<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>PANDEMIA &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
	<atom:link href="https://saudenacapital.com.br/tag/pandemia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://saudenacapital.com.br</link>
	<description>SUA FONTE DE INFORMAÇÃO SEGURA SOBRE SAÚDE</description>
	<lastBuildDate>Mon, 15 Mar 2021 13:28:25 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=5.4.14</generator>

<image>
	<url>https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2021/02/cropped-logoretina-saude-na-capital-32x32.png</url>
	<title>PANDEMIA &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
	<link>https://saudenacapital.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Decretos para proteger a população contra a covid</title>
		<link>https://saudenacapital.com.br/decretos-para-proteger-a-populacao-contra-a-covid/</link>
					<comments>https://saudenacapital.com.br/decretos-para-proteger-a-populacao-contra-a-covid/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2021 13:28:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[PANDEMIA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://saudenacapital.com.br/?p=1384</guid>

					<description><![CDATA[<p>Todas as medidas adotadas de prevenção à pandemia têm fundamentação técnica. Confira as principais das 129 normas de urgência editadas desde 2020 O governador Ibaneis Rocha editou 129 decretos desde o início da pandemia de Covid-19 no DF, no final de fevereiro do ano passado, para proteger a população contra a disseminação da doença. Cada &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/decretos-para-proteger-a-populacao-contra-a-covid/">Decretos para proteger a população contra a covid</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2>Todas as medidas adotadas de prevenção à pandemia têm fundamentação técnica. Confira as principais das 129 normas de urgência editadas desde 2020</h2>



<p>O governador Ibaneis Rocha editou 129 decretos desde o início da pandemia de Covid-19 no DF, no final de fevereiro do ano passado, para proteger a população contra a disseminação da doença. Cada um deles mudou a rotina do brasiliense, incluindo máscaras de tecido como item obrigatório no vestuário; teletrabalho; chamadas de vídeo como forma de manter contato entre pessoas; e delivery como maneira de consumir pratos feitos em restaurantes. Todas as decisões tiveram orientação técnica de vários órgãos do governo que acompanham diariamente a evolução das contaminações pelo coronavírus no Brasil e no mundo. Para ver a relação das medidas,&nbsp;<a href="https://bit.ly/3lglqrY" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clique aqui e em Decreto.</a></p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“A gente precisava de medidas restritivas com um poder de lei para que as pessoas fossem obrigadas a cumprir”Cássio Peterka, diretor de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde.</p></blockquote>



<p>São atos legais necessários para alcançar resultados não obtidos apenas com recomendações sanitárias, como explica o infectologista Cássio Peterka, diretor de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde.&nbsp; “As medidas mais efetivas para evitar a contaminação pelo coronavírus são as não farmacológicas, como o distanciamento social, o uso de máscara, lavar as mãos, usar álcool gel, evitar aglomerações. Sendo assim, era preciso restringir a circulação de pessoas nas ruas e estabelecer medidas para conter as contaminações. Não conseguiríamos fazer isso só orientando as pessoas.&nbsp;“A gente precisava de medidas restritivas com um poder de lei para que as pessoas fossem obrigadas a cumprir”, ressalta.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="http://agenciabrasilia.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2021/03/Foto-Ac%C3%A1cio-Pinheiro-1.jpg" alt="" class="wp-image-273181"/><figcaption>Medidas contribuíram para reforçar o uso de equipamentos de proteção | Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília</figcaption></figure>



<p><strong>Urgência</strong></p>



<p>De acordo com o consultor jurídico do DF, Rodrigo Becker, o decreto é uma espécie normativa, prevista na Lei Orgânica do DF, com força de lei. Um instrumento jurídico adequado para momentos de calamidade pública como o que vivemos.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Imagina se o governador recebe uma informação de que os hospitais estão lotados e tivesse que preparar um PL (projeto de lei), mandar para a Câmara Legislativa, esperar ser votado. Se toda vez ele tivesse que fazer esse procedimento, a cidade ia virar um caos”Rodrigo Becker, consultor jurídico do DF</p></blockquote>



<p>A gente vive hoje uma situação nunca vista no mundo. Foi preciso, e ainda é, tomar medidas enérgicas e imediatas para conter o vírus”, justifica. “As medidas não foram tomadas pela elaboração de projetos de lei pela excepcionalidade e urgência do momento.&nbsp;Imagina se o governador recebe uma informação de que os hospitais estão lotados e tivesse que preparar um PL (projeto de lei), mandar para a Câmara Legislativa, esperar ser votado. Se toda vez ele tivesse que fazer esse procedimento, a cidade ia virar um caos.”</p>



<p>O primeiro decreto assinado pelo governador foi em 28 de fevereiro de 2020, que declarou situação de emergência na saúde pública em razão do risco de pandemia do novo coronavírus. Nessa data, não havia nenhum caso confirmado no DF, mas os infectados no cenário mundial vinham aumentando, totalizando 82.294 pessoas.</p>



<p>Desde então, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep) publica boletins epidemiológicos diários, disponíveis no Portal Covid (<a href="http://www.coronavirus.df.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.coronavirus.df.gov.br</a>).</p>



<p>“Antes mesmo de termos casos confirmados no DF, já vínhamos monitorando a possível pandemia. No início de janeiro, a gente já sabia da existência da nova doença, que surgiu na China, e passamos a acompanhar a evolução dos casos”, explica o infectologista Cássio Peterka.</p>



<p>A covid-19 chegou ao DF no começo de março de 2020 com a confirmação da doença em uma paciente de 52 anos, que teve o primeiro resultado indicado como positivo em um laboratório particular da capital no dia 5. Dois dias depois, constava como caso confirmado, sendo monitorado pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs).</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="http://agenciabrasilia.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2021/03/Foto-Ac%C3%A1cio-Pinheiro-2.jpg" alt="" class="wp-image-273184"/><figcaption>Fiscalização orientou e multou estabelecimentos comerciais sobre as medidas | Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília</figcaption></figure>



<p><strong>Fechamento das atividades</strong></p>



<p>No dia em que o DF confirmou dois casos de pacientes infectados — um casal que tinha chegado do Reino Unido —, o governador Ibaneis Rocha editou o segundo decreto suspendendo, por cinco dias, as aulas e eventos que exigiam licença do poder público para mais de cem pessoas. A mesma norma determinava que os bares e restaurantes deveriam observar, na organização de suas mesas, a distância mínima de 2 metros entre elas.</p>



<p>Nos dias seguintes, vários decretos foram editados em sequência na tentativa de evitar o avanço da covid-19 no DF. Até o fim de março, as atividades econômicas foram fechadas aos poucos, e o teletrabalho passou a ser adotado em órgãos públicos. Os dados da Vigilância Epidemiológica mostram que, naquele mês, foram registradas as maiores taxas de transmissão do coronavírus, com oscilações entre 3,10 e 2,99.</p>



<p>O&nbsp;<a href="http://www.saude.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2020/03/01-04-Boletim-COVID_DF-01.04.2020-1.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">boletim epidemiológico do dia 1º de abri de 2020l</a>&nbsp;mostrou que 370 casos e quatro óbitos estavam confirmados até aquele dia.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p><strong>301</strong>Pessoas foram multadas por não usarem o equipamento de segurança</p></blockquote>



<p><strong>Máscaras sem festa</strong></p>



<p>Nessa mesma data, o governador Ibaneis decidiu adiar as comemorações dos 60 anos de Brasília. E, no dia 23 de abril, determinou a obrigatoriedade do uso de máscaras em todos os espaços públicos, vias, equipamentos de transporte público coletivo e estabelecimentos comerciais, industriais e de serviço.</p>



<p>Os&nbsp;<a href="http://www.saude.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2020/03/Boletim-COVID_DF-23-04-2020.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dados da Secretaria de Saúde daquela data</a>&nbsp;mostravam 968 casos confirmados, 59 pessoas hospitalizadas, 30 delas em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), e 26 óbitos.&nbsp;</p>



<p>Ao mesmo tempo em que tornou o uso de máscaras obrigatório, o GDF atuou para ajudar a população a cumprir a norma. Um total de 3 milhões de máscaras foram distribuídas. Até o dia 7 de março deste ano,&nbsp;301 pessoas foram multadas por não usarem o equipamento de segurança</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="http://agenciabrasilia.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2021/03/Fotos-Davidyson-Damasceno-Ascom-Iges-DF-1.jpg" alt="" class="wp-image-273191"/><figcaption>Restrições foram retomadas por conta do aumento da média dos indicadores de saúde, como a elevação das internações em UTIs | Foto: Davidyson Damasceno/Iges-DF</figcaption></figure>



<p><strong>Indicadores para a tomada de decisão</strong></p>



<p>Em 21 de abril, a análise dos dados ganhou um reforço. A Companhia de Planejamento do DF (Codeplan) passou a divulgar semanalmente um boletim (<a href="http://www.codeplan.df.gov.br/boletim-covid-19" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://www.codeplan.df.gov.br/boletim-covid-19</a>/) que reúne dados de pesquisas de diversas áreas do GDF e de outros órgãos, a exemplo do Ministério da Saúde. O documento serviu como mais um aliado para a tomada de decisões do governador, segundo o presidente da Codeplan, Jean Lima.</p>



<p>“Existem três indicadores essenciais para analisar no contexto da covid-19 que acompanhamos: a média móvel de casos, o percentual de ocupação de leitos de UTI e a taxa de transmissão que está acima de 1 desde o fim de fevereiro (segundo a Vigilância Epidemiológica, se ela for menor que 1, a epidemia tende a acabar e, em índices acima de 1, a epidemia avança)”, explica.&nbsp;</p>



<p><strong>Auge pós-carnaval</strong></p>



<p>Segundo Jean Lima, o DF sempre esteve entre as quatro Unidades da Federação com a menor média percentual de número de casos, o que mudou depois do carnaval. “A média rapidamente subiu depois do carnaval e, na última semana, o DF foi a segunda Unidade da Federação que mais teve aumento de casos, só perdendo para o Paraná, com um aumento de 40%.”</p>



<p>“A gente viu um aumento da média móvel de casos desde janeiro passado e, a ocupação dos leitos, que, no auge da pandemia em 2020, a gente manteve em 80%, e agora passou muito rápido de índices superiores a 80% e estamos acima de 90%”, completa.</p>



<p>O Boletim Covid-19 também mostrou, ao longo de 2020, que a taxa de letalidade da doença no DF – quantidade de óbitos entre pessoas infectadas – sempre foi uma das menores do país desde o início da pandemia.&nbsp;</p>



<p>Segundo o último boletim, no entanto, o DF ocupa a 14ª posição entre as Unidades da Federação em número de casos confirmados de Covid-19, encontra-se na 11ª posição em número de novos casos diários, está na 16ª posição em número de óbitos por COVID-19 e ocupa a 23ª posição na taxa de letalidade.</p>



<p><strong>Retomada</strong></p>



<p>De abril a julho, a taxa de transmissão teve variações abaixo de 2, e as atividades econômicas foram reabertas de forma gradual a partir de 7 de julho de 2020. A reabertura também levou em conta a média móvel de casos, que apresentou uma tendência de crescimento acentuado desde o início da pandemia até primeira quinzena de junho, com oscilação decrescente na segunda quinzena.</p>



<p>Em meados de novembro, porém, observou-se um novo crescimento acentuado na média de casos. Prevendo aglomerações, o governo cancelou oficialmente as festas de Réveillon 2020 e Carnaval de 2021. De acordo com o Decreto nº 41.482, de 18 de novembro, os eventos públicos comemorativos referentes às datas foram proibidos.</p>



<p>No entanto, começo de fevereiro, a taxa de transmissão estava em 0,83 e passou em duas semanas para 1,38. Com o aumento de casos, vieram novas restrições. Em 26 de fevereiro, o governador Ibaneis suspendeu temporariamente atividades em estabelecimentos comerciais e industriais e, dez dias depois, estabeleceu o toque de recolher entre 22h e 5h.</p>



<p>“O maior índice de contaminação ocorre justamente no período noturno e infelizmente, continua ocorrendo. Há pessoas que não se conscientizaram da seriedade do momento que estamos passando – o Brasil, o mundo todo —, e continuam nas suas aglomerações, continuam saindo”, explica o secretário de Casa Civil, Gustavo Rocha.</p>



<p>FONTE:<strong><em> AGÊNCIA BRASÍLIA</em></strong></p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fdecretos-para-proteger-a-populacao-contra-a-covid%2F&amp;linkname=Decretos%20para%20proteger%20a%20popula%C3%A7%C3%A3o%20contra%20a%20covid" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fdecretos-para-proteger-a-populacao-contra-a-covid%2F&amp;linkname=Decretos%20para%20proteger%20a%20popula%C3%A7%C3%A3o%20contra%20a%20covid" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_email" href="https://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fdecretos-para-proteger-a-populacao-contra-a-covid%2F&amp;linkname=Decretos%20para%20proteger%20a%20popula%C3%A7%C3%A3o%20contra%20a%20covid" title="Email" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fdecretos-para-proteger-a-populacao-contra-a-covid%2F&amp;linkname=Decretos%20para%20proteger%20a%20popula%C3%A7%C3%A3o%20contra%20a%20covid" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a></p><p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/decretos-para-proteger-a-populacao-contra-a-covid/">Decretos para proteger a população contra a covid</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://saudenacapital.com.br/decretos-para-proteger-a-populacao-contra-a-covid/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pessoas com ansiedade e depressão bebem mais álcool na pandemia</title>
		<link>https://saudenacapital.com.br/pessoas-com-ansiedade-e-depressao-bebem-mais-alcool-na-pandemia/</link>
					<comments>https://saudenacapital.com.br/pessoas-com-ansiedade-e-depressao-bebem-mais-alcool-na-pandemia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2021 12:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[NOVAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[ÁLCOOL]]></category>
		<category><![CDATA[PANDEMIA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://saudenacapital.com.br/?p=1219</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estudo feito nos EUA revela que, entre adultos mais velhos, a diferença de consumo alcoólico entre aqueles com e sem transtornos de saúde mental é mais notável Pessoas com ansiedade e depressão bebem mais álcool na pandemia (Foto: Guillermo Nolasco/Unsplash) Pessoas com ansiedade e depressão são mais propensas a aumentar o consumo de álcool durante a pandemia. Foi o que pesquisadores da &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/pessoas-com-ansiedade-e-depressao-bebem-mais-alcool-na-pandemia/">Pessoas com ansiedade e depressão bebem mais álcool na pandemia</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2>Estudo feito nos EUA revela que, entre adultos mais velhos, a diferença de consumo alcoólico entre aqueles com e sem transtornos de saúde mental é mais notável</h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/xZh1x0o5OEt18C-Mh3dm2XJC9mU=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2021/02/05/guillermo-nolasco-oc5ngvn3foo-unsplash.jpg" alt="Pessoas com ansiedade e depressão bebem mais álcool na pandemia (Foto: Guillermo Nolasco/Unsplash)" title="Pessoas com ansiedade e depressão bebem mais álcool na pandemia (Foto: Guillermo Nolasco/Unsplash)"/><figcaption>Pessoas com ansiedade e depressão bebem mais álcool na pandemia (Foto: Guillermo Nolasco/Unsplash)</figcaption></figure>



<p>Pessoas com <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/01/ansiedade-origens-do-transtorno-e-como-sobreviver-ele.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ansiedade</a> e <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/04/tratamento-para-depressao-reduziu-sintomas-de-90-dos-pacientes-em-testes.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">depressão</a> são mais propensas a aumentar o <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/08/alcool-no-inicio-da-gravidez-aumenta-progressivamente-risco-de-perder-bebe.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">consumo de álcool</a> durante a <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/12/covid-19-como-sera-pandemia-em-2021.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pandemia</a>. Foi o que pesquisadores da Faculdade de Saúde Pública Global da Universidade de Nova York (NYU, na sigla em inglês) mostraram em estudo que será publicado na edição de abril no periódico <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0091743521000062?via%3Dihub" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Preventive Medicine</em></a>.</p>



<p>A relação entre o álcool e&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Comportamento/noticia/2020/10/estresse-relacionado-pandemia-diminui-engajamento-no-trabalho.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">situações de estresse</a>&nbsp;ou&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2020/05/como-o-cerebro-associa-eventos-e-forma-um-trauma-ciencia-responde.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">traumas</a>&nbsp;é estudada há muitos anos. Os especialistas da NYU buscaram entender como os fatores estressantes relacionados à pandemia de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/03/como-os-sintomas-da-covid-19-evoluem-cada-dia-de-acordo-com-gravidade.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Covid-19</a>&nbsp;influenciaram no consumo de bebidas alcoólicas e como as pessoas com transtornos de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/10/medicos-criam-guia-para-prevenir-efeitos-da-pandemia-na-saude-mental.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saúde mental</a>&nbsp;foram particularmente afetadas. No total, 5.850 norte-americanos foram entrevistados entre março e abril de 2020. Desses, 29% declararam ter ingerido mais álcool.</p>



<p>Os entrevistados com sintomas de ansiedade tinham um risco 41% maior de beber mais se comparados àqueles sem manifestações do transtorno. Já pessoas com depressão se mostraram ser 64% mais propensas ao aumento do consumo alcoólico.</p>



<p><strong>Idade é fator importante</strong></p>



<p>A influência de transtornos de saúde mental no&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Comportamento/noticia/plantao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">comportamento</a>&nbsp;de uso de álcool variou conforme a faixa etária. Os adultos mais jovens (até 40 anos) estavam entre os mais suscetíveis a elevarem o consumo, mas não houve diferenças significativas entre pessoas com ou sem transtornos.</p>



<p>Já na faixa a partir dos 40 anos, o bem-estar emcional se mostrou bem mais determinante: participantes com ansiedade ou depressão mostraram ter uma probabilidade duas vezes maior de terem bebido em excesso em relação àqueles que não as têm.&nbsp;</p>



<p>“Essa alta no consumo de bebidas, especialmente entre pessoas com ansiedade e depressão, valida as preocupações de que a pandemia pode estar desencadeando uma <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/03/entenda-diferenca-entre-epidemia-pandemia-endemia-e-surto.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">epidemia</a> de uso problemático de álcool”, alerta Ariadna Capasso, estudante de doutorado da NYU e uma das autoras do estudo, <a href="https://www.eurekalert.org/pub_releases/2021-01/nyu-ddc011921.php" target="_blank" rel="noreferrer noopener">em nota</a>.</p>



<p>Os pesquisadores apoiam o fortalecimento e expansão dos serviços de saúde mental durante a pandemia, incluindo ferramentas da&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/09/o-que-falta-para-telemedicina-avancar-no-brasil-e-quais-seus-beneficios.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">telessaúde</a>, e defendem que a comunicação feita por órgãos de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/plantao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saúde</a>&nbsp;pública seja mais direcionada. Eles recomendam que mensagens sobre os riscos do uso excessivo de álcool sejam adaptadas de modo a alcançar o público por faixa etária.&nbsp;</p>



<p>“As lições que aprendemos com tragédias anteriores nos mostram que a intervenção precoce de um uso de substâncias prejudicial à saúde é crucial e pode ajudar a <a href="https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2020/09/governos-que-sabem-lidar-com-pandemia-fazem-bem-para-saude-mental.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">atenuar os impactos da pandemia na saúde mental</a>”, afirma Ralph DiClemente, presidente do Departamento de Ciências Sociais e Comportamentais da Faculdade de Saúde Pública Global da NYU e autor sênior do estudo.</p>



<p>FONTE: <em>REVISTA GALILEU</em></p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fpessoas-com-ansiedade-e-depressao-bebem-mais-alcool-na-pandemia%2F&amp;linkname=Pessoas%20com%20ansiedade%20e%20depress%C3%A3o%20bebem%20mais%20%C3%A1lcool%20na%20pandemia" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fpessoas-com-ansiedade-e-depressao-bebem-mais-alcool-na-pandemia%2F&amp;linkname=Pessoas%20com%20ansiedade%20e%20depress%C3%A3o%20bebem%20mais%20%C3%A1lcool%20na%20pandemia" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_email" href="https://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fpessoas-com-ansiedade-e-depressao-bebem-mais-alcool-na-pandemia%2F&amp;linkname=Pessoas%20com%20ansiedade%20e%20depress%C3%A3o%20bebem%20mais%20%C3%A1lcool%20na%20pandemia" title="Email" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fpessoas-com-ansiedade-e-depressao-bebem-mais-alcool-na-pandemia%2F&amp;linkname=Pessoas%20com%20ansiedade%20e%20depress%C3%A3o%20bebem%20mais%20%C3%A1lcool%20na%20pandemia" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a></p><p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/pessoas-com-ansiedade-e-depressao-bebem-mais-alcool-na-pandemia/">Pessoas com ansiedade e depressão bebem mais álcool na pandemia</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://saudenacapital.com.br/pessoas-com-ansiedade-e-depressao-bebem-mais-alcool-na-pandemia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Emergência Hospital de Samambaia exclusiva para Covid-19</title>
		<link>https://saudenacapital.com.br/emergencia-hospital-de-samambaia-exclusiva-para-covid-19/</link>
					<comments>https://saudenacapital.com.br/emergencia-hospital-de-samambaia-exclusiva-para-covid-19/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Dec 2020 13:21:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOVAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[PANDEMIA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://saudenacapital.com.br/?p=886</guid>

					<description><![CDATA[<p>Hran também atenderá exclusivamente pacientes com o vírus em todos os prontos-socorros, com exceção das cirurgias plástica, geral e queimados O pronto-socorro de clínica médica do Hospital Regional de Samambaia (HRSam) passará a atender exclusivamente pacientes acometidos pelo novo coronavírus. O anúncio foi feito pela Secretaria de Saúde, nesta quarta-feira (30), durante coletiva de imprensa &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/emergencia-hospital-de-samambaia-exclusiva-para-covid-19/">Emergência Hospital de Samambaia exclusiva para Covid-19</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4>Hran também atenderá exclusivamente pacientes com o vírus em todos os prontos-socorros, com exceção das cirurgias plástica, geral e queimados</h4>



<p>O pronto-socorro de clínica médica do Hospital Regional de Samambaia (HRSam) passará a atender exclusivamente pacientes acometidos pelo novo coronavírus. O anúncio foi feito pela Secretaria de Saúde, nesta quarta-feira (30), durante coletiva de imprensa no Palácio do Buriti. A mudança no perfil de atendimento da emergência passa a valer a partir da primeira fase de ativação de leitos Covid-19 na rede pública de saúde, conforme prevê o&nbsp;<a href="http://www.saude.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2020/02/Folder-plano-de-mobilizacao-de-leitos-covid19_v2-1.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Plano de Mobilização de Leitos Covid do Distrito Federal.</a></p>



<p><strong>Leia também</strong><a href="https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/2020/12/30/saude-apresenta-dados-parciais-do-inquerito-soroepidemiologico-de-covid-19/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Saúde apresenta dados parciais do inquérito soroepidemiológico de Covid-19</strong></a></p>



<p>A emergência obstétrica e o serviço de cirurgia geral do HRSam continuam atendendo pacientes com ou sem o novo coronavírus. A primeira fase de mobilização de leitos de UTI da unidade já foi concluída com a ativação de vinte leitos. Os dez primeiros entraram em operação no último dia 18 de dezembro e os dez restantes entraram nesta quarta-feira (3).</p>



<p>No total, estão previstos 27 leitos, sendo que os últimos sete dependem de contratação de recursos humanos para funcionar. A previsão é que eles entrem em funcionamento em 20 de janeiro de 2021. O HRSam também possui quatro leitos de UCI e terá outros oito. Serão mobilizados, ainda, 25 leitos de enfermaria.</p>



<p>“Samambaia é uma região de densidade populacional muito alta. Desse modo, decidimos que Samambaia oferecesse um suporte exclusivo de atendimento para Covid-19 na emergência de clínica médica”, explica, o secretário-adjunto de Assistência à Saúde, Petrus Sanchez.</p>



<h2>Atendimento no Hran</h2>



<p>O Hospital Regional da Asa Norte (Hran) foi a unidade-referência no atendimento a pacientes com Covid-19 do início da pandemia até o fim da fase mais crítica. A partir de agora, o Hran estará voltado ao atendimento de pacientes portadores do coronavírus em todos os prontos-socorros da unidade.</p>



<p>“Hran tem sua experiência, expertise e desenho que permite ter a emergência para atender Covid não impactando o atendimento para pacientes não Covid em algumas áreas, como cirurgias geral e plástica e a emergência de queimados”, explicou Petrus Sanchez.</p>



<p>Dentro do Plano de Mobilização de Leitos Covid do DF, o Hran já possui 60 leitos de observação no térreo que atendem o perfil de pacientes com Covid. Serão mobilizados outros 52 leitos de enfermaria, seis leitos de UCI e 20 de UTI.</p>



<h2>Hospital Regional do Guará</h2>



<p>Dentre os hospitais da rede pública do DF, o regional do Guará (HRGu) será o único a não internar pacientes com coronavírus. A unidade está se tornando referência na internação de pacientes em cuidados prolongados nas suas enfermarias. O HRGu, no entanto, manterá um espaço Covid na Emergência para atendimento inicial e direcionará os pacientes diagnosticados para outras unidades.</p>



<p>Já o Hospital de Base – referência em atendimentos de alta complexidade no DF e no Brasil – estará voltado ao atendimento de pacientes portadores de Covid-19 apenas com perfil de atendimento de alta complexidade. As demais unidades devem adequar os seus espaços, com fluxos validados pelos Núcleos de Controle de Infecção Hospitalar (NCIH), para acolhimento e atendimento inicial em Clínica Médica de pacientes portadores de enfermidades Covid ou não Covid.</p>



<p>Todas as Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) também devem adequar os seus espaços para que permaneçam, preferencialmente, atendendo pacientes portadores de enfermidades não Covid, mas que tenham uma pequena ala Covid para um primeiro acolhimento e atendimento ao paciente, com posterior direcionamento, sob prioridade da Central de Regulação de Internação Hospitalar por se tratar de unidade de atendimento pré-hospitalar fixo, a uma unidade de internação.</p>



<p><strong>FONTE: </strong>Agência Brasília</p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Femergencia-hospital-de-samambaia-exclusiva-para-covid-19%2F&amp;linkname=Emerg%C3%AAncia%20Hospital%20de%20Samambaia%20exclusiva%20para%20Covid-19" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Femergencia-hospital-de-samambaia-exclusiva-para-covid-19%2F&amp;linkname=Emerg%C3%AAncia%20Hospital%20de%20Samambaia%20exclusiva%20para%20Covid-19" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_email" href="https://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Femergencia-hospital-de-samambaia-exclusiva-para-covid-19%2F&amp;linkname=Emerg%C3%AAncia%20Hospital%20de%20Samambaia%20exclusiva%20para%20Covid-19" title="Email" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Femergencia-hospital-de-samambaia-exclusiva-para-covid-19%2F&amp;linkname=Emerg%C3%AAncia%20Hospital%20de%20Samambaia%20exclusiva%20para%20Covid-19" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a></p><p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/emergencia-hospital-de-samambaia-exclusiva-para-covid-19/">Emergência Hospital de Samambaia exclusiva para Covid-19</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://saudenacapital.com.br/emergencia-hospital-de-samambaia-exclusiva-para-covid-19/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Novos estudos reforçam evidência de que imunidade à Covid-19 é duradoura</title>
		<link>https://saudenacapital.com.br/novos-estudos-reforcam-evidencia-de-que-imunidade-a-covid-19-e-duradoura/</link>
					<comments>https://saudenacapital.com.br/novos-estudos-reforcam-evidencia-de-que-imunidade-a-covid-19-e-duradoura/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2020 21:06:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[IMUNIDADE DURADOURA COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[PANDEMIA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://saudenacapital.com.br/?p=815</guid>

					<description><![CDATA[<p>Novos estudos reforçam evidência de que imunidade à Covid-19 é duradoura Embora ainda não esteja confirmada a duração da imunidade contra o novo coronavírus após a infecção, há cada vez mais indícios de que ela seja, sim, duradoura. É o que aponta um estudo publicado na revista Nature Medicine no útilmo dia 12 de novembro, &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/novos-estudos-reforcam-evidencia-de-que-imunidade-a-covid-19-e-duradoura/">Novos estudos reforçam evidência de que imunidade à Covid-19 é duradoura</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3>Novos estudos reforçam evidência de que imunidade à Covid-19 é duradoura</h3>



<p>Embora ainda não esteja confirmada a duração da imunidade contra o novo coronavírus após a infecção, há cada vez mais indícios de que ela seja, sim, duradoura. É o que aponta um estudo publicado na revista Nature Medicine no útilmo dia 12 de novembro, conduzido por uma equipe do Centro Médico da Universidade de Friburgo, na Alemanha.</p>



<p>De acordo com a pesquisa, após a recuperação da Covid-19, células de defesa são formadas e permanecem no corpo, podendo mediar uma resposta rápida em caso de reinfecção.</p>



<p>&#8220;As chamadas células T de memória após a infecção pelo Sars-CoV-2 são similares àquelas formadas depois de uma gripe&#8221;, explica Maike Hofmann, um dos autores do estudo, em nota. &#8220;Estamos confiantes, então, de que a maioria das pessoas que sobreviveram à doença têm alguma proteção contra uma nova infecção.&#8221;</p>



<p>Para o cientista, os resultados sugerem que a imunidade contra a Covid-19 pode ser alcançada após uma infecção. &#8220;Da mesma forma, vacinas atualmente em testes poderiam fornecer proteção significativa contra o vírus&#8221;, comenta Hofmann.</p>



<p><strong>Imunidade durante anos?</strong></p>



<p>Outra pesquisa, esta liderada por estudiosos do Instituto de Imunologia La Jolla, nos Estados Unidos, aponta que a imunidade contra o novo coronavírus poderia durar anos. O estudo ainda não foi revisado pela comunidade científica e foi divulgado na última segunda-feira (16) na plataforma bioRxiv.</p>



<p>De acordo com a investigação, oito meses após a infecção pelo Sars-CoV-2, a maioria das pessoas recuperadas ainda tem células imunológicas suficientes para afastar o vírus e prevenir a Covid-19. Uma lenta taxa de declínio no curto prazo sugere que essas células podem persistir no corpo por muitos anos.</p>



<p>A pesquisa é a mais abrangente e de longo alcance da memória imunológica ao coronavírus até agora. Participaram do estudo 185 homens e mulheres, com idades entre 19 e 81 anos, que se recuperaram da Covid-19. A maioria teve sintomas leves e não precisou ser hospitalizada. Foram recolhidas amostras de sangue de todos os voluntários e 38 deles foram testados mensalmente para verificar a situação de vários tipos de anticorpos.</p>



<p>“Essa quantidade de memória provavelmente impediria a grande maioria das pessoas de contrair a doença quando hospitalizadas ou formas graves da doença por muitos anos”, disse Shane Crotty, virologista do La Jolla e coautora do estudo, em entrevista ao The New York Times.</p>



<p><strong>FONTES: </strong>UNICANEWS/The New York Times.</p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fnovos-estudos-reforcam-evidencia-de-que-imunidade-a-covid-19-e-duradoura%2F&amp;linkname=Novos%20estudos%20refor%C3%A7am%20evid%C3%AAncia%20de%20que%20imunidade%20%C3%A0%20Covid-19%20%C3%A9%20duradoura" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fnovos-estudos-reforcam-evidencia-de-que-imunidade-a-covid-19-e-duradoura%2F&amp;linkname=Novos%20estudos%20refor%C3%A7am%20evid%C3%AAncia%20de%20que%20imunidade%20%C3%A0%20Covid-19%20%C3%A9%20duradoura" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_email" href="https://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fnovos-estudos-reforcam-evidencia-de-que-imunidade-a-covid-19-e-duradoura%2F&amp;linkname=Novos%20estudos%20refor%C3%A7am%20evid%C3%AAncia%20de%20que%20imunidade%20%C3%A0%20Covid-19%20%C3%A9%20duradoura" title="Email" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fnovos-estudos-reforcam-evidencia-de-que-imunidade-a-covid-19-e-duradoura%2F&amp;linkname=Novos%20estudos%20refor%C3%A7am%20evid%C3%AAncia%20de%20que%20imunidade%20%C3%A0%20Covid-19%20%C3%A9%20duradoura" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a></p><p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/novos-estudos-reforcam-evidencia-de-que-imunidade-a-covid-19-e-duradoura/">Novos estudos reforçam evidência de que imunidade à Covid-19 é duradoura</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://saudenacapital.com.br/novos-estudos-reforcam-evidencia-de-que-imunidade-a-covid-19-e-duradoura/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Existem 4 tipos diferentes de vacina contra covid-19. Conheça cada uma delas</title>
		<link>https://saudenacapital.com.br/conheca-os-tipos-de-vacina-contra-covid-19/</link>
					<comments>https://saudenacapital.com.br/conheca-os-tipos-de-vacina-contra-covid-19/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2020 11:05:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE DESTAQUE HOME]]></category>
		<category><![CDATA[PANDEMIA]]></category>
		<category><![CDATA[TIPOS DE VACINA CONTRA COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[VACINA COVID-19]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://saudenacapital.com.br/?p=681</guid>

					<description><![CDATA[<p>No mundo todo, 44 projetos estão na fase de testes em humanos As vacinas contra a covid-19 estão sendo desenvolvidas em velocidade sem precedentes, e, além da rapidez, os projetos em andamento buscam comprovar a eficácia e a segurança de tecnologias inéditas, que, futuramente, podem modernizar outras vacinas já em uso no mundo. Segundo a &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/conheca-os-tipos-de-vacina-contra-covid-19/">Existem 4 tipos diferentes de vacina contra covid-19. Conheça cada uma delas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3>No mundo todo, 44 projetos estão na fase de testes em humanos</h3>



<p>As vacinas contra a covid-19 estão sendo desenvolvidas em velocidade sem precedentes, e, além da rapidez, os projetos em andamento buscam comprovar a eficácia e a segurança de tecnologias inéditas, que, futuramente, podem modernizar outras vacinas já em uso no mundo.</p>



<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre as quase 200 propostas de vacinas em testes, 44 chegaram à fase de experimentação em humanos, chamada de estudos clínicos. Dessas, um grupo de 10 projetos atingiu a fase três de estudos, em que dezenas de milhares de voluntários são recrutados para comprovar se a vacina é mesmo capaz de proteger sem causar danos à saúde.&nbsp;</p>



<p>Por ainda apresentar grande circulação do vírus, o que acelera as pesquisas, o Brasil tem sediado alguns desses testes com milhares de participantes. Receberam autorização para experimentos de larga escala no país as vacinas desenvolvidas pelos laboratórios AstraZeneca/Oxford, Sinovac, Janssen e Pfizer/Biontech/Fosun Pharma.</p>



<p>Com técnicas já utilizadas pela ciência ou novas formas de induzir a resposta imunológica, as vacinas que chegaram ao último estágio de testes têm um mesmo objetivo: levar ao organismo informações importantes que desencadeiem a produção de defesas ao novo coronavírus de forma antecipada. A Agência Brasil explica as principais estratégias elaboradas pelos cientistas para que as vacinas sejam eficazes e seguras.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/conheça-os-tipos-de-vacina-contra-covid-19-A.jpg" alt="" class="wp-image-682" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/conheça-os-tipos-de-vacina-contra-covid-19-A.jpg 754w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/conheça-os-tipos-de-vacina-contra-covid-19-A-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption>Governo de São Paulo inicia testes com vacina contra o novo coronavírus.</figcaption></figure>



<h2>Proteína S</h2>



<p>Quando o corpo produz anticorpos contra um vírus ele é estimulado por estruturas específicas que compõem esses seres. No caso do coronavírus causador da covid-19, os cientistas descobriram que a proteína S, que forma a coroa de espinhos que dá nome ao vírus, é a estrutura que mais provoca o sistema imunológico a produzir anticorpos. Essa proteína também é fundamental para a infecção: é com os pequenos espinhos formados pela proteína S que o novo coronavírus se conecta às células humanas e inicia a invasão para poder se replicar.</p>



<h2>Proteína S</h2>



<p>Quando o corpo produz anticorpos contra um vírus ele é estimulado por estruturas específicas que compõem esses seres. No caso do coronavírus causador da covid-19, os cientistas descobriram que a proteína S, que forma a coroa de espinhos que dá nome ao vírus, é a estrutura que mais provoca o sistema imunológico a produzir anticorpos. Essa proteína também é fundamental para a infecção: é com os pequenos espinhos formados pela proteína S que o novo coronavírus se conecta às células humanas e inicia a invasão para poder se replicar.</p>



<p>O diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Renato Kfouri, explica que antecipar o contato do corpo com a proteína S é uma estratégia comum aos principais projetos em curso. &#8220;As vacinas têm como alvo principal a indução de anticorpos contra essa proteína S. Os anticorpos são, em geral, neutralizantes. São capazes de neutralizar a atividade do vírus&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/TIPOS-DE-VACINA-CONTRA-COVID-19.png" alt="" class="wp-image-683" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/TIPOS-DE-VACINA-CONTRA-COVID-19.png 754w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/TIPOS-DE-VACINA-CONTRA-COVID-19-260x300.png 260w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></figure>



<h2>Vacinas de vírus inativado</h2>



<p>Entre as dez vacinas que chegaram aos estudos clínicos de fase 3, três propostas desenvolvidas na China utilizam a técnica conhecida como vacina de vírus inativado: a da Sinovac, que está em testes no Brasil em parceria com o Instituto Butantan e o governo de São Paulo, a da Sinopharm com Instituto de Produtos Biológicos de Wuhan, e outra da Sinopharm com o Instituto de Produtos Biológicos de Pequim.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/tipos-de-vacina-contra-covid-19-C.jpg" alt="" class="wp-image-684" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/tipos-de-vacina-contra-covid-19-C.jpg 754w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/tipos-de-vacina-contra-covid-19-C-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption>Caixas com potencial vacina da Sinovac contra Covid-19 em Pequim
04/09/2020 REUTERS/Tingshu Wang</figcaption></figure>



<p>A estratégia leva esse nome porque a vacina contém o próprio vírus morto, o que é chamado tecnicamente de inativado. Essas vacinas são comuns na prevenção de diversas doenças, como a poliomielite, a hepatite A e o tétano, e provocam o corpo a produzir as defesas a partir de um contato antecipado e inofensivo com o vírus.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>&#8220;Nessa tecnologia, se cultiva o vírus em laboratório, e, depois de ter uma grande quantidade, você inativa, mata o vírus em linguajar mais popular, através de temperatura ou substâncias químicas. Ele fica um vírus inteiro, morto, inativado, mas com essas proteínas conservadas e capazes de induzir uma resposta imune&#8221;, explica Kfouri. &#8220;A única dificuldade é que você precisa de laboratórios com nível de biossegurança elevado para manipular o vírus vivo, precisa cultivá-lo, e tem um tempo de multiplicação desses vírus pra depois inativar. São processos que requerem um tempo maior e um nível de segurança máximo dos laboratórios, porque vão manipular vírus com potencial infectante&#8221;.</p>



<h2>Vacinas de vetor viral</h2>



<p>Para fazer com que o corpo produza anticorpos capazes de neutralizar a proteína S, as vacinas de vetor viral não-replicante trazem uma proposta inovadora: a proteína do novo coronavírus é inserida em outro vírus, modificado em laboratório, para transportá-la para o corpo humano e não se multiplicar. Uma vez que a proteína chega ao corpo, o sistema imunológico a identifica e produz estruturas capazes de impedir sua ação no futuro, quando o novo coronavírus tentar causar infecção.</p>



<p>Essa tecnologia já estava em estudo para produzir vacinas contra o vírus ebola e coronavírus que provocaram surtos em anos anteriores, como o SARS-CoV-1, o que explica a velocidade com que foi possível direcionar as pesquisas ao SARS-CoV-2. Projetos como o da americana Janssen e o da chinesa CanSino utilizam adenovírus humanos para transportar a proteína S para o corpo humano.&nbsp;</p>



<p>O mesmo propõe o Instituto de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya, da Rússia, com a diferença de utilizar dois tipos diferentes de adenovírus, um em cada dose da vacina. Caso seja comprovada e registrada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a vacina russa deve ser produzida no Brasil pelo Grupo União Química.</p>



<p>Já a proposta britânica da farmacêutica AstraZeneca e da Universidade de Oxford usa um adenovírus de chimpanzé como vetor viral. Essa vacina encontra-se em fase de testes no Brasil, e o governo federal assinou um acordo de transferência de tecnologia para que a Fundação Oswaldo Cruz possa produzi-la.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/tipos-de-vacina-contra-covid-19-D.jpg" alt="" class="wp-image-685" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/tipos-de-vacina-contra-covid-19-D.jpg 754w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/tipos-de-vacina-contra-covid-19-D-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption>um tubo de ensaio etiquetado com a vacina é visto na frente do logotipo da AstraZeneca. REUTERS/Dado Ruvic/Illustration/File Photo</figcaption></figure>



<p>&#8220;As vacinas são de adenovírus vivo, mas são não-replicantes. Eles retiram da estrutura do adenovírus as proteínas responsáveis por sua multiplicação. Esses adenovírus são vírus de resfriado&#8221;, explica Kfouri, que acrescenta que os adenovírus foram escolhidos para transportar a proteína S porque provocam pouca resposta imunológica, permitindo que o corpo concentre sua reação na proteína do coronavírus.</p>



<h2>Vacinas genéticas</h2>



<p>Outra tecnologia em testes, nunca antes usada em imunização, é a das vacinas de RNA ou DNA, que inserem ácidos nucléicos do novo coronavírus no corpo humano. Até este momento, apenas vacinas que utilizam RNA chegaram à fase três de estudos clínicos, e seu funcionamento prevê que, ao entrar no organismo, o ácido nucléico do novo coronavírus fará com que as próprias células humanas produzam a proteína S, que, por sua vez, desencadeará a produção de defesas no organismo.</p>



<p>Caso a eficácia e segurança seja confirmada, essa tecnologia é considerada mais rápida para a produção em larga escala, já que a vacina utiliza RNA sintético, o que dispensa o cultivo do vírus em laboratório. Os estudos em fase 3 que buscam confirmar a eficácia e segurança de vacinas de RNA estão sob o comando da farmacêutica americana Moderna em parceria com o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos, e do grupo de pesquisa que reúne a também americana Pfizer, a alemã Biontech e a chinesa Fosun Pharma.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Kfouri explica que as pesquisas que utilizam vacinas de RNA também caminharam rápido por terem partido de estudos que já estavam em andamento para desenvolver vacinas contra outros coronavírus e o ebola. &#8220;Essa tecnologia tem um potencial de ser utilizada em muitas outras vacinas, por essa capacidade de rápida produção. Pode ser que, se der certo, a gente migre outras vacinas que a gente já usa hoje para essa plataforma&#8221;.</p>



<h2>Vacinas proteicas sub-unitárias</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/tipos-de-vacina-contra-covid-19-E.jpg" alt="" class="wp-image-686" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/tipos-de-vacina-contra-covid-19-E.jpg 754w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/tipos-de-vacina-contra-covid-19-E-300x200.jpg 300w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/10/tipos-de-vacina-contra-covid-19-E-310x205.jpg 310w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption>Frasco rotulado como vacina contra Covid-19 em foto de ilustração
10/04/2020 REUTERS/Dado Ruvic/Illustration</figcaption></figure>



<p>A quarta tecnologia que está em desenvolvimento e já chegou aos estudos de fase 3 é a das vacinas proteicas sub-unitárias, que propõem a injeção da proteína S e outras proteínas do novo coronavírus diretamente no corpo humano, sem o intermédio de vetores virais.</p>



<p>Entre as dez vacinas em estudos de fase três, a única desse tipo é a produzida pela farmacêutica americana Novavax.</p>



<p>&#8220;Elas levam pedacinhos do vírus, como a gente faz com a vacina da gripe e do HPV. A gente pega pedaços da proteína S, da proteína M, da proteína E, e faz vacinas com esses fragmentos do vírus, que também precisa ser cultivado e inativado, só que em vez do vírus inteiro, a vacina leva partículas virais, subunidades do vírus&#8221;.</p>



<p><strong>FONTE: </strong>Agência Brasil</p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fconheca-os-tipos-de-vacina-contra-covid-19%2F&amp;linkname=Existem%204%20tipos%20diferentes%20de%20vacina%20contra%20covid-19.%20Conhe%C3%A7a%20cada%20uma%20delas" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fconheca-os-tipos-de-vacina-contra-covid-19%2F&amp;linkname=Existem%204%20tipos%20diferentes%20de%20vacina%20contra%20covid-19.%20Conhe%C3%A7a%20cada%20uma%20delas" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_email" href="https://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fconheca-os-tipos-de-vacina-contra-covid-19%2F&amp;linkname=Existem%204%20tipos%20diferentes%20de%20vacina%20contra%20covid-19.%20Conhe%C3%A7a%20cada%20uma%20delas" title="Email" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fconheca-os-tipos-de-vacina-contra-covid-19%2F&amp;linkname=Existem%204%20tipos%20diferentes%20de%20vacina%20contra%20covid-19.%20Conhe%C3%A7a%20cada%20uma%20delas" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a></p><p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/conheca-os-tipos-de-vacina-contra-covid-19/">Existem 4 tipos diferentes de vacina contra covid-19. Conheça cada uma delas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://saudenacapital.com.br/conheca-os-tipos-de-vacina-contra-covid-19/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como a obesidade aumenta o risco grave de COVID-19?</title>
		<link>https://saudenacapital.com.br/como-a-obesidade-aumenta-o-risco-grave-de-covid-19/</link>
					<comments>https://saudenacapital.com.br/como-a-obesidade-aumenta-o-risco-grave-de-covid-19/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2020 12:34:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE DESTAQUE HOME]]></category>
		<category><![CDATA[#OBESIDADE FATOR DE RISCO COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19 X OBESIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[OBESIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[PANDEMIA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://saudenacapital.com.br/?p=307</guid>

					<description><![CDATA[<p>LONDRES (Reuters) &#8211; Evidências emergentes em todo o mundo sugerem que pessoas com sobrepeso ou obesidade têm maior risco de ficar gravemente doentes com COVID-19, a doença causada pelo coronavírus SARS-CoV2. Os cientistas ainda estão aprendendo sobre quais mecanismos específicos podem explicar esse link, mas eles dizem que alguns fatores prováveis ​​são: &#8211; A obesidade &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/como-a-obesidade-aumenta-o-risco-grave-de-covid-19/">Como a obesidade aumenta o risco grave de COVID-19?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>LONDRES (Reuters) &#8211; Evidências emergentes em todo o mundo sugerem que pessoas com sobrepeso ou obesidade têm maior risco de ficar gravemente doentes com COVID-19, a doença causada pelo coronavírus SARS-CoV2.</p>



<p>Os cientistas ainda estão aprendendo sobre quais mecanismos específicos podem explicar esse link, mas eles dizem que alguns fatores prováveis ​​são:</p>



<p>&#8211; A obesidade leva ao acúmulo de gordura em órgãos vitais, como o coração, e leva à resistência à insulina e pressão alta.&nbsp;Isso significa que a obesidade geralmente coincide com outras condições de saúde, incluindo diabetes, coração fraco e menos fígado e rins que funcionam bem.</p>



<p>&#8211; O excesso de gordura também pode afetar o sistema respiratório.&nbsp;Em outras palavras, pode deixar alguém sem fôlego e menos capaz de obter oxigênio no sangue e ao redor do corpo.&nbsp;Também é provável que tenha um efeito nas funções inflamatórias e imunológicas.</p>



<p>&#8211; &#8220;A obesidade coloca pressão extra e pressão metabólica em quase todos os sistemas orgânicos do corpo&#8221;, disse Susan Jebb, professora de dieta e saúde da população na Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha.&nbsp;&#8220;Portanto, talvez não seja surpreendente que isso também exacerbe o risco de complicações no COVID-19&#8221;.</p>



<h3>TECIDO GORDO</h3>



<p>&#8211; O tecido adiposo &#8211; também conhecido como tecido adiposo &#8211; possui altos níveis de uma enzima chamada enzima de conversão da angiotensina, ou ACE2, que é usada pelo novo coronavírus para entrar nas células.</p>



<p>Pessoas com níveis mais altos de ACE2 no sangue e em outros tecidos provavelmente são mais suscetíveis à infecção por COVID-19.</p>



<h3>DOIS CLASH &#8216;PANDEMICS&#8217;</h3>



<p>Francesco Rubino, especialista em obesidade e presidente de cirurgia metabólica e bariátrica do King&#8217;s College London, chama o link COVID-obesidade de &#8220;choque de duas pandemias&#8221;.</p>



<p>&#8220;A pandemia de (coronavírus) realmente traz à tona a necessidade de combater a obesidade de forma mais agressiva&#8221;, disse ele.&nbsp;&#8220;Uma lição da pandemia de COVID-19 é que não tratar a obesidade não é uma opção.&#8221;</p>



<p><strong>FONTE:</strong> REUTERS >> Reportagem de Kate Kelland</p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fcomo-a-obesidade-aumenta-o-risco-grave-de-covid-19%2F&amp;linkname=Como%20a%20obesidade%20aumenta%20o%20risco%20grave%20de%20COVID-19%3F" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fcomo-a-obesidade-aumenta-o-risco-grave-de-covid-19%2F&amp;linkname=Como%20a%20obesidade%20aumenta%20o%20risco%20grave%20de%20COVID-19%3F" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_email" href="https://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fcomo-a-obesidade-aumenta-o-risco-grave-de-covid-19%2F&amp;linkname=Como%20a%20obesidade%20aumenta%20o%20risco%20grave%20de%20COVID-19%3F" title="Email" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fcomo-a-obesidade-aumenta-o-risco-grave-de-covid-19%2F&amp;linkname=Como%20a%20obesidade%20aumenta%20o%20risco%20grave%20de%20COVID-19%3F" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a></p><p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/como-a-obesidade-aumenta-o-risco-grave-de-covid-19/">Como a obesidade aumenta o risco grave de COVID-19?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://saudenacapital.com.br/como-a-obesidade-aumenta-o-risco-grave-de-covid-19/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cartões por aproximação são alternativas para evitar covid-19</title>
		<link>https://saudenacapital.com.br/cartoes-por-aproximacao-sao-alternativas-para-evitar-covid-19/</link>
					<comments>https://saudenacapital.com.br/cartoes-por-aproximacao-sao-alternativas-para-evitar-covid-19/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2020 13:53:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[CARTÕES POR APROXIMAÇÃO COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[COMÉRCIO]]></category>
		<category><![CDATA[PANDEMIA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://saudenacapital.com.br/?p=236</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pandemia contribuiu para o aumento do uso desse recurso Durante a pandemia do novo coronavírus, uma das formas de prevenção é evitar o contato com superfícies que possam estar contaminadas. Uma ação nesse sentido tem sido substituir os cartões que precisam de inserção nas máquinas de pagamento por outros mecanismos que efetivem a transação apenas &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/cartoes-por-aproximacao-sao-alternativas-para-evitar-covid-19/">Cartões por aproximação são alternativas para evitar covid-19</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pandemia contribuiu para o aumento do uso desse recurso</p>



<p>Durante a pandemia do novo coronavírus, uma das formas de prevenção é evitar o contato com superfícies que possam estar contaminadas. Uma ação nesse sentido tem sido substituir os cartões que precisam de inserção nas máquinas de pagamento por outros mecanismos que efetivem a transação apenas por aproximação.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1311733&amp;o=node"></p>



<p>A Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) tem visto uma ampliação do emprego desse recurso. A entidade ainda não tem dados sobre o uso do mecanismo durante o período da pandemia, mas a ação com os associados mostra crescimento da modalidade entre correntistas.</p>



<p>Na avaliação do diretor executivo da associação, Ricardo Vieira, essa ferramenta já vinha ganhando espaço, mas a pandemia contribuiu para o aumento.&nbsp;&nbsp;“Ela vem crescendo por diversos fatores. Estamos conseguindo convencer vários segmentos da importância da aceitação. Tem linha de ônibus em São Paulo, metrô no Rio&nbsp;de Janeiro, pedágios em São Paulo. Mas a pandemia incentiva esse tipo de uso porque fica com mais higiene, não há contato com máquina”, comenta.</p>



<p>Segundo Vieira, a tendência é que essa modalidade de pagamento seja adotada, a cada dia, por um número maior de pessoas no país e fique como legado do momento atual. “Acreditamos que vai continuar crescendo muito fortemente porque no mundo pós-pandemia vamos acabar incorporando hábitos adquiridos neste período”, projeta.</p>



<p>Um desafio, no entanto, ainda é a necessidade de digitação, que demanda o contato com a máquina. Instituições passaram a liberar do procedimento compras de até R$ 50. A partir do início do mês, o limite foi elevado para R$ 100.</p>



<p>Para o médico infectologista Hemerson Luz, o emprego desse tipo de cartão contribui para evitar formas de contaminação. Ele lembra que o novo coronavírus é transmitido por gotículas no ar ou em superfícies e máquinas de cartão são um exemplo de objetos que podem causar a contaminação.</p>



<p>“A máquina de cartão é uma superfície potencialmente contaminável. Alguém que tossiu e tocou nela pode contaminar. Isso pode infectar outra pessoa. Quando se evita o contato físico com o objeto, se considerada superfície contaminada, ela pode ajudar”, explica.</p>



<p>Hemerson acrescenta que a ação de lojistas, como envolver com plástico as máquinas, também é importante, pois facilita a higienização, uma vez que para uma parte das compras ainda é preciso digitar a senha. Por isso, é importante buscar equipamentos com esse tipo de proteção.</p>



<p>No caso do pagamento por aproximação de celulares, o risco de contaminação é “muito baixo”, conforme o especialista. Mas, mesmo assim, é importante também manter a higienização do aparelho.</p>



<p>“O celular é considerado objeto contaminado antes da pandemia, por bactérias, microorgnismos diversos. Já deve ser preocupação a rotina de limpeza. Algumas pessoas têm passado filme. Estabelecendo rotina de limpeza diminui a possibilidade de contágio”, afirma o médico.</p>



<p>A professora de matemática Isis Busch conta que já utilizava o cartão por aproximação por uma questão de “praticidade”,&nbsp; pois considerava que era mais simples do que&nbsp;ter&nbsp;de encostar na máquina. Com a pandemia, a opção ficou mais consolidada.</p>



<p>“Agora então, com a preocupação de não compartilhar objetos para evitar espalhar o vírus, o cartão por aproximação tem sido muito útil. Eu aumentei o valor que o cartão pode passar por aproximação sem necessidade de senha (antes R$ 50, agora R$ 100) e mantenho quase todas as transações abaixo desse valor, o que evita ter de encostar na maquininha para digitar a senha sempre”, disse.</p>



<p>FONTE: Agência Brasil</p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fcartoes-por-aproximacao-sao-alternativas-para-evitar-covid-19%2F&amp;linkname=Cart%C3%B5es%20por%20aproxima%C3%A7%C3%A3o%20s%C3%A3o%20alternativas%20para%20evitar%20covid-19" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fcartoes-por-aproximacao-sao-alternativas-para-evitar-covid-19%2F&amp;linkname=Cart%C3%B5es%20por%20aproxima%C3%A7%C3%A3o%20s%C3%A3o%20alternativas%20para%20evitar%20covid-19" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_email" href="https://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fcartoes-por-aproximacao-sao-alternativas-para-evitar-covid-19%2F&amp;linkname=Cart%C3%B5es%20por%20aproxima%C3%A7%C3%A3o%20s%C3%A3o%20alternativas%20para%20evitar%20covid-19" title="Email" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fcartoes-por-aproximacao-sao-alternativas-para-evitar-covid-19%2F&amp;linkname=Cart%C3%B5es%20por%20aproxima%C3%A7%C3%A3o%20s%C3%A3o%20alternativas%20para%20evitar%20covid-19" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a></p><p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/cartoes-por-aproximacao-sao-alternativas-para-evitar-covid-19/">Cartões por aproximação são alternativas para evitar covid-19</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://saudenacapital.com.br/cartoes-por-aproximacao-sao-alternativas-para-evitar-covid-19/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Covid-19: saiba mais sobre a vacina da Rússia anunciada para agosto</title>
		<link>https://saudenacapital.com.br/covid-19-saiba-mais-sobre-a-vacina-da-russia-anunciada-para-agosto/</link>
					<comments>https://saudenacapital.com.br/covid-19-saiba-mais-sobre-a-vacina-da-russia-anunciada-para-agosto/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2020 13:07:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[PANDEMIA]]></category>
		<category><![CDATA[VACINA RUSSA]]></category>
		<category><![CDATA[VACINA RUSSA COVID-19]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://saudenacapital.com.br/?p=220</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mecanismo é o mesmo da Coronavac, imunizante chinês que será testado no Brasil a partir de segunda-feira (20); infectologista diz que avanço é ilusão A Rússia anunciou que terá vacina contra a covid-19 em agosto. &#8220;Lá para 14 ou15 de agosto, espero, a quantidade pequena de vacina que devemos ser capazes de produzir entrará em &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/covid-19-saiba-mais-sobre-a-vacina-da-russia-anunciada-para-agosto/">Covid-19: saiba mais sobre a vacina da Rússia anunciada para agosto</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mecanismo é o mesmo da Coronavac, imunizante chinês que será testado no Brasil a partir de segunda-feira (20); infectologista diz que avanço é ilusão</p>



<p>A Rússia anunciou que terá vacina contra a covid-19 em agosto. &#8220;Lá para 14 ou15 de agosto, espero, a quantidade pequena de vacina que devemos ser capazes de produzir entrará em circulação pública&#8221;, afirmou Alexander Ginsburg, diretor do Instituto Gamaleya, em Moscou, de acordo com a Reuters. Assim, o país seria o primeiro do mundo a ter um imunizante contra a doença.</p>



<p>Mas&nbsp;o infectologista Alexandre Barbosa, chefe do departamento de Infectologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista), explica que, na verdade, a vacina russa não está mais avançada do que outras produzidas ao redor do mundo e que estão na fase 3 (última etapa de testes). &#8220;[esse prazo apresentado pela vacina russa] diz respeito à fase em que a vacina é testada nas populações de maior risco, que deve durar no mínimo três meses&#8221;, afirma.PUBLICIDADE</p>



<p>A agência de notícias russa RIA confirma essa informação. &#8220;Isso será equivalente a um teste de fase 3, já que as pessoas que receberem a vacina ficarão sob supervisão&#8221;, segundo a Reuters.</p>



<p>Há atualmente 19 vacinas contra a covid-19 no mundo em fase de testes em humanos, sendo que apenas duas estão na fase 3, ainda de acordo com a Reuters. Uma é a chinesa Sinopharm, a outra é a vacina da Universidade de Oxford, do Reino Unido, com a empresa AstraZeneca, que tem parte do teste realizado no Brasil pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). A Coronavac, produzida pelo laboratório chinês Sinovac Biotech e coordenada no Brasil pelo Instituto Butantan, deve se tornar a terceira no final deste mês, também com testes por aqui a partir de 20 de julho.</p>



<p>Caso a comercialização seja aprovada, as vacinas da Oxford e a Coronavac serão distribuídas pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Já a vacina russa não deve estar disponível no país, nem em clínicas particulares. &#8220;Pelo menos inicialmente, qualquer vacina que for aprovada para uso, estará disponível somente na rede pública&#8221;, afirma Juarez Cunha, presidente da SBIm&nbsp;(Sociedade Brasileira de Imuzações).</p>



<p><strong>Vacina russa é parecida com Coronavac</strong></p>



<p>Os mecanismos de ação das vacinas são diferentes, embora todas tenham o mesmo objetivo, que é produzir uma memória de defesa no organismo. A infectologista Rosana Richtmann, da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), explica que a vacina de Oxford é preparada por meio da combinação de adenovírus inativados e proteínas do Sars-Cov-2, o coronavírus que causa a covid-19.</p>



<p>Até o momento, cerca de 10% dos voluntários apresentaram efeitos colaterais comuns entre vacinas, como febre de leve a moderada, por no máximo dois dias, segundo a médica.</p>



<p><small>Publicidade</small>Fechar anúncio</p>



<p>Já a Coronavac é feita com fragmentos do novo coronavírus inativado. De acordo com Barbosa, apesar de mais segura, esse tipo de vacina não é tão eficiente. Por esse motivo, é preciso adicionar ao imunizante os chamados adjuvantes, substâncias que melhoraram sua efetividade.</p>



<p>O adjuvante usado na Coronavac é uma formulação de alumínio, que “pareceu promover altas quantidades de anticorpos neutralizantes”, segundo artigo publicado na revista científica&nbsp;<em>Nature</em>&nbsp;no dia 4 de junho.</p>



<p>Nas duas primeiras fases de testes da Coronavac, mais de 90% dos voluntários desenvolveram anticorpos e nenhum deles apresentou efeitos colaterais graves.</p>



<p>Segundo a infectologista Raquel Garcia, da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), o mecanismo da vacina russa é semelhante à Coronavac, pois ambas são preparadas com pedaços inativos do vírus.</p>



<p>“A diferença é que a Coronavac utiliza de pedaços da proteína spike, que é uma membrana da cápsula externa do vírus, já a vacina russa utiliza pedaços do RNA, que é localizado dentro do vírus”, explica. Ela afirma que o primeiro modelo produz maior reação no organismo.</p>



<p><strong>Segura para uso</strong></p>



<p>Resultados iniciais de um primeiro teste em pequena escala da vacina russa desenvolvida com humanos demonstraram que ela é segura para uso, de acordo com informações da Reuters.</p>



<p>Os testes da vacina russa com humanos começaram em 18 de junho. Outros 20 voluntários receberam a vacina em um hospital militar no dia 23 de junho. Todos não apresentaram nenhuma reação adversa significativa, ainda de acordo com a agência de notícias.</p>



<p>&#8220;Dados disponíveis atualmente mostram que os voluntários desenvolveram uma reação imunológica à vacina contra o coronavírus&#8221;, afirmou o Ministério da Defesa russo em publicação da Reuters.&nbsp;</p>



<p><strong>FONTE:</strong> R7</p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fcovid-19-saiba-mais-sobre-a-vacina-da-russia-anunciada-para-agosto%2F&amp;linkname=Covid-19%3A%20saiba%20mais%20sobre%20a%20vacina%20da%20R%C3%BAssia%20anunciada%20para%20agosto" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fcovid-19-saiba-mais-sobre-a-vacina-da-russia-anunciada-para-agosto%2F&amp;linkname=Covid-19%3A%20saiba%20mais%20sobre%20a%20vacina%20da%20R%C3%BAssia%20anunciada%20para%20agosto" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_email" href="https://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fcovid-19-saiba-mais-sobre-a-vacina-da-russia-anunciada-para-agosto%2F&amp;linkname=Covid-19%3A%20saiba%20mais%20sobre%20a%20vacina%20da%20R%C3%BAssia%20anunciada%20para%20agosto" title="Email" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fcovid-19-saiba-mais-sobre-a-vacina-da-russia-anunciada-para-agosto%2F&amp;linkname=Covid-19%3A%20saiba%20mais%20sobre%20a%20vacina%20da%20R%C3%BAssia%20anunciada%20para%20agosto" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a></p><p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/covid-19-saiba-mais-sobre-a-vacina-da-russia-anunciada-para-agosto/">Covid-19: saiba mais sobre a vacina da Rússia anunciada para agosto</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://saudenacapital.com.br/covid-19-saiba-mais-sobre-a-vacina-da-russia-anunciada-para-agosto/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hábitos que podem ajudar a sua saúde mental em tempos de Coronavírus</title>
		<link>https://saudenacapital.com.br/habitos-que-podem-ajudar-a-sua-saude-mental-em-tempos-de-coronavirus/</link>
					<comments>https://saudenacapital.com.br/habitos-que-podem-ajudar-a-sua-saude-mental-em-tempos-de-coronavirus/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2020 07:24:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE MENTAL]]></category>
		<category><![CDATA[CORONAVÍRUS]]></category>
		<category><![CDATA[HÁBITOS SAUDÁVEIS]]></category>
		<category><![CDATA[PANDEMIA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://saudenacapital.com.br/?p=124</guid>

					<description><![CDATA[<p>Lidar com as emoções e colocar o corpo em movimento é importante para te manter em equilíbrio Já no início de 2020 fomos surpreendidos com a chegada do novo Coronavírus, o agente que provoca a Covid-19, doença que afeta o sistema respiratório humano. Desde então, temos lidado com um turbilhão de sensações, que inclui o &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/habitos-que-podem-ajudar-a-sua-saude-mental-em-tempos-de-coronavirus/">Hábitos que podem ajudar a sua saúde mental em tempos de Coronavírus</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Lidar com as emoções e colocar o corpo em movimento é importante para te manter em equilíbrio</em></p>



<p>Já no início de 2020 fomos surpreendidos com a chegada do novo Coronavírus, o agente que provoca a Covid-19, doença que afeta o sistema respiratório humano. Desde então, temos lidado com um turbilhão de sensações, que inclui o medo de adoecer, ou de ver algum ente querido adoecer, a preocupação ao sair de casa, a frustração de cancelar compromissos e a incerteza de quando tudo isso vai passar.</p>



<p>Mas não se sinta só nessa! Diante de tantos desafios, a cabeça realmente entra em outra frequência, e isso está acontecendo com todo mundo. Viver em tempos de pandemia é também uma jornada mental. Por isso, os cuidados que devemos tomar não podem ser somente com o corpo. Vale ficar de olho nas emoções também.</p>



<h2><strong>Entendendo o mecanismo</strong></h2>



<p>Em entrevista ao Saúde Brasil, Maria Dilma Alves, Psiquiatra e Coordenadora Nacional de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas do Ministério da Saúde, nos lembrou que os sintomas ansiosos estão presentes em diversos momentos da nossa vida, mas é quando eles se tornam desproporcionais em duração e intensidade que devemos encarar como um problema.</p>



<p>Sendo assim, podemos encarar isso como um mecanismo de defesa do nosso corpo diante de alguma situação desafiadora. E nada mais desafiador que lidar com um inimigo invisível, como é o caso desse novo vírus.</p>



<p>Diversos são os gatilhos que desencadeiam o estresse e os sintomas ansiosos ou depressivos. Estamos falando de uma realidade que ninguém esperava viver. E não se trata apenas da adaptação do trabalho para dentro de casa. Foi a nossa vida social a maior prejudicada.</p>



<p>Nunca a tecnologia foi tão requisitada como agora. Para driblar a saudade dos amigos e familiares, lançamos mão das chamadas de vídeo. Para o trabalho remoto, reorganizamos a rotina. Para qualquer atividade que demande uma saída de casa, foram adquiridos alguns cuidados.</p>



<p>Mas para lidar com tudo isso ao mesmo tempo, alguns hábitos podem ajudar a conservar a mente e corpo são. Manter a rotina de casa, do trabalho e de lazer organizada, ter o hábito de conversar com os amigos e familiares, cuidar do sono e manter uma alimentação adequada e saudável são partes das recomendações que vão ajudar a preservar a sua saúde mental.</p>



<h2><strong>Atividade física como sua aliada</strong></h2>



<p>Colocar o corpo em movimento é&nbsp; uma importante via para te manter em equilíbrio. Muito além de manter ou perder peso, as atividades físicas são aliadas da saúde e do bem-estar.</p>



<p>Segundo o Ministério da Saúde, por meio da atividade física é possível garantir o aumento da disposição para realizar outras tarefas, o fortalecimento dos ossos e músculos, a melhora da flexibilidade e capacidade funcional, a melhora da qualidade do sono, do humor, dos quadros depressivos, da autoestima e da sensação de bem-estar, além da redução da ansiedade e estresse.</p>



<h2><strong>Atividades para fazer em casa e seus benefícios</strong></h2>



<h5><strong>Alongamento</strong></h5>



<p>Além de melhorar a flexibilidade, o alongamento pode ser uma atividade física prazerosa e relaxante. Os exercícios de alongamento e relaxamento podem ser realizados em casa, sem a necessidade de muito espaço, como no chão ou em pé.</p>



<p>Principalmente agora com o teletrabalho como opção, eles são grandes aliados e auxiliam também na quebra do comportamento sedentário, que é a realização de atividades de baixo ou nenhum gasto energético geralmente realizadas na posição sentada em frente a telas de computador, televisão, celulares e tablets.</p>



<p>Levantar da cadeira a cada 30 minutos para pegar água ou ir ao banheiro, por exemplo, é algo simples, mas que já promove a quebra desse comportamento sedentário e pode trazer benefícios para a saúde.</p>



<h5><strong>Dança</strong></h5>



<p>Além de ajudar a manter o peso saudável, dançar aumenta a flexibilidade, trabalha a coordenação motora, incentiva a criatividade e ainda ajuda a melhorar a autoestima. Além de tudo isso, a prática é divertida e prazerosa. Essa ainda é uma ótima alternativa para esse período, até porque dançar não exige que você saia de casa. É só ligar uma música e se jogar no ritmo!</p>



<p></p>



<p><strong>FONTE: </strong>Saúde Brasil</p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fhabitos-que-podem-ajudar-a-sua-saude-mental-em-tempos-de-coronavirus%2F&amp;linkname=H%C3%A1bitos%20que%20podem%20ajudar%20a%20sua%20sa%C3%BAde%20mental%20em%20tempos%20de%20Coronav%C3%ADrus" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fhabitos-que-podem-ajudar-a-sua-saude-mental-em-tempos-de-coronavirus%2F&amp;linkname=H%C3%A1bitos%20que%20podem%20ajudar%20a%20sua%20sa%C3%BAde%20mental%20em%20tempos%20de%20Coronav%C3%ADrus" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_email" href="https://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fhabitos-que-podem-ajudar-a-sua-saude-mental-em-tempos-de-coronavirus%2F&amp;linkname=H%C3%A1bitos%20que%20podem%20ajudar%20a%20sua%20sa%C3%BAde%20mental%20em%20tempos%20de%20Coronav%C3%ADrus" title="Email" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fhabitos-que-podem-ajudar-a-sua-saude-mental-em-tempos-de-coronavirus%2F&amp;linkname=H%C3%A1bitos%20que%20podem%20ajudar%20a%20sua%20sa%C3%BAde%20mental%20em%20tempos%20de%20Coronav%C3%ADrus" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a></p><p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/habitos-que-podem-ajudar-a-sua-saude-mental-em-tempos-de-coronavirus/">Hábitos que podem ajudar a sua saúde mental em tempos de Coronavírus</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://saudenacapital.com.br/habitos-que-podem-ajudar-a-sua-saude-mental-em-tempos-de-coronavirus/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conheça resultado do maior estudo sobre a covid-19 no Brasil</title>
		<link>https://saudenacapital.com.br/conheca-resultado-do-maior-estudo-sobre-a-covid-19-no-brasil/</link>
					<comments>https://saudenacapital.com.br/conheca-resultado-do-maior-estudo-sobre-a-covid-19-no-brasil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2020 19:34:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[ESTUDOS COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[PANDEMIA]]></category>
		<category><![CDATA[PELOTAS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://saudenacapital.com.br/?p=29</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisa foi feita pela Universidade Federal de Pelotas Nesta quinta-feira(2), representantes do Ministério da Saúde e a da Universidade Federal de Pelotas, do Rio Grande do Sul, participaram de entrevista coletiva para divulgar&#160;os resultados do maior estudo sobre a covid-19 no Brasil,&#160;além do balanço de distribuição de recursos financeiros e de medicamentos. Segundo o coordenador &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/conheca-resultado-do-maior-estudo-sobre-a-covid-19-no-brasil/">Conheça resultado do maior estudo sobre a covid-19 no Brasil</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pesquisa foi feita pela Universidade Federal de Pelotas</p>



<p>Nesta quinta-feira(2), representantes do Ministério da Saúde e a da Universidade Federal de Pelotas, do Rio Grande do Sul, participaram de entrevista coletiva para divulgar&nbsp;os resultados do maior estudo sobre a covid-19 no Brasil,&nbsp;além do balanço de distribuição de recursos financeiros e de medicamentos.</p>



<p>Segundo o coordenador da pesquisa&nbsp;e reitor da Universidade Federal de Pelotas, Pedro Hallal, a maior novidade do estudo é que 91% dos entrevistados apresentaram sintomas, diferentemente de outras pesquisas. Das 2 mil pessoas testadas positivo, mais de 62,9% tiveram alteração de olfato e paladar, 62,2% tiveram dor de cabeça, 56,2% relataram febre, 53,1% tiveram tosse e 52,3% informaram dores no corpo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Estamos dizendo que os sintomas da covid-19 aparecem e isso é bom para as autoridades locais desenvolverem protocolos para identificar os sintomas. Mas não quer dizer que cada uma delas necessitará de atendimento hospitalar”, ponderou Hallal.</p></blockquote>



<p>A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) encontrada foi de 1,15%. Esse índice varia por faixa etária. Ele defendeu que este número é “consistente” e indica uma proporção segura na amostra averiguada.</p>



<p>Foram detectadas diferenças nas regiões do país. No Norte houve uma oscilação entre a 2ª&nbsp;e a 3ª&nbsp;fase, enquanto nas demais foi identificado crescimento neste período.</p>



<p>No recorte de gênero, os índices são semelhantes. Na distribuição por idade, a investigação mostrou que crianças pegam o vírus como pessoas mais velhas, embora estas tenham mais risco de evolução para quadro grave do que aquelas.</p>



<p>Em relação à transmissão dentro das famílias, o estudo trouxe resultados diferentes de outras pesquisas acadêmicas. Foram encontrados 39% de positivos, enquanto na literatura acadêmica sobre o tema a média é de 20%.</p>



<p>Os autores verificaram também o distanciamento social. As pessoas que saíram diariamente aumentaram de 20,2% para 26,2% entre a primeira e terceira fases da análise. Da mesma forma, o contingente que relatou ficar sempre em casa diminuiu de 23,1% para 18,9% entre a primeira e a última fase.</p>



<p>Foram entrevistadas pessoas em 133 cidades em todo o país, selecionadas por serem as mais populosas das regiões intermediárias. Foi maior estudo epidemiológico do mundo, verificando 90 mil pessoas com teste para o novo coronavírus, escolhidas por sorteio. Foi utilizado teste rápido (que verifica anticorpos). Os organizadores apresentaram um bom desempenho.</p>



<p>O secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, afirmou que esses números têm de ser avaliados pois confrontam os de outros estudos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Ainda precisaremos de outros elementos para compreender completamente a dinâmica da doença no território. Os dados trazidos pela UFPel&nbsp;serão confrontados com outros estudos. Mas certamente é contribuição do Brasil para comunidade científica internacional”, comentou.</p></blockquote>



<p>O estudo conduzido pela Universidade Federal de Pelotas encontrou uma média de 3,8% de infecção na última das três etapas. Na primeira fase, no meio de maio, o índice era de 1,9%. O percentual aumentou para 3,1% na segunda fase. A diferença entre pessoas que tiveram anticorpos detectados e os casos notificados foi de 6 vezes na última etapa.</p>



<p>Na análise por nível socioeconômico, há diferenças. Os 20% mais pobres da população têm o dobro da infecção dos que os 20% mais ricos da população.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Uma explicação que pode ser dada é a questão da aglomeração, de habitações com menos cômodos, mas vamos explorar isso nos próximos meses”, observou o acadêmico.</p></blockquote>



<h2>Recursos</h2>



<p>Ainda durante a entrevista coletiva, os representantes do Ministério da Saúde anunciaram a liberação de R$ 13,8 bilhões para estados e municípios com o objetivo de apoiar as ações de prevenção e combate à pandemia do novo coronavírus, sendo R$ 11,3 bilhões a prefeituras e R$ 2,5 bilhões a administrações estaduais.</p>



<p>Os critérios utilizados para municípios foram faixas populacionais, valores de produção de média e alta complexidades e valores transferidos em relação ao piso da atenção básica em 2019. No total, foram disponibilizados R$ 25 bilhões aos outros entes federados.</p>



<h2><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2020-07/ministerio-reune-voluntarios-para-estudo-clinico-contra-covid-19" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministério reúne voluntários para estudo clínico contra novo coronavírus&nbsp;</a></h2>



<p>Equipes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) completam na próxima segunda-feira (6) uma rota de&nbsp;quatro municípios paulistas, com o objetivo de reunir participantes para aderir a um estudo clínico que irá investigar a eficácia da&nbsp;nitazoxanida no tratamento de covid-19. A ação #500VoluntáriosJÁ realizou hoje (2) sua segunda etapa, com passagem do ministro titular da pasta, Marcos Pontes, por Barueri.</p>



<p>Segundo o coordenador da pesquisa&nbsp;e reitor da Universidade Federal de Pelotas, Pedro Hallal, a maior novidade do estudo é que 91% dos entrevistados apresentaram sintomas, diferentemente de outras pesquisas. Das 2 mil pessoas testadas positivo, mais de 62,9% tiveram alteração de olfato e paladar, 62,2% tiveram dor de cabeça, 56,2% relataram febre, 53,1% tiveram tosse e 52,3% informaram dores no corpo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Estamos dizendo que os sintomas da covid-19 aparecem e isso é bom para as autoridades locais desenvolverem protocolos para identificar os sintomas. Mas não quer dizer que cada uma delas necessitará de atendimento hospitalar”, ponderou Hallal.</p></blockquote>



<p>A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) encontrada foi de 1,15%. Esse índice varia por faixa etária. Ele defendeu que este número é “consistente” e indica uma proporção segura na amostra averiguada.</p>



<p>Foram detectadas diferenças nas regiões do país. No Norte houve uma oscilação entre a 2ª&nbsp;e a 3ª&nbsp;fase, enquanto nas demais foi identificado crescimento neste período.</p>



<p>No recorte de gênero, os índices são semelhantes. Na distribuição por idade, a investigação mostrou que crianças pegam o vírus como pessoas mais velhas, embora estas tenham mais risco de evolução para quadro grave do que aquelas.</p>



<p>Em relação à transmissão dentro das famílias, o estudo trouxe resultados diferentes de outras pesquisas acadêmicas. Foram encontrados 39% de positivos, enquanto na literatura acadêmica sobre o tema a média é de 20%.</p>



<p>Os autores verificaram também o distanciamento social. As pessoas que saíram diariamente aumentaram de 20,2% para 26,2% entre a primeira e terceira fases da análise. Da mesma forma, o contingente que relatou ficar sempre em casa diminuiu de 23,1% para 18,9% entre a primeira e a última fase.</p>



<p>Foram entrevistadas pessoas em 133 cidades em todo o país, selecionadas por serem as mais populosas das regiões intermediárias. Foi maior estudo epidemiológico do mundo, verificando 90 mil pessoas com teste para o novo coronavírus, escolhidas por sorteio. Foi utilizado teste rápido (que verifica anticorpos). Os organizadores apresentaram um bom desempenho.</p>



<p>O secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, afirmou que esses números têm de ser avaliados pois confrontam os de outros estudos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Ainda precisaremos de outros elementos para compreender completamente a dinâmica da doença no território. Os dados trazidos pela UFPel&nbsp;serão confrontados com outros estudos. Mas certamente é contribuição do Brasil para comunidade científica internacional”, comentou.</p></blockquote>



<p>O estudo conduzido pela Universidade Federal de Pelotas encontrou uma média de 3,8% de infecção na última das três etapas. Na primeira fase, no meio de maio, o índice era de 1,9%. O percentual aumentou para 3,1% na segunda fase. A diferença entre pessoas que tiveram anticorpos detectados e os casos notificados foi de 6 vezes na última etapa.</p>



<p>Na análise por nível socioeconômico, há diferenças. Os 20% mais pobres da população têm o dobro da infecção dos que os 20% mais ricos da população.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Uma explicação que pode ser dada é a questão da aglomeração, de habitações com menos cômodos, mas vamos explorar isso nos próximos meses”, observou o acadêmico.</p></blockquote>



<h2>Recursos</h2>



<p>Ainda durante a entrevista coletiva, os representantes do Ministério da Saúde anunciaram a liberação de R$ 13,8 bilhões para estados e municípios com o objetivo de apoiar as ações de prevenção e combate à pandemia do novo coronavírus, sendo R$ 11,3 bilhões a prefeituras e R$ 2,5 bilhões a administrações estaduais.</p>



<p>Os critérios utilizados para municípios foram faixas populacionais, valores de produção de média e alta complexidades e valores transferidos em relação ao piso da atenção básica em 2019. No total, foram disponibilizados R$ 25 bilhões aos outros entes federados.</p>



<h2><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2020-07/ministerio-reune-voluntarios-para-estudo-clinico-contra-covid-19" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministério reúne voluntários para estudo clínico contra novo coronavírus&nbsp;</a></h2>



<p>Equipes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) completam na próxima segunda-feira (6) uma rota de&nbsp;quatro municípios paulistas, com o objetivo de reunir participantes para aderir a um estudo clínico que irá investigar a eficácia da&nbsp;nitazoxanida no tratamento de covid-19. A ação #500VoluntáriosJÁ realizou hoje (2) sua segunda etapa, com passagem do ministro titular da pasta, Marcos Pontes, por Barueri.</p>



<p>Ao comentar o potencial do medicamento, um vermífugo prescrito para giardíase, entre outras infecções parasitárias, o ministro disse que, em análises in vitro, houve uma redução de 94% da carga viral do novo coronavírus.</p>



<p>FONTE: EBC</p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fconheca-resultado-do-maior-estudo-sobre-a-covid-19-no-brasil%2F&amp;linkname=Conhe%C3%A7a%20resultado%20do%20maior%20estudo%20sobre%20a%20covid-19%20no%20Brasil" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fconheca-resultado-do-maior-estudo-sobre-a-covid-19-no-brasil%2F&amp;linkname=Conhe%C3%A7a%20resultado%20do%20maior%20estudo%20sobre%20a%20covid-19%20no%20Brasil" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_email" href="https://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fconheca-resultado-do-maior-estudo-sobre-a-covid-19-no-brasil%2F&amp;linkname=Conhe%C3%A7a%20resultado%20do%20maior%20estudo%20sobre%20a%20covid-19%20no%20Brasil" title="Email" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fconheca-resultado-do-maior-estudo-sobre-a-covid-19-no-brasil%2F&amp;linkname=Conhe%C3%A7a%20resultado%20do%20maior%20estudo%20sobre%20a%20covid-19%20no%20Brasil" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a></p><p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/conheca-resultado-do-maior-estudo-sobre-a-covid-19-no-brasil/">Conheça resultado do maior estudo sobre a covid-19 no Brasil</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://saudenacapital.com.br/conheca-resultado-do-maior-estudo-sobre-a-covid-19-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
