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	<title>OBESIDADE &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<title>OBESIDADE &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Obesidade responde por quase 50% dos gastos federais com câncer no SUS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2021 12:12:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo mostra quanto o excesso de peso contribui para a doença Um estudo feito pelo Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) revela que o gasto com casos de câncer relacionados à obesidade entre adultos ficou em R$ 1,4 bilhão do total de 3,5 bilhões aplicados em 2018 pelo governo federal no &#8230;</p>
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<h3>Estudo mostra quanto o excesso de peso contribui para a doença</h3>



<p>Um estudo feito pelo Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) revela que o gasto com casos de câncer relacionados à obesidade entre adultos ficou em R$ 1,4 bilhão do total de 3,5 bilhões aplicados em 2018 pelo governo federal no tratamento da doença na rede do Sistema Único de Saúde (SUS). Feito em parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o estudo é inédito e teve início no fim de 2019. O resultado foi publicado no dia 11 de março, na revista científica internacional&nbsp;<em>Plos One</em>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1405896&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1405896&amp;o=node"></p>



<p>Segundo o oncologista clínico do Inca Ronaldo Corrêa, coordenador da pesquisa, de modo geral, o câncer é uma doença multifatorial. Isso significa que existem diversos fatores de risco para a doença, entre os quais o consumo de tabaco, de álcool e de carne vermelha, o sedentarismo e o excesso de peso ou obesidade.</p>



<p>O estudo concluiu que são altos os gastos com cânceres vinculados ao excesso de peso, considerando o cálculo da fração atribuível. “A gente pega a prevalência do fator de risco na população, quer dizer, quantas pessoas têm excesso de peso na população brasileira em diferentes faixas etárias e por sexo e vê qual é a prevalência desse fator de risco. Quanto maior a prevalência, maior a chance que o fator de risco tem de estar causando o câncer”, disse Corrêa hoje (5), em entrevista à&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>.</p>



<p>Os pesquisadores consideram ainda outro fator epidemiológico, que é o risco relativo. Essa medida de associação indica qual é a chance de uma pessoa com obesidade vir a ter um câncer em comparação a uma que não tem excesso de peso. A partir das duas medidas – prevalência e risco relativo – tais valores são aplicados na população brasileira e chega-se à fração atribuída.</p>



<h2>Percentuais</h2>



<p>O resultado evidencia quanto o excesso de peso contribui para os diversos tipos de cânceres associados à obesidade. O estudo do Inca mostrou que, no câncer de endométrio (corpo do útero), por exemplo, o índice ficou em torno de 24%. “Então, 24% dos cânceres do endométrio no Brasil, segundo o nosso estudo, são devido ao excesso de peso”, afirmou o médico. Isso significa que, a cada quatro cânceres do endométrio, um é devido ao excesso de peso.</p>



<p>De acordo com Corrêa, no câncer de mama, a obesidade contribui com 5%; no câncer colorretal,com 1,8%; no câncer de vesícula biliar, com 8%; no câncer do final do esôfago, cm, 16%; no câncer de próstata avançado, com 2,5%. “Em cada câncer que está associado ao excesso de peso, esse fator tem uma contribuição relativa”.</p>



<p>O oncologista explicou que, se o excesso de peso for eliminado entre os brasileiros, pode haver menos 5% de casos de câncer de mama, menos 25% dos casos de câncer do endométrio e assim por diante. O estudo do Inca verificou que 80% de toda a despesa com os cânceres atribuíveis ao excesso de peso foram com tratamento de tumores malignos de mama, colorretal e endométrio. Embora a contribuição do excesso de peso seja relativamente pequena para os cânceres de mama e colorretal, quando comparados ao de endométrio, o impacto econômico é alto pela grande incidência desses cânceres no país.</p>



<p>Dados recentes da Pesquisa Nacional de Saúde, do Ministério da Saúde, mostram o avanço do excesso de peso e da obesidade na população brasileira nos últimos anos. O percentual de pessoas obesas em idade adulta mais do que dobrou em 17 anos, passando de 12,2%, entre 2002 e 2003, para 26,8%, em 2019. Nesse período, a proporção dos adultos com excesso de peso passou de 43,3% para 61,7%, o que representa quase dois terços dos brasileiros. Entre os mais jovens, os dados também preocupam: um em cada cinco adolescentes com idade entre 15 e 17 anos apresentou excesso de peso, e cerca de um terço das pessoas de 18 a 24 anos é obesa.</p>



<h2>Risco</h2>



<p>Ronaldo Corrêa alertou que uma criança ou adolescente com excesso de peso tem grande risco de se tornar um adulto com excesso de peso. “É provável que o excesso de peso na infância e adolescência seja um fator de risco para a pessoa permanecer com excesso de peso na vida adulta”. Mais tarde, na vida adulta, esse adolescente vai correr o risco de desenvolver câncer.</p>



<p>O médico argumentou que uma análise do Brasil nos últimos 20 anos indicará que houve aumento do excesso de peso tanto na população de adultos quanto na de crianças e adolescentes. Para os especialistas, isso sinaliza que, no futuro, haverá vários problemas de saúde. “Não só câncer, mas doenças cardiovasculares, diabetes, entre elas.”</p>



<p>Segundo o coordenador do estudo do Inca, o tratamento do excesso de peso poderia representar uma economia de R$ 60 milhões no gasto de R$ 1,4 bilhão registrado pelo governo federal no SUS em 2018. O dinheiro poupado com a eliminação desse fator de risco poderia ser aplicado em mais prevenção e em tratamentos mais eficazes, que podem reduzir a mortalidade por câncer.</p>



<h2>Covid-19</h2>



<p>Na avaliação de Corrêa, o distanciamento social e o confinamento adotados para impedir a disseminação da covid-19 podem aumentar o percentual de obesos no país, por causa do sedentarismo e do maior consumo de alimentos processados e ultraprocessados. “É provável que, com esses fatores, tenha havido um aumento do excesso de peso na população.” Ele esclareceu, porém, que aumento de peso não significa que a pessoa vá ter câncer imediatamente. “Existe o que a gente chama de&nbsp;<em>gap</em>&nbsp;[lacuna] temporal. A pessoa vai passar alguns anos exposta àquele fator de risco para desenvolver um câncer.”</p>



<p>Corrêa explicou que a pessoa começa a vida adulta aos 20 anos. Se ficar com excesso de peso até os 30, a partir de 40, 50, 60 anos, ela tem muito mais risco de ter câncer do que os adultos que se mantiveram no peso ideal. O médico destacou, porém, que ao final da pandemia, quem ganhou peso nesse período pode retornar às atividades normais e emagrecer. “Não é uma condenação”, disse Corrêa, que definiu a pandemia como um evento transitório, que vai passar.</p>



<p>A diretora-geral do Inca, Ana Cristina Pinho, disse que os resultados do estudo podem ajudar os formuladores de políticas públicas, como o próprio instituto, a dar prioridade a ações de controle do câncer, buscando equilíbrio entre o que é gasto na prevenção, especificamente no excesso de peso, e o que é gasto com o tratamento do câncer.</p>



<p>Fonte: <em>Agência Brasil EBC</em></p>
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		<title>Como a obesidade aumenta o risco grave de COVID-19?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2020 12:34:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE DESTAQUE HOME]]></category>
		<category><![CDATA[#OBESIDADE FATOR DE RISCO COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>LONDRES (Reuters) &#8211; Evidências emergentes em todo o mundo sugerem que pessoas com sobrepeso ou obesidade têm maior risco de ficar gravemente doentes com COVID-19, a doença causada pelo coronavírus SARS-CoV2. Os cientistas ainda estão aprendendo sobre quais mecanismos específicos podem explicar esse link, mas eles dizem que alguns fatores prováveis ​​são: &#8211; A obesidade &#8230;</p>
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<p>LONDRES (Reuters) &#8211; Evidências emergentes em todo o mundo sugerem que pessoas com sobrepeso ou obesidade têm maior risco de ficar gravemente doentes com COVID-19, a doença causada pelo coronavírus SARS-CoV2.</p>



<p>Os cientistas ainda estão aprendendo sobre quais mecanismos específicos podem explicar esse link, mas eles dizem que alguns fatores prováveis ​​são:</p>



<p>&#8211; A obesidade leva ao acúmulo de gordura em órgãos vitais, como o coração, e leva à resistência à insulina e pressão alta.&nbsp;Isso significa que a obesidade geralmente coincide com outras condições de saúde, incluindo diabetes, coração fraco e menos fígado e rins que funcionam bem.</p>



<p>&#8211; O excesso de gordura também pode afetar o sistema respiratório.&nbsp;Em outras palavras, pode deixar alguém sem fôlego e menos capaz de obter oxigênio no sangue e ao redor do corpo.&nbsp;Também é provável que tenha um efeito nas funções inflamatórias e imunológicas.</p>



<p>&#8211; &#8220;A obesidade coloca pressão extra e pressão metabólica em quase todos os sistemas orgânicos do corpo&#8221;, disse Susan Jebb, professora de dieta e saúde da população na Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha.&nbsp;&#8220;Portanto, talvez não seja surpreendente que isso também exacerbe o risco de complicações no COVID-19&#8221;.</p>



<h3>TECIDO GORDO</h3>



<p>&#8211; O tecido adiposo &#8211; também conhecido como tecido adiposo &#8211; possui altos níveis de uma enzima chamada enzima de conversão da angiotensina, ou ACE2, que é usada pelo novo coronavírus para entrar nas células.</p>



<p>Pessoas com níveis mais altos de ACE2 no sangue e em outros tecidos provavelmente são mais suscetíveis à infecção por COVID-19.</p>



<h3>DOIS CLASH &#8216;PANDEMICS&#8217;</h3>



<p>Francesco Rubino, especialista em obesidade e presidente de cirurgia metabólica e bariátrica do King&#8217;s College London, chama o link COVID-obesidade de &#8220;choque de duas pandemias&#8221;.</p>



<p>&#8220;A pandemia de (coronavírus) realmente traz à tona a necessidade de combater a obesidade de forma mais agressiva&#8221;, disse ele.&nbsp;&#8220;Uma lição da pandemia de COVID-19 é que não tratar a obesidade não é uma opção.&#8221;</p>



<p><strong>FONTE:</strong> REUTERS >> Reportagem de Kate Kelland</p>
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		<title>Obesidade e desnutrição: nem tudo é o que parece</title>
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		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2020 14:47:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DICAS DE NUTRIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[DESNUTRIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[NUTRIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[OBESIDADE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As pessoas sempre ligam desnutrição à pessoa magra, mas um obeso pode ter carência nutricional. Obesidade e desnutrição são problemas de saúde pública Além da desnutrição, a obesidade se tornou uma das maiores preocupações da saúde pública no Brasil.&#160;Em décadas anteriores, o Brasil tinha elevadas taxas de desnutrição. Agora, mais da metade da população adulta &#8230;</p>
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<p><em>As pessoas sempre ligam desnutrição à pessoa magra, mas um obeso pode ter carência nutricional. Obesidade e desnutrição são problemas de saúde pública</em></p>



<p>Além da desnutrição, a obesidade se tornou uma das maiores preocupações da saúde pública no Brasil.&nbsp;Em décadas anteriores, o Brasil tinha elevadas taxas de desnutrição. Agora, mais da metade da população adulta está com excesso de peso. Ana de Oliveira Parada, médica nutróloga do Hospital Universitário de Brasília (HUB), lembra que quando se trata de agravos nutricionais as aparências enganam. É comum ligarmos o peso do indivíduo ao problema, quando na verdade o caso é um pouco mais específico.</p>



<p>“Temos muitos adultos com deficiência nutricional. Eles até consomem muitas calorias, mas não variedade de nutrientes. As pessoas sempre ligam a desnutrição à pessoa magra, mas podemos ter um obeso com carência nutricional, ou seja, ele está desnutrido do ponto de vista de micronutrientes e oferta de proteínas”, aleta a médica. “Existem muitos casos de pessoas obesas que fazem dieta por conta própria e acabam com sérias deficiências nutricionais. Ela perde peso mas também muitos nutrientes nesse processo. E muitas vezes ela volta ao peso original e não recupera os nutrientes que perdeu naquela dieta”, completa.</p>



<h2><strong>Obesidade X Desnutrição &#8211; problema de saúde pública</strong></h2>



<p>Uma das maiores preocupações com o excesso de peso é que ele aumenta a prevalência de doenças crônicas associadas à obesidade, como diabetes e hipertensão. Segundo dados da pesquisa Vigitel, do Ministério da Saúde, quase 20% dos brasileiros sofre com obesidade.</p>



<p>“A obesidade e a desnutrição são doenças nutricionais que podem ou não ser relacionadas a problemas alimentares. Antigamente a obesidade e a desnutrição eram enxergadas como consequências. Se a pessoa tinha câncer, por exemplo, era normal ela estar mais magra. Se a pessoa era obesa, o problema era somente o sedentarismo. Hoje, os dois são percebidos como doenças”, explica Ana Parada.</p>



<p>Em função de sua magnitude e velocidade de evolução, o excesso de peso – que compreende o sobrepeso e a obesidade – é considerado atualmente um dos maiores problemas de saúde pública, afetando todas as faixas etárias. Mas o problema pode ser evitado com alguns cuidados simples que devem começar durante a gravidez.</p>



<h2><strong>Da gestação à vida adulta</strong></h2>



<p>A mãe pode contribuir para os cuidados com o seu filho em relação à desnutrição ou obesidade desde a sua gravidez. “A mãe precisa ter uma alimentação adequada e saudável e praticar atividade física. Essas atitudes vão favorecer a saúde do seu filho em longo prazo. E depois que a criança nasce, a mãe deve alimentá-la apenas com leite materno até os seis meses de vida e manter o aleitamento até os dois anos de idade. Também não se deve oferecer açúcar nos primeiros dois anos de vida da criança. Essas ações já vão reduzir bastante os agravos nutricionais na criança”, recomenda Ana.</p>



<p>Segundo a médica, os cuidados com a alimentação da criança devem perdurar para que o objetivo seja alcançado na vida adulta. “Durante a introdução alimentar, a mãe deve priorizar os alimentos saudáveis,<em>&nbsp;in natura</em>, e evitar os processados e ultraprocessados, como biscoitos recheados, sucos de caixinha e papinhas industrializadas. Deve oferecer frutas e deixar o açúcar de lado. Além da alimentação, os pais também devem estimular a atividade física desde a infância. Se a criança cresce com hábitos mais saudáveis, as chances dela ser um adulto mais saudável são enormes.”</p>



<h2><strong>Alimentação saudável</strong></h2>



<p>Para evitar a obesidade ou a desnutrição é preciso se alimentar de forma mais adequada e saudável. E uma alimentação saudável não é composta por comida ruim ou sem gosto. “O que há de se ter em mente é que macarrão instantâneo e&nbsp;<em>fast food</em>&nbsp;não são saudáveis e não vão fazer bem. Uma alimentação variada, rica em nutrientes, colorida, baseada em alimentos&nbsp;<em>in natura</em>&nbsp;ou minimamente processados, como arroz, feijão, legumes, frutas e verduras é o essencial para uma vida saudável”, aponta Ana.</p>



<h2><strong>Atividade física</strong></h2>



<p>Para muitos adultos as dificuldades impõem algumas barreiras complicadas. “As pessoas têm de fazer atividade física regularmente, mas algumas moram em um local perigoso e não podem fazer uma caminhada. Outras precisam acordar no meio da madrugada para chegar ao trabalho a tempo e a falta de sono também contribui para a obesidade”, justifica a médica.</p>



<p>E tem também a questão do preço dos alimentos. Infelizmente, muitas vezes o alimento industrializado acaba sendo mais barato do que aquele&nbsp;<em>in natura</em>. É necessário encontrar meios para driblar os problemas. Uma boa opção é fazer uma horta em casa ou ir à feira no final, na hora da xepa, para buscar alimentos com preço mais em conta. Vale o esforço para conseguir uma alimentação mais saudável.</p>



<h2><strong>Dicas para uma alimentação saudável e adequada:</strong></h2>



<ul><li>Tenha uma dieta variada e rica em alimentos&nbsp;<em>in natura</em>&nbsp;ou minimamente processados.</li><li>Tenha sempre à mesa frutas, legumes e verduras.</li><li>Prepare suas refeições em casa e, se necessário, congele o almoço ou jantar em pequenas porções.</li><li>Evite gorduras saturadas, sal, açúcar e alimentos ultraprocessados.</li></ul>



<p>Se tiver dúvida, consulte o&nbsp;<a href="http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira.pdf">Guia Alimentar para a População Brasileira</a>, do Ministério da Saúde. A publicação te orienta quanto às práticas alimentares adequadas e saudáveis, que contribuirão para a promoção da sua saúde.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://saudebrasil.saude.gov.br/images/Infografico_Agravosnutricionais.jpg" alt=""/></figure>



<p>FONTE: Saúde Brasil</p>
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