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	<title>DIABETES &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<title>DIABETES &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Um estudo brasileiro sugere que a canela pode ajudar a controlar o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2021 12:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
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<figure class="wp-block-image"><img src="https://super.abril.com.br/wp-content/uploads/2021/02/canela-diabetes_fb.jpg?quality=70&amp;strip=info" alt=""/></figure>



<p>Neste sábado (6) um estudo brasileiro foi publicado na revista&nbsp;<em>Jornal do American College of Nutrition</em>&nbsp;Ele analisou a relação entre canela e diabetes tipo 2. Os resultados promissores mostraram que o consumo diário da especiaria pode ajudar no controle da doença.</p>



<p>O diabetes tipo 2 é mais comum e geralmente afeta pessoas com mais de 40 anos. Nele, nosso corpo se torna incapaz de usar a insulina adequadamente, que é um hormônio produzido no pâncreas que desempenha um papel importante no metabolismo do açúcar. Quando isso acontece, não podemos usar esse combustível, e o nível de glicose no sangue (concentração de glicose no sangue) aumenta – causando uma cascata de consequências negativas para o organismo.</p>



<p>A relação entre canela e controle do diabetes não é nova. Mas, de acordo com José Claudio Lyra, pesquisador da Universidade Federal de Ciara e principal autor do estudo, os resultados, até então, não eram claros e exigiam mais investigações. “É por isso que, em 2016, comecei a pesquisar durante meu doutorado”, disse Lyra.&nbsp;<em>Excelente</em>.</p>



<p>O ensaio clínico foi realizado entre agosto e dezembro de 2019, e contou com 140 voluntários de Barnepa, Piauí. Todos tinham diabetes tipo 2 e frequentavam cinco unidades básicas de saúde do município.</p>



<p>Havia pessoas de ambos os sexos entre 18 e 80 anos. Todos eles têm índice glicêmico de hemoglobina (que mede o percentual de glicose no sangue) igual ou superior a 6%. Para efeito de comparação, pessoas com menos de 5,7% correm o risco de desenvolver diabetes.</p>



<p>Os voluntários foram divididos em dois grupos. A primeira é ingerir três gramas de canela por dia em quatro cápsulas durante três meses – o equivalente a uma colher de chá de comida. “A dose foi escolhida a partir de uma média de estudos semelhantes que já haviam testado a canela no mundo todo”, explica Lyra. O segundo grupo recebeu um placebo.</p>



<p>Todas as pessoas seguiram a mesma dieta, exercícios e rotina de medicação de antes. O estudo foi triplo-cego: os pacientes, os técnicos de laboratório responsáveis ​​pela análise dos dados e o investigador principal não sabiam qual grupo estava usando canela ou placebo. É uma forma de evitar resultados potencialmente enviesados. “Havia um cientista participando do estudo responsável por essa classificação”, disse Lyra. “As informações foram guardadas em um envelope lacrado, que foi aberto ao final do teste”.Continua após o anúncio</p>



<p>Ao final dos 90 dias, os voluntários foram submetidos a novos exames de sangue para medir as diferenças. O grupo que comeu canela&nbsp;A diminuição média foi de 0,21% nos indicadores de hemoglobina glicada, enquanto aqueles que receberam o placebo registraram um aumento médio de 0,38%.</p>



<p>No teste de glicose no sangue em jejum, que também é usado para controlar o diabetes (e claro o jejum), houve uma diminuição de 10 mg / dL entre aqueles que consumiram canela, enquanto o nível no grupo placebo aumentou 21 mg / dL. Os voluntários apresentavam, em média, glicemia de jejum de 186 mg / dL – idealmente, deveria estar sempre entre 100-120 mg / dL.</p>



<p>Também foi calculado&nbsp;Indicador HOMA-IR, que mede se a resistência à insulina é alta ou não. Em média, o índice caiu 0,47% entre aqueles que usaram canela e aumentou 0,30% no grupo do placebo.</p>



<p>“Além disso ,&nbsp;Lyra observa que pacientes com idades entre 40 e 65 anos têm melhores resultados do que outros, assim como aqueles que têm diabetes há mais de cinco anos.</p>



<p>A pesquisa contou também com especialistas de outras instituições, como USP, Fundação Oswaldo Cruz e Universidade de Washington, nos Estados Unidos. No futuro, há planos de reteste com mais voluntários, bem como em mais lugares no Brasil. CEssa região tem hábitos alimentares e de vida diferenciados que acabam interferindo na saúde dos diabéticos. ”</p>



<p>É importante notar que a canela deve funcionar como um complemento ao tratamento que inclui a medicação adequada, uma alimentação saudável e exercícios regulares. “O Dr.O diabetes é uma doença crônica que deve ser tratada por toda a vida. Mas com o tempo, as pessoas podem relaxar ou até mesmo ignorar os cuidados necessários ”, diz Lyra. Por isso as pesquisas tentaram desenvolver um novo aliado para esse tratamento, que não causa efeitos colaterais e é fácil de seguir.“ Uma dose de a canela pode ocorrer em uma única refeição ou em doses divididas e, idealmente, é.&nbsp;<em>na natureza</em>. “</p>



<p>A canela não é a única que pode ajudar no diabetes. O pesquisador também cita testes promissores com alimentos como maracujá, gengibre e cúrcuma. “Nós queremos Forneça recursos ao paciente para melhorar a qualidade de vida, reduzir custos de hospitalização e complicações causadas por doenças. ”Materiais de melhor desempenho também podem ser usados ​​como base para a formulação de medicamentos fitoterápicos.</p>



<p>FONTE: <em>SUPER INTERESSANTE</em></p>
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		<title>Diabetes é responsável por 43 amputações diárias no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Nov 2020 23:11:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE DESTAQUE HOME]]></category>
		<category><![CDATA[AMPUTAÇÃO]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h3>Alerta é feito no Dia Mundial de Combate ao Diabetes, lembrado hoje</h3>



<p>Neste Dia Mundial de&nbsp;Combate ao Diabetes, lembrado hoje, o Brasil registra a marca de 43 amputações de membros inferiores por dia, decorrentes de complicações da doença. Os dados, do Ministério da Saúde, se referem à soma de 10.546 amputações feitas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) entre janeiro e agosto deste ano, ao custo de R$ 12,3 milhões.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1393206&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1393206&amp;o=node"></p>



<p>No mesmo período do ano passado, foram realizadas pelo SUS 10.019 amputações de membros inferiores em decorrência do diabetes, que custaram R$ 11,6 milhões. O crescimento no número de procedimentos em 2020 foi de 5,26%.</p>



<p>A Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) alerta que o principal motivo que leva a essas amputações é a falta de cuidados com a doença, a causa mais comum para amputações de pés e pernas, com cerca de 60%. Em 85% dos casos, o problema aparece como uma ulceração nos pés, ou seja, uma lesão nos tecidos, que pode ser tratada. O diabetes causa perda da sensibilidade, e os ferimentos podem evoluir para o chamado pé diabético, chegando aos casos graves de gangrena que necessitam de amputação.</p>



<p>O paciente diabético precisa ficar atento a qualquer sinal nos pés, como frieiras, bolhas, ferimentos e calos. Os cuidados envolvem secar os pés com cuidado após o banho, manter a pele hidratada, utilizar meias de algodão e sapatos fechados.</p>



<h2>Diabetes e covid-19</h2>



<p>O diabetes também é um dos principais fatores de risco para o agravamento da covid-19. Por isso, o projeto internacional CoviDiab Registry, uma iniciativa da King’s College London, da Inglaterra, e da Monash University, da Austrália, está reunindo dados globais sobre diabetes e covid-19. Segundo os pesquisadores, há indícios de que o novo coronavírus também possa causar diabetes em quem não tinha.</p>



<p>“É plausível que o Sars-Cov-2 possa causar várias alterações coexistentes do metabolismo da glicose, que podem complicar a fisiopatologia do diabetes pré-existente ou levar a novos mecanismos da doença. Existem, de fato, precedentes para uma etiologia viral para diabetes com tendência à cetose”, informa o projeto.</p>



<p>O que os cientistas ainda não sabem é se o diabetes causado pelo Sars-Cov-2 persiste após a cura da infecção, ou se pode se tornar mais um fator de risco para pacientes com tendência à doença.</p>



<p>Estudo feito no início da pandemia no Brasil mostrou que os pacientes de diabetes negligenciaram os cuidados por causa do isolamento e das medidas restritivas. A pesquisa ouviu 1.701 pacientes entre os dias&nbsp;22 de abril&nbsp;e&nbsp;4 de maio&nbsp;e os resultados foram publicados em agosto no periódico científico&nbsp;<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0168822720305568" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Diabetes Research and Clinical Practice</em></a>.</p>



<p>Participaram do levantamento pesquisadores e médicos de diversas instituições, entre elas a International Diabetes Federation, ADJ Diabetes Brasil, Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Universidade de São Paulo (USP), Pan African Women in Health (PAWH), Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Hospital do Rim e Hipertensão de São Paulo.</p>



<p>Do total, 95,1% dos entrevistados reduziram a frequência de saídas da residência e 91,5% passaram a monitorar a glicose no sangue em casa. Foi relatado aumento, diminuição ou maior variabilidade nos níveis de glicose por 59,4% dos participantes, 38,4% deles adiaram consultas médicas e exames de rotina e 59,5% diminuíram a atividade física.</p>



<p>Outra pesquisa foi iniciada em setembro pela Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com o apoio da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), com o objetivo de analisar o autocuidado em diabetes e resiliência na pandemia pelos brasileiros. Podem participar as pessoas com diagnóstico de diabetes, de ambos os sexos, maiores de 18 anos e que residam no Brasil. O formulário está disponível em&nbsp;<a href="https://bit.ly/DIABETESvid" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bit.ly/DIABETESvid</a>.</p>



<h2>Sintomas, prevenção e tratamento</h2>



<p>Segundo o Ministério da Saúde, o diabetes é uma doença causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo. Com isso, podem ocorrer altas taxas de glicose no sangue que levam a complicações cardíacas, nas artérias, olhos, rins e nervos, podendo inclusive ser fatal.</p>



<p>De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, o Brasil soma atualmente mais de 13 milhões de pessoas vivendo com a doença. Os dados da Federação Internacional de Diabetes mostram que no ano passado 463 milhões de adultos viviam com diabetes no mundo, sendo que metade não foi diagnosticada. A estimativa é que o número chegue a 700 milhões em 2045. Em 2019, a doença causou 4,2 milhões de mortes no mundo e pelo menos US$ 760 bilhões em gastos com saúde, o que equivale a 10% dos gastos totais com adultos.</p>



<p>Os principais sintomas são fome e sede excessiva e vontade de urinar várias vezes ao dia. No diabetes tipo 1, pode ocorrer também perda de peso, fraqueza, fadiga, mudanças de humor, náusea e vômito. No tipo 2, são sintomas também formigamento nos pés e mãos, infecções na bexiga, rins, pele e infecções de pele, feridas que demoram para cicatrizar e visão embaçada.</p>



<p>A prevenção é feita com a prática de hábitos saudáveis, como comer diariamente verduras, legumes e frutas; reduzir o consumo de sal, açúcar e gorduras; parar de fumar; praticar exercícios físicos regularmente; e manter o peso controlado. Os fatores de risco para a doença envolvem questões genéticas e também pressão alta, colesterol alto, alterações na taxa de triglicérides, sobrepeso, doenças renais crônicas, mulher que deu à luz criança com mais de 4kg, diabetes gestacional, síndrome de ovários policísticos, distúrbios psiquiátricos como esquizofrenia, depressão, transtorno bipolar, apneia do sono e uso de medicamentos da classe dos glicocorticoides.</p>



<p>O tratamento para o diabetes do tipo 1 é feito com injeções diárias de insulina e pode ser recomendada medicação oral. Para o tipo 2, o tratamento dependerá do grau da doença e pode envolver remédios para impedir a digestão e absorção de carboidratos ou que estimulam a produção de insulina. O tratamento e acompanhamento do diabetes é oferecido gratuitamente pela atenção básica do SUS.</p>



<p><strong>FONTE: </strong>Agência Brasil</p>
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		<title>Diabetes (diabetes mellitus): Sintomas, Causas e Tratamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2020 08:11:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[DIABETES]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é diabetes? Diabetes&#160;é uma doença causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo. A&#160;insulina&#160;é um hormônio que tem a função de quebrar as moléculas de&#160;glicose(açúcar)&#160;transformando-a em energia para manutenção das células do nosso organismo. O diabetes pode causar o &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2>O que é diabetes?</h2>



<p><strong>Diabetes</strong>&nbsp;é uma doença causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo.</p>



<p>A&nbsp;<strong>insulina</strong>&nbsp;é um hormônio que tem a função de quebrar as moléculas de&nbsp;<strong>glicose(açúcar)</strong>&nbsp;transformando-a em energia para manutenção das células do nosso organismo.</p>



<p>O diabetes pode causar o aumento da glicemia e as altas taxas podem levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos. Em casos mais graves, o diabetes pode levar à morte.</p>



<p>De acordo com a&nbsp;<strong><a href="https://www.diabetes.org.br/">Sociedade Brasileira de Diabetes</a></strong>, existem atualmente, no Brasil, mais de&nbsp;<strong>13 milhões de pessoas vivendo com a doença</strong>, o que representa 6,9% da população nacional.</p>



<p>A melhor forma de prevenir é praticando atividades físicas regularmente, mantendo uma alimentação saudável e evitando consumo de álcool, tabaco e outras drogas.</p>



<p><strong>Comportamentos saudáveis</strong>&nbsp;evitam não apenas o diabetes, mas outras doenças crônicas, como o câncer.</p>



<p>A causa do tipo de diabetes ainda é desconhecida e a&nbsp;<strong>melhor forma de preveni-la</strong>&nbsp;é com&nbsp;<strong>práticas de vida saudáveis</strong>&nbsp;(alimentação, atividades físicas e evitando álcool, tabaco e outras drogas).</p>



<h2>Quais os tipos mais comuns de diabetes?</h2>



<p>O diabetes mellitus pode se apresentar de diversas formas e possui diversos tipos diferentes. Independente do tipo de diabetes, com aparecimento de qualquer sintoma é fundamental que o paciente procure com urgência o atendimento médico especializado para dar início ao tratamento.</p>



<h2>O que é diabetes tipo 1?</h2>



<p>Sabe-se que, via de regra, é uma&nbsp;<strong>doença crônica não transmissível,&nbsp;</strong>hereditária, que concentra entre 5% e 10% do total de diabéticos no Brasil. Cerca de 90% dos pacientes diabéticos no Brasil têm esse tipo. Ele se manifesta mais frequentemente em adultos, mas crianças também podem apresentar.&nbsp;</p>



<p>O&nbsp;<strong>diabetes tipo 1 aparece geralmente na infância ou adolescência</strong>, mas pode ser diagnosticado em adultos também. Pessoas com parentes próximos que têm ou tiveram a doença devem fazer exames regularmente para acompanhar a glicose no sangue.</p>



<p>O tratamento exige o uso diário de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose no sangue.</p>



<p>A causa do diabetes tipo 1 ainda é desconhecida e a melhor forma de preveni-la é com práticas de vida saudáveis (alimentação, atividades físicas e evitando álcool, tabaco e outras drogas).</p>



<h2>O que é diabetes tipo 2?</h2>



<p>O&nbsp;<strong>diabetes tipo 2</strong>&nbsp;ocorre quando o corpo não aproveita adequadamente a insulina produzida. A causa do diabetes tipo 2 está diretamente relacionado ao&nbsp;<strong>sobrepeso</strong>,&nbsp;<strong>sedentarismo</strong>,&nbsp;<strong>triglicerídeos elevados</strong>,&nbsp;<strong>hipertensão</strong>.e&nbsp;<strong>hábitos alimentares inadequados</strong>.</p>



<p>Por isso, é essencial manter acompanhamento médico para tratar, também, dessas outras doenças, que podem aparecer junto com o diabetes.&nbsp;</p>



<p>Diabetes Latente Autoimune do Adulto (LADA): &nbsp;Atinge basicamente os adultos e representa um agravamento do diabetes tipo 2.&nbsp;</p>



<p>Caracteriza-se, basicamente, no desenvolvimento de um processo autoimune do organismo, que começa a atacar as células do pâncreas.&nbsp;&nbsp;</p>



<h2>O que é o pré-diabetes?</h2>



<p><strong>Pré-diabetes</strong>&nbsp;é quando os níveis de glicose no sangue estão mais altos do que o normal, mas ainda não estão elevados o suficiente para caracterizar um&nbsp;<strong>Diabetes Tipo 1</strong>&nbsp;ou&nbsp;<strong>Tipo 2</strong>. É um sinal de alerta do corpo, que normalmente aparece em obesos, hipertensos e/ou pessoas com alterações nos lipídios.&nbsp;</p>



<p>Esse alerta do corpo é importante por ser a única etapa do diabetes que ainda pode ser revertida, prevenindo a evolução da doença e o aparecimento de complicações, incluindo o infarto.</p>



<p>No entanto,&nbsp;<strong>50% dos pacientes que têm o diagnóstico de pré-diabetes,</strong>&nbsp;mesmo com as devidas orientações médicas, desenvolvem a doença.</p>



<p>A mudança de hábito alimentar e a prática de exercícios são os principais fatores de sucesso para o controle.</p>



<h2>O que é diabetes gestacional?</h2>



<p>Ocorre<strong>&nbsp;temporariamente durante a gravidez</strong>. As taxas de açúcar no sangue ficam acima do normal, mas ainda abaixo do valor para ser classificada como diabetes tipo 2.&nbsp;</p>



<p>Toda gestante deve fazer o exame de diabetes, regularmente, durante o pré-natal. Mulheres com a doença têm maior risco de complicações durante a gravidez e o parto.&nbsp;</p>



<p>Esse tipo de diabetes afeta entre&nbsp;<strong>2 e 4%</strong>&nbsp;de todas as gestantes e implica risco aumentado do desenvolvimento posterior de diabetes para a mãe e o bebê.</p>



<h2>Quais os sintomas do diabetes?</h2>



<p>Os principais sintomas do diabete são: fome e sede excessiva e vontade de urinar várias vezes ao dia.&nbsp; &nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Sintomas do diabetes tipo 1:</strong></p>



<ul><li>Fome frequente;</li><li>Sede constante;</li><li>Vontade de urinar diversas vezes ao dia;</li><li>Perda de peso;</li><li>Fraqueza;</li><li>Fadiga;</li><li>Mudanças de humor;</li><li>Náusea e vômito.</li></ul>



<p><strong>Sintomas do diabetes tipo 2:</strong></p>



<ul><li>Fome frequente;</li><li>Sede constante;</li><li>Formigamento nos pés e mãos;</li><li>Vontade de urinar diversas vezes;</li><li>Infecções frequentes na bexiga, rins, pele e infecções de pele;</li><li>Feridas que demoram para cicatrizar;</li><li>Visão embaçada.</li></ul>



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<p><strong>Veja também:</strong></p>



<ul><li><strong><a href="http://www.blog.saude.gov.br/index.php/servicos/53410-confira-os-tipos-de-diabetes">Saiba mais sobre os diferentes tipos de diabetes</a></strong></li></ul>



<h2>Como prevenir o diabetes?</h2>



<p>A&nbsp;<strong>melhor forma de prevenir</strong>&nbsp;o diabetes e diversas outras doenças é a&nbsp;<strong>prática de hábitos saudáveis</strong>&nbsp;</p>



<ul><li>Comer diariamente verduras, legumes e, pelo menos, três porções de frutas.</li><li>Reduzir o consumo de sal, açúcar e gorduras.</li><li>Parar de fumar.</li><li>Praticar exercícios físicos regularmente, (pelo menos 30 minutos todos os dias).</li><li>Manter o peso controlado.&nbsp;</li></ul>



<p>O incentivo para uma alimentação saudável e balanceada e a prática de atividades físicas é prioridade do Governo Federal. O Ministério da Saúde adotou internacionalmente metas para frear o crescimento do excesso de peso e obesidade no país.</p>



<p>O País assumiu como compromisso deter o crescimento da obesidade na população adulta até 2019, por meio de políticas intersetoriais de saúde e segurança alimentar e nutricional; reduzir o consumo regular de refrigerante e suco artificial em pelo menos 30% na população adulta, até 2019; e ampliar pelo menos 17,8% o percentual de adultos que consomem frutas e hortaliças regularmente até 2019.</p>



<p>Outra ação para a promoção da alimentação saudável foi a publicação do Guia Alimentar para a População Brasileira. Reconhecida mundialmente pela abordagem integral da promoção à nutrição adequada, a publicação orienta a população com recomendações sobre alimentação saudável e para fazer de alimentos in natura ou minimamente processados a base da alimentação.</p>



<p>O Governo Federal também incentiva a prática de atividades físicas por meio do Programa Academia da Saúde, com aproximadamente 4 mil polos habilitados e 2.012 com obras concluídos.</p>



<p></p>



<p>FONTE: Ministério da Saúde</p>
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