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	<title>ALZHEIMER &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<description>SUA FONTE DE INFORMAÇÃO SEGURA SOBRE SAÚDE</description>
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	<title>ALZHEIMER &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Alzheimer pode ser diagnosticado com auxílio de algoritmo computacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2021 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aliando algoritmos e eletroencefalografia, cientistas brasileiros conseguiram diferenciar pacientes com a doença de pessoas saudáveis. Método pode ser aprimorado para diagnóstico precoce Alzheimer pode ser diagnosticado com auxilio de algoritmo computacional e encefalografia (Foto: Wikimedia Commons) A combinação de duas técnicas de baixo custo se mostrou eficaz no diagnóstico de Alzheimer, doença neurodegenerativa e progressiva do sistema &#8230;</p>
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<h4>Aliando algoritmos e eletroencefalografia, cientistas brasileiros conseguiram diferenciar pacientes com a doença de pessoas saudáveis. Método pode ser aprimorado para diagnóstico precoce</h4>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/ui8-AbTvN_APQ0XqS2sNdNDTj6o=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2021/02/03/encefalografia.jpg" alt="Alzheimer pode ser diagnosticado com auxilio de algoritmo computacional e encefalografia (Foto: Wikimedia Commons)" title="Alzheimer pode ser diagnosticado com auxilio de algoritmo computacional e encefalografia (Foto: Wikimedia Commons)"/><figcaption>Alzheimer pode ser diagnosticado com auxilio de algoritmo computacional e encefalografia (Foto: Wikimedia Commons)</figcaption></figure>



<p>A combinação de duas técnicas de baixo custo se mostrou eficaz no diagnóstico de <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/12/descoberta-nova-forma-de-proteina-associada-ao-alzheimer.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alzheimer</a>, doença neurodegenerativa e progressiva do <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/10/sars-cov-2-pode-infectar-celulas-mais-comuns-do-sistema-nervoso-central.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sistema nervoso central</a>. A análise de dados obtidos pela técnica de eletroencefalografia (EEG) – usada para o diagnóstico de enfermidades como <a href="https://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2017/09/epilepsia-o-risco-que-correm-os-pacientes-diagnosticados.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">epilepsia</a>, <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2018/11/esquizofrenia-livro-aborda-o-cotidiano-de-quem-vive-com-doenca.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">esquizofrenia</a>, distúrbios do <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2020/01/conceito-de-sono-da-beleza-faz-sentindo-conclui-pesquisa.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sono</a> e <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2020/09/possivel-caso-de-parkinson-relacionado-covid-19-e-observado-pela-1-vez.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Parkinson</a> –, em combinação com um algoritmo computacional, permitiu diferenciar pacientes saudáveis dos portadores da doença.</p>



<p>O estudo foi publicado na revista&nbsp;<a href="https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0231169" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>PLOS ONE</em></a>&nbsp;por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).</p>



<p>“A técnica utilizada nesse trabalho, proposta durante meu doutorado, permite mapear dados fisiológicos em uma rede complexa e analisar a dinâmica de informações a partir das características da rede associada. É sabido que dados de EEG de pacientes com a doença de Alzheimer apresentam uma diminuição das chamadas componentes de alta frequência, bem como um aumento das componentes de baixa frequência, quando comparados ao exame de pacientes sadios. Observamos que dados de EEG de pacientes com dinâmicas distintas [sadios versus doentes] resultaram num mapeamento em redes com topologias também distintas, o que atesta a eficiência da técnica”, explica&nbsp;Andriana Campanharo, professora do Instituto de Biociências de Botucatu (IBB-Unesp) e coordenadora do estudo.</p>



<p>“Uma das grandes vantagens desse trabalho é utilizar dados de EEG – exame com baixo custo, alta resolução temporal, ampla disponibilidade e que fornece informações valiosas sobre a dinâmica cerebral de indivíduos com Alzheimer”, diz Aruane Mello Pineda, primeira autora do trabalho, realizado durante seu mestrado no IBB-Unesp.</p>



<p>O diagnóstico foi possível a partir da classificação das redes complexas associadas aos dados de EEG de 48 voluntários, sendo 24 saudáveis e 24 com Alzheimer em estágio avançado. As informações fazem parte de um banco de dados reunido por pesquisadores da Universidade Estadual da Flórida, nos Estados Unidos.</p>



<p><strong>Áreas mais afetadas</strong></p>



<p>Além da classificação de todos os voluntários como “sadio” ou “doente”, foi realizada uma investigação das áreas do cérebro mais afetadas pela doença. Para isso, dados de EEG dos portadores de Alzheimer, em 19 diferentes posições do couro cabeludo, foram também mapeados em redes complexas.</p>



<p>Com base na análise estatística das redes obtidas, os pesquisadores concluíram que a região temporal-parietal esquerda – na parte traseira superior da cabeça – é onde os eletrodos melhor detectam os sinais elétricos associados ao Alzheimer.</p>



<p>“A observação corresponde à compreensão atual sobre a progressão da doença, que geralmente se manifesta nessa região, responsável pela memória verbal e que, aparentemente, é mais vulnerável”, afirma Pineda, que atualmente realiza doutorado, no Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) financiado pela FAPESP na Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos.</p>



<p>O grupo liderado por Campanharo agora trabalha com um banco de dados maior, com mais de 100 pacientes, entre saudáveis e com diferentes estágios de Alzheimer. Uma vez que a técnica foi validada para identificar portadores da doença em estágio avançado, o objetivo agora é identificar padrões que diferenciem o&nbsp;estágio&nbsp;inicial do avançado.</p>



<p>O trabalho abre caminho para que, futuramente, haja um diagnóstico automático e mais preciso da doença de Alzheimer. Dessa forma, será possível detectá-la ainda em fase inicial, facilitando o tratamento precoce.</p>



<p>O estudo contou com a colaboração dos pesquisadores Fernando M. Ramos, do Inpe, e Luiz Eduardo Betting, da Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB-Unesp).</p>



<p>O artigo <em>Quantile graphs for EEG-based diagnosis of Alzheimer’s disease</em> pode ser lido em: <a href="https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0231169" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0231169</a>.</p>



<p>FONTE: <em>REVISTA GALILEU</em><br> </p>
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		<title>Como a fisioterapia pode ajudar com o Alzheimer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2021 13:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
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		<category><![CDATA[FISIOTERAPIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fisioterapia na Doença de Alzheimer através de exercícios específicos, pretende evitar ou diminuir complicações e deformidades, manter ou melhorar as amplitudes de movimento, melhorar o equilíbrio tentando prevenir a ocorrência de quedas dos idosos, prevenir os danos motores, melhorar a força muscular, treinar a realização de AVD’s tentando prolongar a independência do idoso e &#8230;</p>
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<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.casaderepousoemfamilia.com.br/wp-content/uploads/2016/02/a-fisioterapia-na-doenca-de-alzheimer-1200x500-c-default.jpg" alt="A Fisioterapia na Doença de Alzheimer"/></figure>



<p>A Fisioterapia na Doença de Alzheimer através de exercícios específicos, pretende evitar ou diminuir complicações e deformidades, manter ou melhorar as amplitudes de movimento, melhorar o equilíbrio tentando prevenir a ocorrência de quedas dos idosos, prevenir os danos motores, melhorar a força muscular, treinar a realização de AVD’s tentando prolongar a independência do idoso e melhorar a sua qualidade de vida.</p>



<p>Na fase mais avançada da doença, quando o idoso passa a maior parte do tempo restrito ao leito, a fisioterapia é importante para minimizar as complicações da síndrome de imobilização, nomeadamente os encurtamentos musculares e a perda da força muscular, o aparecimento de úlceras de pressão (escaras), trombose, prisão de ventre e pneumonia, entre outros.</p>



<p>Também tem a função de evitar a atrofia por desuso e fraqueza muscular, evitar contraturas e encurtamento musculares (imobilização no leito), manter ou devolver a ADM funcional das articulações, manter as capacidades funcionais do paciente (sistema cardiorrespiratório), evitar ou diminuir complicações e deformidades, diminuir a progressão e efeitos dos sintomas da doença,</p>



<p>Mantém a independência funcional nas atividades de vida diária. Trabalha os padrões de funcionamento do sistema respiratório (fala, respiração, expansão e mobilidade torácica), treino do padrão da marcha, orientação sobre as posturas corretas, incentiva e promove o funcionamento motor e mobilidade.</p>



<p>Realizar atividades em que se estimule o raciocínio do paciente, como atividades de escrever, decorar palavras, nomear objetos, que levam a um estímulo da memória. Exercícios para propriocepção e equilíbrio são fundamentais para a desenvoltura do paciente, como exercícios com bastões, bolas, descarga de peso gradual e andadores.</p>



<p>Andar de lado, ficar num pé só ,dançar; Treinar o escovar os dentes e pentear o cabelo, colocar uma bola de plástico em cima da cabeça e andar pela casa são alguns exemplos de exercícios simples para o Alzheimer, na Casa de Repouso em Família também temos o Educador Físico que faz esse trabalho junto aos idosos</p>



<p>O apoio da família do paciente é fundamental para que a pessoa tenha bons resultados no tratamento da doença. O tratamento fisioterapêutico ajuda a melhorar o desenvolvimento do idoso de acordo com suas limitações, tornando-o mais ativo com o objetivo de amenizar os sintomas. Apesar de ser um distúrbio do sistema nervoso central, degenerativo e irreversível que leva a piora de funções cognitivas e funcionais, os tratamentos fisioterápicos podem garantir uma melhoria na qualidade de vida.</p>



<p>FONTE: <em>Casa de Repouso em Família</em></p>
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		<title>Praticar atividade física regularmente combate o Alzheimer</title>
		<link>https://saudenacapital.com.br/praticar-atividade-fisica-regularmente-combate-o-alzheimer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 16:45:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ATIVIDADE FÍSICA]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE PREVENTIVA]]></category>
		<category><![CDATA[ALZHEIMER]]></category>
		<category><![CDATA[caminhada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atividades simples, como 30 min de caminhada, já trazem bons resultados para prevenir o Alzheimer. Pilates também é alternativa Praticar atividade física regularmente combate o AlzheimerFoto: Reprodução / iStock / Sport Life Todo mundo já sabe, há muito tempo, que a prática de atividades físicas regulares ajudam em diversos fatores do dia a dia. Contudo, &#8230;</p>
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<h4>Atividades simples, como 30 min de caminhada, já trazem bons resultados para prevenir o Alzheimer. Pilates também é alternativa</h4>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://p2.trrsf.com/image/fget/cf/460/0/images.terra.com/2021/01/15/44.jpg" alt="Praticar atividade física regularmente combate o Alzheimer" title="Praticar atividade física regularmente combate o Alzheimer"/><figcaption>Praticar atividade física regularmente combate o Alzheimer<br><small>Foto: Reprodução / iStock / Sport Life</small></figcaption></figure>



<p>Todo mundo já sabe, há muito tempo, que a prática de atividades físicas regulares ajudam em diversos fatores do dia a dia. Contudo, muitos ainda não conhecem o estudo realizado por pesquisadores da Universidade Erasmus MC em Rotterdan, na Holanda, que mostrou que os exercícios podem prevenir doenças comuns da idade adulta, como o Alzheimer. O estudo foi realizado com idosos entre 61 e 97 anos durante 14 anos. E a associação entre exercício físico e prevenção de demência foi observada nos primeiros quatro anos de seguimento.</p>



<p>Segundo Fernando Gomes Pinto, neurocirurgião e Professor Livre Docente da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), isso é possível já que o hipocampo, estrutura cerebral responsável pela memória, recebe mais sangue oxigenado e também estímulos químicos para que novos neurônios se formem. Dessa maneira, o exercício físico favorece a manutenção da memória e previne o declínio cognitivo e as demências que podem surgir com o envelhecimento, como o Alzheimer. Além disso, quando você pratica alguma atividade física, a quantidade de endorfina liberada é maior.</p>



<p>&#8220;Essa substância, capaz de produzir bem-estar físico e psicológico, atua diretamente no cérebro, aumentando a capacidade de concentração, atenção e prevenção de doenças, já que favorece o aumento da performance intelectual&#8221;, salienta o médico.</p>



<p>E você não precisa se matar para obter os resultados positivos contra o Alzheimer. Atividades simples, como 30 minutos de caminhada ou um passeio de bicicleta aos finais de semana, já são estratégias que potencializam as estruturas do cérebro e ainda ajudam a manter o foco em atividades mentais por mais horas.</p>



<p><strong>Pilates é alternativa</strong></p>



<p>A técnica trabalha a mente e o corpo, em conjunto, e possui como princípios básicos concentração, controle, centralização, precisão e respiração.&nbsp;O pilates pode melhorar a coordenação motora que vão sendo perdidos ao longo da doença do mal de Alzheimer. O método também estimula a memória, postergando a degeneração do cérebro. É um trabalho preventivo que deve ser realizado bem no começo.</p>



<p>FONTE: <em>SAÚDE TERRA</em></p>
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		<title>Saiba como retardar ou mesmo prevenir o Alzheimer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2020 21:06:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE DESTAQUE HOME]]></category>
		<category><![CDATA[ALZHEIMER]]></category>
		<category><![CDATA[NEUROLOGIA]]></category>
		<category><![CDATA[PREVENIR O ALZHEIMER]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Dr. André FerreiraNeurologista “O mais importante para nossa capacidade de viver bem é a combinação de processos mentais que chamamos de cognição ou conhecimento”. Essa combinação inclui a nossa capacidade de aprender coisas novas, intuição, julgamento, linguagem e memória. Ter uma mente clara e ativa em qualquer idade é importante, mas à medida que &#8230;</p>
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<p>Por Dr. André Ferreira<br>Neurologista</p>



<p>“O mais importante para nossa capacidade de viver bem é a combinação de processos mentais que chamamos de cognição ou conhecimento”. Essa combinação inclui a nossa capacidade de aprender coisas novas, intuição, julgamento, linguagem e memória. Ter uma mente clara e ativa em qualquer idade é importante, mas à medida que envelhecemos, pode significar a diferença entre a vida dependente e independente (Health Brain Iniatitive Road Mapa- CDC/USA).</p>



<h4>Destacar um dia, 21 de setembro, para colocar atenção às medidas para prevenir e tratar o Alzheimer se faz cada vez mais necessário. Em 2019, estimava-se que existiam mais de 50 milhões de pessoas que viviam com demência em todo o mundo e acredita-se que este número vai aumentar para 152 milhões até 2050, de acordo com a ADI, Alzheimer Disease International.</h4>



<p>O Relatório Mundial sobre Alzheimer 2020 lançado pela ADI, com base em uma pesquisa com quase 70 mil pessoas em 155 países, aborda as atitudes globais em relação à demência. Uma das principais conclusões dessa pesquisa mostra que 95% dos entrevistados acreditam que desenvolverão demência durante a vida. Por isso, a CEO da ADI, Paola Barbarino, destaca que “devemos romper o estigma e fazer com que as pessoas falem abertamente sobre demência para planejar bem, ter acesso a apoio e até participar da pesquisa”.</p>



<p>O relatório serve de alerta para medidas públicas que devem ser adotadas para garantir o Plano de Ação Global para Demências 2017 – 2025, aprovado pela Organização Mundical de Saúde e adotado por 194 países.</p>



<p>O termo demência deriva da raiz latina demens, que significa estar fora de si. A demência é uma síndrome que afeta a memória, outras habilidades cognitivas e comportamentos que interferem significativamente na capacidade de uma pessoa de manter suas atividades cotidianas.<br>O início dos sintomas começa gradualmente após anos de déficits neurocognitivos progressivos devido a vários fatores genéticos e ambientais. Os processos de declínio que resultam em demência são inicialmente indistinguíveis do envelhecimento cognitivo normal devido a um longo estágio pré-clínico e a existência de um estado intermediário conhecido como comprometimento cognitivo leve.</p>



<p>Demência também pode ser um nome coletivo para síndromes cerebrais progressivas que causam deterioração ao longo do tempo de uma variedade de diferentes funções cerebrais, como memória, pensamento, reconhecimento e linguagem, planejamento e personalidade. A doença de Alzheimer é responsável por 50-60% dos casos de demência.</p>



<h4>A Doença de Alzheimer (DA) é um transtorno neurodegenerativo progressivo que se manifesta por deterioração cognitiva e da memória, comprometendo as atividades de vida diária e provocando alterações comportamentais.</h4>



<p><br>Seu sintoma primário é a perda de memória recente, mas com a progressão, vão aparecendo outros sintomas como a perda de memória remota (ou seja, dos fatos mais antigos), bem como irritabilidade, falhas na linguagem, prejuízo na capacidade de se orientar no espaço e no tempo e nos casos mais graves, a perda da capacidade das tarefas cotidianas, resultando em completa dependência. A doença pode vir acompanhada também de depressão, ansiedade e apatia.</p>



<p>No entanto, embora a demência seja uma condição dependente do envelhecimento, não é uma parte normal, nem uma exacerbação do envelhecimento. Pesquisas em pessoas com 100 anos ou mais indicam que, mesmo nessa faixa etária, uma proporção considerável está livre de demência. Alguns estudos descobriram que a incidência de demência em idade específica pode ter diminuído nos últimos 20-30 anos, refletindo potencialmente uma melhora na educação e redução da carga cardiovascular. Assim, na demência, da mesma forma que no envelhecimento, pode haver mecanismos capazes de retardar ou mesmo prevenir o aparecimento da doença clínica*.</p>



<h4>Mas então, o que podemos fazer para retardar ou mesmo prevenir o aparecimento da doença clínica? Estas são algumas possibilidades**:</h4>



<p><strong>Educação estimulação cognitiva: </strong>baixo nível educacional pode resultar em maior vulnerabilidade ao declínio cognitivo porque resulta em menos reserva cognitiva, o que permite às pessoas manterem a sua funcionalidade apesar do próprio envelhecimento cerebral e as patologias crônicas que podem afetar o cérebro. Manter o cérebro estimulado com novas atividades como tocar um instrumento, aprender uma nova língua, uma nova receita auxilia o cérebro nas formações de novas redes neurais e até modificação de redes já estabelecidas que auxiliam na reserva cognitiva.</p>



<p><strong>Audição:</strong> A perda auditiva pode levar, sobretudo, nos pacientes com mais de 55 anos a uma isolamento social e depressão em com isto em um cérebro vulnerável (baixa reserva cognitiva) a uma aceleração da atrofia encefálica com maior risco de declínio cognitivo.</p>



<p><strong>Exercícios físicos:</strong> Vários estudos prospectivos mostraram que atividade física possui efeito protetor significativo contra o declínio cognitivo, sendo que os mais altos níveis de exercício são os mais protetores. A American Heart Association agora recomenda 30 minutos de exercícios moderados cinco dias por semana.</p>



<p><strong>Isolamento social:</strong> Crescem as evidências de que isolamento social é um fator de risco para demência e aumenta o risco de hipertensão, doença coronariana, doença e depressão. O isolamento social também pode resultam em inatividade cognitiva, que está ligada a declínio cognitivo e baixo humor.</p>



<p><strong>Alimentação Saudável: </strong>Uma boa nutrição pode ajudar sua mente e também seu corpo. Por exemplo, pessoas que comem uma dieta de estilo mediterrâneo que enfatiza frutas, vegetais, peixes, nozes, óleos insaturados (azeite de oliva) e fontes vegetais de proteínas têm menos probabilidade de desenvolver deficiência cognitiva e demência.</p>



<p><strong>Proteja o crânio contra traumas:</strong> Estudos confirmam que traumatismos cranianos moderados a severos podem levar a perdas cognitivas</p>



<p><strong>Cuide do seu bem estar psíquico: </strong>É biologicamente plausível que os transtornos do Humor e de Ansiedade possam levar a perdas cognitivas. Estas situações levam a aumento da secreção de cortisol e adrenalina que favorecem a doença neurovascular. A prescrição de antidepressivos cresceu de forma exponencial nas últimas três décadas. Alguns estudos em animais mostram que alguns antidepressivos poderiam diminuir a produção de produtos amilóides que estão relacionados à demência.</p>



<p><strong>Não fumar:</strong> O hábito de fumar está associado à deficiência cognitiva. Esta associação pode ser devida à ligação entre fumar e patologia cardiovascular, mas a fumaça do cigarro também contém neurotoxinas, que aumentam o risco.</p>



<p><strong>Obesidade: </strong>Obesidade está ligada a pré-diabetes e síndrome metabólica, que é caracterizada por resistência à insulina e alta concentrações de insulina periférica. As anomalias da liberação de insulina podem causar em teoria uma diminuição na insulina do cérebro o que pode levar a uma menor depuração de amilóides que estão relacionadas à patologia de algumas demências.</p>



<p><strong>Tratamento da HAS, Diabetes Mellitus e Dislipidemia:</strong><br>Melhore sua pressão arterial. A hipertensão na meia-idade aumenta o risco de declínio cognitivo na velhice. Use a modificação do estilo de vida para manter a pressão o mais baixa possível.</p>



<p><br><strong>Melhore o seu açúcar no sangue: </strong>O diabetes é um importante fator de risco para demência. Você pode ajudar a prevenir o diabetes comendo bem, praticando exercícios regularmente e mantendo-se magro. Mas se o açúcar no sangue continuar alto, você precisará de medicamentos para obter um bom controle</p>



<p><br><strong>Melhore o seu colesterol: </strong>Níveis elevados de colesterol LDL (&#8220;ruim&#8221;) estão associados a um aumento do risco de demência. Dieta, exercícios, controle de peso e evitar o tabaco contribuem muito para melhorar seus níveis de colesterol. Mas se precisar de mais ajuda, pergunte ao seu médico sobre medicamentos.</p>



<p>Por isso, se você perceber em você ou em pessoas próximas (sobretudo acima de 55 anos), que a sua memória já não se mostra tão eficiente e estas falhas começam a atrapalhar o seu cotidiano é importante procurar uma neurologista e ou um geriatra.</p>



<p>Fontes:<br>*(Ageing Without Dementia: can stimulation psychosocial and lifestyle experience make a difference? Fratiglioni et al, Lance Neurology 2020; 19:533-43).<br>**(Dementia prevention, intervention, and care: 2020 report of the Lancet Commission, Lancet 2020; 396: 413–46)</p>
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		<title>Exame de sangue pode detectar Alzheimer até 20 anos antes de sintomas, diz estudo</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2020 16:47:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
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		<category><![CDATA[DIAGNÓSTICO]]></category>
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<p>Um grupo de pesquisadores da Universidade de Lund publicou um estudo que sugere a eficácia de um tipo de exame de sangue que pode detectar o Mal de Alzheimer em até 20 anos antes do surgimento dos sintomas da doença. A pesquisa é liderada por Oskar Hansson e Sebastian Palmqvist e assinada por autores suecos, americanos, colombianos e alemães. O estudo se apresenta como ótimo sinal para a busca de uma possível cura do Alzheimer, pois abre uma nova janela para conter de maneira precoce a doença degenerativa que afeta mais de 1 milhão de brasileiros.</p>



<p>Hoje, o diagnóstico de Alzheimer é feito através de testes cognitivos, relatos de familiares e ressonância magnética. Com a descoberta, tratamentos de prevenção aos sintomas podem reduzir os impactos da doença e dar mais qualidade de vida para vítimas e familiares que têm de cuidar e conviver com os portadores da doença.</p>



<p>Com aumento da população idosa, a necessidade de pesquisa para o Alzheimer é crescente; a partir dos 65, risco de desenvolvimento da doença dobra a cada 5 anos</p>



<p>Segundo os pesquisadores, a detecção da proteína fosfo-tau217 pode ser um indicador direto do surgimento de Alzheimer. De acordo com os especialistas, altos índices da substância no sangue indicam que a doença pode surgir. O estudo diz que a precisão dos resultados é de 96%.</p>



<p>“Esse exame de sangue prediz com muita precisão quem tem a doença de Alzheimer no cérebro, incluindo pessoas que parecem normais. Não é uma cura, não é um tratamento, mas você não pode tratar a doença sem poder diagnosticá-la. E o diagnóstico preciso e de baixo custo é realmente emocionante, por isso é um avanço”, afirma o pesquisador da Universidade da Califórnia, Michael Weiner, ao The New York Times.</p>



<p>Para os pesquisadores, a descoberta pode ser um caminho para encontrar uma nova maneira de tratamentos alternativos para a doença. Com a transição da pirâmide etária da população mundial, estima-se que em 2050 mais de 60 milhões de pessoas sofram com o Alzheimer. Alguns pesquisadores acreditam que o estudo não teve diversidade regional e étnica e, por isso, ainda não é necessariamente conclusivo.</p>



<p>“Apenas dizer que você tem amilóide no cérebro por meio de uma PET hoje não indica que eles têm tau, e é por isso que não é um diagnóstico para a doença. Esse teste realmente abre a possibilidade de poder usar um exame de sangue na clínica para diagnosticar alguém mais definitivamente com Alzheimer. Incrível, não é? Quero dizer, há cinco anos, eu teria lhe dito que era ficção científica”, ponderou Maria Carrillo, diretora científica da Associação de Alzheimer, ao Zero Hora.</p>



[ Está é uma das notícias mais faladas na semana no mundo todo]



<p><strong>FONTE:</strong> hypeness </p>



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