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	<title>DROGAS SINTÉTICAS &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<description>SUA FONTE DE INFORMAÇÃO SEGURA SOBRE SAÚDE</description>
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	<title>DROGAS SINTÉTICAS &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Estudo avalia uso de novas drogas sintéticas no Réveillon em 7 países</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2021 15:33:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Análise do esgoto revelou presença das chamadas NPS na virada do ano de 2019 para 2020; mapeamento ajuda a classificar substâncias mais perigosas mundo afora Batizadas de NPS, as novas drogas sintéticas imitam drogas ilícitas com o objetivo de burlar a fiscalização. (Foto: University of South Australia) A proliferação de novas&#160;drogas&#160;sintéticas – também conhecidas como &#8230;</p>
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<h3>Análise do esgoto revelou presença das chamadas NPS na virada do ano de 2019 para 2020; mapeamento ajuda a classificar substâncias mais perigosas mundo afora</h3>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/_fHP8MAdzLSe3iIu6kKqb4mb1JY=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2021/02/24/256970_web.jpg" alt="Dos oito países estudados, apenas um não apresentou sequer vestígios de NPS: a Noruega. Quanto aos outros sete, 16 tipos diferentes de NPS foram identificados. (Foto: University of South Australia)" title="Batizadas de NPS, as novas drogas sintéticas imitam drogas ilícitas com o objetivo de burlar a fiscalização. (Foto: University of South Australia)"/><figcaption>Batizadas de NPS, as novas drogas sintéticas imitam drogas ilícitas com o objetivo de burlar a fiscalização. (Foto: University of South Australia)</figcaption></figure>



<p>A proliferação de novas&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2020/12/onu-retira-maconha-da-lista-de-drogas-mais-perigosas.html">drogas</a>&nbsp;sintéticas – também conhecidas como NPS (novas substâncias psicoativas) – parece continuar em alta mundo afora, apesar das mortes e hospitalizações já associadas ao seu uso. Só na virada do ano de 2019 para 2020, elas foram identificadas em&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/busca/click?q=esgotos&amp;p=0&amp;r=1614122071011&amp;u=https%3A%2F%2Frevistagalileu.globo.com%2FCiencia%2FArqueologia%2Fnoticia%2F2020%2F11%2Ftrabalhadores-descobrem-busto-do-deus-hermes-em-obras-no-esgoto-de-atenas.html&amp;t=informacional&amp;d=false&amp;f=false&amp;ss=&amp;o=&amp;cat=&amp;key=305892ec2bbe4170e28969fcddfba766" target="_blank" rel="noreferrer noopener">esgotos</a>&nbsp;de pelo menos sete países, segundo um novo estudo conduzido pela Universidade da Austrália Meridional (UniSA).</p>



<p>A análise, considerada a mais ampla já realizada em águas residuais para detectar a presença dessas substâncias, monitorou 14 locais distribuídos entre Austrália, Nova Zelândia, China, Holanda, Espanha, Itália, Noruega e Estados Unidos, durante o Réveillon. Os resultados foram publicados no jornal&nbsp;<em><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0043135421000890?via%3Dihub" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Water Research</a></em>, ligado à Associação Internacional da Água.</p>



<p>Dos oito países estudados, apenas um não apresentou sequer vestígios de NPS: a Noruega. Quanto aos outros sete, 16 tipos diferentes de NPS foram identificados. &#8220;A Holanda registrou o uso mais alto, seguida por Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos. Espanha, Itália e China tiveram a menor incidência de uso de drogas nas cidades participantes do estudo&#8221;, revela Richard Bade, químico analítico da UniSA,&nbsp;<a href="https://www.eurekalert.org/pub_releases/2021-02/uosa-sss022121.php" target="_blank" rel="noreferrer noopener">em nota</a>.</p>



<p>Desenvolvidas a partir de misturas de diferentes substâncias psicoativas, as NPS foram projetadas para atender a dois objetivos: imitar drogas ilícitas (como cocaína, MDMA e LSD) e, com isso, burlar a&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2019/07/entenda-por-que-maconha-foi-proibida-ao-redor-do-mundo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fiscalização</a>. Menos estudadas que as drogas tradicionais, essas combinações têm deixado profissionais da&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/plantao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saúde</a>&nbsp;e governos em alerta, já que podem causar complicações no quadro clínico de seus usuários mesmo quando consumidas em doses pequenas.</p>



<p>A mitragina – encontrada pelo estudo nos Estados Unidos –, por exemplo, é uma NPS que, segundo a análise, está por trás de quase metade das mortes relacionadas ao uso dessas substâncias no país. Outros tipos como a eutilona – detectada na Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos e Holanda – e a N-etilpentilona – observada na Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos – também são conhecidas por causar fatalidades.</p>



<p>De todas as drogas detectadas, a metcatinona foi a mais prevalente – apareceu em sete países –, seguida pela N-etilpentilona e pela 3-MMC, que se mostraram presentes cada uma em três países. Austrália e Nova Zelândia foram as únicas a apresentarem vestígios da mefedrona (frequentemente referida como “drone” e “meow-miau”), sendo que, na véspera do&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Curiosidade/noticia/2019/12/reveillon-como-sao-comemoracoes-de-ano-novo-pelo-mundo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ano Novo</a>, o território neozelandês registrou um aumento de 20 vezes no consumo da substância.</p>



<p>“O que torna as NPS tão perigosas é que elas foram originalmente vendidas como alternativas legais às drogas ilícitas convencionais, como ecstasy e&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/02/uso-medicinal-da-cannabis-reduz-pressao-arterial-em-idosos-diz-estudo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cannabis</a>, sugerindo que eram seguras quando, na verdade, havia muito pouca informação sobre sua toxicidade”, considera Bade. Para ele, apesar das proibições estabelecidas pelos governos após a identificação desse grupo de substâncias, “as NPS ainda são sintetizadas, transportadas e consumidas em todo o mundo”.</p>



<p>O grupo de pesquisadores espera que as amostras ajudem a complementar dados hospitalares, legais e forenses para identificar as classes de drogas mais perigosas mundo afora.</p>



<p>FONTE: REVISTA GALILEU</p>
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