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	<title>NUTRIÇÃO &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<title>NUTRIÇÃO &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Plantas não convencionais com alto valor nutritivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Mar 2021 13:44:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DICAS DE NUTRIÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Emater-DF orienta produtores do Distrito Federal a como cultivar, comercializar e consumir esse tipo de vegetação Equipes multidisciplinares de extensionistas da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) têm orientado produtores do Distrito Federal a como cultivar, comercializar e consumir plantas alimentícias não convencionais (Pancs). As Pancs são hortaliças, frutas e leguminosas que se &#8230;</p>
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<h2>Emater-DF orienta produtores do Distrito Federal a como cultivar, comercializar e consumir esse tipo de vegetação</h2>



<p>Equipes multidisciplinares de extensionistas da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) têm orientado produtores do Distrito Federal a como cultivar, comercializar e consumir plantas alimentícias não convencionais (Pancs).</p>



<p>As Pancs são hortaliças, frutas e leguminosas que se destacam pelo alto valor nutricional e que, por isso, têm ganhado espaço na culinária.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft"><a href="http://www.agenciabrasilia.df.gov.br/?attachment_id=260724" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img src="http://www.agenciabrasilia.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2021/01/arte-pancs-1.jpeg" alt="" class="wp-image-260724"/></a></figure></div>



<p>Elas podem ser encontradas em ambientes urbanos, rurais, quintais. Pelo desconhecimento de suas qualidades, muitas vezes são tratadas como “daninhas” ou “mato”.</p>



<p>Mas algumas, por serem naturais de determinados biomas, proliferam com abundância, o que torna seu custo de produção baixo.</p>



<p>De acordo com a nutricionista da Emater-DF Daniele Amaral, as pessoas possuem dificuldade de distinguir o mato de uma planta que pode ser consumida.</p>



<p>“A sabedoria dos antepassados sobre essas plantas também foi se perdendo e elas caíram no esquecimento. Também não há muita oferta. Hoje é mais fácil encontrar o que é produzido em larga escala, o que acabou mudando os hábitos alimentares das pessoas.”</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Não é necessária a utilização de agrotóxicos e ela se adaptada facilmente em ambientes biodiversos. Por isso, pelo fácil manejo e cultivo, são atrativas aos produtores”Adriana Nascimento, coordenadora do Programa de Olericultura da Emater-DF</p></blockquote>



<p>Entretanto, em algumas regiões do país, algumas ainda são tradicionalmente usadas na culinária local, como o jambu, no Pará, ou a vinagreira, no Maranhão.</p>



<p>No Distrito Federal, as mais comuns encontradas são ora-pro-nobis, bertalhas, beldroega, capuchinha, jacatupé, dente-de-leão, serralha, taioba, hibisco, peixinho e azedinha (Quadro em anexo).</p>



<p>Para a coordenadora do Programa de Olericultura da Emater-DF, Adriana Nascimento, além do valor regional, outra incontestável importância dessas plantas é que elas são, em sua maioria, rústicas, resilientes e adaptadas ao nosso clima, tendo baixa necessidade de água e adubação.</p>



<p>“Além disso, não é necessária a utilização de agrotóxicos e ela se adaptada facilmente em ambientes biodiversos. Por isso, pelo fácil manejo e cultivo, são atrativas aos produtores”, disse.</p>



<p>Nos últimos anos, as Pancs têm despertado cada vez mais o interesse de produtores, de pesquisadores das áreas de biologia e nutrição, de quem trabalha com gastronomia e até de quem simplesmente gosta de cozinhar em casa. Isso se dá pelos diferentes sabores e benefícios nutricionais.</p>



<p><strong>Organização Social</strong></p>



<p>No Programa de Assentamento Dirigido (PAD-DF), na região do Paranoá, um grupo de produtores, organizado pela extensionista da Emater-DF Yokohama Cabral, foi incentivado a plantar Pancs e plantas medicinais. “O cultivo dessas plantas resgata o conhecimento tradicional de uso para alimentação e saúde. Além de algumas Pancs terem seus valores nutricionais, possuem também valores terapêuticos.”</p>



<p>Yoko conta que antes da pandemia, estava desenvolvendo um trabalho de capacitação e orientação sobre formas de cultivar, colher, processar e utilizar, seguindo a legislação que aponta as plantas que tem seu uso medicinal reconhecido e permitido. “É importante resgatar esse conhecimento que antigamente era passado de geração para geração e que foi se perdendo ou que nem aconteceu em muitos casos”, afirmou.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Uso a ora-pro-nobis, feijão guandu e a moringa oleifera para complementar a alimentação das cabras. Isso ajuda a diminuir o custo com alimentação e contribui para a saúde das cabras e para a qualidade do leite”Alsimar Luiz Biscaro, criador de cabras</p></blockquote>



<p>O gaúcho Alsimar Luiz Biscaro é de origem rural e veio para o Distrito Federal há 20 anos, mas apenas há cinco decidiu voltar para o campo. Ele possui um rebanho de 150 cabras para produção de leite e derivados, com mais tecnologia e agroecológica.</p>



<p>“Quis voltar para o campo, mas de forma mais tecnificada do que meus pais. Em 2017 participei do Congresso Latino-Americano de Agroecologia, realizado aqui em Brasília, para buscar informações sobre plantas nutritivas para o rebanho. Lá vi informações sobre Pancs e fitoterápicos e depois resolvi estudar mais e pesquisar sobre o tema, o que me fez querer ser um guardião dessas plantas”, conta.</p>



<p>“Minha mãe sempre nos alimentava com essas hortaliças e então decidi resgatar o uso dessas plantas para minha alimentação e dos animais. Uso a ora-pro-nobis, feijão guandu e a moringa oleifera para complementar a alimentação das cabras. Isso ajuda a diminuir o custo com alimentação e contribui para a saúde das cabras e para a qualidade do leite”, explica Biscaro.</p>



<p>Agora, com o apoio da Emater-DF, ele quer que sua propriedade seja uma unidade demonstrativa e educativa sobre as Pancs e fitoterápicos. “Esse conhecimento não pode ser esquecido e deve ser disseminado.”</p>



<p>A agricultora Ineldes Gonçalves tem uma produção diversificada na propriedade, com frutas, hortaliças, plantas medicinais, Pancs e vende sua produção na feira permanente de São Sebastião aos domingos. “Além de vender, também consumimos e damos aos animais. Temos patos, galinhas e outras aves que às vezes adoecem e tratamos com plantas medicinais que cultivamos. Tenho muitas matrizes e mudas, mas para viver apenas do cultivo de Pancs é preciso ainda um trabalho muito grande de divulgação para estimular o consumo”, diz.</p>



<p><strong>Estímulo à produção e consumo</strong></p>



<p>Além da assistência técnica e estímulo à organização social para o cultivo, a Emater-DF atua em parceria com a Embrapa Hortaliças na promoção e transferência de tecnologia das hortaliças tradicionais, levando informações da pesquisa ao campo e promovendo capacitações conjuntas com dias de campo, palestras e cursos.</p>



<p>O pesquisador da Embrapa Hortaliças Nuno Madeira diz que a instituição possui uma coleção de germoplasma (material genético) de cerca de 400 variedades de umas 80 espécies de hortaliças Pancs.</p>



<p>“São no mínimo 10 mil espécies de Pancs com potencial alimentício. Nesta unidade da Embrapa, trabalhamos com as hortaliças Panc, guardando o material genético, melhorando a fitotecnia dos sistemas de produção a fim de aumentar a produtividade e levando os resultados das pesquisas aos produtores, principalmente com o apoio da Emater”, conta. Para tratar principalmente de aspectos agronômicos em relação Pancs, Madeira diz que este ano acontecerá a HortPanc, em Salvador.</p>



<p>No parque de exposições Ivaldo Cenci, onde acontece a AgroBrasília, e próximo ao escritório da Emater-DF no Lago Oeste há unidades demonstrativas com cultivo de Pancs. Além disso, existem oito bancos comunitários com diversos tipos de Pancs em vários locais do DF. E como estímulo ao consumo, a nutricionista da Emater-DF Daniele Amaral auxiliou na elaboração de diversas receitas com o uso dessas plantas.</p>



<p><strong>Benefícios nutricionais</strong></p>



<p>As Pancs têm elevado valor nutritivo e paladar diferenciado, muito valorizado pela gastronomia. Segundo a nutricionista Daniele Amaral, há inclusive empresas fazendo ora-pro-nobis em cápsulas para suplementar proteína</p>



<p><em>* Com informações da Emater-DF</em></p>



<p>FONTE: <em>AGÊNCIA BRASÍLIA</em></p>
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		<title>Ora-pro-nóbis: 9 benefícios surpreendentes dessa planta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Jan 2021 17:33:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DICAS DE NUTRIÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ora-pro-nóbis é uma planta comumente encontrada no estado de&#160;Minas Gerais, bastante utilizada por vegetarianos pelo seu&#160;alto poder nutricional.&#160;Principalmente por ser uma&#160;ótima fonte de proteína, ela pode auxiliar a suprir a recomendação diária desse macronutriente. Além disso, ela contém&#160;boas quantidades de ácido fólico, nutriente essencial para gestantes. Ficou curioso para saber ainda mais sobre os&#160;poderes &#8230;</p>
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<p>A ora-pro-nóbis é uma planta comumente encontrada no estado de&nbsp;Minas Gerais, bastante utilizada por vegetarianos pelo seu&nbsp;<strong>alto poder nutricional</strong>.&nbsp;Principalmente por ser uma&nbsp;<strong>ótima fonte de proteína</strong>, ela pode auxiliar a suprir a recomendação diária desse macronutriente.</p>



<p>Além disso, ela contém&nbsp;<strong>boas quantidades de ácido fólico</strong>, nutriente essencial para gestantes. Ficou curioso para saber ainda mais sobre os&nbsp;poderes dessa planta de acordo com os estudos científicos?</p>



<h4><strong>Neste artigo você vai descobrir mais sobre:</strong></h4>



<p></p>



<h2>O que é</h2>



<p>A ora-pro-nóbis, de nome científico&nbsp;<em>Pereskia aculeata,</em>&nbsp;é uma planta popularmente conhecida pelos mineiros, considerada uma Planta Alimentícia Não Convencional (PANC), ou seja, plantas que não temos o costume de consumir e que nascem de forma espontânea.</p>



<p>É muito comum encontrá-la nos quintais das casas e nos sítios do estado de Minas.&nbsp;Seu nome popular, ora-pro-nóbis, vem da história que os mineiros a colhiam no quintal de um padre, enquanto ele rezava a missa e repetia a frase em latim “ora pro nóbis”, que significa “ora por nós”.</p>



<p>Suas folhas são ricas em nutrientes e servem para diversos fins medicinais, e seus frutos também podem ser utilizados como alimento. No próximo tópico você conhecerá mais sobre os benefícios da ora-pro-nóbis.</p>



<h2>9 benefícios da ora-pro-nóbis&nbsp;</h2>



<p>A ora-pro-nóbis não é um superalimento muito conhecido, exceto em Minas Gerais, e, quando é citada, surge a principal dúvida: quais os benefícios dessa planta para o organismo? Descubra 9 deles a seguir:</p>



<h3><strong>1. Contribui para a prevenção e o tratamento da anemia</strong></h3>



<p>A planta apresenta grande quantidade de proteína e ferro e, por isso, pode auxiliar no combate da anemia, como indicou uma publicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.</p>



<p>Esta doença é muitas vezes causada pela deficiência do mineral, que gera a diminuição na concentração da hemoglobina ou da produção de hemácias. Seus sintomas incluem cansaço, falta de memória e fraqueza.</p>



<h3><strong>2.&nbsp; Apresenta alto valor proteico</strong></h3>



<p>A ora-pro-nóbis planta apresenta elevado teor proteico, cerca de 25% dela é composto por esse macronutriente. É uma boa fonte substituta de carne para veganos e vegetarianos.</p>



<p>Além disso, pode ser uma fonte complementar de proteína para qualquer indivíduo. Visto que a falta influencia na disposição diária, na formação muscular, nas unhas, nos cabelos, entre outros.</p>



<h3><strong>3. Age como um anti-inflamatório</strong></h3>



<p>Essa planta apresenta potentes e interessantes propriedades tanto anti-inflamatórias&nbsp;quanto cicatrizantes.</p>



<p>Um estudo realizado pela Universidade de Juiz de Fora indicou que a ora-pro-nóbis pode ser altamente eficaz no tratamento de doenças inflamatórias da pele.</p>



<h3><strong>4. Age como um analgésico</strong></h3>



<p>Como vimos acima, um dos benefícios da ora-pro-nóbis é combater processos inflamatórios. Nesse mesmo estudo citado, os pesquisadores relataram que ela é capaz de reduzir dores relacionadas à inflamação.</p>



<h3><strong>5. Tem capacidade antioxidante</strong></h3>



<p>A ora-pro-nóbis contém fenois, que são conhecidos pelas suas propriedades antioxidantes, que ajudam no combate à ação dos radicais livres.</p>



<p>Essas substâncias provocam o envelhecimento das células e podem levar ao aparecimento de doenças graves, principalmente das degenerativas, que surgem e se agravam com o tempo.</p>



<h3><strong>6. Possui ácido fólico na composição</strong></h3>



<p>O ácido fólico, presente na ora-pro-nóbis, é um nutriente essencial para gestantes no início da gravidez, pois auxilia na formação do cérebro e previne defeitos na estrutura embrionária do feto.</p>



<h3><strong>7.&nbsp; Ajuda a diminuir o colesterol ruim</strong></h3>



<p>A ora-pro-nóbis auxilia na diminuição dos níveis de colesterol ruim (LDL). O aumento pode provocar diversos problemas de saúde, como acidente vascular cerebral (AVC) e infarto.</p>



<h3><strong>8. Contribui para o controle da diabetes</strong></h3>



<p>Ainda, a ora-pro-nóbis tem poder de controlar o açúcar do sangue, já que a fibra presente na planta é capaz de absorver e distribuir o açúcar proveniente dos alimentos no organismo.</p>



<h3><strong>9. Auxilia na hidratação da pele e dos cabelos</strong></h3>



<p>Esta planta é ótima para a pele, pois apresenta boas quantidades de vitamina A (retinol), que auxilia na hidratação do maior órgão do corpo e dos cabelos. Além disso, o retinol também é importante para a saúde ocular, prevenindo problemas na visão.</p>



<h2>Tabela nutricional</h2>



<p>A ora-pro-nóbis é um superalimento com diversos benefícios devido a sua riqueza nutricional. Saiba mais um pouco sobre todos os nutrientes que compõe essa planta incrível logo abaixo:</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2021/01/tabela-ora-pro-nobis-ok.jpg" alt="" class="wp-image-989" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2021/01/tabela-ora-pro-nobis-ok.jpg 677w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2021/01/tabela-ora-pro-nobis-ok-235x300.jpg 235w" sizes="(max-width: 677px) 100vw, 677px" /></figure>



<h2>Como tomar ora-pro-nóbis</h2>



<p>A ora-pro-nóbis pode ser encontrada em&nbsp;<strong>pó ou cápsulas</strong>. Para se obter os benefícios da planta, o recomendado é o&nbsp;<strong>consumo diário de 2 g</strong>. O sabor das folhas da ora-pro-nóbis é&nbsp;neutro e a textura é macia.</p>



<p>Triturada, ela pode ser utilizada polvilhada em diversas preparações como,<strong>&nbsp;sopas, saladas</strong>&nbsp;ou até&nbsp;<strong>recheio de bolos,</strong>&nbsp;<strong>salgados e</strong>&nbsp;<strong>pães</strong>, entre outros.&nbsp;Além disso, existem outros modos de consumo comuns, confira:</p>



<ul><li><strong>Inteira:</strong> as folhas podem ser consumidas in natura em saladas ou refogadas junto a outras preparações de uma refeição;</li><li><strong>Farinha:</strong> é possível secar as folhas, triturá-las e transformá-las em um pó, que pode ser acrescentado à outras farinhas para aumentar o valor nutricional das receitas;</li><li><strong>Cosmético:</strong> a ora-pro-nóbis, por conter boas quantidades de vitamina A, como visto anteriormente, pode ser utilizada também como fins cosméticos para hidratação da pele e dos cabelos.</li></ul>



<p><strong>FONTE: </strong>OCEAN DROP / Principais sites de  nutrição</p>
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		<title>Advertências frontais nos rótulos ajudam consumidores a escolher alimentos mais saudáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2021 13:19:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cerca de 44% das mortes nas Américas são causadas por doenças relacionadas a dietas não saudáveis Advertências nutricionais frontais na rotulagem de alimentos com excesso de gorduras, açúcares e sódio são a melhor maneira de ajudar as pessoas a evitarem compras menos saudáveis, mostra um novo relatório da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). A OPAS &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Cerca de 44% das mortes nas Américas são causadas por doenças relacionadas a dietas não saudáveis</em></p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://www.paho.org/sites/default/files/styles/flexslider_full/public/2020-12/arg-etiquetado-frontal-alimentos-1420x710d.jpg?h=cf18a3e8&amp;itok=G5jcmz8Z" alt="Front-of-package warnings"/></figure>



<p>Advertências nutricionais frontais na rotulagem de alimentos com excesso de gorduras, açúcares e sódio são a melhor maneira de ajudar as pessoas a evitarem compras menos saudáveis, mostra um novo relatório da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).</p>



<p>A OPAS examinou seis categorias diferentes de sistemas de rotulagem de alimentos na parte frontal da embalagem para determinar qual deles tem o melhor desempenho para ajudar os consumidores a identificar de maneira correta, rápida e fácil produtos com excesso de nutrientes associados às três principais causas de morte nas Américas &#8211; sobrepeso/obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares.</p>



<p>As advertências frontais funcionam melhor do que outros tipos de rotulagem nutricional, como os selos de saúde.&nbsp;</p>



<p>“As taxas de sobrepeso e obesidade explodiram nas Américas”, disse a diretora da OPAS, Carissa F. Etienne. “A advertência frontal nos rótulos das embalagens podem orientar escolhas mais saudáveis, salvar vidas, melhorar a qualidade de vida na Região e proteger nossos direitos humanos e os de nossas crianças. Esta é uma situação urgente de saúde pública e simplesmente não podemos esperar.”</p>



<p>Cerca de 44% das mortes nas Américas são causadas por hipertensão, altos níveis de açúcar, obesidade e sobrepeso. A má alimentação é impulsionada em grande parte pela ampla disponibilidade e comercialização de alimentos e bebidas processados e ultraprocessados com excesso de açúcares, gorduras e sódio.</p>



<p>“As advertências frontais nos rótulos protegem os direitos dos consumidores de receber informações corretas, abrangentes, simples e de fácil compreensão sobre o que são os produtos e o que contêm”, disse Ernesto Acevedo, subsecretário de Indústria, Comércio e Competitividade do México. Ele disse ainda que o México adotou a rotulagem devido à obesidade epidêmica que afetou a saúde, a economia e a desigualdade social e econômica.</p>



<p>No início deste ano, o México implementou as advertências octogonais na cor preta que seguem as recomendações de melhores práticas da OPAS, incluindo o perfil nutricional da OPAS, uma ferramenta para classificar alimentos e bebidas com excesso de açúcares livres, sal, gordura total, gordura saturada e gordura trans. O país foi posteriormente reconhecido pela Força-Tarefa Interagências das Nações Unidas para a Prevenção e Controle de Doenças Crônicas Não Transmissíveis.</p>



<p>Em anos anteriores, Chile, Peru e Uruguai adotaram advertências frontais na rotulagem, e o Brasil deu um passo nessa direção. No Canadá e na Colômbia, advertências foram propostas para uso obrigatório.</p>



<p>O Caribe está na fase final de adoção de advertências como parte dos padrões regionais, enquanto a Argentina está em processo de adoção de legislação abrangente e robusta, que exige que os produtos exibam a advertência frontal, impede anúncios de publicidade desses produtos e os proíbe nas escolas.<br>&nbsp;<br>Na regulamentação mexicana e nas que estão sendo discutidas na Argentina e no Caribe, os critérios do modelo de perfil nutricional da OPAS estão sendo usados para determinar quais produtos devem ter uma advertência. Isso permite que as decisões de compra dos consumidores se alinhem com as recomendações da OMS.</p>



<p>“A maioria das populações em nossa região e em todo o mundo ainda não tem acesso a informações simples sobre se um produto tem excesso de açúcares, sódio, gorduras saturadas, gorduras trans ou gorduras totais”, afirmou Anselm Hennis, diretor do departamento de Doenças Não Transmissíveis e Mentais Saúde da OPAS. “A solução é uma advertência na parte frontal dos rótulos dos alimentos, fornecendo informações claras, de fácil e rápido entendimento.”</p>



<p>Hennis acrescentou que esse tipo de rotulagem é ainda mais importante agora, pois as condições pré-existentes associadas à dieta inadequada podem levar a complicações fatais com a COVID-19.</p>



<p>FONTE: <em>OPAS (ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DE SAÚDE)</em></p>
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		<title>5 Dicas Para Alimentação Saudável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2021 13:09:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DICAS DE NUTRIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[TODAS AS PUBLICAÇÕES SOBRE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL]]></category>
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		<category><![CDATA[NUTRIÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>1&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Escolha bem os seus alimentos. A escolha de bons alimentos é fundamental na nossa vida. Empenhe-se para que a maior parte da sua comida venha dos alimentos que a natureza produz, ou seja, mais alimentos in natura e preferencialmente que sejam alimentos da época, assim eles têm maior valor nutritivo, melhor sabor e preço.  Evite o excesso de &#8230;</p>
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<p>1&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Escolha bem os seus alimentos.</p>



<p>A escolha de bons alimentos é fundamental na nossa vida. Empenhe-se para que a maior parte da sua comida venha dos alimentos que a natureza produz, ou seja, mais alimentos <em>in natura</em> e preferencialmente que sejam alimentos da época, assim eles têm maior valor nutritivo, melhor sabor e preço.  Evite o excesso de alimentos industrializados e principalmente evite os Alimentos Ultraprocessados.</p>



<p>2&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Mastigue muito bem os alimentos.</p>



<p>A mastigação é o primeiro processo da digestão. Ela ativa a salivação e com isso liberação de enzimas promovendo quebra dos alimentos facilitando a digestão e absorção de nutrientes.</p>



<p>Comer calma e lentamente, mastigar muito bem os alimentos são atos fundamentais inclusive para sinalização de saciedade ao organismo e redução do peso corporal, além de evitar problemas como dor de estômago, azia e mau funcionamento intestinal.</p>



<p>3&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Evite temperos industrializados</p>



<p>Faça seu próprio tempero em casa. Use e abuse dos sabores e aromas especiais de alho, cebola, alho poro, gengibre, açafrão, alecrim, coentro, orégano, manjericão, pimentas de tantos tipos, salsão, salsinha e cebolinha e tantos outros que melhoram o paladar e principalmente o valor nutricional da preparação.</p>



<p>Ervas e temperos têm grande poder antioxidante e antiinflamatório tão necessários no nosso dia a dia.</p>



<p>4&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Opte por comer frutas mais do que beber sucos.</p>



<p>As frutas têm mais fibras do que os sucos de frutas, ainda mais quando são sucos coados.</p>



<p>Muitas vezes os sucos se compõem de uma grande quantidade de frutas e por vezes com adição de açúcar ou adoçante artificial. Nada disso é preciso se comer a fruta pura.</p>



<p>As fibras de frutas&nbsp;<em>in natura</em>&nbsp;auxiliam no bom funcionamento intestinal, na saciedade e ainda permitem uma elevação de glicemia, dentro da nossa corrente sanguínea, mais lentamente e isso é favorável inclusive para evitar ganho excessivo de peso.</p>



<p>5&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Escolha um bom azeite.</p>



<p>Escolha um azeite de oliva extravirgem, prensado a frio, e que tenha acidez menor do que 0,8%. Este é rico em gorduras monoinsaturadas, que melhoram o perfil lipídico do nosso organismo.</p>



<p>Por ser anti-inflamatório o azeite de oliva extravirgem atua no fortalecimento do sistema imunológico, além de prevenir doenças cardiovasculares, combater o envelhecimento precoce e doenças degenerativas.</p>



<p>O azeite de oliva extravirgem é prensado a frio, ou seja, é um método mecânico e não a base de solventes químicos e com isso não perde a sua parte nobre que são os compostos fenólicos e antioxidantes. É basicamente uma prensagem das azeitonas que separa a parte sólida da líquida gerando um azeite encorpado que pode ou não ser filtrado para retirar os sólidos, mas isso consta no rótulo. O teor de acidez é o que diferencia o azeite virgem do azeite extravirgem.</p>



<p>Devemos escolher um bom azeite e consumi-lo preferencialmente sobre o prato de comida pronto e se for aquecer que seja por pouco tempo em temperatura não muito alta. Deve ser armazenado ao abrigo da luz e em garrafa escura.</p>



<p>Enfim, estas são apenas algumas das informações. Sempre temos algo para aprender ou para acrescentar sobre uma alimentação saudável.</p>



<p>FONTE: <em>PORTAL G1</em></p>



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		<title>Obesidade Infantil: como prevenir desde cedo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2020 11:51:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DICAS DE NUTRIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[NUTRIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[OBESIDADE INFANTIL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda como os hábitos estimulados ainda na infância têm impacto também no futuro Independente da fase da vida, os cuidados com a saúde precisam ser constantes. Isso inclui a alimentação, a prática de atividade física, o controle do ganho de peso e a manutenção de tantos outros hábitos saudáveis. Como a própria palavra já sugere, hábito &#8230;</p>
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<p><strong>Entenda</strong><em> como os hábitos estimulados ainda na infância têm impacto também no futuro</em></p>



<p>Independente da fase da vida, os cuidados com a saúde precisam ser constantes. Isso inclui a alimentação, a prática de atividade física, o controle do ganho de peso e a manutenção de tantos outros hábitos saudáveis. Como a própria palavra já sugere, hábito é algo constante. E aqueles que começam desde cedo podem se estender pelo resto da vida.</p>



<p>Ter uma boa saúde é uma construção que começa ainda na infância, mas que tem grandes repercussões na vida adulta. É pensando no futuro dos pequenos que 3 de junho foi escolhido como o dia da Conscientização Contra a Obesidade Mórbida Infantil. A data tem como objetivo conscientizar sobre os cuidados necessários para controle da obesidade em crianças.</p>



<p>Segundo dados do Ministério da Saúde, crianças acima do peso têm mais chances de se tornarem adultos também obesos. A consequência disso é o aparecimento de diversas doenças, como diabetes, problemas ortopédicos, distúrbios psicológicos, doenças cardiovasculares e hipertensão, sendo essa última o fator de risco principal para infarto e acidente vascular cerebral, popularmente conhecido como derrame. Vale lembrar ainda que a obesidade também provoca complicações caso haja infecção por Covid-19.</p>



<h2><strong>O que causa a obesidade?</strong></h2>



<p>Muita gente se engana ao pensar que a obesidade acontece apenas por conta de um fator genético. Quando falamos em obesidade infantil, muitas vezes estamos tocando também em dois temas importantes: alimentação e prática de atividade física. Ou seja, a obesidade é caracterizada pelo excesso de peso e é resultado de uma associação de fatores genéticos, ambientais e comportamentais.</p>



<p>Levando em consideração os aspectos ambientais e comportamentais, é inevitável não pensar em como as crianças de hoje em dia estão deixando de lado as brincadeiras para passar mais tempo em frente às telas. É inevitável também não lembrar de como os hábitos alimentares das famílias foram afetados pelos alimentos processados e ultraprocessados.</p>



<p>Muitas crianças estão crescendo em ambientes que propiciam o aumento de peso e a obesidade. Ou seja, que favorecem comportamentos associados ao sedentarismo e à ingestão de alimentos calóricos, ricos em gorduras, sódio, aditivos químicos e pobres em nutrientes.</p>



<p>Dados obtidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) mostram como a situação no Brasil já é bastante preocupante. Em 2019, entre as crianças acompanhadas na Atenção Primária à Saúde do SUS, 14,8% dos menores de 5 anos e 28,1% das crianças entre 5 e 9 anos tinham excesso de peso. Destas, 7% e 13,2% apresentavam obesidade. Ainda em 2019, 5% das crianças com idade entre 5 e 10 anos foram classificadas com obesidade grave.</p>



<p>A mesma avaliação conseguiu constatar também que entre as crianças de seis a 23 meses, 31% consumiram bebidas adoçadas, 48% consumiram algum alimento ultraprocessado e 28% consumiram especificamente biscoito recheado, doces ou guloseimas no dia anterior à coleta dos dados.</p>



<h2><strong>Como identificar que uma criança está acima do peso?</strong></h2>



<p>Fazer um bom monitoramento da evolução da criança é o primeiro passo para identificar o excesso de peso. O diagnóstico de obesidade na infância depende das medidas de peso, altura, data de nascimento e sexo. A depender da classificação do Índice de Massa Corporal (IMC) por idade, tem-se a avaliação do estado nutricional da criança.</p>



<p>É durante o acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil que intervenções precoces podem ser feitas, caso seja observado ganho de peso excessivo nas crianças. Desta forma, o preenchimento correto das informações (idade, peso, altura e IMC) na Caderneta de Saúde da Criança e o monitoramento desse crescimento ao longo do tempo é uma oportunidade para prevenir e controlar o problema.</p>



<h2><strong>Como tratar e prevenir a obesidade infantil?</strong></h2>



<p>Sabendo que muitas vezes é o contexto que propicia o surgimento da doença, a melhor dica é construir uma força-tarefa entre todos aqueles que atuam na vida criança. Ou seja, é um trabalho conjunto entre família, comunidade, escola, rede de saúde e outros mais.</p>



<p>Comece pelas refeições preparadas em casa e baseadas em alimentos&nbsp;<em>in natura</em>&nbsp;ou minimamente processados. Continue a mudança resgatando as antigas brincadeiras e deixando de lado um pouco as telas.</p>



<h2><strong>Cuidados com as crianças durante a pandemia</strong></h2>



<p>A alimentação exerce um papel importante na saúde das pessoas, principalmente durante o enfrentamento de uma pandemia. Mais do que nunca, é preciso estar atento a maneiras de estimular o consumo de alimentos adequados e saudáveis.</p>



<p>Também é importante manter em foco a prática de atividades físicas, por mais simples que sejam. Então confira algumas dicas para lidar com as crianças durante a quarentena:</p>



<p>&#8211; Para garantir que não falte alimentos naturais e de qualidade, faça um bom planejamento. Assim, você vai otimizar o momento de saída para as compras e garantir que a quantidade adquirida dure mais tempo, evitando outras saídas de casa;</p>



<p>&#8211; Incentive a participação das crianças no planejamento e preparo das refeições. Assim, elas se sentem estimuladas a comer melhor. Além disso, a dinâmica colaborativa evita que um único membro fique sobrecarregado. Sem contar que é uma ótima maneira de estreitar os laços entre os membros da família;</p>



<p>&#8211; Resgate brincadeiras que podem ser feitas dentro de casa e na companhia de outros familiares, como jogos, esconde-esconde, dança, mímica e pular corda, entre outras;</p>



<p>&#8211; Mantenha os cuidados com a higiene. Estimule as crianças a lavarem as mãos com frequência e as oriente para não tocar os olhos, o nariz e a boca. Se precisar sair de casa, que seja sempre com máscara e respeitando a distância mínima de 2 metros entre as pessoas.</p>



<p><strong>FONTE:</strong> Saúde Brasil<a href="http://saudebrasil.saude.gov.br/eu-quero-me-exercitar-mais/brincadeira-pode-ajudar-a-combater-obesidade-infantil"></a></p>
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		<title>Alimentação x Coronavírus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2020 11:09:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DICAS DE NUTRIÇÃO]]></category>
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		<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO X CORONAVÍRUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acompanhe o vídeo da nutricionista Mariana Melendez para o Saúde na Capital Ver essa foto no Instagram Acompanhe o vídeo da nutricionista @nut.marianamelendez para o Saúde na Capital . #nutrição #alimentacaosaudavel #alimentação #saude #covid19 #coronavirus Uma publicação compartilhada por Saúde na Capital (@saudenacapital) em 18 de Jul, 2020 às 4:50 PDT</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Acompanhe o vídeo da nutricionista Mariana Melendez para o Saúde na Capital</p>



<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/tv/CCyD3hkjlnI/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="12" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/tv/CCyD3hkjlnI/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; 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font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;">Uma publicação compartilhada por <a href="https://www.instagram.com/saudenacapital/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px;" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Saúde na Capital</a> (@saudenacapital) em <time style=" font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px;" datetime="2020-07-18T11:50:58+00:00">18 de Jul, 2020 às 4:50 PDT</time></p></div></blockquote> <script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script>
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		<title>Tem diverticulite? Saiba mais sobre o que você (não) deve comer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2020 15:12:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DICAS DE NUTRIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[DIVERTICULITE]]></category>
		<category><![CDATA[NUTRIÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Baseie a sua alimentação em alimentos in natura ou minimamente processados, aposte nas fibras e beba mais água. Você já ouviu falar na diverticulite? O nome parece estranho, mas essa doença pode estar cada vez mais ligada ao estilo de vida moderno. Isso porque, além dos fatores genéticos, os hábitos alimentares ruins aumentam as chances &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Baseie a sua alimentação em alimentos in natura ou minimamente processados, aposte nas fibras e beba mais água.</em></p>



<p>Você já ouviu falar na diverticulite? O nome parece estranho, mas essa doença pode estar cada vez mais ligada ao estilo de vida moderno. Isso porque, além dos fatores genéticos, os hábitos alimentares ruins aumentam as chances do surgimento dessa doença, conforme afirma o médico Sérgio Lima, Coordenador do Serviço de Coloproctologia do Hospital Universitário João De Barros Barreto, ligado a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH).</p>



<p>Em entrevista ao Saúde Brasil, ele explica alguns pontos sobre a doença e como é possível evitar que ela apareça. Mas antes de falar sobre tratamento e prevenção, vamos explicar o que são os divertículos e a diverticulite.</p>



<h2><strong>Afinal, o que são os divertículos? Todo mundo tem?</strong></h2>



<p>Tudo começa com o surgimento dos divertículos, que são pequenas bolsas que podem aparecer em qualquer parte do tubo digestivo, sendo mais comum no intestino grosso, também conhecido como cólon. Como o próprio nome sugere, diverticulite nada mais é que a inflamação de um dos divertículos.</p>



<p>Mas o médico lembra que nem todo mundo tem essas pequenas bolsas no intestino grosso. Elas podem se desenvolver ao longo do tempo, tendo uma prevalência de 30% aos 60 anos e 65% ou mais aos 80 anos.</p>



<h2><strong>Como identificar a diverticulite?</strong></h2>



<p>Segundo Sérgio Lima, a maioria dos pacientes apresentam dor abdominal, especialmente no canto inferior esquerdo. Sentir dor ao apertar o abdome também é um sinal de algo não vai bem. Outros sintomas comuns da doença são febre e diarreia.</p>



<p>Em caso de suspeita da doença, o exame indicado para o diagnóstico é a tomografia de abdome, afirma o médico. E ele alerta que, em situação de crise, a colonoscopia deve ser evitada, pois pode agravar o quadro inflamatório.</p>



<h2><strong>Como o estilo de vida pode influenciar a diverticulite?</strong></h2>



<p>Nas últimas décadas, o Brasil passou por diversas mudanças políticas, econômicas, sociais e culturais que evidenciaram transformações no modo de vida da população. Nesse contexto, o setor saúde tem importante papel na promoção da alimentação adequada e saudável, compromisso expresso na Política Nacional de Alimentação e Nutrição e na Política Nacional de Promoção da Saúde.</p>



<p>Existem três fatores que podem ser associados ao surgimento dos divertículos e, consequentemente, da diverticulite: a predisposição genética, idade e os hábitos alimentares. Segundo Sérgio Lima, a ingestão de água e alimentos ricos em fibras, além da prática de atividade física, podem evitar o surgimento da doença. Vale ressaltar que a obesidade pode favorecer as complicações da diverticulite. </p>



<p>O&nbsp;<a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Guia Alimentar para a População Brasileira</a>&nbsp;é um documento oficial que aborda os princípios e as recomendações de uma alimentação adequada e saudável, configurando-se como instrumento de apoio às ações de educação alimentar e nutricional no Sistema Único de Saúde (SUS) e também em outros setores.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://saudebrasil.saude.gov.br/images/Box-SAIBA-MAIS---diverticulite.jpg" alt=""/></figure>



<h2><strong>O que você não deve comer?</strong></h2>



<p>Alguns estudos mostram um risco aumentado de desenvolvimento da doença diverticular associado à dieta rica em carne vermelha e gordura, conforme afirma o médico Sérgio Lima.</p>



<p>Ele explica ainda que beber pouca água e comer alimentos com pouca fibra provoca a constipação intestinal, causando o aumento da pressão no interior do cólon, o que força a mucosa da região e contribui para a formação dos divertículos.</p>



<p>Alimentos como legumes, verduras e frutas são excelentes fontes de fibras, vitaminas, minerais e de vários compostos que contribuem para a prevenção de muitas doenças. Os ultraprocessados, como biscoitos recheados, salgadinhos “de pacote”, refrigerantes e macarrão “instantâneo”, são nutricionalmente desbalanceados e podem ser muito pobres em fibras.</p>



<p>Por conta de sua formulação e apresentação, eles tendem a ser consumidos em excesso. Já a falta de fibras decorre da ausência ou da presença limitada de alimentos in natura ou minimamente processados nesses produtos.</p>



<p>Além disso, alguns medicamentos como os anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), que é caso do paracetamol, podem provocar a diverticulite, segundo o médico.</p>



<h2><strong>Por que consumir fibras é importante?</strong></h2>



<p>A inclusão de fibras na dieta tem impacto positivo na normalização das concentrações de lipídeos sanguíneos, redução dos níveis glicêmicos, aumento do bolo fecal e melhoria do trânsito intestinal. Efeitos que evitariam a formação dos divertículos, explica o médico.</p>



<h4><strong>Xô, intestino preso&nbsp;</strong></h4>



<p>A publicação explica ainda que as fibras insolúveis (não solúveis em água) aumentam a capacidade de retenção de água do material não digerido e, por isso, ocorre o aumento do volume fecal e a diminuição do tempo do trânsito intestinal, aumentando a frequência das evacuações.</p>



<p>Fontes de&nbsp;fibra insolúvel: grãos (feijão, grão de bico, soja, lentilha), cereais integrais (arroz, centeio, trigo e farelos), vegetais e talos de vegetais (brócolis, couve-flor), verduras folhosas, cascas e bagaços de frutas.</p>



<h2><strong>Qual o tratamento para a diverticulite?</strong></h2>



<p>O tratamento é clínico em casos mais leves, combinando medicamentos e dieta, conforme explica o médico. Em casos mais intensos e graves, pode ser preciso internar o paciente e até mesmo realizar uma intervenção cirúrgica.</p>
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		<title>10 passos da alimentação saudável para idosos durante a pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2020 14:57:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DICAS DE NUTRIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL PARA IDOSOS]]></category>
		<category><![CDATA[MELHOR IDADE]]></category>
		<category><![CDATA[NUTRIÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda como cuidar e planejar a alimentação do principal grupo de risco da Covid-19 Em qualquer época e para qualquer pessoa, a alimentação adequada e saudável é importante para a manutenção e recuperação da saúde. Mas durante uma pandemia, quando seu organismo precisa de uma dose extra de cuidado, o foco na alimentação deve ser &#8230;</p>
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<p><em>Entenda como cuidar e planejar a alimentação do principal grupo de risco da Covid-19</em></p>



<p>Em qualquer época e para qualquer pessoa, a alimentação adequada e saudável é importante para a manutenção e recuperação da saúde. Mas durante uma pandemia, quando seu organismo precisa de uma dose extra de cuidado, o foco na alimentação deve ser redobrado. Principalmente para os idosos, que aparecem como o principal grupo de risco e necessitam de atenção especial.</p>



<p>Para quem está cuidando de algum idoso, é importante observar se ele apresenta perda ou ganho excessivo de peso (em curto prazo), se tem algum comprometimento sensorial, como diminuição do paladar e saúde bucal ruim, problemas de mastigação e dificuldades de deglutição, ou alguma doença crônica que precise de cuidados especiais na alimentação.</p>



<p>Uma alimentação saudável com variedade de alimentos e em quantidades adequadas, baseada em alimentos frescos, geralmente fornece todos os nutrientes que os idosos precisam para manter sua saúde e nutrição. Neste momento, uma nutrição inadequada e menos atividade física podem levar à perda de massa muscular e força em idosos.</p>



<p>Então, se você é idoso ou está cuidando de um, confira aqui alguns passos que vão ajudar na organização da alimentação:</p>



<h2>Passo 1: um bom planejamento das compras e das refeições vale muito</h2>



<p>Planejar as refeições dos idosos contribui para a manutenção de uma rotina alimentar adequada e saudável, já que ter sempre uma comida de verdade ao alcance ajuda a evitar os ultraprocessados, ricos em gorduras, açúcares e conservantes.</p>



<p>Mas o planejamento das refeições começa nas compras. É importante ficar de olho no que já tem na despensa, para evitar o desperdício e idas desnecessárias ao supermercado, já que o momento é de minimizar as saídas.</p>



<p>A dica é conferir quais alimentos e ingredientes ainda estão disponíveis em casa e quais as preparações irão ser feitas com eles. Na sequência, é só planejar as refeições das semanas seguintes e quais alimentos serão necessários comprar e em qual quantidade.</p>



<p>Para quem é do grupo de risco, como é o caso dos idosos, o recomendado é que alguém próximo ou membro da família faça esse trabalho de ir às compras, mantendo todos os cuidados de higiene ao retornar ou entregar as compras. Se não for possível contar com essa ajuda extra, quem está no grupo de risco deve preferir os horários com menor aglomeração de pessoas.</p>



<p>Se você gosta de cozinhar, esse é o momento ideal para colocar em prática suas receitas. Mas se ainda não possui habilidades culinárias, que tal aproveitar o período para desenvolvê-las? Peça receitas a familiares e amigos, leia livros, consulte a internet e descubra o prazer de preparar o seu próprio alimento!</p>



<h2>Passo 2: a rotina alimentar deve ser mantida!</h2>



<p>Apesar da mudança na rotina das famílias, duas coisas não podem mudar para os idosos: o hábito de fazer as principais refeições (café da manhã, almoço e jantar) e a manutenção dos respectivos horários de cada uma delas.</p>



<p>Segundo o<a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;Guia Alimentar para População Brasileira</a>, produzido pelo Ministério da Saúde, comer de forma regular, devagar e com atenção é uma boa maneira de controlar o quanto comemos. Se der fome entre uma refeição e outra, faça pequenos lanches com castanhas, frutas frescas ou secas.</p>



<p>Você pode também encontrar alternativas que facilitem o preparo e consumo diário, como por exemplo manter o mesmo cardápio para o almoço e jantar. Só lembre de guardar adequadamente as preparações entre as refeições. Após o preparo, já armazene os alimentos que servirão para futuras refeições na geladeira, congelador ou freezer. Não espere o alimento esfriar.</p>



<h2>Passo 3: preferência para os alimentos integrais em sua forma mais natural</h2>



<p>Os alimentos como arroz, aveia, milho, batata, abóbora, mandioca e pão são importantes fontes de energia e, por isso, devem ser os principais ingredientes das refeições dos idosos. Melhor ainda se forem consumidos nas formas integrais.</p>



<p>Eles possuem carboidratos, fibras, vitaminas e minerais, especialmente os cereais integrais. A principal vantagem é que esses alimentos são versáteis e possuem preparo e cozimento rápidos. Além disso, quando combinados com o feijão ou outra leguminosa, eles são uma excelente fonte de proteína de qualidade.</p>



<p><img src="https://saudebrasil.saude.gov.br/images/botao-para-acesso-externo-laranja.png" alt=""><strong><em>Veja também</em></strong></p>



<h2>Passo 4: frutas, verduras e legumes em todas as refeições</h2>



<p>Frutas, legumes e verduras são ricos em vitaminas, minerais e fibras. Por esse motivo, eles devem estar presentes diariamente na alimentação do idoso. O consumo desses alimentos contribui para diminuir o risco de várias doenças, além de colaborar para o funcionamento adequado do intestino.</p>



<p>Uma dica é preferir hortaliças e frutas da estação, pois é nesse período que elas estão mais nutritivas e baratas. Alimentos que tenham maior durabilidade também são boas escolhas, sendo que vegetais congelados podem ser uma boa opção neste momento uma vez que as suas propriedades nutricionais são mantidas.</p>



<p>Alguns exemplos de frutas com maior durabilidade são: maçã, pera, melancia e melão se inteiros, manga, abacate, goiaba, mexerica/tangerina, laranja e limão. Outros alimentos com maior durabilidade são: cebola e alho, batata, batata-doce, inhame, abóbora, acelga, beterraba, rabanete, cenoura, tomate, chuchu, repolho, berinjela e couve-flor.</p>



<p>Quanto mais variada e colorida for a alimentação do idoso, mais equilibrada e saborosa ela será. Para saber mais sobre formas de armazenamento, composição, pré-preparo, preparo e receitas, acesse: Na cozinha com frutas, legumes e verduras, também produzido pelo Ministério da Saúde.</p>



<h2>Passo 5: Arroz e feijão no almoço e jantar!</h2>



<p>Além de saudável, essa dupla é imbatível. A combinação mais brasileira de todas é completa, nutritiva e a base de uma alimentação saudável também para os idosos. Use a criatividade para explorar as variedades de feijões disponíveis (preto, manteiga, carioquinha, verde, de corda, branco). Use ainda outros tipos de leguminosas, como soja, grão-de-bico, ervilha, lentilha ou fava.</p>



<p>Para facilitar, prepare porções maiores para serem consumidas ao longo da semana. O arroz pode ser guardado na geladeira para ser consumido em até 3 dias ou ser congelado por mais tempo. Da mesma forma, o feijão pode ser guardado em geladeira por 3 dias e ser congelado por até 30 dias.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/07/nutricao-saudavel-tabela.jpg" alt="" class="wp-image-70" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/07/nutricao-saudavel-tabela.jpg 800w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/07/nutricao-saudavel-tabela-300x150.jpg 300w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/07/nutricao-saudavel-tabela-768x383.jpg 768w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/07/nutricao-saudavel-tabela-660x330.jpg 660w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<h2>Passo 6: carnes, aves, peixes, ovos, leite e derivados em pelo menos uma refeição</h2>



<p>Leite e derivados são ricos em cálcio, que ajuda no fortalecimento dos ossos dos idosos. Já as carnes, as aves, os peixes e os ovos são ricos em proteínas e minerais. Dando destaque para os ovos pela boa durabilidade e elevado teor nutricional.</p>



<p>Também para facilitar, as carnes cozidas podem ser preparadas em quantidades maiores para serem consumidas em até 3 dias, se adequadamente refrigeradas em geladeira. Quando frescos, o peixe e a carne devem ser utilizados em, no máximo, 2 a 3 dias.</p>
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		<title>Obesidade e desnutrição: nem tudo é o que parece</title>
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		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2020 14:47:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DICAS DE NUTRIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[DESNUTRIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[NUTRIÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As pessoas sempre ligam desnutrição à pessoa magra, mas um obeso pode ter carência nutricional. Obesidade e desnutrição são problemas de saúde pública Além da desnutrição, a obesidade se tornou uma das maiores preocupações da saúde pública no Brasil.&#160;Em décadas anteriores, o Brasil tinha elevadas taxas de desnutrição. Agora, mais da metade da população adulta &#8230;</p>
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<p><em>As pessoas sempre ligam desnutrição à pessoa magra, mas um obeso pode ter carência nutricional. Obesidade e desnutrição são problemas de saúde pública</em></p>



<p>Além da desnutrição, a obesidade se tornou uma das maiores preocupações da saúde pública no Brasil.&nbsp;Em décadas anteriores, o Brasil tinha elevadas taxas de desnutrição. Agora, mais da metade da população adulta está com excesso de peso. Ana de Oliveira Parada, médica nutróloga do Hospital Universitário de Brasília (HUB), lembra que quando se trata de agravos nutricionais as aparências enganam. É comum ligarmos o peso do indivíduo ao problema, quando na verdade o caso é um pouco mais específico.</p>



<p>“Temos muitos adultos com deficiência nutricional. Eles até consomem muitas calorias, mas não variedade de nutrientes. As pessoas sempre ligam a desnutrição à pessoa magra, mas podemos ter um obeso com carência nutricional, ou seja, ele está desnutrido do ponto de vista de micronutrientes e oferta de proteínas”, aleta a médica. “Existem muitos casos de pessoas obesas que fazem dieta por conta própria e acabam com sérias deficiências nutricionais. Ela perde peso mas também muitos nutrientes nesse processo. E muitas vezes ela volta ao peso original e não recupera os nutrientes que perdeu naquela dieta”, completa.</p>



<h2><strong>Obesidade X Desnutrição &#8211; problema de saúde pública</strong></h2>



<p>Uma das maiores preocupações com o excesso de peso é que ele aumenta a prevalência de doenças crônicas associadas à obesidade, como diabetes e hipertensão. Segundo dados da pesquisa Vigitel, do Ministério da Saúde, quase 20% dos brasileiros sofre com obesidade.</p>



<p>“A obesidade e a desnutrição são doenças nutricionais que podem ou não ser relacionadas a problemas alimentares. Antigamente a obesidade e a desnutrição eram enxergadas como consequências. Se a pessoa tinha câncer, por exemplo, era normal ela estar mais magra. Se a pessoa era obesa, o problema era somente o sedentarismo. Hoje, os dois são percebidos como doenças”, explica Ana Parada.</p>



<p>Em função de sua magnitude e velocidade de evolução, o excesso de peso – que compreende o sobrepeso e a obesidade – é considerado atualmente um dos maiores problemas de saúde pública, afetando todas as faixas etárias. Mas o problema pode ser evitado com alguns cuidados simples que devem começar durante a gravidez.</p>



<h2><strong>Da gestação à vida adulta</strong></h2>



<p>A mãe pode contribuir para os cuidados com o seu filho em relação à desnutrição ou obesidade desde a sua gravidez. “A mãe precisa ter uma alimentação adequada e saudável e praticar atividade física. Essas atitudes vão favorecer a saúde do seu filho em longo prazo. E depois que a criança nasce, a mãe deve alimentá-la apenas com leite materno até os seis meses de vida e manter o aleitamento até os dois anos de idade. Também não se deve oferecer açúcar nos primeiros dois anos de vida da criança. Essas ações já vão reduzir bastante os agravos nutricionais na criança”, recomenda Ana.</p>



<p>Segundo a médica, os cuidados com a alimentação da criança devem perdurar para que o objetivo seja alcançado na vida adulta. “Durante a introdução alimentar, a mãe deve priorizar os alimentos saudáveis,<em>&nbsp;in natura</em>, e evitar os processados e ultraprocessados, como biscoitos recheados, sucos de caixinha e papinhas industrializadas. Deve oferecer frutas e deixar o açúcar de lado. Além da alimentação, os pais também devem estimular a atividade física desde a infância. Se a criança cresce com hábitos mais saudáveis, as chances dela ser um adulto mais saudável são enormes.”</p>



<h2><strong>Alimentação saudável</strong></h2>



<p>Para evitar a obesidade ou a desnutrição é preciso se alimentar de forma mais adequada e saudável. E uma alimentação saudável não é composta por comida ruim ou sem gosto. “O que há de se ter em mente é que macarrão instantâneo e&nbsp;<em>fast food</em>&nbsp;não são saudáveis e não vão fazer bem. Uma alimentação variada, rica em nutrientes, colorida, baseada em alimentos&nbsp;<em>in natura</em>&nbsp;ou minimamente processados, como arroz, feijão, legumes, frutas e verduras é o essencial para uma vida saudável”, aponta Ana.</p>



<h2><strong>Atividade física</strong></h2>



<p>Para muitos adultos as dificuldades impõem algumas barreiras complicadas. “As pessoas têm de fazer atividade física regularmente, mas algumas moram em um local perigoso e não podem fazer uma caminhada. Outras precisam acordar no meio da madrugada para chegar ao trabalho a tempo e a falta de sono também contribui para a obesidade”, justifica a médica.</p>



<p>E tem também a questão do preço dos alimentos. Infelizmente, muitas vezes o alimento industrializado acaba sendo mais barato do que aquele&nbsp;<em>in natura</em>. É necessário encontrar meios para driblar os problemas. Uma boa opção é fazer uma horta em casa ou ir à feira no final, na hora da xepa, para buscar alimentos com preço mais em conta. Vale o esforço para conseguir uma alimentação mais saudável.</p>



<h2><strong>Dicas para uma alimentação saudável e adequada:</strong></h2>



<ul><li>Tenha uma dieta variada e rica em alimentos&nbsp;<em>in natura</em>&nbsp;ou minimamente processados.</li><li>Tenha sempre à mesa frutas, legumes e verduras.</li><li>Prepare suas refeições em casa e, se necessário, congele o almoço ou jantar em pequenas porções.</li><li>Evite gorduras saturadas, sal, açúcar e alimentos ultraprocessados.</li></ul>



<p>Se tiver dúvida, consulte o&nbsp;<a href="http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira.pdf">Guia Alimentar para a População Brasileira</a>, do Ministério da Saúde. A publicação te orienta quanto às práticas alimentares adequadas e saudáveis, que contribuirão para a promoção da sua saúde.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://saudebrasil.saude.gov.br/images/Infografico_Agravosnutricionais.jpg" alt=""/></figure>



<p>FONTE: Saúde Brasil</p>
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