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	<title>SAÚDE MENTAL &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<description>SUA FONTE DE INFORMAÇÃO SEGURA SOBRE SAÚDE</description>
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	<title>SAÚDE MENTAL &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Após Covid-19, 34% desenvolvem doenças psiquiátricas ou neurológicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2021 13:51:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE MENTAL]]></category>
		<category><![CDATA[DOENÇAS NEUROLÓGICAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre 236 mil sobreviventes analisados pela maior pesquisa já feita sobre o tema, um a cada três recebeu diagnóstico de distúrbios neurológicos ou psiquiátricos Transtornos de ansiedade e de humor lideraram as ocorrências (Foto: engin akyurt/Unsplash) Como mostram estudos mundo afora, anormalidades no&#160;sistema nervoso&#160;fazem parte do amplo rol de efeitos da&#160;Covid-19. Publicada nesta terça-feira (6) &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/apos-covid-19-34-desenvolvem-doencas-psiquiatricas-ou-neurologicas/">Após Covid-19, 34% desenvolvem doenças psiquiátricas ou neurológicas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
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<h2>Entre 236 mil sobreviventes analisados pela maior pesquisa já feita sobre o tema, um a cada três recebeu diagnóstico de distúrbios neurológicos ou psiquiátricos</h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/ZsW_riQSGQ-Pd8ZMCLmjjTFEtUY=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2021/04/06/engin-akyurt-6_atifb4wew-unsplash.jpg" alt="Transtornos de ansiedade e de humor lideraram as ocorrências (Foto:  engin akyurt/Unsplash)" title="Transtornos de ansiedade e de humor lideraram as ocorrências (Foto: engin akyurt/Unsplash)"/><figcaption>Transtornos de ansiedade e de humor lideraram as ocorrências (Foto: engin akyurt/Unsplash)</figcaption></figure>



<p>Como mostram estudos mundo afora, anormalidades no&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/10/sars-cov-2-pode-infectar-celulas-mais-comuns-do-sistema-nervoso-central.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sistema nervoso</a>&nbsp;fazem parte do amplo rol de efeitos da&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/04/mais-de-100-mil-brasileiros-podem-morrer-em-abril-por-covid-19.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Covid-19</a>. Publicada nesta terça-feira (6) na revista científica&nbsp;<em>The Lancet Psychiatry</em>, a maior pesquisa já feita sobre o tema traz uma visão mais acurada – e alarmante – a respeito desses sintomas: entre 236 mil ex-pacientes, um a cada três recebeu diagnóstico de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/03/em-estudo-85-dos-afetados-por-covid-prolongada-tem-efeitos-neurologicos.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">doenças neurológicas ou psiquiátricas</a>&nbsp;no intervalo de um semestre após a infecção.</p>



<p>Conduzida por pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, a investigação se deu a partir de 236.379 prontuários eletrônicos de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/plantao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saúde</a>&nbsp;cadastrados na TriNetX, rede de saúde dos Estados Unidos que inclui mais de 81 milhões de pessoas. Os pacientes da amostra – todos maiores de 10 anos – testaram positivo para o vírus&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/04/estudo-diz-por-que-sars-cov-2-se-replica-melhor-nas-vias-aereas-superiores.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sars-Cov-2</a>&nbsp;após o dia 20 de janeiro de 2020 e permaneciam vivos até 13 de dezembro do mesmo ano – data final da análise.</p>



<p>Dentro de seis meses, aponta o estudo, problemas de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Comportamento/noticia/2020/11/tempo-gasto-no-smartphone-nao-significa-pior-saude-mental-dizem-cientistas.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saúde mental</a>&nbsp;bateram à porta de cerca de 34% dos indivíduos, fato inédito para 13% deles – que não apresentavam histórico de doenças da categoria. Transtornos de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/02/pessoas-com-ansiedade-e-depressao-bebem-mais-alcool-na-pandemia.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ansiedade</a>&nbsp;e de humor lideraram as ocorrências, abarcando 17% e 14% dos casos, respectivamente. Quadros de transtornos por uso de substâncias (7%) e&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/05/insonia-como-dormir-bem-em-tempos-de-quarentena-e-pandemia.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">insônia</a>&nbsp;(5%) também foram registrados. Mais raros, desfechos graves incluíram acidente vascular cerebral isquêmico (2,1%),&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/12/apatia-pode-prever-demencia-anos-antes-de-outros-sintomas-aparecerem.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">demência</a>&nbsp;(0,7%) e hemorragia cerebral (0,6%).</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/3bKGchH89n4_p-jz8hqjBF7FwLs=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2021/04/06/robina-weermeijer-ihfopazzjhm-unsplash.jpg" alt="Anormalidades no sistema nervoso integram o amplo rol dos impactos da Covid-19 em uma série de estudos mundo afora. (Foto:  Robina Weermeijer/Unsplash)" title="Anormalidades no sistema nervoso integram o amplo rol dos impactos da Covid-19 em uma série de estudos mundo afora. (Foto: Robina Weermeijer/Unsplash)"/><figcaption>Anormalidades no sistema nervoso integram o amplo rol dos impactos da Covid-19 em uma série de estudos mundo afora. (Foto: Robina Weermeijer/Unsplash)</figcaption></figure>



<p>De acordo com os pesquisadores, a culpa pelos diagnósticos pode ser potencialmente atribuída à Covid-19. É o que sugerem os dados: ao comparar os 236 mil pacientes em questão com 105.579 indivíduos diagnosticados com&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/03/vacinacao-contra-gripe-pode-estar-associada-menos-casos-de-covid-19.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">influenza</a>, a análise revela que o risco de quadros neurológicos foi 44% maior para o primeiro grupo.</p>



<p>A incidência também se mostrou 16% superior entre os que foram infectados pelo novo coronavírus, em relação à uma terceira amostra com 236.038 pessoas afetadas por qualquer infecção do trato respiratório. “Nossos resultados indicam que doenças cerebrais e transtornos psiquiátricos são mais comuns após infecção por Covid-19 do que após gripe ou outras&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/busca/click?q=infec%C3%A7%C3%B5es+respirat%C3%B3rias&amp;p=0&amp;r=1617737847532&amp;u=https%3A%2F%2Frevistagalileu.globo.com%2FCiencia%2FSaude%2Fnoticia%2F2020%2F07%2Festresse-da-quarentena-pode-aumentar-risco-para-infeccoes-respiratorias.html&amp;t=informacional&amp;d=false&amp;f=false&amp;ss=&amp;o=&amp;cat=&amp;key=d36bb0a92375fcd5c0fd2302ef5373ef" target="_blank" rel="noreferrer noopener">infecções respiratórias</a>, mesmo quando pacientes são combinados para outros fatores de risco”, afirma Max Taquet, pesquisador do Departamento de Psiquiatria da Universidade de Oxford e co-autor do estudo, em comunicado à imprensa.</p>



<p><strong>Casos graves – e um alerta</strong></p>



<p>Segundo o estudo, os riscos de transtornos psiquiátricos ou neurológicos podem ser maiores entre pacientes que enfrentaram&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/02/exame-de-sangue-pode-indicar-risco-de-quadro-grave-de-covid-19-diz-estudo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">quadros graves de Covid-19</a>. Enquanto essas ocorrências tiveram incidência geral de 34%, indivíduos que foram internados quando estavam com o Sars-CoV-2 viram esse número subir para 38%. Entre os que precisaram de terapia intensiva, a taxa foi ainda maior: 46%. O índice só perdeu para o dos que tiveram&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/02/moleculas-inflamatorias-podem-estar-por-tras-do-cerebro-de-covid-entenda.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">encefalopatia</a>&nbsp;(termo usado para doenças difusas cerebrais que provocam alterações em sua estrutura ou função) durante a infecção, dos quais 62% desenvolveram problemas neurológicos.</p>



<p>Desfechos graves também tiveram maior predominância entre esses pacientes. Enquanto apenas 0,9% das pessoas que não foram hospitalizadas para tratar a Covid-19 receberam diagnóstico de demência após a doença, quadros do transtorno psiquiátrico foram observados em 4,7% daqueles que, durante a infecção, tiveram encefalopatia.</p>



<p>Ainda que não revele os mecanismos biológicos por trás da&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/03/em-estudo-85-dos-afetados-por-covid-prolongada-tem-efeitos-neurologicos.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relação entre a Covid-19 e a saúde mental</a>, para os autores da análise, o estudo aponta a necessidade urgente de pesquisas sobre o tema – só assim, defendem os pesquisadores, esses quadros poderão ser evitados com antecedência.</p>



<p>“Embora os riscos individuais para a maioria dos distúrbios sejam pequenos, o efeito em toda a população pode ser substancial para os <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/04/por-que-um-sistema-nacional-de-saude-e-o-ideal-para-lidar-com-pandemia.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sistemas de saúde</a> e assistência social devido à <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/04/mais-de-100-mil-brasileiros-podem-morrer-em-abril-por-covid-19.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">escala da pandemia</a> e ao fato de muitas dessas condições serem crônicas”, alerta, em nota, Paul Harrison, principal autor da pesquisa. “Como resultado, os sistemas de saúde precisam de recursos para lidar com a necessidade prevista, tanto nos serviços de atenção primária quanto secundária”, afirma o pesquisador de Oxford.</p>



<p>Fonte: Revista Galileu</p>
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		<title>Sono irregular aumenta risco de desenvolver depressão, sugere estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2021 13:38:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE MENTAL]]></category>
		<category><![CDATA[DEPRESSÃO]]></category>
		<category><![CDATA[SONO IRREGULAR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo acompanhou mais de 2 mil estudantes em início de carreira e notou que mau humor e sinais de depressão eram mais comuns entre aqueles que tinham horários de sono variados Sono irregular aumenta risco de desenvolver depressão, sugere estudo (Foto: Andrea Piacquadio/Pexels) É sabido que o&#160;sono irregular&#160;pode desencadear&#160;problemas cardiovasculares, mas não é apenas o &#8230;</p>
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<h2>Estudo acompanhou mais de 2 mil estudantes em início de carreira e notou que mau humor e sinais de depressão eram mais comuns entre aqueles que tinham horários de sono variados</h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/RJLuD1g7oSl1RolEKQhbUySckAo=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2021/03/18/pexels-andrea-piacquadio-3808017.jpg" alt="Sono irregular aumenta risco de desenvolver depressão, sugere estudo (Foto: Andrea Piacquadio/Pexels)" title="Sono irregular aumenta risco de desenvolver depressão, sugere estudo (Foto: Andrea Piacquadio/Pexels)"/><figcaption>Sono irregular aumenta risco de desenvolver depressão, sugere estudo (Foto: Andrea Piacquadio/Pexels)</figcaption></figure>



<p>É sabido que o&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2019/10/7-disturbios-que-podem-prejudicar-o-seu-sono.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sono irregular</a>&nbsp;pode desencadear&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/03/internacoes-em-sp-por-doencas-cardiovasculares-e-cancer-cairam-na-pandemia.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">problemas cardiovasculares</a>, mas não é apenas o corpo que sente os efeitos das noites mal dormidas. Um estudo da Universidade de Michigan, publicado no Digital Medicine, aponta que a variabilidade diária nos parâmetros do sono gera um risco de desenvolvimento de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2018/09/6-coisas-pessoa-com-depressao-gostaria-que-voce-soubesse.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">depressão</a>&nbsp;no futuro.</p>



<p>A pesquisa utilizou dados de medições diretas do sono e do humor de mais de 2.100 internos (estudantes dos dois últimos anos de Medicina) em início de carreira durante um ano. Como tinham intensas jornadas de trabalho, os horários começaram a ficar desregulados e o <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2020/09/ansiosos-e-mal-humorados-estao-mais-vulneraveis-piora-da-funcao-cognitiva.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mau humor</a> foi uma das evidências em quem dormia tarde ou acordava muito cedo.</p>



<p>Os dados para o estudo foram coletados por meio de dispositivos usados nos pulsos. Além disso, eles relatavam diariamente o seu humor em um aplicativo de smartphone e faziam testes trimestrais para detectar sinais de depressão. Aqueles cujos dispositivos mostraram ter horários de sono variáveis, assim como os profissionais que regularmente ficavam acordados até tarde ou dormiam menos horas, eram mais propensos a pontuar mais alto em questionários padronizados de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/10/regiao-cerebral-e-associada-diferentes-sintomas-de-ansiedade-e-depressao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sintomas de depressão</a>&nbsp;e ter avaliações de humor diárias mais baixas.</p>



<p>&#8220;A&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Tecnologia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tecnologia</a>&nbsp;avançada nos permite estudar os fatores comportamentais e fisiológicos da&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Comportamento/noticia/2020/03/7-dicas-para-cuidar-da-sua-saude-mental-em-tempos-de-pandemia.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saúde mental</a>, incluindo o sono, em uma escala muito maior e com mais precisão do que antes, abrindo um campo empolgante para exploração&#8221;, disse Yu Fang, principal autor do novo artigo. &#8220;Nossas descobertas visam não apenas orientar a autogestão sobre os hábitos de sono, mas também informar as estruturas de programação institucional.&#8221;</p>



<p>A equipe observa que o grupo relativamente jovem de pessoas no estudo&nbsp;— com idade média de 27 anos e estudantes de Medicina&nbsp;— não é representativo da população em geral. No entanto, como todos eles experimentam cargas de trabalho e cronogramas semelhantes, são um bom grupo para testar hipóteses.</p>



<p><em>Fonte: Agência Einstein</em></p>
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		<title>Androginia cerebral: por que quebrar normas de gênero pode melhorar a saúde mental</title>
		<link>https://saudenacapital.com.br/androginia-cerebral-por-que-quebrar-normas-de-genero-pode-melhorar-a-saude-mental/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2021 11:51:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE MENTAL]]></category>
		<category><![CDATA[androgenia]]></category>
		<category><![CDATA[gênero]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Legenda da foto,Pesquisas recentes apontaram que o cérebro também pode ser andrógino Em espaços como a publicidade, costuma-se presumir que homens e mulheres são fundamentalmente diferentes. Mas, claro, todos nós conhecemos pessoas andróginas, que têm uma mistura de traços que são considerados, de modo estereotipado, masculinos ou femininos. É importante ressaltar que essa &#8220;androginia psicológica&#8221; &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image"><img src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/12BDE/production/_116666767_brain.jpg" alt="ilustração de um cérebro"/><figcaption>Legenda da foto,Pesquisas recentes apontaram que o cérebro também pode ser andrógino</figcaption></figure>



<p><strong>Em espaços como a publicidade, costuma-se presumir que homens e mulheres são fundamentalmente diferentes.</strong></p>



<p>Mas, claro, todos nós conhecemos pessoas andróginas, que têm uma mistura de traços que são considerados, de modo estereotipado, masculinos ou femininos.</p>



<p>É importante ressaltar que essa &#8220;androginia psicológica&#8221; há muito tempo é associada a características como melhor flexibilidade cognitiva (a capacidade mental de alternar entre tarefas ou pensamentos diferentes), competência social e saúde mental.</p>



<p>Mas como isso está relacionado ao cérebro? As pessoas que são mais andróginas em seu comportamento vão contra sua natureza biológica, fazendo coisas para as quais seus cérebros não são otimizados?</p>



<p>Se a androginia cerebral existe, há muito tempo é algo ignorado.</p>



<p>Mas nosso novo estudo,&nbsp;<a href="https://academic.oup.com/cercor/advance-article/doi/10.1093/cercor/bhaa408/6104776">publicado recentemente na revista Cerebral Cortex</a>, sugere que ela existe e é comum.</p>



<p>Acredita-se que a androginia psicológica seja &#8220;psicologicamente protetora&#8221;. Por exemplo, sabemos que ela está associada a menos problemas de saúde mental, como depressão e ansiedade. Também tem sido relacionada ao aumento da criatividade.</p>



<p>CRÉDITO,GETTY IMAGESLegenda da foto,</p>



<p>A sociedade atribui traços muitos distintos a cada gênero</p>



<p>Todos nós estamos familiarizados com os traços que são classificados de maneira estereotipada como masculinos ou femininos.</p>



<p>Os homens, por exemplo, não são incentivados a expressar sentimentos ou chorar quando estão tristes. Em vez disso, espera-se que sejam duros, assertivos, racionais e bons em tarefas visuais e espaciais, como leitura de mapas.</p>



<p>Por outro lado, espera-se que as mulheres sejam mais emocionais, atenciosas e melhores no uso do idioma.</p>



<p>Outros pesquisadores, no entanto, argumentam que essas diferenças são mínimas e as categorias são tudo menos absolutas.</p>



<p>Um estudo sugeriu que, psicologicamente, a maioria de nós provavelmente está em algum lugar no espectro entre o que consideramos de maneira estereotipada um &#8220;homem&#8221; e uma &#8220;mulher&#8221;.</p>



<p>Mas isso significa que as pessoas que se situam em algum ponto intermediário têm um cérebro e um comportamento mais andróginos?</p>



<p>Para testar esse conceito, criamos um espectro do cérebro usando um algoritmo de aprendizado de máquina e dados de neuroimagem.</p>



<p>Embora os cérebros masculino e feminino sejam semelhantes, a conectividade entre as diferentes áreas do cérebro tem se mostrado distinta.</p>



<p>Usamos esses marcadores de conectividade para caracterizar os cérebros de 9.620 participantes (4.495 homens e 5.125 mulheres).</p>



<p>Descobrimos que os cérebros estavam de fato distribuídos por todo o espectro e não apenas nos dois extremos.</p>



<p>CRÉDITO,GETTY IMAGESLegenda da foto,</p>



<p>A androginia psicológica foi associada a menos sintomas de depressão</p>



<p>Em uma subamostra, aproximadamente 25% dos cérebros foram identificados como masculinos, 25% como femininos e 50% foram distribuídos ao longo da seção andrógina do espectro.</p>



<p>Além disso, descobrimos que os participantes que se enquadravam no meio desse espectro, representando a androginia, tinham menos sintomas de problemas de saúde mental, como depressão e ansiedade, em comparação com aqueles nos dois extremos.</p>



<p>Esses achados apoiam nossa nova hipótese de que existe um conceito de neuroimagem de androginia cerebral, que pode estar associado a uma melhor saúde mental de maneira semelhante à androginia psicológica.</p>



<p><strong>Por que a androginia&nbsp;</strong><strong>pode&nbsp;</strong><strong>nos beneficia</strong><strong>r</strong></p>



<p>Para aprender coisas novas a fim de nos adaptarmos ao ambiente global em constante mudança, devemos ser capazes de estar atentos ao mundo que nos rodeia.</p>



<p>Devemos também ter bem-estar mental, flexibilidade e ser capazes de empregar uma ampla gama de estratégias de vida.</p>



<p>Mas essas diferenças provavelmente se devem em parte às normas e expectativas da sociedade: todos nós queremos agradar, portanto, nos conformamos com as regras.</p>



<p>Se uma menina ouvir que é rude ou inapropriado ser assertiva, por exemplo, ela pode mudar seu comportamento para amenizar ou esconder sua assertividade, o que pode afetar suas futuras opções de carreira, por exemplo.</p>



<p>Adolescentes homens, por exemplo, podem não ser encorajados por amigos e familiares a considerar carreiras mais gratificantes, mas sim escolher trabalhos mais perigosos, como ingressar no exército ou na polícia.</p>



<h2 id="O-gênero-do-cérebro">O gênero do cérebro</h2>



<p>Os cientistas há muito discutem a respeito de como os cérebros masculino e feminino realmente são diferentes, e há muitos relatos sobre essas distinções.</p>



<p>Essas habilidades nos permitem entender rapidamente o contexto externo e decidir uma resposta ideal.</p>



<p>Eles nos ajudam a aproveitar oportunidades limitadas no tempo e a incutir resiliência.</p>



<p>Assim, essas habilidades conferem uma vantagem para pessoas com cérebros andrógenos, enquanto outras têm menos probabilidade de prosperar.</p>



<p>Mas por que isso acontece?</p>



<p>CRÉDITO,GETTY IMAGESLegenda da foto,</p>



<p>A androginia psicológica também foi relacionada ao aumento da criatividade</p>



<p>Uma análise de 78 estudos com cerca de 20 mil participantes revelou que os homens que obedecem às normas masculinas típicas, como nunca depender dos outros e exercer poder sobre as mulheres, sofrem mais sintomas psiquiátricos do que outros, como depressão, solidão e abuso de substâncias.</p>



<p>Eles também se sentem mais isolados, sem criar conexões sociais com outras pessoas.</p>



<p>As mulheres presas a essas regras também pagam um preço, talvez abandonando o emprego dos sonhos porque a indústria é dominada por homens ou assumindo a maioria das tarefas doméstica.</p>



<p>No entanto, uma pessoa andrógina não é influenciada pelas normas de gênero na mesma medida.</p>



<p>Isso não significa que não haja esperança para aqueles que estão nas extremidades do espectro. O cérebro é mutável (plástico) até certo ponto.</p>



<p>O cérebro andrógino é provavelmente influenciado por fatores genéticos e ambientais, bem como por uma interação entre os dois.</p>



<p>Nosso próprio estudo sugere que o nível de androginia cerebral das pessoas pode mudar ao longo da vida.</p>



<p>Pesquisas futuras são necessárias para compreender as influências na androginia cerebral ao longo da vida e como fatores ambientais, como a educação, podem afetá-la.</p>



<p>Uma vez que descobrimos que um cérebro andrógino oferece melhor saúde mental, segue-se que, para um ótimo desempenho na escola, no trabalho e melhor bem-estar ao longo da vida, devemos evitar estereótipos extremos e oferecer às crianças oportunidades equilibradas à medida que crescem.</p>



<p><em>*Barbara Jacquelyn Sahakian é professora de Neuropsicologia Clínica da Universidade de Cambridge, no Reino Unido.</em></p>



<p><em>*Christelle Langley é pós-doutoranda em Neurociência Cognitiva na Universidade de Cambridge.</em></p>



<p><em>*Qiang Luo é pesquisador de Neurociência da Universidade Fudan, em Xangai, na China</em></p>



<p><em>*Yi Zhang é doutorando-visitante na Universidade de Cambridge.</em></p>



<p>*Este artigo foi publicado originalmente no site&nbsp;<a href="https://theconversation.com/us">The Conversation</a>. Leia o texto original&nbsp;<a href="https://theconversation.com/male-vs-female-brains-having-a-mix-of-both-is-common-and-offers-big-advantages-new-research-153242">clicando aqui</a>.</p>



<p>FONTE: <em>BBC NEWS BR</em></p>
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		<title>Calmantes viciam e não tratam a Ansiedade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2021 13:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOVAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE MENTAL]]></category>
		<category><![CDATA[ANSIEDADE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dependência já começa com três semanas de uso contínuo. Saiba como você pode se tratar sem eles. “Foi muito difícil sair. Aquilo é igual droga”. Essa frase resume bem a luta da vendedora Joana para se livrar dos calmantes tarja preta. Em busca da cura da ansiedade, ela ficou 18 anos dependente desses remédios, que &#8230;</p>
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<p>Dependência já começa com três semanas de uso contínuo. Saiba como você pode se tratar sem eles.</p>



<p>“Foi muito difícil sair. Aquilo é igual droga”. Essa frase resume bem a luta da vendedora Joana para se livrar dos calmantes tarja preta. Em busca da cura da ansiedade, ela ficou 18 anos dependente desses remédios, que viciam como bebida alcoólica.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://bemestarvida.com/assets/s/0874259556094791/uploads/TinyPNG/doutora_ana-7497785-0409441.png" alt=""/></figure>



<p>A psiquiatra Ana Cardoso diz que o uso prolongado de calmantes aumenta o risco de Alzheimer&nbsp;</p>



<p>Conhecidos por tarja preta ou tarja vermelha, são medicamentos usados para diminuir a ansiedade e a tensão. Eles afetam áreas do cérebro que controlam o estado de alerta e relaxam os músculos.<br><em><br>“Eles têm ação parecida com a de bebidas alcoólicas: no começo, dão sensação de bem-estar, mas podem provocar dependência quando o uso é contínuo e superior a três semanas”</em>, explica a psiquiatra Ana.</p>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://emergizen.com/"><img src="https://bemestarvida.com/assets/s/0874259556094791/thumbnails/640x480/TinyPNG/WhatsApp_Image_2020-04-10_at_13.11.47_1-7412269-0409455.jpg" alt=""/></a></figure>



<p>Exatamente o que aconteceu com Joana, de 33&nbsp;anos.&nbsp;<em>“Comecei a tomar quando passei por uma separação tumultuada. O remédio me dava sono, tirava a tristeza e a ansiedade. Mas era um mundo mascarado, eu não vivia a realidade.”</em><br><br>O psiquiatra Daniel Frizzera faz uma comparação para explicar a ação desses remédios.</p>



<p><strong><em>“A ansiedade é uma panela de água fervendo. O calmante funciona como jogar água</em></strong><strong><em>&nbsp;</em></strong><strong><em>fria na fervura. Diminui na hora, é automático. Por isso muita gente usa. Mas se você não apagar o fogo, vai esquentar de novo.”</em></strong></p>



<p>E quando a panela volta a esquentar, a pessoa precisa de doses cada vez maiores da medicação para ter o mesmo efeito. E o pior: se tenta parar, o quadro de abstinência aparece.<br><br><strong><em>“É semelhante ao que acontece na dependência do álcool. A pessoa tem ansiedade, insônia, agitação, irritabilidade, dor, tensão muscular, falta de concentração e queixas de memória”</em></strong>, diz a médica.<br><br>Essa fase foi o maior drama de Joana. “Quando o médico cortou o remédio de vez, fiquei cinco dias sem dormir. Pensei que fosse morrer”, admite.<br><br><strong>Consequências</strong></p>



<p>O uso prolongado dessas medicações pode causar, além da dependência, alterações no sono, levando a uma piora da insônia e à sonolência excessiva durante o dia. Também pode piorar a ansiedade e desencadear quadro de depressão, e prejudicar memória, atenção, concentração e raciocínio.<br><br><em>“A psiquiatra diminuiu as doses aos poucos. Mesmo assim, comia muito, tinha fraqueza nos braços, medo e chorava. Dirigindo, parecia que todos os carros vinham na minha direção. Foi um período muito difícil.”</em></p>



<p><strong>A Virada na vida de Joana</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://bemestarvida.com/assets/s/0874259556094791/thumbnails/640x480/TinyPNG/IMG_1427-7418209-0409468.jpg" alt=""/></figure>



<p>Hoje, mais de um ano sem a medicação, Joana conseguiu mudar de vida.&nbsp;<em>“Nunca mais quero tomar esse remédio. A terapia com a psicóloga me ajudou muito e agora uso apenas medicamentos naturais. Mas tenho uma vida normal e verdadeira.”</em></p>



<p>De acordo com Ana Cardoso, já existem medicamentos naturais que auxiliam no tratamento da ansiedade da mesma forma que medicações controladas, porém sem o estrago dos efeitos colaterais.&#8221; diz a Dra.</p>



<p>Fonte: <em>Bem Estar Vida</em></p>
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		<title>Dicas para a boa manutenção das funções mentais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2021 13:37:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOVAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE MENTAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Compreender&#160;o que é saúde mental&#160;e quais as medidas mais relevantes para prevenção e controle desse problema é fundamental. Para tanto, confira algumas sugestões que podem ser úteis para evitar os desajustes mentais. Procure relaxar alguns minutos por dia Priorizar&#160;atitudes para aliviar o estresse&#160;é fundamental para tornar o cotidiano mais leve e promover o equilíbrio físico &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Compreender&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/o-que-e-saude-mental/">o que é saúde mental</a>&nbsp;e quais as medidas mais relevantes para prevenção e controle desse problema é fundamental. Para tanto, confira algumas sugestões que podem ser úteis para evitar os desajustes mentais.</p>



<h3>Procure relaxar alguns minutos por dia</h3>



<p>Priorizar&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/aliviar-o-estresse-7-maneiras-de-conseguir-agora-mesmo/">atitudes para aliviar o estresse</a>&nbsp;é fundamental para tornar o cotidiano mais leve e promover o equilíbrio físico e mental. É preciso ter cuidado porque a defesa do organismo pode ser prejudicada e abrir portas a algumas doenças oportunistas que surgem mediante estresse excessivo.</p>



<p>De modo geral, isso ocorre porque a nossa cabeça vive constantemente ocupada por pensamentos e preocupações. Tais fatores reduzem a função das substâncias de defesa do organismo e colocam a pessoa em situação de vulnerabilidade.</p>



<p>Assim, é necessário buscar formas de aquietar a mente e relaxar alguns momentos durante o dia: meditação, alongamento e a leitura de um bom livro são excelentes alternativas para deixar a mente descansar e atingir um estágio de positividade.</p>



<h3>Dê atenção a quem precisa</h3>



<p>Como uma vertente comum da vida moderna, a falta de tempo deixa as pessoas muito ocupadas e isso tem contribuído para aumentar o isolamento social. Muitas desordens emocionais e físicas surgem como resultado dessa nova conjectura social.</p>



<p>Embora pareça normal, esse estilo contemporâneo de viver resulta no afastamento de parentes e amigos e tem transformado muitos indivíduos em uma ilha em meio a um “mar de milhões” igualmente solitários.</p>



<p>Pessoas isoladas e carentes são mais vulneráveis aos problemas depressivos. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão é o gatilho para os desajustes mentais em escala mundial: dados recentes pontuam que há, em média, 450 milhões de pessoas com doenças mentais e comportamentais.</p>



<p>Assim, uma maneira recíproca de trabalhar a redução dos efeitos dos problemas mentais é procurar dar mais atenção a quem precisa. Reserve algum momento para conversar com as pessoas. Passar mais tempo com os pais — ou com os filhos — é essencial para fortalecer os laços familiares.</p>



<p>São atitudes simples, mas reciprocamente benéficas e importantes para aumentar a sensação de utilidade entre os envolvidos. Muitas pessoas se isolam porque não tem com quem conversar. Assim, vivem sozinhas em um mundo virtual limitado por quatro paredes.</p>



<p>Ao olhar a agenda de seu celular, provavelmente notará nomes que há muito você não tem notícia. Que tal surpreendê-los e demonstrar que eles são importantes e que merecem um pouco de seu tempo e de sua atenção?</p>



<h3>Controle a ansiedade</h3>



<p>Controlar a&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/saude-mental/ansiedade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ansiedade</a>&nbsp;é um grande desafio. Mas isso pode ser possível até mesmo naquelas situações muito difíceis. No entanto, é preciso treinar o cérebro para que ele aprenda a lidar com o que aparentemente nos domina.</p>



<p>Nesse sentido, é válida a antiga premissa de Sócrates — o filósofo grego — que aconselhava: “Conhece-te a ti mesmo”. Conhecer a si mesmo é ter a sabedoria necessária para identificar os pontos fortes que nos tornam vencedores. É ter a certeza de conseguir dominar os pensamentos e conduzi-los para o bem.</p>



<p>O primeiro passo para alcançar esse estágio é encontrar uma maneira própria de enfrentar os momentos desafiadores que a vida coloca diante de nós. E também aprender a controlar as emoções negativas que resultam em insegurança em determinadas circunstâncias.</p>



<p>Vencer a ansiedade exige, pois, a conscientização da necessidade de adotar uma postura mental diferente para estar preparado quando os problemas — ou os&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/ansiedade-o-que-e-quais-sao-as-causas-e-principais-consequencias/">motivos que causam a ansiedade</a>&nbsp;— surgirem.</p>



<h3>Saia da mesmice</h3>



<p>Ainda que os compromissos resultantes do estilo de vida moderna sejam desafiadores, convém reservar um tempinho para sair da mesmice. Aprender uma nova prática desportiva pode ser motivador, tendo em vista os&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/os-beneficios-do-exercicio-fisico-na-saude-mental/">benefícios do exercício físico na recuperação da saúde mental.</a></p>



<p>Ouse fazer algo diferente, inovador e que seja benéfico para a saúde do corpo e da mente. Cultivar bons hábitos e praticar coisas diferentes são ações que podem reduzir a ansiedade, direcionar para novos rumos e renovar a alma.</p>



<p>Considere praticar uma atividade física — individual ou coletivamente — em um parque público. Aproveite para observar a beleza das flores, o verde das folhas, o canto dos pássaros e a simplicidade das crianças que brincam ali. Tente “zerar” os pensamentos e depois concentrar a atenção em coisas positivas.</p>



<p>Caminhe calmamente, respire devagar e descanse a sua mente. Transforme esses momentos em uma experiência agradável. Renove o seu espírito e conduza os pensamentos para algo construtivo e bom. São ações simples, mas que podem tornar o seu dia bem melhor.</p>



<p>Experimente conhecer algum projeto social ou programas de voluntariado. Se essa não for a sua praia, ainda há inúmeras opções: leia um livro diferente, aprenda a tocar um instrumento musical, faça aulas de dança ou algo que lhe desperte&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/confira-5-dicas-de-como-encontrar-o-sentido-da-vida/">interesse e entusiasmo pela vida</a>.</p>



<h3>Cuide do sono e da alimentação</h3>



<p>Uma boa noite de repouso em um ambiente tranquilo e confortável pode garantir o descanso e o relaxamento do corpo e da mente. A fisiologia humana impõe a necessidade de um sono regular para que as funções orgânicas sejam corretamente reparadas.</p>



<p>A íntima associação entre mente e corpo justifica as crises de humor, os picos de nervosismo e de estresse resultante das noites mal dormidas. Durante o sono, importantes substâncias como a serotonina — responsável pelo bem-estar — são produzidas.</p>



<p>Assim, mais do que se imagina, cuidar do sono é uma ação preventiva básica em prol da saúde mental. Crie condições para garantir um repouso adequado e reparador: durma as horas necessárias para a sua recuperação física e mental e logo perceberá a diferença em sua saúde.</p>



<p>Semelhantemente, a manutenção de hábitos alimentares adequados também influencia bastante o bom funcionamento da mente. Isso porque muitos alimentos — principalmente os vegetais folhosos e algumas frutas — contêm elementos essenciais para evitar desajustes como a depressão e os transtornos de humor.</p>



<h3>Treine a sua mente de forma positiva</h3>



<p>Procure dominar os seus pensamentos e conduzi-los para algo positivo e que torne a sua trajetória cada vez melhor. Hábitos, costumes e escolhas definem quem somos e onde chegaremos. Por isso, treinar a mente de forma positiva é fundamental para superar problemas como ansiedade, tristeza e frustração.</p>



<p>Vale destacar, também, a importância de respeitar o ritmo de sua mente. Cada pessoa tem suas peculiaridades e limitações determinadas naturalmente pela própria fisiologia. Tenha calma e procure se ajustar a esses detalhes.</p>



<p>Logo, tente observar o ritmo de seu metabolismo mental e dê uma pausa para que a sua mente trabalhe no tempo adequado à restauração das funções cognitivas com vistas à recuperação de sua saúde.</p>



<h3>Busque tratamento, se necessário</h3>



<p>O Governo deveria promover campanhas de educação com o intuito de sensibilizar a sociedade quanto à importância da necessidade de tratamento precoce para a saúde mental.</p>



<p>A conscientização do problema é um dos pontos mais relevantes para alcançar o sucesso na recuperação dos sintomas e na minimização dos riscos que envolvem a doença.</p>



<p>Atualmente, há alternativas para garantir a promoção da estabilidade emocional e psíquica de quem está em busca de auxílio profissional. Assim, procure ajuda o quanto antes e conheça as soluções que possibilitam a promoção da saúde mental e física, assim como a recuperação do bem-estar e da qualidade vida.</p>



<p>FONTE: <em>HOSPITAL SANTA MÔNICA</em></p>
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		<title>Hábitos prejudiciais e medidas que influenciam positivamente a qualidade da saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 13:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE MENTAL]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos prejudiciais]]></category>
		<category><![CDATA[medidas de prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hábitos prejudiciais ao equilíbrio mental Como parte importante das medidas de prevenção às doenças mentais, a atenção primária a alguns hábitos do cotidiano precisam ser considerados. Muito provavelmente ocorrerá um aumento expressivo do número de doentes dessa natureza — e isso em caráter global. Fatores como o envelhecimento da população, a acentuação dos problemas sociais &#8230;</p>
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<h3>Hábitos prejudiciais ao equilíbrio mental</h3>



<p>Como parte importante das medidas de prevenção às doenças mentais, a atenção primária a alguns hábitos do cotidiano precisam ser considerados. Muito provavelmente ocorrerá um aumento expressivo do número de doentes dessa natureza — e isso em caráter global.</p>



<p>Fatores como o envelhecimento da população, a acentuação dos problemas sociais e econômicos e os desajustes familiares concorrem para o surgimento de desequilíbrios emocionais. Em geral, eles evoluem para transtornos mentais e físicos cada vez mais desafiadores.</p>



<p>Nesse contexto, destacamos os hábitos mais prejudiciais à saúde mental. Confira!</p>



<h3>Pensamentos negativos</h3>



<p>A maneira de enfrentar os desafios da vida torna-se uma linha tênue entre a sanidade mental e a dificuldade em alcançar o equilíbrio necessário ao viver saudável. Pessoas que mantêm pensamentos ou atitudes negativas tendem a desenvolver distúrbios físicos e mentais mais graves.</p>



<p>Dentre os problemas mais preocupantes estão as crises de&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/saude-mental/ansiedade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ansiedade</a>&nbsp;e o maior risco para a&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/conheca-os-tipos-de-tratamentos-para-depressao/">depressão</a>. Essa doença é mais presente em pessoas queixosas e tristes. Ela surge mediante constantes flutuações de humor e como respostas emocionais aos desafios do cotidiano.</p>



<p>Para evitar esses desequilíbrios, convém buscar ajuda profissional para recuperar a performance mental e conter os pensamentos negativos.<a href="https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=5354:aumenta-o-numero-de-pessoas-com-depressao-no-mundo&amp;Itemid=839">&nbsp;A depressão tem aumentado muito nas últimas décadas</a>&nbsp;e tem sido motivo de desordens tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.</p>



<h3>Vício em jogos, álcool e drogas</h3>



<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que&nbsp;<a href="http://www.publico.pt/2018/01/04/sociedade/noticia/oms-inclui-dependencia-de-jogo-na-lista-de-doencas-mentais-1798031">a dependência em jogos virtuais é uma das doenças mentais da modernidade</a>. Como reflexo do avanço tecnológico e da facilidade de acesso aos recursos digitais, o número de adeptos aos videojogos adquire uma dimensão cada vez mais expressiva.</p>



<p>Além de fomentar a necessidade de criar políticas específicas voltadas ao controle dessa questão, a OMS adverte sobre os riscos à saúde das pessoas que passam horas jogando e se isolam da família e dos amigos.</p>



<p><a href="http://http//www.hospitalsantamonica.com.br/dependencia-quimica/">A compulsão por drogas</a>&nbsp;e álcool também figura como fator de influência para o surgimento de complicações no âmbito psicológico e mental. Tais vícios afetam a capacidade de concentração, de memória e sinalizam o mal desempenho das atividades cerebrais.</p>



<p>As perturbações decorrentes da&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/o-consumo-do-alcool-e-a-saude-mental/">relação entre o álcool e a saúde mental</a>&nbsp;desafiam a saúde pública e exigem um controle mais eficiente desse problema. Tanto o álcool como o abuso de tóxicos comprometem a qualidade de vida dos usuários de todas as idades, gênero e classe socioeconômica.</p>



<p>A dificuldade em admitir a necessidade de ajuda especializada contribui para acentuar a doença e pode evoluir para quadros mais alarmantes. Os mais comuns são a incapacidade mental e a tentativa de&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/suicidio-de-jovens-no-brasil-uma-questao-que-deve-ser-tratada-com-cuidado/">suicídio entre jovens</a>, principalmente.</p>



<p>Dentre os problemas resultantes desses vícios destacam-se a má qualidade do sono, a alimentação inadequada e a redução no desempenho escolar ou laboral. Além desses, há outros aspectos relevantes que complementam a lista do diagnóstico de quem enfrenta esses transtornos.</p>



<h3>Uso excessivo de internet</h3>



<p>A sociedade atual construiu uma espécie de “obrigatoriedade” em estar sempre online e querer saber, em tempo real, os principais acontecimentos do mundo. Porém, quando a falta da internet gerar sofrimento, a situação pode evoluir para uma patologia considerada um&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/transtorno-mental-as-dificuldades-enfrentadas-pela-familia-e-como-supera-las/">transtorno mental</a>.</p>



<p>Embora atinja os adultos, a dificuldade para controlar esses impulsos é mais difícil em crianças e adolescentes, pois eles já nasceram na era da conectividade. Entretanto, esse hábito de “viver online” compromete as funções cognitivas, que nessa idade ainda não estão totalmente formadas.</p>



<p>Além de causar baixo rendimento escolar em crianças e prejudicar o desempenho profissional em adultos, o uso excessivo da web implica outros desajustes. Influencia o comportamento, as decisões importantes, o planejamento das tarefas e a organização do tempo.</p>



<p>Viver conectado não só afeta a estabilidade mental, como também colabora para o surgimento precoce da depressão em crianças e jovens. Tendo isso em vista, é preciso buscar alternativas viáveis — como ajuda profissional — para conter os efeitos negativos desses problemas e evitar a sua evolução.</p>



<h2>Medidas que influenciam positivamente a qualidade da saúde mental</h2>



<p>Numa perspectiva de saúde pública, buscar medidas que sinalizem condições de assegurar o bem-estar da sociedade é um dos aspectos mais relevantes para minimizar os efeitos negativos das perturbações mentais.</p>



<p>Sob a expectativa humana, a adoção de uma postura determinada por um estilo de vida mais natural e saudável influencia positivamente a manutenção da saúde mental.</p>



<p>Para alcançar esses objetivos e promover meios para conter esse problema, alguns fatores precisam ser considerados. Veja quais são:</p>



<ul><li>adequar políticas que garantam a atenção primária à saúde mental em toda as esferas sociais;</li><li>assegurar o acesso universal aos serviços de promoção da saúde mental;</li><li>divulgar e estimular medidas de prevenção, principalmente entre as camadas populares;</li><li>estabelecer meios de monitorar a qualidade da saúde mental entre crianças, jovens, usuários de drogas e pessoas idosas;</li><li>incentivar um estilo de vida saudável a fim de reduzir a ocorrência de desordens mentais e físicas;</li><li>desmistificar conceitos e estigmas equivocados sobre a recuperação de pacientes com transtornos mentais;</li><li>apoiar e promover a estabilidade familiar, a integração social e o desenvolvimento humano de acordo com os direitos sociais constitucionalmente estabelecidos.</li></ul>



<p>FONTE: <em>HOSPITAL SANTA MÔNICA</em></p>
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		<title>A saúde mental e a importância dela na vida das pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 13:35:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE MENTAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A saúde mental é um importante fator que possibilita o ajuste necessário para lidar com as emoções positivas e negativas. Investir em estratégias que possibilitem o equilíbrio das funções mentais é essencial para um convívio social mais saudável. Além de ser determinante para a estabilidade física, a&#160;saúde mental&#160;está relacionada à qualidade da interação individual e &#8230;</p>
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<figure class="wp-block-image"><img src="https://hospitalsantamonica.com.br/wp-content/uploads/2018/05/saude-mental-e-a-importancia-dela-na-vida-das-pessoas.jpg" alt="Saúde mental e a importância dela na vida das pessoas"/></figure>



<p>A saúde mental é um importante fator que possibilita o ajuste necessário para lidar com as emoções positivas e negativas. Investir em estratégias que possibilitem o equilíbrio das funções mentais é essencial para um convívio social mais saudável.</p>



<p>Além de ser determinante para a estabilidade física, a&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/saude-mental/">saúde mental&nbsp;</a>está relacionada à qualidade da interação individual e coletiva. No cenário atual, buscar alternativas que possibilitem a harmonia nessas relações é uma urgente necessidade.</p>



<p>Se você está em busca de medidas que sinalizem a promoção da saúde mental e a garantia dos direitos fundamentais associados ao bem-estar e à qualidade de vida, este é o caminho.</p>



<p>Boa leitura!</p>



<h2>A importância da saúde mental para o bem-estar</h2>



<p>A Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta que o conceito de saúde é bem mais abrangente que a simples ausência de doença: é um completo estado de bem-estar físico, mental e social e, dessa forma, merece atenção em todos as suas vertentes.</p>



<p>Assim como a física, a saúde mental é uma parte integrante e complementar à manutenção das funções orgânicas. Nesse contexto, a promoção da saúde mental é essencial para que o indivíduo tenha a capacidade necessária de executar suas habilidades pessoais e profissionais.</p>



<p>Sumariamente, o bom estado mental confere ao homem o amplo exercício de seus direitos sociais e de cidadania. Assegura ainda as condições de interação social para uma convivência familiar mais harmônica e segura.</p>



<p>Desse modo, entender a importância da estabilidade mental e sua intensa relação com o bem-estar é fundamental. Possibilita, assim, a compreensão da importância de utilizar a capacidade individual para a percepção de valores e virtudes inerentes à construção da coletividade.</p>



<h2>Mitos e verdades que envolvem a saúde mental</h2>



<p>Um dos problemas que merecem atenção são os&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/conheca-alguns-mitos-e-verdades-em-saude-mental/">mitos e verdades que envolvem a saúde mental</a>. Alguns estigmas e preconceitos ainda são muito presentes na realidade de quem enfrenta problemas em relação à saúde mental.</p>



<p>Familiares e pacientes são muitas vezes incompreendidos ou até mesmo marginalizados devido à expressão de ideias baseadas em conceitos mal formulados ou não esclarecidos.</p>



<p>É preciso compreender que as disfunções orgânicas podem acontecer por diversos motivos e, por isso, as desordens mentais e físicas podem surgir. Logo, os problemas mentais como o<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/afinal-quais-sao-os-sintomas-do-transtorno-bipolar/">&nbsp;transtorno bipolar</a>, tendências depressivas e picos de ansiedade se expressam como um reflexo de fatores internos e externos.</p>



<p>Tais questões não podem ser interpretadas como sinal de fraqueza ou falha de caráter. A verdade é que surgem por influência genética ou oriundas de alterações clínicas, sociais e de problemas familiares originados na infância ou na adolescência.</p>



<p>Contextualmente, a maior verdade sobre a saúde mental é a necessidade de superar esses mitos e conceitos errôneos. A falta de conhecimento pode ser muito prejudicial à recuperação do paciente, porque impede a busca de soluções adequadas para minimizar os efeitos do problema.</p>



<p>Assim, é preciso ter cuidado com ideias falaciosas e que colocam em xeque o trabalho de profissionais capacitados e dedicados à recuperação da saúde mental. Dentre os conceitos equivocados mais preocupantes destacam-se:</p>



<ul><li>doenças mentais são frutos da imaginação de quem tem a mente confusa;</li><li>todos os distúrbios psicológicos levam à loucura;</li><li>nem adianta procurar ajuda psiquiátrica, pois nenhum desajuste mental tem cura;</li><li>pacientes com problemas mentais são todos igualmente imprevisíveis ou perigosos.</li></ul>



<p>Logo, é necessário combater o quanto antes a disseminação desses estigmas e mitos, pois eles colaboram para aumentar a discriminação associada à doença mental. Por conseguinte, muitas pessoas que precisam de orientação ou de tratamento são ignoradas ou desencorajadas à busca de auxílio.</p>



<p>Vale destacar que quanto mais precoce for o tratamento, melhor e mais rápida será a superação da doença. Ainda que sejam problemas graves, com o auxílio profissional adequado, há possibilidade de encontrar uma solução eficaz e melhorar a qualidade de vida.</p>



<h2>Aspectos determinantes da saúde mental</h2>



<p>Os transtornos mentais surgem pela influência de múltiplos fatores sociais, genéticos, psicológicos e ambientais. As pressões socioeconômicas influenciam continuamente os riscos para a saúde mental individual e coletiva, sobretudo sobre as camadas mais populares.</p>



<p>Uma saúde mental debilitada também colabora para significativas alterações sociais e condições de trabalho precárias. Também acentua a exclusão social e expõe o indivíduo ao risco de violência em virtude da incapacidade mental de autodefesa.</p>



<p>Questões psicológicas e de personalidade também tornam as pessoas mais susceptíveis aos desequilíbrios mentais. Além disso, as causas biológicas também contribuem para a desordem química das células cerebrais e aumentam a ocorrência da doença.</p>



<p>Nesse sentido, os familiares precisam buscar ajuda e encaminhar a pessoa para o tratamento mais adequado. De igual modo, as instituições também são responsáveis pela promoção da saúde mental de seus funcionários.</p>



<p>Como os colaboradores são os ativos mais importantes das empresas, manter uma visão estratégica sinaliza um diferencial competitivo em termos de produtividade. Assim,&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/saude-mental-o-impacto-e-desafios-nas-empresas/">a saúde mental nas empresas</a>&nbsp;deve ser considerada como um critério singular e fundamental à saúde individual e corporativa.</p>



<h2>Políticas de saúde mental</h2>



<p>A legislação atual está pautada na concessão de valores para que os pacientes psiquiátricos recebam tratamento em uma ala específica dos hospitais gerais. No entanto, a verba destinada aos hospitais não garantem a assistência necessária ao doente.</p>



<p>Assim, é urgente a necessidade de reformulação de políticas públicas que viabilizem condições e critérios para a promoção da saúde mental. É preciso estabelecer ações com viabilidade prática para transformar a atual conjuntura que envolve a realidade dos tratamentos de problemas mentais no país.</p>



<p>A inexistência de um sistema que respeite e garanta os direitos civis e socioeconômicos contribui para o agravamento das doenças mentais e eleva o percentual de indivíduos sem a devida assistência.</p>



<p>Com um sistema falho, muitos pacientes que poderiam ser recuperados evoluem para quadros mais graves. Representam, assim, um crescente ônus financeiro aos cofres públicos devido à incapacidade mental e física, medicamentos de alto custo e aposentadoria precoce.</p>



<p>Porém, o maior prejuízo resulta da não garantia do cumprimento de seus direitos fundamentais: coloca em xeque a dignidade humana, acentua o sofrimento deles e reduz cada vez mais as chances de reintegração social.</p>



<p>FONTE: <em>HOSPITAL SANTA MÔNICA</em></p>
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		<title>Quarentena: medicina chinesa ajuda a controlar a ansiedade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2021 13:16:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEDICÍNA ORIENTAL]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE MENTAL]]></category>
		<category><![CDATA[QUARENTENA]]></category>
		<category><![CDATA[saude mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante do isolamento social, especialista percebe um aumento significativo em crises de ansiedade e depressão Jamais imaginávamos viver em um isolamento social como o que enfrentamos em 2020. Os impactos da quarentena imposta pela pandemia de coronavírus começaram a dar sinais na saúde mental. Segundo a acupunturista e especialista em medicina tradicional chinesa Camila Coelho, &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Diante do isolamento social, especialista percebe um aumento significativo em crises de ansiedade e depressão </p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://uploads.metropoles.com/wp-content/uploads/2019/02/28210953/acupuntura.jpeg" alt="acupuntura"/></figure>



<p> Jamais imaginávamos viver em um isolamento social como o que enfrentamos em 2020. Os impactos da quarentena imposta pela pandemia de coronavírus começaram a dar sinais na saúde mental. </p>



<p>Segundo a acupunturista e especialista em medicina tradicional chinesa Camila Coelho, o isolamento faz com que as pessoas percam o senso de segurança, o que pode desencadear o medo do desconhecido e a solidão. Esses dois fatores contribuem para crises de ansiedade e, em casos mais severos, a depressão. </p>



<p>Percebendo esse movimento, Camila faz questão de reforçar o poder que a acupuntura, terapia alternativa milenar, tem para o equilíbrio da mente. </p>



<p>“Seu principal objetivo é promover o equilíbrio das nossas emoções, além de proporcionar aumento da imunidade e, também, alívio das dores físicas. “Muitos pacientes me procuram para tratar alguma dor física e desconhecem que a acupuntura trata do nosso emocional”, salienta. </p>



<p>Quando você está ansioso, o sistema nervoso simpático – aquele que controla reações de “luta e fuga” – assume o controle, enquanto o parassimpático é sufocado. Isso explica, por exemplo, porque acontece falta de ar quando a ansiedade toma conta. </p>



<p>Vários sintomas indicam um quadro de ansiedade. Excesso de preocupação, fadiga, dificuldade de se concentrar, irritabilidade, inquietação, tensão muscular e insônia são alguns deles. Esse cenário gera um sofrimento constante devido à somatização de todos esses sintomas. A dificuldade em controlá-los acaba prejudicando a vida social e setores importantes da vida.</p>



<p><strong>Efeitos imediatos </strong></p>



<p>Ao contrário de alguns medicamentos para a ansiedade, os efeitos da acupuntura são, muitas vezes, sentidos imediatamente. </p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“A acupuntura pode efetivamente melhorar a qualidade de vida de pacientes com doença mental, principalmente a qualidade de sono”, declara Camila. </p></blockquote>



<p>De acordo com a especialista, ainda é preciso reforçar o poder da natureza quando falamos da nossa mente. </p>



<p>“Além da acupuntura, temos os alimentos, que podem ser ótimos aliados nesse controle emocional. Outra ajuda são os florais manipulados, que tratam diversas queixas e contribuem para a busca desse equilíbrio”, conclui a especialista. </p>



<p><strong>Dica prática </strong></p>



<p>Uma dica baseada na medicina chinesa é fazer um escalda-pés em casa. A prática auxilia a distribuir a energia yang, localizada na cabeça, para a extremidade fria, os pés, ou energia yin. </p>



<p>Vai muito bem quando se está cansado, estressado, com fadiga física ou mental, tensões musculares, preocupações, mente inquieta, insônia, irritabilidade e impaciência.</p>



<p>FONTE: <em>METRÓPOLES</em></p>
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		<title>Uso excessivo das redes sociais causa danos psicológicos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2021 12:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
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		<category><![CDATA[SAÚDE MENTAL]]></category>
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		<category><![CDATA[PSICOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em nosso mundo contemporâneo, já temos as redes sociais como parte integrante da nossa vida. Elas têm várias funções, como nos conectar aos amigos e familiares, compartilhar momentos com pessoas queridas e desenvolver opiniões.Mas não é segredo que as redes sociais podem afetar a nossa vida de um jeito negativo, quando você deixa de viver &#8230;</p>
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<p>Em nosso mundo contemporâneo, já temos as redes sociais como parte integrante da nossa vida. Elas têm várias funções, como nos conectar aos amigos e familiares, compartilhar momentos com pessoas queridas e desenvolver opiniões.<br><br>Mas não é segredo que as redes sociais podem afetar a nossa vida de um jeito negativo, quando você deixa de viver no mundo real para caçar cliques ou quando se engana pensando que todos têm uma vida perfeita e corpos perfeitos, menos você. <br><br>É sim importante a conexão com a modernidade, mas sem exageros e vícios. Por isso, vamos apresentar problemas que podem acontecer com a sua saúde com o uso intenso das redes sociais. Fique atento e se cuide!</p>



<h2><strong>Autoidentidade&nbsp;prejudicada</strong></h2>



<p>É aquela capacidade de saber quem você é em razão de estar mais preocupado em analisar os outros.</p>



<p>A pessoa começa a ter atitudes diferentes das quais costumava antes de se fixar na tela do celular. A pessoa começa a agir igualmente aos seus seguidores e evita amigos e familiares.</p>



<h2><strong>Dificuldade em criar e manter relacionamentos</strong></h2>



<p>Nós, seres humanos, precisamos da presença física do outro para aprendermos a nos relacionar socialmente.</p>



<p>Por causa do uso excessivo das redes sociais, as pessoas ignoram os demais. A percepção é de que os seres humanos se tornam inimigos ou estranhos.&nbsp;</p>



<h2><strong>Intimidação</strong></h2>



<p>Sabe aquela sensação de que precisa responder um comentário do amigo ou criar um conteúdo para se sentir envolvido?</p>



<p>Quem utiliza as redes sociais dessa maneira vive em profunda reclusão. Seja para intimidar alguém ou ser intimidado, a pessoa se torna refém da comunicação virtual.</p>



<p>Como estamos na era da mediocridade, assuntos superficiais, fake&nbsp;news&nbsp;e justiça virtual são armas para estressar. Tenha cuidado!</p>



<h2>Ansiedade</h2>



<p>O usuário da rede social fica acelerado e angustiado para se comunicar com outras pessoas. É uma verdadeira sensação de desconforto que, em muitos casos, gera palpitações, falta de ar ou problemas mais graves.</p>



<h2><strong>Dificuldade de ouvir os demais</strong></h2>



<p>As redes sociais podem ser uma droga cuja intenção é evitar a dependência. Por isso, pais, familiares e amigos aconselham o usuário, mas não adianta nada. Ele fica cego e acredita que está apenas consumindo de forma equilibrada, no entanto, passa horas em total solidão. Isso é perigoso!<br><br>Como falamos, o uso excessivo das redes sociais podem trazer diversos problemas casuais e internos. Caso tenha identificado alguém ou você mesmo está passando por alguns desses sintomas, procure alguma ajuda profissional com urgência.</p>



<p>Sua vida é o bem mais precioso e você precisa se preservar de sentimentos que possam lhe fazer mal.&nbsp;</p>
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		<title>Janeiro Branco – Campanha da saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 19:58:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOVAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE MENTAL]]></category>
		<category><![CDATA[JANEIRO BRANCO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é janeiro Branco? O Janeiro Branco é uma&#160;campanha ao estilo da Campanha como as demais de outros meses, como, Outubro Rosa e da Campanha Novembro Azul. Tem como objetivo é chamar a atenção da população para as questões e necessidades relacionadas à Saúde Mental e Emocional das pessoas e das instituições humanas. Uma &#8230;</p>
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<p><strong>O que é janeiro Branco?</strong></p>



<p>O Janeiro Branco é uma&nbsp;campanha ao estilo da Campanha como as demais de outros meses, como, Outubro Rosa e da Campanha Novembro Azul. Tem como objetivo é chamar a atenção da população para as questões e necessidades relacionadas à Saúde Mental e Emocional das pessoas e das instituições humanas. Uma pessoa mais saudável pressupõe uma cultura da Saúde Mental no mundo!</p>



<p>Criada em 2014 por um grupo de psicólogos de Minas Gerais, a campanha chega ao seu sétimo ano no Brasil com a proposta de um mundo no qual as pessoas tenham mais responsabilidade consigo mesmas e com as outras. No primeiro caso, isso significa incentivar a autorreflexão sobre a própria vida, seus sentidos e propósitos.</p>



<p><strong>Por que janeiro Branco?</strong></p>



<p>Janeiro como o primeiro mês do ano, em termos simbólicos, tende a ser como um recomeço, uma nova vida, um novo ano, novos projetos. Geralmente as pessoas as pessoas estão mais propensas a pensarem assim.</p>



<p>A campanha faz alusão a uma “folha em branco, uma nova página, uma tela em branco a ser pintada”, convidando a todos a refletir, inspirar-se, escrever ou reescrever suas próprias metas e histórias.</p>



<p>O Ministério da Saúde reforça, em seu site, a importância de se ter hábitos saudáveis, tanto para o corpo quanto para a mente, e dá algumas dicas que podem contribuir, e muito, com a nossa qualidade de vida:</p>



<p>Reserve um tempo para curtir a vida e a convivência com os outros;</p>



<p>Viva intensamente seus momentos em família;</p>



<p>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Pratique atividades físicas;</p>



<p>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Mantenha uma alimentação saudável;</p>



<p>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Reforce seus laços de amizade;</p>



<p>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Não abra mão de boas noites de sono;</p>



<p>·        Não tenha vergonha de buscar ajuda de profissionais.</p>



<p></p>



<p>FONTE: <em>MET LIFE</em></p>
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