fazer algum esforço;</li><li>Devido ao uso de medicamentos;</li><li>Quando a pressão está alta,&nbsp;Veja&nbsp;<a href="https://www.tuasaude.com/pressao-alta-o-que-fazer/">o que fazer se a pressão estiver alta</a>;</li><li>Devido a ingestão de grandes quantidades de álcool ou cafeína;</li><li>Quando existe alguma doença cardíaca, como&nbsp;insuficiência cardíaca ou doença cardíaca valvar, assim como de outras doenças como aterosclerose ou hipertensão.</li></ul>



<p>Quando a pressão está alta, acima de 140 x 90 mmHg, há taquicardia e se a pressão continuar subindo, existe risco de infarto. Os sintomas que podem indicar que a pessoa está tendo ou pode ter um infarto incluem dor no peito ou no braço, sensação de má digestão, tontura e suor frio. Se a pessoa apresentar estes sintomas deve-se ir ao pronto-socorro ou chamar uma ambulância. Veja quais são os&nbsp;<a href="https://www.tuasaude.com/sintomas-de-infarto/">primeiros sintomas do infarto</a>.</p>



<p>Se a pessoa apresentar esse aumento da frequência cardíaca mais de 3 vezes por semana, mesmo quando encontra-se em repouso, sem fazer nenhum esforço, e sem nenhuma das situações acima, deve ir ao cardiologista para fazer exames ao coração, identificar a causa e iniciar o tratamento, se necessário.</p>



<ul><li>Abaixo de 60 bpm:</li></ul>



<p>O batimento cardíaco inferior a 60 batimentos por minuto, pode ocorrer devido ao envelhecimento ou ser apenas um efeito colateral de certos medicamentos para o coração, por exemplo. Porém, a FC baixa também pode indicar problemas cardíacos como bloqueio cardíaco ou disfunção do nódulo sinusal, principalmente se for acompanhada de tonturas, cansaço ou falta de ar. Assim, se a pessoa estiver com o batimento cardíaco fraco, deve consultar um cardiologista para fazer exames ao coração, identificar a causa e iniciar o tratamento, se necessário.</p>



<h3>Como normalizar a frequência cardíaca</h3>



<p>Se a frequência cardíaca estiver muito alta, e o indivíduo sentir o coração acelerado, o que pode fazer para tentar normalizar as batidas no coração naquele momento é:</p>



<ul><li>Ficar em pé e agachar um pouco apoiando&nbsp;as mãos nas pernas e tossir com força 5 vezes seguidas;</li><li>Respirar fundo e soltar o ar lentamente pela boca, como se estivesse apagando suavemente uma vela;</li><li>Fazer uma contagem decrescente, de 20 até zero, tentando se acalmar.</li></ul>



<p>Dessa forma o batimento cardíaco deverá diminuir um pouco, mas se notar que essa taquicardia, como é chamada, acontece de forma frequente, é necessário ir o médico para verificar o que pode estar causando esse aumento e se é preciso fazer algum tratamento.</p>



<p>Mas quando a pessoa mede sua frequência cardíaca em repouso e acha que podia estar mais baixa, a melhor forma de normalizar é fazendo atividade física regularmente. Podem ser caminhadas, corrida, aulas de hidroginástica ou qualquer outra atividade que leve ao condicionamento físico. </p>



<h3>Qual a frequência cardíaca máxima para treinar</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2021/04/download-1.jpeg" alt="" class="wp-image-1479" width="485" height="262" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2021/04/download-1.jpeg 305w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2021/04/download-1-300x162.jpeg 300w" sizes="(max-width: 485px) 100vw, 485px" /></figure></div>



<p>A frequência cardíaca máxima varia conforme a idade e o tipo de atividade que a pessoa faz diariamente, mas pode ser verificada realizando o seguinte cálculo matemático: 220 menos a idade (para homens) e 226 menos a idade (para mulheres).</p>



<p>Um adulto jovem pode ter um batimento máximo&nbsp;de 90 e um atleta pode ter uma frequência cardíaca máxima de 55,&nbsp;e isto também está relacionado ao condicionamento físico que o indivíduo possui. O importante é saber que a frequência cardíaca máxima de um indivíduo, pode ser diferente de outro e isto pode não representar nenhum problema de saúde, mas sim, condicionamento físico.</p>



<p>Para emagrecer e, ao mesmo tempo, queimar gordura deve treinar numa faixa de 60-75% da frequência cardíaca máxima, que varia de acordo com o sexo e a idade do indivíduo.</p>



<p>Fonte: <em>H3Med Centro Médico</em></p>
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		<title>É tudo igual? 6 fatores que diferenciam uma água mineral da outra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Mar 2021 11:41:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOVAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[ÁGUA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conhecida como um líquido sem cor, cheiro e gosto, a variedade de águas minerais no Brasil e no mundo é determinada por muitos aspectos. Conheça algumas curiosidades sobre a bebida Água mineral é tudo igual? (Foto: Greg Rosenke/Unsplash) Imagine abrir uma garrafa de água mineral lacrada e, ao ingerir um gole, ter a sensação de que os minerais dela &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2>Conhecida como um líquido sem cor, cheiro e gosto, a variedade de águas minerais no Brasil e no mundo é determinada por muitos aspectos. Conheça algumas curiosidades sobre a bebida</h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/Z0d57pvQ7T_VGiqhVb78rTdSmYs=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2021/03/22/greg-rosenke-rjxh46mf5zq-unsplash.jpg" alt="Água mineral é tudo igual? (Foto: Greg Rosenke/Unsplash)" title="Água mineral é tudo igual? (Foto: Greg Rosenke/Unsplash)"/><figcaption>Água mineral é tudo igual? (Foto: Greg Rosenke/Unsplash)</figcaption></figure>



<p>Imagine abrir uma <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Arqueologia/noticia/2020/01/garrafa-que-teria-sido-usada-como-protecao-contra-bruxas-e-encontrada-nos-eua.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">garrafa</a> de <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2021/03/ate-99-da-agua-de-marte-pode-estar-sob-crosta-do-planeta-diz-estudo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">água</a> mineral lacrada e, ao ingerir um gole, ter a sensação de que os minerais dela estão grudando no céu de sua boca. Ou ainda: matar a sede com um líquido que tem o sabor de &#8220;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2019/07/milhoes-de-pessoas-tomam-uma-aspirina-por-dia-sem-precisar-entenda.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aspirina</a> engarrafada&#8221;. As percepções, extraídas da série <em>Curta Essa com Zac Efron</em>, da <a href="https://revistagalileu.globo.com/Cultura/noticia/2020/12/10-filmes-e-series-com-tematica-espacial-disponiveis-na-netflix.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Netflix</a>, trazem à tona o princípio básico de uma água potável: o de que ela não deve ter cor, cheiro ou gosto. Mas será que isso é verdade?</p>



<p>Para ser considerada potável, a água precisa, sim, ser inodora e incolor, além de não apresentar gosto de qualquer&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2020/09/6-fatos-sobre-fosfina-substancia-que-sugere-existencia-de-vida-em-venus.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">substância química</a>&nbsp;que não seja original dela. Mas não necessariamente precisa-se verificar a ausência de um&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2018/01/cientistas-afirmam-que-calcio-e-o-sexto-sabor-conhecido.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sabor</a>. Isto é, você pode sentir um indício&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2020/07/bacteria-que-se-alimenta-de-metal-e-descoberta-por-acaso-em-vidraria-suja.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">metálico</a>&nbsp;em uma água rica em magnésio, por exemplo. “Se você pegar um pouquinho do bicarbonato de sódio alimentício, colocar na água e beber, você vai sentir um gosto levemente amargo. Esse é o gosto que as pessoas com paladar mais sensível sentem quando a concentração de sais dissolvidos está acima de 200 mg/L&#8221;, ilustra&nbsp;o professor Reginaldo Bertolo, vice-diretor do Centro de Pesquisas de Águas Subterrâneas (Cepas) da Universidade de São Paulo (USP).</p>



<p>O que dita a potabilidade de uma água é se ela atende ou não às normas estabelecidas pelas agências de vigilância de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Comportamento/noticia/2020/10/consumo-de-alimentos-processados-cresce-entre-mais-pobres-durante-pandemia.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">alimentos</a>&nbsp;— a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/01/5-respostas-sobre-o-uso-emergencial-de-vacinas-no-brasil.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Anvisa</a>) no caso do&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2020/11/como-o-brasil-se-tornou-uma-potencia-de-estudos-sobre-psicodelicos.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Brasil</a>. Cada país tem seus próprios critérios que limitam a quantidade máxima de substâncias em águas minerais, incluindo seus elementos naturais e eventuais produtos químicos aplicados a elas.</p>



<p>Para a Anvisa, se a água apresentar mais do que 6,5 mg de magnésio ou 25 mg de cálcio a cada 100 mL, mesmo que a composição esteja inalterada — ou seja, venha assim direto da fonte —, ela não é potável.</p>



<p>Águas minerais engarrafadas precisam atender a&nbsp;<a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2005/res0274_22_09_2005.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Resolução 274</a>, de 22 de setembro de 2005, para serem comercializadas. A principal diferença de uma água potável comum para uma água mineral natural está nas propriedades químicas, que são o que pode dar “sabor” à água e dependem, em grande parte, da&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2020/03/agua-de-marte-pode-ser-proveniente-de-ao-menos-duas-fontes-distintas.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fonte</a>&nbsp;de onde o líquido brotou.</p>



<p>Na opinião do&nbsp;<em>sommelier&nbsp;</em>de água Rodrigo Rezende, certificado pela Fine Water Academy, dos Estados Unidos, todas as águas são únicas em sua própria riqueza. “Você jamais vai beber uma água mineral igual a outra, porque as fontes são todas diferentes entre si”, pontua. Mas, afinal, quais são os elementos que diferenciam uma água da outra?</p>



<p><strong>6 fatores que diferenciam águas minerais</strong></p>



<p><strong>1. Fonte</strong></p>



<p>O Brasil tem mais de 1200 fontes de águas minerais de aquíferos, segundo a Agência Nacional de Mineração (ANM). Cada uma delas garante características específicas para a água que gera, como temperatura,&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/09/refluxo-pode-aumentar-risco-de-morte-por-covid-19-sugere-estudo-brasileiro.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pH</a>, concentração de gases (como o&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2020/11/gas-carbonico-ejetado-de-sistema-estelar-400-anos-luz-intriga-astronomos.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">carbônico</a>, da água com gás) e condutividade elétrica.</p>



<p>A localização da fonte também pode indicar maior ou menor interferência humana. Estar dentro de uma área urbana aumenta os riscos de um aquífero ser contaminado a partir de um vazamento da rede de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2020/09/alunas-criam-prototipo-que-trata-esgoto-domestico-antes-de-chegar-ao-tiete.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">esgoto</a>, por exemplo. Da mesma forma, uma área rural demanda atenção ao uso de fertilizantes na terra.</p>



<p><strong>2. Nitrato</strong></p>



<p>Natural da composição química da água, o nível de nitrato é um indicador da ação humana em aquíferos. Em águas não impactadas, espera-se uma concentração de nitrato de até 2 mg por litro, segundo o vice-diretor do Cepas-USP. Níveis muito acima disso podem apontar para resíduos de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/01/6-informacoes-inusitadas-sobre-o-xixi.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">xixi</a>&nbsp;e fertilizantes.&nbsp;</p>



<p>Mas isso não torna a água impotável. Pela legislação, até 50 mg de nitrato (NO3-) por litro ainda garantem sua potabilidade. Se aparecer no rótulo como nitrato de nitrogênio (N-NO3-), a concentração máxima permitida é de 10mg/L. “A água pode se manter potável, mas deixará de ser exatamente como a natureza criou”, diz Bertolo.</p>



<p><strong>3. Embalagem</strong></p>



<p>O material que envolve a água também pode interferir em sua qualidade. A água pode ser modificada pela composição química da&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Tecnologia/noticia/2021/02/empresa-de-sc-cria-verniz-que-bloqueia-virus-e-bacterias-em-embalagens.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">embalagem</a>&nbsp;e contaminada por substâncias indesejadas. Mas isso depende de exposições a altas temperaturas. “Se a temperatura aumenta, o&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Meio-Ambiente/noticia/2020/12/producao-de-plastico-no-mundo-pode-crescer-50-ate-2025-se-nada-feito.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">plástico</a>&nbsp;começa a sofrer uma degradação”, explica Bertolo. No caso da&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Meio-Ambiente/noticia/2020/09/cientistas-criam-superenzima-que-come-plastico-pet-em-poucos-dias.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">garrafa PET</a>, o antimônio, metal pesado utilizado na polimerização, pode interagir com a água em pequena concentração.</p>



<p>Os galões de água são ainda mais preocupantes. O plástico que algumas marcas usam pode liberar substâncias prejudiciais em seu processo de degradação.&nbsp;“Essas embalagens são perigosas, pois liberam&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2019/12/niveis-de-bpa-no-corpo-humano-podem-ser-44-vezes-maior-do-que-se-imaginava.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bisfenol</a>, um produto orgânico que a longo prazo pode fazer mal à saúde”, alerta Bertolo.&nbsp;Dentre as opções, embora menos comuns em supermercados, o recipiente menos arriscado é o&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2020/10/cerebro-que-virou-vidro-apos-erupcao-do-vesuvio-preserva-neuronios.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vidro</a>.&nbsp;</p>



<p><strong>4. Radioatividade</strong></p>



<p>Identificada na captação da água, a <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2020/04/radioatividade-poderia-tornar-habitaveis-planetas-congelados.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">radioatividade</a> é medida a partir da presença do gás radônio, que classifica a fonte como fracamente radioativa, radioativa ou fortemente radioativa. No entanto, o teor desse elemento químico não interfere na qualidade ou no sabor da água. Bertolo esclarece que os níveis de radônio encontrados nas garrafas que consumimos são ainda menores do que quando a água é coletada na fonte, onde já são irrisórios.</p>



<p><strong>5. pH</strong></p>



<p>O&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/09/refluxo-pode-aumentar-risco-de-morte-por-covid-19-sugere-estudo-brasileiro.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pH</a>&nbsp;da água mede sua concentração hidrogeniônica. Se estiver abaixo de 7, o líquido apresenta caráter ácido. Acima de 7, básico. Em águas minerais, é uma característica natural, determinada pela localização da nascente, e que não influencia na potabilidade.&nbsp;<a href="http://sban.cloudpainel.com.br/source/Agua-HidrataAAo-e-SaAde_Nestle_.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Segundo a Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição</a>, alimentos ou água com pH básico ou ácido não conseguem alterar o pH sanguíneo.&nbsp;</p>



<p><strong>6. Total de sólidos dissolvidos</strong></p>



<p>Identificado no rótulo como “resíduo de evaporação”, o total de sólidos dissolvidos é a concentração de minerais na água (também chamada de taxa de mineralidade), como cálcio, sódio, magnésio, potássio, bicarbonato. Se a água for evaporada em determinada temperatura (também indicada no rótulo), sobram esses resíduos.</p>



<p>As águas minerais do Brasil, de acordo com Bertolo, não costumam ter taxa de mineralidade maior do que 300 mg/L. “Servem para matar a sede, mas não são fontes nutricionalmente significativas de sais minerais para o organismo”, destaca o especialista da USP.&nbsp;</p>



<p>Já na Europa, boa parte das águas apresenta concentrações mais altas. A água que pareceu &#8220;aspirina engarrafada&#8221; para Zac Efron na série da Netflix apresenta uma taxa de 3050 mg de minerais por litro, e sua fonte fica na Espanha. O programa também mostra uma água da Eslovênia cuja taxa é 7400 mg/L. O líquido é percebido com um sabor metálico devido à alta concentração de magnésio.</p>



<p><strong>Como ler o rótulo da água</strong></p>



<p>Diante de todas essas informações, quais são os outros pontos para se manter alerta na hora de escolher uma água mineral no supermercado? O vice-diretor do Cepas-USP, Reginaldo Bertolo, chama atenção para três:</p>



<p><strong>Data de envase</strong><br>É importante observar o tempo transcorrido entre o envase e a efetiva data do consumo. Quanto maior for o tempo, maior é a probabilidade da água mudar de composição química em contato com o plástico,. Outra possibilidade é que, quando exposta à <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Biologia/noticia/2020/03/como-plantas-se-protegem-do-sol-cientistas-finalmente-tem-resposta.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">luz do sol</a>, a água possibilite a germinação de esporos de <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Arqueologia/noticia/2020/02/fossil-de-alga-de-1-bilhao-de-anos-pode-ser-ancestral-de-todas-plantas.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">algas</a> de tamanho microscópico.</p>



<p><strong>Localização da fonte</strong><br>Evite comprar águas cujas fábricas localizem-se dentro da área urbana, porque há maior probabilidade de haver contaminação por nitrato, oriundo da rede de esgoto.</p>



<p><strong>Marca</strong><br>Apostar em marcas com maior potencial de ter boa estruturação no departamento de controle <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2020/08/evolucao-de-bacterias-e-observada-em-tempo-real-por-cientistas.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">microbiológico</a> é interessante no momento da escolha da água. Pela legislação, as indústrias não podem alterar a composição química da água — como inserir cloro —, mas é preciso haver controle da água para eliminar possíveis microrganismos maléficos à <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/plantao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saúde</a>.</p>



<p>FONTE: <em>REVISTA GALILEU</em></p>
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		<title>Aprovada no Brasil nova opção de tratamento para linfoma de Hodgkin para crianças e adultos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2021 13:43:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[NOVAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[LINFOMA]]></category>
		<category><![CDATA[TRATAMENTO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>oi aprovada no país a imunoterapia pembrolizumabe (Keytruda®), anti PD-1 da MSD, para o tratamento de pacientes adultos com linfoma de Hodgkin clássico refratário ou recidivado a partir da segunda linha de tratamento. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também aprovou pembrolizumabe para o tratamento de pacientes pediátricos, com idade igual ou superior a &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>oi aprovada no país a imunoterapia pembrolizumabe (Keytruda®), anti PD-1 da MSD, para o tratamento de pacientes adultos com linfoma de Hodgkin clássico refratário ou recidivado a partir da segunda linha de tratamento.</p>



<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também aprovou pembrolizumabe para o tratamento de pacientes pediátricos, com idade igual ou superior a três anos, com linfoma de Hodgkin clássico refratário, ou que tenham recidivado após duas ou mais linhas de terapia.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://img.pebmed.com.br/wp-content/uploads/2021/03/18103256/linfoma_de_hodgkin.jpg.webp" alt="enfermeira fazendo terapia para linfoma de hodgkin"/></figure>



<h2>Novo tratamento</h2>



<p>A aprovação para os pacientes adultos é baseada nos resultados da fase 3 do estudo KEYNOTE-204, que atingiu o objetivo primário com pembrolizumabe, reduzindo significativamente o risco de progressão da enfermidade ou óbito em 35% em comparação com o brentuximabe vedotin (BV). Além disso, a mediana de sobrevida livre de progressão foi de 13,2 meses para pacientes tratados com pembrolizumabe e 8,3 meses para pacientes tratados com BV.</p>



<p>O KEYNOTE-204 é um estudo clínico randomizado, aberto e controlado, que incluiu 304 pacientes com LHC recidivado ou refratário. O estudo envolveu adultos com doença recidivada e ou refratária após, pelo menos, um regime de tratamento quimioterápico. Os pacientes foram randomizados 1: 1 para receber a cada três semanas por via intravenosa com pembrolizumabe 200 mg ou BV 1,8 mg/kg.</p>



<p>O tratamento foi continuado até toxicidade inaceitável, progressão da enfermidade ou um máximo de 35 ciclos (aproximadamente dois anos). A avaliação da doença foi realizada a cada 12 semanas. A randomização foi estratificada por transplante autólogo prévio e estado de enfermidade após a terapia de primeira linha. A principal medida de eficácia foi a sobrevida livre de progressão.</p>



<p>A aprovação para os pacientes pediátricos é baseada no estudo KEYNOTE-051, que incluiu 161 pacientes pediátricos: 62 pacientes com idade entre seis meses e 12 anos, e 99 pacientes com 12 a 17 anos, que receberam pembrolizumabe 2 mg/kg a cada 3 semanas. A duração média da exposição foi de 2,1 meses (intervalo: 1 dia a 24 meses).</p>



<p>As reações adversas que ocorreram em uma taxa ≥10% em pacientes pediátricos quando comparados aos adultos foram: febre (33%), vômitos (30%), leucopenia (30%), infecção do trato respiratório superior (29%), neutropenia (26%), cefaleia (25%) e anemia (17%).</p>



<p>O tratamento de LHC refratário ou recidivado em crianças e adolescentes segue estratégias baseadas em adultos, com&nbsp;<a href="https://pebmed.com.br/aprovado-medicamento-para-combater-linfoma-agressivo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">poliquimioterapia</a>&nbsp;seguida de transplante autólogo de células tronco.</p>



<p>Em pacientes que foram anteriormente refratários ou recidivados à primeira ou segunda linha de quimioterapia, especialmente aqueles com doença de alto risco, as opções existentes de tratamento não são satisfatórias, deixando pouca expectativa de benefício e toxicidade adicional.</p>



<p>A imunoterapia para o tratamento da enfermidade refratária, assim como a indicação para pacientes pediátricos, era muito esperada no Brasil.</p>



<p>“Os pacientes com linfoma de Hodgkin que não alcançam remissão após o tratamento inicial ou que recaem após o transplante tem um prognóstico ruim, refletindo a necessidade não atendida de terapias melhores no cenário de recidiva/refratário. Com esta aprovação, o pembrolizumabe tem o potencial de mudar o padrão atual de tratamento e ajudar esses pacientes a obter melhores resultados”, explica o onco-hematologista Guilherme Perini.</p>



<h3>Linfoma de Hodgkin</h3>



<p>Segundo a&nbsp;<em>American Cancer Society</em>, o linfoma de Hodgkin pode acometer crianças e adultos, mas é mais comum no início da idade adulta, principalmente na faixa dos 20 anos. O risco de desenvolver a patologia volta a aumentar no final da vida adulta, após os 55 anos. Em geral, a idade média do diagnóstico é 39 anos.</p>



<p>No Brasil, são estimados 2.640 novos casos de linfoma de Hodgkin em 2020, de acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). É importante ressaltar que a maioria dos pacientes com a doença pode ser curada graças ao avanço dos tratamentos disponíveis atualmente.</p>



<p><em><strong>*Esse artigo foi revisado pela equipe médica da PEBMED</strong></em></p>



<p>Fonte: <em>PEB MED</em></p>
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		<title>Incluir exercícios físicos intensos na rotina pode aumentar longevidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 12:08:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ATIVIDADE FÍSICA]]></category>
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		<category><![CDATA[LONGEVIDADE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além da regularidade da prática de atividade física, intensidade também é um fator que influencia na qualidade de vida e na redução de mortalidade Incluir exercícios físicos intensos na rotina pode aumentar longevidade (Foto: Greg Rosenke/Unsplash) A prática regular de atividade física já está mais que estabelecida como uma forma eficaz de garantir qualidade de vida e &#8230;</p>
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<h2>Além da regularidade da prática de atividade física, intensidade também é um fator que influencia na qualidade de vida e na redução de mortalidade</h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/zqvgEsRi1IHtIqxdPn25PvWYoMk=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2021/03/16/greg-rosenke-gaged6wjooy-unsplash.jpg" alt="Incluir exercícios físicos intensos na rotina pode aumentar longevidade (Foto: Greg Rosenke/Unsplash)" title="Incluir exercícios físicos intensos na rotina pode aumentar longevidade (Foto: Greg Rosenke/Unsplash)"/><figcaption>Incluir exercícios físicos intensos na rotina pode aumentar longevidade (Foto: Greg Rosenke/Unsplash)</figcaption></figure>



<p>A prática regular de <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/01/atividade-fisica-nao-interfere-na-evolucao-de-casos-graves-de-covid-19.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">atividade física</a> já está mais que estabelecida como uma forma eficaz de garantir qualidade de vida e reduzir a mortalidade. Um estudo recente <a href="https://jamanetwork.com/journals/jamainternalmedicine/article-abstract/2772939" target="_blank" rel="noreferrer noopener">publicado na revista  <em>JAMA Internal Medicine</em></a> mostrou, no entanto, que não só a regularidade, mas também a intensidade da atividade física resulta em maior <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/03/pressao-alta-e-obesidade-ameacam-longevidade-da-atual-geracao-diz-estudo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">longevidade</a>.</p>



<p>A conclusão é de um estudo realizado com base em dados de 403.681 pessoas, em que se comparou a redução da mortalidade associada a diferentes combinações de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Comportamento/noticia/2020/05/praticar-exercicios-ao-ar-livre-quais-sao-recomendacoes.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">exercícios</a>&nbsp;de intensidades moderadas e vigorosas dentro do tempo recomendado pela&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2020/07/conheca-o-papel-do-brasil-na-criacao-da-organizacao-mundial-da-saude.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Organização Mundial de Saúde (OMS)</a>, de 150 a 300 minutos por semana.</p>



<p>“Qualquer tipo de atividade física regular é melhor do que nada. No entanto, o que vimos no nosso estudo foi que incluir exercícios vigorosos – como futebol e corrida, por exemplo – na prática semanal está associado à redução de mortalidade. Na comparação com adultos que realizaram apenas atividades moderadas, aqueles que fazem metade ou 75% de atividade vigorosa do total da semana tiveram 17% de redução da mortalidade em geral, que inclui entre diferentes causas a mortalidade por&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/03/internacoes-em-sp-por-doencas-cardiovasculares-e-cancer-cairam-na-pandemia.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">doenças cardiovasculares</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/02/estudo-descobre-como-cancer-se-forma-ao-analisar-mais-de-2600-genomas.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">câncer</a>”, diz&nbsp; Leandro Rezende, professor do Departamento de Medicina Preventiva da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM-Unifesp) que coordenou o estudo.</p>



<p>Rezende, que foi bolsista da Fapesp na pesquisa de doutorado e pós-doutorado, tem realizado análises com base em dados populacionais para identificar associações entre atividade física, nutrição e redução de <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/07/tratamento-de-doencas-cronicas-deve-continuar-na-pandemia-destacam-medicos.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">doenças crônicas</a>, especialmente o câncer, bem como estudos de modelagem do impacto de intervenções e políticas públicas voltadas à <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Meio-Ambiente/noticia/2015/12/estudo-diz-que-alimentacao-saudavel-pode-prejudicar-o-meio-ambiente.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">alimentação saudável</a> e promoção de atividade física na redução de doenças e gastos com saúde.</p>



<p>Nesse artigo publicado no&nbsp;<em>JAMA</em>, ele contou com a&nbsp;colaboração de pesquisadores da Universidade de Wuhan (China), Universidade de Santiago do Chile (Chile) e da Universidade Europeia Miguel de Cervantes (Espanha). Rezende utilizou dados populacionais do&nbsp;<em>The National Health Interview Survey</em>, realizado nos Estados Unidos, que acompanha 403.681 pessoas anualmente com questionários e análises sobre a prática de atividade física e referente&nbsp;à&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/plantao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saúde</a>.</p>



<p>“Com a análise conseguimos responder uma antiga pergunta: o que é melhor, atividade moderada ou vigorosa? Mostramos que as duas são importantes, mas que dar maior intensidade à atividade física regular reduz ainda mais a&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/01/sem-vacinas-mortalidade-infantil-seria-no-minimo-45-maior-em-paises-pobres.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mortalidade</a>. O resultado do estudo reforça a recomendação da OMS de pelo menos de 150 a 300 minutos de atividade física de intensidade moderada por semana, ou 75 a 150 minutos de atividade física de intensidade vigorosa, ou uma combinação equivalente das intensidades das atividades”, diz.</p>



<p>A intensidade de uma atividade física é medida pela unidade de equivalente metabólico, ou a quantidade de gasto energético – que é produzido por quilo de peso por minuto. Atividades moderadas, como uma caminhada leve de deslocamento, passear de bicicleta ou atividades domésticas que envolvem gasto energético variam de 3 a 6 unidades de equivalente metabólico. Já natação, dança, pedalar em uma velocidade mais alta, correr, e praticar esportes como futebol, handebol e boxe são atividades vigorosas, que correspondem a mais de 7 unidades de equivalente metabólico.</p>



<p>“Primeiro comparamos os adultos que não praticavam atividade física com aqueles que praticavam alguma atividade física na semana, independentemente da intensidade. Com isso vimos que adultos que praticavam alguma atividade física, a despeito&nbsp;da idade e de outros fatores, apresentavam menor mortalidade [comparado com quem nunca deixou de ser sedentário]. Não importa se a atividade é moderada ou vigorosa. Só que a magnitude dessa redução da mortalidade é maior para atividade vigorosa que para atividades moderadas. Esses resultados corroboram as últimas recomendações da OMS para atividade física”, afirma.</p>



<p>Na análise dos que realizaram pelo menos alguma atividade física durante a semana, os pesquisadores calcularam a porcentagem de exercícios vigorosos e moderados na prática semanal.</p>



<p>“Um indivíduo que faz 75 minutos de atividade física vigorosa realiza&nbsp;o equivalente a 150 minutos de atividade moderada no percentual da participação da atividade vigorosa no total de atividade física semanal”, explica Rezende.</p>



<p>Para “calibrar” os dados de um grande número de indivíduos com diferentes históricos, os pesquisadores precisaram incluir outros fatores que poderiam interferir no resultado final, evitando assim “vieses”. “Foi necessário ajustar a análise com o que chamamos de variáveis de confusão, que poderiam interferir no resultado de um estudo relacionado à longevidade, que monitora essas pessoas por anos. Com isso precisamos ajustar fatores como tabagismo, doenças existentes no início do estudo, consumo de álcool e outras variáveis que poderiam explicar essas associações”, diz.</p>



<p>O artigo&nbsp;<em>Association of Physical Activity Intensity With Mortality A National Cohort Study of 403681 US Adults</em>&nbsp;(doi: 10.1001/jamainternmed.2020.6331), de Yafeng Wang, Jing Nie, Gerson Ferrari, Juan Pablo Rey-Lopez, Leandro F. M. Rezende, pode ser lido em&nbsp;&nbsp;<a href="https://jamanetwork.com/journals/jamainternalmedicine/article-abstract/2772939" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://jamanetwork.com/journals/jamainternalmedicine/article-abstract/2772939</a>.</p>
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		<title>Tratamento de incontinência urinária cai 60% em 2020</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2021 14:57:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[NOVAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[INCONTINÊNCIA URINÁRIA]]></category>
		<category><![CDATA[TRATAMENTO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Números divulgados pelo Ministério da Saúde indicam que os tratamentos cirúrgicos para a incontinência urinária caíram 60% em 2020, em relação ao ano anterior. A constatação é de que a pandemia de covid-19 agravou o tratamento de várias doenças, entre elas a incontinência urinária, que costuma afetar 45% das mulheres e 15% dos homens acima &#8230;</p>
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<p>Números divulgados pelo Ministério da Saúde indicam que os tratamentos cirúrgicos para a incontinência urinária caíram 60% em 2020, em relação ao ano anterior. A constatação é de que a pandemia de covid-19 agravou o tratamento de várias doenças, entre elas a incontinência urinária, que costuma afetar 45% das mulheres e 15% dos homens acima de 40 anos, de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). O Dia Mundial de Conscientização sobre a Incontinência Urinária é comemorado no dia 14 de março, o próximo domingo.</p>



<p>O secretário-geral da SBU, Alfredo Canalini, explicou que a incontinência urinária, ou perda involuntária de urina, é um sintoma que tem impacto negativo enorme na qualidade de vida. Considerando que as cirurgias de incontinência urinária caíram 60% no ano passado, percebe-se que &#8220;mesmo com toda essa deterioração que provoca, os pacientes ficaram com medo de procurar tratamento e internação, em função da pandemia. Isso foi, realmente, um impacto muito negativo no tratamento dessa doença&#8221;, disse Canalini.</p>



<p>O urologista afirmou que a qualidade de vida desses pacientes piorou ainda mais, devido à covid-19, com algumas sequelas, principalmente para as mulheres, que usam absorventes especiais e ficam com a pele macerada em função do contato com a urina, especialmente as mais idosas.</p>



<p>Segundo o secretário-geral da SBU, a incontinência urinária pode ser provocada por doenças diferentes. Por isso recomendou a necessidade de se procurar saber o que está acontecendo para a pessoa perder urina e o que tem de ser feito para resolver o problema. Lembrou que além da cirurgia, existe tratamento medicamentoso que o médico pode lançar mão em algumas situações para melhorar o quadro. &#8220;Mas nem isso houve em 2020. Houve uma imobilização das pessoas por causa do medo de se contaminarem pelo novo coronavírus&#8221;.</p>



<p>Campanha Visando a alertar a população sobre o diagnóstico e a importância do tratamento da incontinência urinária, a SBU realiza este ano uma campanha virtual de conscientização, que integra a campanha internacional sobre o mesmo tema. Durante o mês de março, a SBU vai esclarecer a população sobre a incontinência urinária, por meio das redes sociais da entidade (@portaldaurologia), e na Rádio SBU, podcasts disponível nos principais canais de áudio: Spotify, Deezer, Pocket Cast, Apple Podcasts e Google Podcasts. Todas as segundas-feiras, às 19h, médicos filiados à entidade vão tirar dúvidas da população sobre o tema em transmissões online ao vivo no Instagram, além de indicar ações preventivas e como buscar ajuda para amenizar ou solucionar o problema.</p>



<p>Alfredo Canalini assegurou que com as proteções necessárias, que envolvem uso de máscara facial, uso de álcool em gel após tocar em superfícies que são compartilhadas, como telas de computadores e terminais eletrônicos, distanciamento social, evitar aglomerações, lavar as mãos com frequência, os atendimentos podem ser realizados. &#8220;É lógico que é preciso ter cautela. Mas, respeitando as recomendações sanitárias, você pode atender com segurança os pacientes&#8221;. Canalini admitiu o temor de que o agravamento da pandemia na atualidade possa repercutir de modo negativo sobre os pacientes. &#8220;As pessoas estão com medo de sair às ruas&#8221;.</p>



<p>Reconheceu que &#8220;o medo é bom, por um lado, porque ajuda você a se proteger&#8221;, mas advertiu que as pessoas não podem nem devem entrar em paranóia. &#8220;As pessoas têm que ter consciência de que existe o risco, mas pode ser diminuído muito. É só seguir as orientações básicas das autoridades sanitárias. Isso protege. Isso pode salvar vidas e evitar que as pessoas possam se infectar. Diminui muito a questão&#8221;. Ele lamentou que haja pessoas que parecem estar vivendo em outra realidade, especialmente os jovens, que parecem não pensar na morte e, com isso, se arriscam e acabam ajudando na disseminação do vírus, mesmo que não apresentem sintomas.</p>



<p>Ansiedade O diretor do Departamento de Disfunções Miccionais da SBU, Cristiano Gomes, observou que alguns estudos demonstram que pessoas com incontinência costumam ter, além de pior qualidade de vida, maiores níveis de ansiedade e depressão, redução na produtividade no trabalho e podem se afastar do convívio social e da intimidade com o parceiro ou parceira por causa das perdas de urina. &#8220;A incontinência também pode aumentar o risco de quedas entre os idosos. Finalmente, mas não menos importante, em alguns casos a incontinência pode ser causada por um problema de saúde mais grave, como infecções, pedra na bexiga, doenças neurológicas e até tumores da bexiga ou próstata&#8221;.</p>



<p>De acordo com a SBU, o tipo mais frequente é a incontinência urinária por esforço, isto é, quando o paciente perde urina ao tossir, carregar peso, espirrar ou até mesmo sentar-se e levantar-se. Isso acontece sobretudo em mulheres que tiveram muitos filhos ou é decorrente de cirurgia de próstata. A incontinência urinária de urgência ou bexiga hiperativa é quando existe uma vontade repentina e incontrolável de urinar durante o dia e no período da noite, podendo comprometer o sono. Embora muitos considerem a perda involuntária de urina como &#8220;algo natural&#8221; da idade, essa condição pode ser tratada, para não trazer impactos profundos na vida do paciente.</p>



<p>Em fevereiro deste ano, a SBU fez um levantamento online sobre a incontinência urinária. &#8220;De acordo com 44% dos participantes, a pandemia de covid-19 atrapalhou ou retardou o tratamento da incontinência. Dos entrevistados com incontinência, 77% disseram que ainda não retomaram seu tratamento&#8221;, disse o coordenador do trabalho, Ricardo Vita. Alguns fatores de risco para a doença são a idade, ter muitos filhos, diabetes, obesidade e doenças neurológicas.</p>



<p>Tratamentos Os pacientes que enfrentam esse problema contam com apoio multidisciplinar para o tratamento, segundo a SBU. A mudança de alguns hábitos de vida pode também fazer diferença, como evitar excesso de líquidos, urinar periodicamente, tratar constipação e outros problemas clínicos como diabetes e obesidade. Além de medicamentos, que são utilizados sobretudo nos casos de bexiga hiperativa, a incontinência de esforço pode ser tratada com procedimentos cirúrgicos de baixo risco e rápida recuperação, como a cirurgia de sling, quando se coloca uma faixa sob a uretra.</p>



<p>Outros tratamentos incluem a aplicação de toxina botulínica, o implante de marcapasso da bexiga e o de esfíncter artificial. Alfredo Canalini lembrou que todos os pacientes podem ser tratados. &#8220;Importante que, além da indicação correta, haja motivação para seguir os passos do tratamento e também uma cognição favorável, ou seja um estado mental que possibilite à pessoa ter percepção sobre o que acontece consigo e ao redor. Dessa forma, os índices de cura e de controle do problema hoje em dia são muito elevados&#8221;, acrescentou.</p>



<p>FONTE: UOL</p>
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		<title>Resposta de células T pode explicar casos assintomáticos de Covid-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2021 14:52:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
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		<category><![CDATA[ASSINTOMÁTICOS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas de Singapura notaram que, em pessoas infectadas sem sintomas, essas células de defesa produzem proteínas sinalizadoras que ajudam a coordenar a reação do sistema imunológico ao Sars-CoV-2 Micrografia eletrônica de um glóbulo branco do tipo linfócito T (Foto: Wikimedia Commons ) Ao analisarem amostras de sangue de pessoas que testaram positivo para a Covid-19, pesquisadores &#8230;</p>
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<h2>Cientistas de Singapura notaram que, em pessoas infectadas sem sintomas, essas células de defesa produzem proteínas sinalizadoras que ajudam a coordenar a reação do sistema imunológico ao Sars-CoV-2</h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/3fuukOVSFO1X69xvJkK4UjbvuPo=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2021/03/09/720px-healthy_human_t_cell.jpg" alt="Micrografia eletrônica de um glóbulo branco do tipo linfócito T  (Foto: Wikimedia Commons )" title="Micrografia eletrônica de um glóbulo branco do tipo linfócito T (Foto: Wikimedia Commons )"/><figcaption>Micrografia eletrônica de um glóbulo branco do tipo linfócito T (Foto: Wikimedia Commons )</figcaption></figure>



<p>Ao analisarem amostras de sangue de pessoas que testaram positivo para a <a href="https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2021/03/como-e-por-que-pandemia-afetou-de-forma-desproporcional-mulheres.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Covid-19</a>, pesquisadores de Singapura descobriram que a resposta das <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/07/celulas-t-no-pulmao-protegem-criancas-de-formas-graves-da-covid-19.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">células T</a> (também chamadas de <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/02/estudo-revela-predisposicao-genetica-casos-graves-de-covid-19-pela-1-vez.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">linfócitos T</a>), pode explicar por que existem casos assintomáticos da <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/03/virus-da-covid-19-infecta-celulas-musculares-do-coracao-conclui-estudo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">doença</a>. Os resultados foram publicados no último dia dia 1º de março no <a href="https://rupress.org/jem/article/218/5/e20202617/211835/Highly-functional-virus-specific-cellular-immune?PR" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Jornal Of Experimental Medicine (JEM)</em></a>.</p>



<p>No estudo, os <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/03/internacoes-em-sp-por-doencas-cardiovasculares-e-cancer-cairam-na-pandemia.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pesquisadores</a> selecionaram trabalhadores do sexo masculino de um condomínio de Singapura onde havia número elevado de casos de Covid-19, em abril de 2020. Eles estudaram a resposta de defesa das células T em 85 homens assintomáticos, mas que estavam infectados pelo <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2021/03/cientistas-da-alemanha-identificam-substancias-inibidoras-do-sars-cov-2.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sars-CoV-2</a>.</p>



<p>Além disso, os cientistas também consideraram 75 pacientes hospitalizados com&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/03/como-os-sintomas-da-covid-19-evoluem-cada-dia-de-acordo-com-gravidade.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sintomas</a>&nbsp;de leves a graves em três instituições hospitalares no país: o Hospital Geral de Singapura, o Hospital da Universidade Nacional e o Centro Nacional de Doenças Infecciosas.</p>



<p>Após coletarem&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/02/exame-de-sangue-pode-indicar-risco-de-quadro-grave-de-covid-19-diz-estudo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sangue</a>&nbsp;regularmente de todos os participantes, os especialistas tiveram uma surpresa ao concluírem que a frequência com que as células T reconheciam as&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2021/02/mutacao-em-proteina-do-sars-cov-2-o-tornou-8-vezes-mais-infeccioso.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">proteínas virais</a>&nbsp;do Sars-CoV-2 tanto nos voluntários assintomáticos quanto nos internados com sintomas era muito similar.</p>



<p>No entanto, as células T de indivíduos assintomáticos produziram maiores quantidades de duas proteínas chamadas IFN-γ e IL-2. Essas proteínas sinalizadoras, ou&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/03/desequilibrio-na-producao-de-citocinas-pode-explicar-letalidade-da-covid-19.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">citocinas</a>, ajudam a coordenar a resposta do&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2020/04/5-inimigos-que-o-sistema-imunologico-costuma-enfrentar-para-nos-proteger.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sistema imunológico</a>&nbsp;ao vírus.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/nxGXl_sU3zgsrLKyvJOsd8E4Xg0=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2021/01/24/49656137887_c92bef23fd_k.jpg" alt="coronavirus sars-cov-2 covid-19 (Foto: NIH/NIAID)" title="O vírus da Covid-19, o Sars-CoV-2  (Foto: NIH/NIAID)"/><figcaption>O vírus da Covid-19, o Sars-CoV-2&nbsp; (Foto: NIH/NIAID)</figcaption></figure>



<p>Portanto, os <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Biologia/noticia/2021/03/primatas-em-zoo-nos-eua-recebem-vacina-contra-covid-19-para-animais.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">experts</a> notaram que, graças às células T, a resposta imune ao Sars-CoV-2 é muito mais assertiva em indivíduos assintomáticos. Isso é importante porque ainda pouco se sabe sobre o mecanismo delas nos pacientes sem sintomas, embora já se entenda que <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/03/anticorpos-sao-6-vezes-menos-eficazes-contra-cepa-brasileira-do-sars-cov-2.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">anticorpos</a> também tenham um papel fundamental na defesa do organismo.</p>



<p>Estudos anteriores já tinham sugerido inclusive que quem não apresenta sintomas precisa produzir menos <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/02/gestantes-podem-passar-anticorpos-contra-covid-19-para-os-bebes-diz-estudo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">anticorpos contra o Sars-CoV-2</a> do que quem é sintomático. Mas ainda é preciso investigar as células T e realizar testes em grande escala que foquem nesse assunto, segundo os pesquisadores.</p>



<p>&#8220;Essas infecções assintomáticas podem fornecer a chave para entender como o sistema imunológico pode controlar o vírus sem desencadear processos patológicos”, defende, em <a href="https://www.eurekalert.org/pub_releases/2021-03/dms-sab030721.php" target="_blank" rel="noreferrer noopener">comunicado</a>, a líder da pesquisa, Nina Le Bert, pesquisadora da NUS Medical School, em Singapura.</p>



<p>FONTE: <strong><em>REVISTA GALILEU</em></strong></p>
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