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	<title>NOTÍCIAS DE SAÚDE &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<description>SUA FONTE DE INFORMAÇÃO SEGURA SOBRE SAÚDE</description>
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	<title>NOTÍCIAS DE SAÚDE &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Saúde mental em tempos de crise</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Saúde na Capital]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Apr 2022 19:09:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[saude mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tema da Semana de Psicologia do IESB Evento será realizado nos dias 2 e 3 de maio, entrada gratuita e aberta ao público vai debater os efeitos da pandemia na saúde mental, além de outros conflitos atuais, como o momento de readaptação e convivência coletiva. Saiba como participar A pandemia da Covid-19 atingiu o mundo &#8230;</p>
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<p><strong>Tema da Semana de Psicologia do IESB</strong></p>



<p>Evento será r<em>ealizado nos dias<strong> 2 e 3 de maio</strong>, entrada gratuita e aberta ao público vai debater os efeitos da pandemia na saúde mental, além de outros conflitos atuais, como o momento de readaptação e convivência coletiva. Saiba como participar</em></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Jornada-de-Psicologia.CONVITE-819x1024.png" alt="" class="wp-image-1919" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Jornada-de-Psicologia.CONVITE-819x1024.png 819w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Jornada-de-Psicologia.CONVITE-240x300.png 240w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Jornada-de-Psicologia.CONVITE-768x960.png 768w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Jornada-de-Psicologia.CONVITE.png 1080w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>



<p>A pandemia da Covid-19 atingiu o mundo de forma bastante dura, com destaque para os efeitos sobre a saúde mental. No Brasil, cerca de 44% da população apresentou quadro de ansiedade, e outros 61%, de depressão. Um terço das pessoas que sofreram com a doença foram diagnosticadas com transtorno neurológico, segundo relatório publicado pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Além do medo de adoecer e o trauma de perder entes queridos com o coronavírus, o momento histórico o qual estamos vivenciando tem feito muita gente sofrer ainda com o desemprego, a pobreza e a insegurança. Agora, o mundo todo entra em uma nova fase: o momento de readaptação e convivência coletiva.</p>



<p>Para discutir essas consequências e os próximos desafios em prol do bem-estar, o Centro Universitário IESB promove a Jornada de Psicologia 2022, com o tema Saúde Mental em Tempos de Crise. O evento será realizado nos dias 2 e 3 de maio, de forma presencial, no campus Asa Sul (614 Sul) e no campus Liliane Barbosa, em Ceilândia (QNN 31), no período matutino, das 8h15 às 11h; e noturno, das 19h15 às 22h. O evento é gratuito e aberto ao público. Também haverá atividades on-line, transmitidas do canal do IESB no Youtube.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2022/04/ImagemDivulgação-1-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1918" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2022/04/ImagemDivulgação-1-1024x1024.png 1024w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2022/04/ImagemDivulgação-1-300x300.png 300w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2022/04/ImagemDivulgação-1-150x150.png 150w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2022/04/ImagemDivulgação-1-768x768.png 768w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2022/04/ImagemDivulgação-1.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Nesta edição, o evento discutirá as crises e urgências da sociedade em relação a processos de adoecimento psíquico e doenças mentais conexas a diversos fatores, como o estilo de vida e trabalho. &#8220;<em>Temas importantes, principalmente neste momento pós-pandemia, no qual enfrentamos, por dois anos, um longo período de isolamento social, por conta da Covid-19. Agora entramos em uma nova fase de readaptação de nossas atividades, o que, muitas vezes, tem gerado conflitos interpessoais e adoecimento psíquico. Portanto, é urgente disponibilizar espaços de diálogo com psicólogos, profissionais de diversas áreas de atuação, estudantes em formação e a sociedade civil em prol de avançarmos em reflexões que possam se materializar em ações efetivas a favor do cuidado com a saúde mental, o bem-estar e a qualidade de vida</em>&#8220;, explica a professora Danielle Sousa da Silva, coordenadora do curso de Psicologia do IESB.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2022/04/ImagemDivulgação-3-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1917" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2022/04/ImagemDivulgação-3-1024x1024.png 1024w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2022/04/ImagemDivulgação-3-300x300.png 300w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2022/04/ImagemDivulgação-3-150x150.png 150w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2022/04/ImagemDivulgação-3-768x768.png 768w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2022/04/ImagemDivulgação-3.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A abertura da Jornada será realizada na segunda-feira, 2/5, às 8h15, simultaneamente, no auditório do Bloco D, do IESB Campus Sul; e no auditório 2 do IESB campus Liliane Barbosa, em Ceilândia. Durante o evento, professores e convidados vão apresentar pesquisas e debater assuntos como a relação entre o sono e a saúde mental, a atuação dos psicólogos em espaços hospitalares, a interfaces da psicologia com a socioeducação, a vulnerabilidade e outros.</p>



<p>Também estão na programação, a Mostra dos Projetos de Pesquisa e de Iniciação Científica do curso de psicologia do IESB; Discussão de casos atendidos na Clínica Escola da instituição e a participação da Empresa Júnior Zahir. Formada por estudantes de psicologia do Centro Universitário, o grupo oferece serviços gratuitos como orientação profissional de carreira, planejamento, análise de cargos, recrutamento e seleção, treinamento e desenvolvimento, para instituições de ensino, egressos, discentes, empresas de pequeno, médio e grande porte, entre outras<em>. &#8220;O evento será uma excelente oportunidade também para estudantes que desejam seguir essa profissão possam vislumbrar outros campos de atuação do psicólogo em diversos cenários&#8221;,</em>&nbsp;completa a professora Danielle.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2022/04/ImagemDivulgação-2-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1916" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2022/04/ImagemDivulgação-2-1024x1024.png 1024w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2022/04/ImagemDivulgação-2-300x300.png 300w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2022/04/ImagemDivulgação-2-150x150.png 150w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2022/04/ImagemDivulgação-2-768x768.png 768w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2022/04/ImagemDivulgação-2.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><strong>Visita programada</strong></p>



<p>No dia 3/5, o público vai poder ainda visitar a Clínica Escola de Psicologia do IESB. Para isso, basta agendar nos links:</p>



<p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Visita Programada a Clínica Escola de Psicologia do Campus Oeste:&nbsp;<a href="https://forms.gle/kXzAgCg3ujn37gbA9" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://forms.gle/kXzAgCg3ujn37gbA9</a></p>



<p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Visita Programada a Clínica Escola do Campus Sul:&nbsp;<a href="https://forms.gle/dz4VCdhECB7v5xi98" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://forms.gle/dz4VCdhECB7v5xi98</a></p>



<p><strong>Espaço cultural</strong></p>



<p>O evento promove ainda uma programação cultural, no dia 3/5, às 19h15, nos dois campi. No IESB da Asa Sul, haverá a exibição do curta-metragem &#8220;Colônia&#8221;, que conta o processo da luta antimanicomial dos pacientes psiquiátricos do Hospital Colônia de Barbacena, em Minas Gerais. Atores que participaram do curta e professores do IESB estarão presentes para discutir o filme e seus significados na atualidade. No mesmo dia e horário, quem estiver no IESB campus Ceilândia vai conferir o Sarau PsicoIESB, um espaço de música e poesia.</p>



<p>Confira a programação completa no site: <a href="http://www.iesb.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.iesb.br</a></p>



<p><strong>Jornada de Psicologia do IESB 2022</strong></p>



<p><strong>Data:</strong>&nbsp;2 e 3 de maio</p>



<p><strong>Horário:</strong>&nbsp;período matutino, das 8h15 às 11h; e noturno, das 19h15 às 22h.</p>



<p><strong>Local:</strong>&nbsp;auditório do Bloco D do campus Asa Sul (614 Sul); e auditório 2 do campus Liliane Barbosa, em Ceilândia (QNN 31).</p>



<p>Evento gratuito e aberto ao público.</p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fsaude-mental-em-tempos-de-crise%2F&amp;linkname=Sa%C3%BAde%20mental%20em%20tempos%20de%20crise" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fsaude-mental-em-tempos-de-crise%2F&amp;linkname=Sa%C3%BAde%20mental%20em%20tempos%20de%20crise" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_email" href="https://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fsaude-mental-em-tempos-de-crise%2F&amp;linkname=Sa%C3%BAde%20mental%20em%20tempos%20de%20crise" title="Email" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fsaudenacapital.com.br%2Fsaude-mental-em-tempos-de-crise%2F&amp;linkname=Sa%C3%BAde%20mental%20em%20tempos%20de%20crise" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a></p><p>O post <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br/saude-mental-em-tempos-de-crise/">Saúde mental em tempos de crise</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://saudenacapital.com.br">SAÚDE NA CAPITAL</a>.</p>
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		<title>Brasil confirma segundo caso de superfungo e alerta para surto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Saúde na Capital]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jan 2022 23:23:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquivos do sistema]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Anvisa indicou um terceiro surto no país da doença causada pelo fungo Candida auris, que pode levar à morteReprodução microscópica do fugo Candida aurisKateryna Kon/Science Photo Library/Getty Images A Anvisa recebeu a confirmação de um hospital em Recife,&#160;Pernambuco,&#160;sobre um segundo caso do chamado&#160;superfungo&#160;no país.&#160;O primeiro caso foi registrado, no dia 3 de janeiro, no mesmo &#8230;</p>
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<h1></h1>



<p>Anvisa indicou um terceiro surto no país da doença causada pelo fungo Candida auris, que pode levar à morte<img src="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2022/01/candida_auris.jpg?w=876&amp;h=484&amp;crop=1" alt="Reprodução microscópica do fugo Candida auris">Reprodução microscópica do fugo Candida aurisKateryna Kon/Science Photo Library/Getty Images</p>



<p>A Anvisa recebeu a confirmação de um hospital em Recife,&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/pernambuco/">Pernambuco,</a>&nbsp;sobre um segundo caso do chamado&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/candida-auris-o-que-voce-deve-saber-sobre-o-superfungo-fatal/">superfungo</a>&nbsp;no país.&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/anvisa-confirma-novo-caso-do-fungo-candida-auris-no-pais/">O primeiro caso foi registrado, no dia 3 de janeiro, no mesmo hospital, mas confirmado apenas nesta semana.</a></p>



<p>A agência trata o caso como o terceiro surto de superfungo no país. Os dois pacientes, um homem de 38 anos e uma mulher de 70, foram isolados no início do mês, segundo a&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/agencia-nacional-de-vigilancia-sanitaria-anvisa/">Anvisa</a>.</p>



<p>O fungo, que tem o nome científico de Candida Auris, pode permanecer por meses em uma superfície e resiste a diversos tipos de desinfetante e antifúngicos comuns, usados para tratar doenças causadas por outras espécies de Candida.</p>



<p>As infecções causadas por ele podem chegar à corrente sanguínea e causar a morte de pacientes, especialmente imunodeprimidos ou com comorbidades, disse a Anvisa em um comunicado.</p>



<p>Em 2016, a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) alertou para surtos de Candida auris na América Latina.</p>



<p>No Brasil, o primeiro caso foi registrado em dezembro de 2020 na Bahia, resultado em 15 casos e duas mortes.</p>



<p>Em dezembro de 2021, um segundo surto aconteceu depois de identificado um caso, também na Bahia.</p>



<h2>Candida auris: Anvisa confirma surto de superfungo com 4 casos no país</h2>



<h3>Agência recebeu confirmação do segundo paciente diagnosticado em hospital de Pernambuco. Superfungo não responde a tratamentos</h3>



<p><em>Com informações da Agência A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (<a href="https://www.metropoles.com/tag/anvisa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Anvisa</a>) confirmou mais um caso de infecção pelo superfungo <em>Candida auris</em>. A nova contaminação foi constatada no segundo paciente com o diagnóstico em hospital de Pernambuco (PE) – o outro caso <a href="https://www.metropoles.com/brasil/candida-auris-anvisa-confirma-terceiro-caso-de-superfungo-no-brasil" target="_blank" rel="noreferrer noopener">no mesmo estabelecimento foi confirmado nesta semana</a>.Brasil</em></p>



<p>Já são quatro os casos de&nbsp;<em>Candida auris</em>&nbsp;no país. Em dezembro do ano passado, o fungo foi identificado na ponta do cateter de um homem de 59 anos, que estava hospitalizado em unidade de terapia intensiva (UTI) na Bahia, e na amostra clínica de urina de um paciente de 88 anos, internado em uma instituição de saúde em Salvador.</p>



<p>A agência explicou que já é possível considerar a existência de um surto do superfungo:</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“A definição epidemiológica de surto abrange não apenas uma grande quantidade de casos de doenças contagiosas ou de ordem sanitária, mas também o surgimento de um microrganismo novo na epidemiologia de um país ou até de um serviço de saúde”, detalha a Anvisa em nota.</p></blockquote>



<h4><strong>Superfungo pode ser fatal</strong></h4>



<p>O superfungo é do mesmo gênero (Candida) do fungo <em>Candida albicans</em>, um dos principais causadores de candidíase, mas as espécies são bem diferentes. A candidíase por<em> C. albicans</em> é uma doença que pode afetar pele, unhas e órgãos genitais, mas é comum e de fácil tratamento. A infecção pelo <a href="https://www.metropoles.com/saude/candida-auris-o-fungo-que-pode-matar-e-esta-se-espalhando-pelo-mundo"><em>Candida auris</em>, por sua vez, é resistente a medicamentos e pode ser fatal</a>.</p>



<p>O microrganismo preocupa por poder causar infecção na corrente sanguínea, sendo possivelmente fatal para pacientes imunodeprimidos ou com comorbidades. Ele também pode contaminar outras pessoas e causar surtos.</p>
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		<title>Cidades mais limpas derrubam casos de dengue em quase 80%</title>
		<link>https://saudenacapital.com.br/cidades-mais-limpas-derrubam-casos-de-dengue-em-quase-80/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2021 13:48:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[GAMA]]></category>
		<category><![CDATA[GDF PRESENTE]]></category>
		<category><![CDATA[RECOLHIMENTO DE ENTULHO E INSERVÍVEIS]]></category>
		<category><![CDATA[REDUÇÃO DE CASOS DE DENGUE]]></category>
		<category><![CDATA[SANTA MARIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Só neste ano, mais de 95,3 mil toneladas de entulhos foram recolhidas em todo o DF. Resultados são melhores no Gama e em Santa Maria Em 2020, ano de decreto da pandemia em que as ações de cuidado com a cidade foram mantidas, o recolhimento dos descartes irregulares chegou a 603.235 toneladas &#124; Foto: Divulgação/GDF &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2>Só neste ano, mais de 95,3 mil toneladas de entulhos foram recolhidas em todo o DF. Resultados são melhores no Gama e em Santa Maria<a href="https://twitter.com/intent/tweet?source=agenciabrasilia&amp;text=Cidades%20mais%20limpas%20derrubam%20casos%20de%20dengue%20em%20quase%2080%&amp;url=https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/2021/04/09/cidades-mais-limpas-derrubam-casos-de-dengue-em-quase-80/&amp;via=AgenciaBrasilia" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="http://agenciabrasilia.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-09-at-20.11.40-1024x683.jpeg" alt="| Foto: Divulgação/GDF Presente" class="wp-image-283540"/><figcaption>Em 2020, ano de decreto da pandemia em que as ações de cuidado com a cidade foram mantidas, o recolhimento dos descartes irregulares chegou a 603.235 toneladas | Foto: Divulgação/GDF Presente</figcaption></figure>



<p>O reforço do Governo do Distrito Federal (GDF) na limpeza das cidades, por meio do programa&nbsp;<em>GDF Presente</em>, tem influenciado na redução dos casos de dengue este ano. Ao recolher semanalmente entulhos e inservíveis descartados irregularmente pela população, as equipes vem eliminando focos de proliferação do mosquito&nbsp;<em>Aedes aegypti</em>, transmissor da doença.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>O número de casos de dengue no primeiro trimestre de 2021 caiu 79% se comparado ao mesmo período do ano passado</p></blockquote>



<p>Somente em janeiro e fevereiro deste ano, meses de chuva em Brasília, foram retiradas 95.377 toneladas de lixo das ruas e de terrenos baldios. Em 2020, ano de decreto da pandemia em que as ações de cuidado com a cidade foram mantidas, o recolhimento desses descartes irregulares chegou a 603.235 toneladas.</p>



<p>Por consequência, o número de casos de dengue no primeiro trimestre de 2021 caiu 79% se comparado ao mesmo período do ano passado. De 3 de janeiro a 20 de março deste ano foram diagnosticadas 2.698 pessoas com a doença, número bem inferior às 12.775 notificações de 2020. Os dados são da Secretaria de Saúde.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Esse trabalho de limpeza no dia a dia é importantíssimo. Esta semana o polo do GDF Presente está em Santa Maria e agrega bastante nas ações de manutenção”Marileide Romão, administradora de Santa Maria</p></blockquote>



<p><strong>Gama e Santa Maria</strong></p>



<p>Gama e Santa Maria tiveram uma queda de 90% dos casos confirmados. Nesta última, inclusive, a administração regional vem promovendo a campanha “Cidade linda é cidade limpa”. Em Santa Maria Norte, o GDF instalou um papa entulho, inaugurado no início do ano. Em todo o DF já são 12. “Esse trabalho de limpeza no dia a dia é importantíssimo. Esta semana o polo do G<em>DF Presente</em> está em Santa Maria e agrega bastante nas ações de manutenção”, afirma a administradora regional Marileide Romão.</p>



<p>Gerente de limpeza da região norte do SLU, José Lúcio Lopes avisa que o trabalho de limpeza é diário – e não para .“Estamos nas ruas liberando os pontos de descarte irregular, mas a população precisa colaborar. Seja descartando corretamente nos papa-entulhos ou contratando transportadores cadastrados no SLU que são monitorados e não descartam irregularmente em áreas públicas.”</p>



<p>Fonte: Agência Brasília</p>
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		<title>Perda de libido pode estar relacionada a problemas de saúde; entenda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2021 13:10:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[LIBIDO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde que a pandemia mudou as rotinas dentro de casa, muitos foram os efeitos sentidos na saúde mental e física. Convivência intensa, medo do futuro, preocupação com o desemprego, estresse, dores de cabeça e dificuldade para dormir são alguns dos resultados das novas dinâmicas impostas pelo coronavírus. Em pesquisa online realizada em fevereiro de 2021 &#8230;</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2021/04/d9a589d891866c64532dd7ca2aad56b1.jpg" alt="" class="wp-image-1503" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2021/04/d9a589d891866c64532dd7ca2aad56b1.jpg 564w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2021/04/d9a589d891866c64532dd7ca2aad56b1-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 564px) 100vw, 564px" /></figure>



<p>Desde que a pandemia mudou as rotinas dentro de casa, muitos foram os efeitos sentidos na saúde mental e física. Convivência intensa, medo do futuro, preocupação com o desemprego, estresse, dores de cabeça e dificuldade para dormir são alguns dos resultados das novas dinâmicas impostas pelo coronavírus.</p>



<p>Em pesquisa online realizada em fevereiro de 2021 pelo UOL AD LAB em parceria com o VivaBem, 44% dos respondentes afirmaram possuir algum distúrbio psíquico, sendo que, entre esses indivíduos, 55% identificaram que os sintomas do transtorno aumentaram após o início da pandemia.</p>



<p>Nesse contexto, a libido também se tornou assunto. O termo se associa à produção e liberação de hormônios como testosterona, estrogênio, ocitocina e dopamina, com influência de fatores psicológicos, emocionais e sociais.</p>



<p>Na pesquisa do UOL AD LAB que avaliou como anda a saúde mental dos brasileiros e o que mudou na rotina, nos hábitos e na forma de pensar durante a pandemia, 28% responderam que o apetite sexual diminuiu nos últimos 12 meses e para 38% ela se manteve igual, sendo que a ansiedade, o desânimo, o estresse, o cansaço e o nervosismo cresceram mais de 40%. </p>



<p><strong>Saúde mental faz diferença</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://conteudo.imguol.com.br/c/entretenimento/62/2019/09/05/falta-de-libido-1567714826704_v2_750x421.jpg" alt="falta de libido - iStock - iStock"/></figure>



<p>No início da pandemia, L.L.T.S, 35, foi demitida. Depois de alguns anos no mesmo trabalho, a publicitária precisou enfrentar um cenário de dúvidas sobre sua carreira enquanto se adaptava ao dia a dia dentro de casa.</p>



<p>&#8220;O clima de incerteza e medo não era favorável, mesmo com mais tempo disponível e a proximidade da convivência diária&#8221;, lembra. Ela conta que, depois de um tempo vivendo assim e precisando se acostumar, a libido está voltando aos poucos.</p>



<p>Segundo o psiquiatra Alisson Marques, essa tem sido uma situação comum, já que a saúde mental está entre os campos mais afetados pelas restrições por conta do coronavírus. &#8220;Episódios de ansiedade, falta de motivação ou perspectiva, entristecimento, medo e angústia estão ocorrendo, o que pode ser algo pontual ou representar adoecimento&#8221;, afirma.</p>



<p>O especialista explica que vivemos da interação de corpo, mente e ambiente, na qual também se manifesta a libido. &#8220;Então, quando um desses campos se encontra em desequilíbrio, pode ocorrer a redução dela. Uma mente organizada nas suas emoções influencia muito na expressão desse desejo&#8221;.</p>



<p>L.L.T.S recorda que perder o emprego mexeu com sua confiança e autoestima, fazendo com que ela não se sentisse alguém desejável. Além disso, alerta para um ponto importante da vida em casal: as diferenças. &#8220;Eu acho que a forma de encarar a pandemia pode não ser igual para os dois. A minha libido ficar bem não quer dizer que a do meu parceiro vai ficar também&#8221;, reflete.</p>



<p><strong>Situação pode ser mais complexa para mulheres</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://conteudo.imguol.com.br/c/entretenimento/db/2020/07/22/homem-e-mulher-pulando-juntos-1595426379599_v2_750x421.jpg" alt="Homem e mulher pulando juntos - iStock - iStock"/></figure>



<p>De acordo com Mariana Rosário, ginecologista, obstetra e mastologista do Hospital Israelita Albert Einstein (SP), a libido feminina não é tão simples quanto a masculina. &#8220;Se tudo não estiver muito ajustado, ela não consegue ter o melhor orgasmo da vida ou querer fazer sexo&#8221;.</p>



<p>Como a dificuldade pode aparecer em qualquer fase da vida, Rosário argumenta que o ideal é dialogar para entender o contexto —desde uma primeira vez traumática a problemas no relacionamento— e seguir com a realização de exames clínicos que vão mostrar o estado físico da paciente.</p>



<p>&#8220;É feita a avaliação de hormônios, de metabolismo. Observamos se há tireoide alterada ou qualquer alteração metabólica que culmine em inflamação crônica, como diabetes, colesterol, hipertensão, enfim, é necessário descartar esses problemas, além de doenças psíquicas, como depressão ou transtorno de ansiedade&#8221;, explica.</p>



<p>A ginecologista também cita a interferência causada pelo uso de anticoncepcionais, a falta de reposição hormonal adequada para mulheres na menopausa e o Transtorno do Desejo Sexual Hipoativo Feminino (TDSHF).</p>



<p>Esse é um transtorno que estimula a diminuição progressiva da libido. Não é algo que, de um dia para o outro, tira a vontade de fazer qualquer coisa na vida, é algo que vai se desenvolvendo com o decorrer do tempo.</p>



<p>Rosário define que o TDSHF pode significar também uma alteração na quantidade de orgasmos, ou seja, a mulher consegue iniciar uma relação, mas não chega a um desfecho positivo para ela. As causas são diversas e podem reunir todos os fatores previamente citados —hormonais, metabólicos, psíquicos, emocionais, sociais etc. O tratamento, por sua vez, vai depender desses motivos.</p>



<p><strong>Os homens também sofrem?</strong></p>



<p>Segundo Willy Baccaglini, uro-oncologista do Hospital Israelita Albert Einstein e mestre em medicina sexual pela FMABC (Faculdade de Medicina do ABC), o estresse físico, mental e emocional podem contribuir para a queda da libido masculina.</p>



<p>&#8220;Existem trabalhos mostrando que as atividades profissionais ao longo da madrugada estão relacionadas a várias questões sexuais por detrimento da qualidade do sono do homem, tais como a disfunção erétil e queda da libido&#8221;, detalha o especialista.</p>



<p>Por outro lado, ele explica que a exposição a níveis mais elevados de testosterona no homem faz com que a libido funcione de maneira diferente. </p>



<p>H.H.M, 32, sente que o fato de ter o mínimo de interação social durante a pandemia possa ter feito sua libido aumentar. No entanto, o profissional da tecnologia da informação, que divide um apartamento com a namorada, afirma que essa sensação não fez diferença na relação.</p>



<p>&#8220;Isso não quer dizer que a atividade sexual do meu relacionamento tenha aumentado. Talvez a pandemia também esteja contribuindo para uma certa monotonia&#8221;, revela. Ele também acredita que esse aumento esteja ligado à ausência de atividades físicas e de gasto de energia com elas, já que era um hábito diário.</p>



<p>Baccaglini orienta que a prática regular de exercícios realmente faz diferença, mas que é preciso observar aspectos diversos e, se necessário, investir em perda de peso, organização do sono, abordagem da saúde mental e troca de medicamentos que estejam interferindo de maneira negativa.</p>



<p>No caso de homens que apresentam níveis de testosterona baixa —o que é diagnosticado por meio de exames —a reposição hormonal pode ser indicada.</p>



<p><strong>Para potencializar a libido</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://conteudo.imguol.com.br/c/entretenimento/ca/2020/06/23/pimenta-malagueta-1592941261190_v2_750x421.jpg" alt="Pimenta-malagueta - iStock - iStock"/></figure>



<p>Será que cuidar da alimentação pode ser um caminho? De acordo Thúlio Coelho, nutrólogo e endocrinologista, &#8220;não só a deficiência de nutrientes, como a ingestão de doces ou farinhas brancas é capaz de alterar a energia sexual pela diminuição dos hormônios androgênicos ou sexuais&#8221;.</p>



<p>Coelho lembra que o consumo de álcool em excesso também é um fator de risco. Durante o uso da substância, ocorre uma inibição do sistema nervoso central que pode até aumentar a disposição para o sexo, mas, a longo prazo, altas doses reduzem a produção natural de testosterona e estrogênio.</p>



<p>Na direção contrária, pimenta, nozes, romã, café, figo e alimentos com altos níveis de vitamina D —como cereais, cogumelos, peixes e ovos— podem ajudar a melhorar a libido em homens e mulheres, mas vale lembrar que o alimento sozinho não vai fazer nenhum milagre pela sua libido.</p>



<p>Fontes: Alisson Marques, psiquiatra pelo Hospital São Vicente de Paulo e médico do Núcleo de Saúde Mental do SAMU/Secretaria de Saúde do Distrito Federal; Mariana Rosário, ginecologista, obstetra e mastologista do Hospital Israelita Albert Einstein (SP); Thúlio Coelho, nutrólogo pelo Hospital Israelita Albert Einstein, endocrinologista pelo Instituto de Pesquisa e Ensino Médico e integrante da equipe da clínica Vive La Vie; e Willy Baccaglini, mestre em medicina sexual pela FMABC (Faculdade de Medicina do ABC) e uro-oncologista do Hospital Israelita Albert Einstein.</p>



<p>Fonte: UOL BEM ESTAR</p>
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		<title>Transplantes de órgãos continuam mesmo com a pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Apr 2021 13:55:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[CÓRNEAS]]></category>
		<category><![CDATA[RINS]]></category>
		<category><![CDATA[TRANSPLANTES]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Das 324 operações de rins e córneas realizadas em um ano de coronavírus, HB foi responsável por 84 Para garantir a segurança de todos os que passariam por transplante e de seus profissionais, o Hospital de Base reforçou as medidas de prevenção contra a covid-19 &#124; Foto: Davidyson Damasceno/Iges-DF Mesmo diante dos transtornos causados em &#8230;</p>
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<h2>Das 324 operações de rins e córneas realizadas em um ano de coronavírus, HB foi responsável por 84<a href="https://twitter.com/intent/tweet?source=agenciabrasilia&amp;text=Transplantes%20de%20%C3%B3rg%C3%A3os%20continuam%20mesmo%20com%20a%20pandemia&amp;url=https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/2021/04/07/transplantes-de-orgaos-continuam-mesmo-com-a-pandemia/&amp;via=AgenciaBrasilia" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="http://agenciabrasilia.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-04-07-at-18.04.03-1024x683.jpeg" alt="" class="wp-image-282449"/><figcaption>Para garantir a segurança de todos os que passariam por transplante e de seus profissionais, o Hospital de Base reforçou as medidas de prevenção contra a covid-19 | Foto: Davidyson Damasceno/Iges-DF</figcaption></figure>



<p>Mesmo diante dos transtornos causados em um ano de pandemia, a rede de saúde pública e privada do Distrito Federal conseguiu manter um serviço que a qualifica entre as melhores do País: o transplante de órgãos e tecidos. A Central de Transplantes (CET) do DF, vinculada à Secretaria de Saúde (SES), contabilizou 449 procedimentos entre 1º de março de 2020 e 1º de março de 2021, ciclo do primeiro ano da covid-19. Foram 249 transplantes de córneas, 101 de fígado, 75 de rins e 24 de coração.</p>



<p>O Hospital de Base (HB), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF) e referência regional em transplantes de córneas e rins, respondeu por 84 (25%) do total de 324 procedimentos realizados nessas especialidades, segundo a CET.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>O Hospital de Base respondeu por 25% do total de transplantes realizados no DF entre 1º de março de 2020 a 1º de março de 2021</p></blockquote>



<p>A pandemia não paralisou, mas afetou o fluxo normal de atendimento do HB. Para garantir a segurança dos pacientes que receberiam os órgãos e dos profissionais que fariam as cirurgias, medidas de prevenção foram reforçadas. Resultado: o número de transplantes de rins e córneas no Base caiu 12% em comparação com o período de 1º de março de 2019 a 1º de março de 2020, quando foram registrados 96 procedimentos.</p>



<p><strong>Mudanças nos cuidados</strong></p>



<p>Os transplantes de córneas e de rins seguem normas distintas. Com a pandemia, o Hospital de Base seguiu as recomendações do Ministério da Saúde para que pudesse continuar o atendimento sem pôr em risco a saúde dos pacientes e de seus profissionais.</p>



<p>No caso das córneas — que são consideradas tecidos e não órgãos —, os transplantes eletivos ficaram suspensos entre abril e setembro, por recomendação da Coordenação Geral do Sistema Nacional de Transplantes, do Ministério da Saúde. Naqueles meses, só foram autorizados os transplantes em que o coração do doador de córneas ainda estava pulsando. Atualmente, essas cirurgias estão ocorrendo normalmente.</p>



<p>Em relação aos rins, a Unidade de Nefrologia do HB manteve as cirurgias, mas adotou cuidados específicos, como exames RT-PCR em todos os doadores, tomografia de tórax e isolamento dos receptores. Foram, porém, suspensas as doações de rins de pessoas vivas. “Tudo isso para evitar ao máximo a contaminação pela covid-19”, explica Viviane Brandão, responsável técnica da Nefrologia.</p>



<p><strong>Pacientes beneficiados</strong></p>



<p>Atualmente, na lista de espera para esses dois tipos de transplantes estão 740 pacientes, dos quais 148 aguardam pelo procedimento no Hospital de Base. A auxiliar administrativa Ana Carolina Soares, 38 anos, saiu da lista em julho do ano passado, quando recebeu um novo rim após passar um ano e nove meses sobrevivendo por meio de hemodiálise.</p>



<p>Foi o segundo transplante de Ana. “Com 15 anos de idade, descobri um problema renal e passei 10 anos na fila”, conta. Ela fez o transplante e, 11 anos depois, ocorreu a rejeição ao órgão. Ana Carolina voltou para a fila até ser chamada para nova cirurgia. “Desta vez, os cuidados foram ainda maiores, principalmente por causa do pico de pico da covid-19”, salientou.</p>



<p>Como o corpo de Ana Carolina estava mais debilitado, a adaptação do segundo transplante foi mais difícil. Inicialmente, houve rejeição ao novo rim. Só depois de 44 dias de internação, o organismo dela aceitou o órgão. “A equipe do Hospital de Base fez de tudo para eu não perdê-lo”, conta. “Foi um tratamento intensivo e constante. Sou eternamente grata a todos.”</p>



<p><em>*Com informações do Iges-DF</em></p>



<p>Fonte: Agência Brasília</p>
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		<title>Anvisa alerta para riscos da automedicação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2021 12:24:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOVAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[RISCOS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo a agência, a prática pode causar reação grave, inclusive óbito A automedicação, especialmente nesse momento de pandemia, tem preocupado autoridades sanitárias&#160;em todo o mundo. “É preciso que as pessoas se conscientizem dos riscos reais dessa prática, que pode causar reações graves, inclusive óbitos&#8221;, alertou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em comunicado. Ainda &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h3>Segundo a agência, a prática pode causar reação grave, inclusive óbito</h3>



<p>A automedicação, especialmente nesse momento de pandemia, tem preocupado autoridades sanitárias&nbsp;em todo o mundo. “É preciso que as pessoas se conscientizem dos riscos reais dessa prática, que pode causar reações graves, inclusive óbitos&#8221;, alertou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em comunicado.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1405968&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1405968&amp;o=node"></p>



<p>Ainda segundo a Agência, essa avaliação é feita a partir de critérios técnico-científicos, de acordo com o paciente e o conhecimento da doença: &#8220;todo medicamento apresenta riscos relacionados ao seu consumo, que deve ser baseado na relação benefício-risco. Ou seja, os benefícios para o paciente devem superar os riscos associados ao uso do produto”.</p>



<p>Para se ter uma ideia da dimensão e da gravidade do problema, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 50% de todos os medicamentos são prescritos, dispensados ou vendidos de forma inadequada. Além disso, metade de todos os pacientes não faz uso dos medicamentos corretamente.</p>



<h2>Notificação</h2>



<p>Para&nbsp;identificar novos riscos e atualizar o perfil de segurança dos medicamentos, a Anvisa lembra que é imprescindível que profissionais de saúde e cidadãos notifiquem as suspeitas de eventos adversos, mesmo sem ter certeza da associação com o medicamento.</p>



<p>Os eventos devem ser notificados <a href="https://primaryreporting.who-umc.org/Reporting/Reporter?OrganizationID=BR" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pelo VigiMed</a>. “A qualidade dos dados inseridos no sistema é fundamental para subsidiar a análise pelas equipes especializadas. É importante identificar o produto e informar o fabricante e o número do lote”, orienta a Anvisa.</p>



<p>Fonte: <em>Agência Brasil EBC</em></p>
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		<title>Obesidade responde por quase 50% dos gastos federais com câncer no SUS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2021 12:12:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[OBESIDADE]]></category>
		<category><![CDATA[SEDENTARISMO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo mostra quanto o excesso de peso contribui para a doença Um estudo feito pelo Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) revela que o gasto com casos de câncer relacionados à obesidade entre adultos ficou em R$ 1,4 bilhão do total de 3,5 bilhões aplicados em 2018 pelo governo federal no &#8230;</p>
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<h3>Estudo mostra quanto o excesso de peso contribui para a doença</h3>



<p>Um estudo feito pelo Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) revela que o gasto com casos de câncer relacionados à obesidade entre adultos ficou em R$ 1,4 bilhão do total de 3,5 bilhões aplicados em 2018 pelo governo federal no tratamento da doença na rede do Sistema Único de Saúde (SUS). Feito em parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o estudo é inédito e teve início no fim de 2019. O resultado foi publicado no dia 11 de março, na revista científica internacional&nbsp;<em>Plos One</em>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1405896&amp;o=node"><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1405896&amp;o=node"></p>



<p>Segundo o oncologista clínico do Inca Ronaldo Corrêa, coordenador da pesquisa, de modo geral, o câncer é uma doença multifatorial. Isso significa que existem diversos fatores de risco para a doença, entre os quais o consumo de tabaco, de álcool e de carne vermelha, o sedentarismo e o excesso de peso ou obesidade.</p>



<p>O estudo concluiu que são altos os gastos com cânceres vinculados ao excesso de peso, considerando o cálculo da fração atribuível. “A gente pega a prevalência do fator de risco na população, quer dizer, quantas pessoas têm excesso de peso na população brasileira em diferentes faixas etárias e por sexo e vê qual é a prevalência desse fator de risco. Quanto maior a prevalência, maior a chance que o fator de risco tem de estar causando o câncer”, disse Corrêa hoje (5), em entrevista à&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>.</p>



<p>Os pesquisadores consideram ainda outro fator epidemiológico, que é o risco relativo. Essa medida de associação indica qual é a chance de uma pessoa com obesidade vir a ter um câncer em comparação a uma que não tem excesso de peso. A partir das duas medidas – prevalência e risco relativo – tais valores são aplicados na população brasileira e chega-se à fração atribuída.</p>



<h2>Percentuais</h2>



<p>O resultado evidencia quanto o excesso de peso contribui para os diversos tipos de cânceres associados à obesidade. O estudo do Inca mostrou que, no câncer de endométrio (corpo do útero), por exemplo, o índice ficou em torno de 24%. “Então, 24% dos cânceres do endométrio no Brasil, segundo o nosso estudo, são devido ao excesso de peso”, afirmou o médico. Isso significa que, a cada quatro cânceres do endométrio, um é devido ao excesso de peso.</p>



<p>De acordo com Corrêa, no câncer de mama, a obesidade contribui com 5%; no câncer colorretal,com 1,8%; no câncer de vesícula biliar, com 8%; no câncer do final do esôfago, cm, 16%; no câncer de próstata avançado, com 2,5%. “Em cada câncer que está associado ao excesso de peso, esse fator tem uma contribuição relativa”.</p>



<p>O oncologista explicou que, se o excesso de peso for eliminado entre os brasileiros, pode haver menos 5% de casos de câncer de mama, menos 25% dos casos de câncer do endométrio e assim por diante. O estudo do Inca verificou que 80% de toda a despesa com os cânceres atribuíveis ao excesso de peso foram com tratamento de tumores malignos de mama, colorretal e endométrio. Embora a contribuição do excesso de peso seja relativamente pequena para os cânceres de mama e colorretal, quando comparados ao de endométrio, o impacto econômico é alto pela grande incidência desses cânceres no país.</p>



<p>Dados recentes da Pesquisa Nacional de Saúde, do Ministério da Saúde, mostram o avanço do excesso de peso e da obesidade na população brasileira nos últimos anos. O percentual de pessoas obesas em idade adulta mais do que dobrou em 17 anos, passando de 12,2%, entre 2002 e 2003, para 26,8%, em 2019. Nesse período, a proporção dos adultos com excesso de peso passou de 43,3% para 61,7%, o que representa quase dois terços dos brasileiros. Entre os mais jovens, os dados também preocupam: um em cada cinco adolescentes com idade entre 15 e 17 anos apresentou excesso de peso, e cerca de um terço das pessoas de 18 a 24 anos é obesa.</p>



<h2>Risco</h2>



<p>Ronaldo Corrêa alertou que uma criança ou adolescente com excesso de peso tem grande risco de se tornar um adulto com excesso de peso. “É provável que o excesso de peso na infância e adolescência seja um fator de risco para a pessoa permanecer com excesso de peso na vida adulta”. Mais tarde, na vida adulta, esse adolescente vai correr o risco de desenvolver câncer.</p>



<p>O médico argumentou que uma análise do Brasil nos últimos 20 anos indicará que houve aumento do excesso de peso tanto na população de adultos quanto na de crianças e adolescentes. Para os especialistas, isso sinaliza que, no futuro, haverá vários problemas de saúde. “Não só câncer, mas doenças cardiovasculares, diabetes, entre elas.”</p>



<p>Segundo o coordenador do estudo do Inca, o tratamento do excesso de peso poderia representar uma economia de R$ 60 milhões no gasto de R$ 1,4 bilhão registrado pelo governo federal no SUS em 2018. O dinheiro poupado com a eliminação desse fator de risco poderia ser aplicado em mais prevenção e em tratamentos mais eficazes, que podem reduzir a mortalidade por câncer.</p>



<h2>Covid-19</h2>



<p>Na avaliação de Corrêa, o distanciamento social e o confinamento adotados para impedir a disseminação da covid-19 podem aumentar o percentual de obesos no país, por causa do sedentarismo e do maior consumo de alimentos processados e ultraprocessados. “É provável que, com esses fatores, tenha havido um aumento do excesso de peso na população.” Ele esclareceu, porém, que aumento de peso não significa que a pessoa vá ter câncer imediatamente. “Existe o que a gente chama de&nbsp;<em>gap</em>&nbsp;[lacuna] temporal. A pessoa vai passar alguns anos exposta àquele fator de risco para desenvolver um câncer.”</p>



<p>Corrêa explicou que a pessoa começa a vida adulta aos 20 anos. Se ficar com excesso de peso até os 30, a partir de 40, 50, 60 anos, ela tem muito mais risco de ter câncer do que os adultos que se mantiveram no peso ideal. O médico destacou, porém, que ao final da pandemia, quem ganhou peso nesse período pode retornar às atividades normais e emagrecer. “Não é uma condenação”, disse Corrêa, que definiu a pandemia como um evento transitório, que vai passar.</p>



<p>A diretora-geral do Inca, Ana Cristina Pinho, disse que os resultados do estudo podem ajudar os formuladores de políticas públicas, como o próprio instituto, a dar prioridade a ações de controle do câncer, buscando equilíbrio entre o que é gasto na prevenção, especificamente no excesso de peso, e o que é gasto com o tratamento do câncer.</p>



<p>Fonte: <em>Agência Brasil EBC</em></p>
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		<title>Machucou a pele? Veja mais de 20 alimentos que ajudam na cicatrização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 12:43:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DICAS DE NUTRIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[CICATRIZAÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com propriedades funcionais, eles combatem a inflamação e ajudam na formação do novo tecido. Saiba também como cuidar da pele após o ferimento e como ocorre o processo de cicatrização no corpo humano shutterstockOs alimentos que ajudam na cicatrização possuem propriedades funcionais; veja lista Qualquer lesão na pele, mesmo que superficial, gera uma resposta imediata &#8230;</p>
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<h2 id="noticia-olho">Com propriedades funcionais, eles combatem a inflamação e ajudam na formação do novo tecido. Saiba também como cuidar da pele após o ferimento e como ocorre o processo de cicatrização no corpo humano</h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://statig0.akamaized.net/bancodeimagens/bm/g3/q7/bmg3q7csecsoxfpu0nvki3gla.jpg" alt="Os alimentos que ajudam na cicatrização possuem propriedades funcionais; veja lista"/><figcaption>shutterstockOs alimentos que ajudam na cicatrização possuem propriedades funcionais; veja lista</figcaption></figure>



<p>Qualquer lesão na pele, mesmo que superficial, gera uma resposta imediata do corpo. Esse processo é encarado pelo organismo como uma agressão que, como consequência, traz uma inflamação. Além dos medicamentos normalmente usados para estimular o tratamento, é importante saber que há alguns alimentos que ajudam na cicatrização da pele.Continua após a publicidade</p>



<p>A nutricionista funcional Luciana Harfenist dá a receita: apostar nas propriedades funcionais dos&nbsp;<strong>alimentos que ajudam na cicatrização</strong>&nbsp;, ou seja, optar pelos que são mais ricos em nutrientes, e reduzir, ao máximo, os industrializados. “Somos feitos de nutrientes. O sangue, por exemplo, é uma proteína. Se não damos nutrientes para o corpo, como ele vai funcionar adequadamente?”, questiona ela.</p>



<h3>Veja a seguir alguns alimentos que ajudam na cicatrização da pele:</h3>



<h3>Frutas cítricas&nbsp;</h3>



<p>São ricas em betacaroteno (antioxidante) e vitamina C, que tem ação na formação das fibras de colágeno e, com sua ausência, aumenta os riscos de hemorragias e de ruptura cicatricial. Por isso, aposte em laranja, abacaxi, limão, caju, pêssego, tangerina e ameixa.</p>



<h3>Frutas vermelhas&nbsp;</h3>



<p>Contêm flavonoides, que protegem as paredes dos vasos sanguíneos e combatem o processo inflamatório.&nbsp;Além disso, morango, amora, framboesa e cereja, por exemplo, possuem um antioxidante natural capaz de reforçar a defesa do corpo contra as infecções e, ainda, manter a elasticidade da pele.</p>



<h3>Brócolis, repolho e couve&nbsp;</h3>



<p>Além de ricas em antioxidantes, contêm compostos enxofrados bioativos, que auxiliam na desintoxicação do fígado – isso é bom para quem recebeu anestesia ou está tomando remédios contra inflamações e infecções.&nbsp;</p>



<h3>Farinha de linhaça e semente de chia&nbsp;</h3>



<p>São ricos em ômega 3, um tipo de ácido graxo (gordura), que estimula a resposta imunológica do corpo e ajuda a modular a&nbsp;<a href="http://saude.ig.com.br/minhasaude/primeirossocorros/ferida-inflamada/ref1237829369951.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inflamação</a>&nbsp;.&nbsp;</p>



<h3>Alimentos com vitaminas A e B</h3>



<p>A vitamina A evita a ação prejudicial dos corticoides nas cicatrizes, assim como a vitamina B. O cobre, o ferro e o zinco são elementos envolvidos em várias etapas da cicatrização e, portanto, necessários. Invista em ovo, manga, cenoura, fígado, agrião, salmão, batata e leite. O importante é manter uma dieta saudável e balanceada. &nbsp;<a href="https://infogram.com/6aa1dd76-9e34-4de7-9026-380295a60bf2" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alimentos que melhoram a cicatrização da pele</a><br><a href="https://infogram.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Infogram</a></p>



<h3>Cortei a pele, e agora?</h3>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://statig2.akamaized.net/bancodeimagens/2i/17/w8/2i17w85gm4kc6lrvupgb4pq6z.jpg" alt="Em casos mais superficiais, o ideal é lavar o ferimento com água e sabão para evitar infecções "/><figcaption>shutterstockEm casos mais superficiais, o ideal é lavar o ferimento com água e sabão para evitar infecções</figcaption></figure>



<p>Todo ferimento deve ser limpo o mais rápido possível, com água corrente e sabão. Em caso de sangramento intenso, deve-se fazer uma compressão com pano limpo e seco por cerca de três minutos. Se o ferimento tiver sido mais profundo, ou seja, ultrapassado a derme, é necessário tratá-lo até seis horas após o trauma para que não haja infecção. As opções são pontos cirúrgicos, pontos falsos ou colas cirúrgicas.</p>



<p>O Dr. Breno Knop, cirurgião plástico do Hospital Samaritano Higienópolis, em São Paulo, explica que, caso esses ferimentos não tenham suas bordas aproximadas, desencadearão um processo chamado de&nbsp;<strong>cicatrização por segunda intenção</strong>&nbsp;, em que o ferimento é reparado de dentro para fora, gerando cicatrizes irregulares e grosseiras.Continua após a publicidade</p>



<p>Conforme alerta o especialista, é importante não remover fragmentos de pele ou tecido, que podem ser necessários na reparação do ferimento. “A remoção pode deixar sequelas funcionais ou estéticas. O médico poderá avaliar a viabilidade desses tecidos durante o atendimento inicial”, informa.</p>



<h3>Cicatrização</h3>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://statig0.akamaized.net/bancodeimagens/86/rz/p4/86rzp4iy0xhrfghwxi6mb8icb.jpg" alt="A cicatrização tem como objetivo restabelecer a integridade da região que sofreu alguma agressão"/><figcaption>shutterstockA cicatrização tem como objetivo restabelecer a integridade da região que sofreu alguma agressão</figcaption></figure>



<p>Depois que a derme é&nbsp;<strong>ferida</strong>&nbsp;, ocorre a cicatrização, mecanismo de defesa do organismo que tem como objetivo restabelecer a integridade da região que sofreu alguma agressão. “O processo se inicia imediatamente após a pele ser lesada e pode continuar por seis meses até um ano”, relata o cirurgião plástico.</p>



<p>Ela ainda é divida em quatro&nbsp;<strong>fases</strong>&nbsp;:</p>



<h3>1. Inflamatória</h3>



<p>Tem início assim que ocorre um ferimento. Dessa forma, a perda da integridade da pele desencadeia a liberação de substâncias químicas que atraem as células de defesa do organismo, que, por sua vez, “limpam” a ferida e coordenam a reestruturação do tecido.</p>



<h3>2. Epitelização</h3>



<p>Essa fase é responsável por evitar a penetração das bactérias e a perda de líquidos corporais, como o sangue. Ela começa após o período de 48 a 72 horas do ferimento, através de uma intensa proliferação das células epiteliais, que só param de se multiplicar quando encontram outra célula semelhante &#8211; fenômeno chamado de inibição por contato. Aqui, o importante é fazer a limpeza do ferimento e manter a superfície úmida.</p>



<h3>3. Fibroplasia</h3>



<p>A partir do 2º ou 3º dia, surge o fibroblasto, célula que libera colágeno, essencial para a regeneração da área que está passando pelo processo de cicatrização. Outra célula produzida nessa etapa é o miofibroblasto, que tem como objetivo retrair a cicatriz e, com isso, aproximar as bordas do ferimento. Outra característica dessa fase é a formação de novos vasos sanguíneos para trazer nutriente e oxigênio ao local ferido.</p>



<h3>4. Remodelação</h3>



<p>Essa é a última e a mais longa etapa, com duração de 21 dias a até um ano. A força da ferida melhora gradativamente, atingindo 20% da força da pele íntegra nas primeiras três semanas e cerca de 80% no final da cicatrização. A cicatriz nunca atingirá a mesma força de uma pele íntegra e, por isso, há alguns desequilíbrios que podem acontecer, como as queloides, cicatriz que tem como características ser grossa, saliente e endurecida. </p>



<p>Após entender as fases da cicatrização, é importante saber que, além dos cuidados médicos, vale apostar nos alimentos que ajudam na cicatrização. O Dr. Breno Knop ressalta que o processo necessita de vários elementos (proteínas, vitaminas, oligoelementos) para ocorrer de forma eficaz. Continua após a publicidade</p>



<p>Fonte: Saúde IG</p>
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		<title>Qual é a dieta que mais faz bem ao coração?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 14:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DICAS DE NUTRIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[CORAÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante de novos estudos, médico discute quais nutrientes devem ser priorizados e os princípios de um cardápio bem-vindo à saúde cardiovascular Legumes e verduras são preconizados pelos seus efeitos protetores ao sistema cardiovascular.&#160;Foto: Veja Saúde/SAÚDE é Vital Por meio de observação empírica, o homem foi descobrindo, ao longo dos séculos, que alguns alimentos eram melhores &#8230;</p>
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<h2>Diante de novos estudos, médico discute quais nutrientes devem ser priorizados e os princípios de um cardápio bem-vindo à saúde cardiovascular</h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://saude.abril.com.br/wp-content/uploads/2021/03/dieta-cora%C3%A7%C3%A3o.jpg" alt="foto de prato de legumes e verduras em formato de coração"/><figcaption>Legumes e verduras são preconizados pelos seus efeitos protetores ao sistema cardiovascular.&nbsp;Foto: Veja Saúde/SAÚDE é Vital</figcaption></figure>



<p>Por meio de observação empírica, o homem foi descobrindo, ao longo dos séculos, que alguns alimentos eram melhores do que outros para sua saúde e disposição. A capacidade de examinar e correlacionar a qualidade e a quantidade dos ingredientes com&nbsp;<strong>o bem-estar e a expectativa de vida</strong>&nbsp;permitiu inclusive iluminar o elo entre a dieta e o estado cardiovascular. E a ciência, claro, colocou tudo isso em outro patamar de confiança.</p>



<p>A soma das evidências dos estudos hoje permite que identifiquemos fatores de risco e a&nbsp;<strong>influência dos hábitos alimentares na saúde do coração</strong>. Isso nos dá a possibilidade de intervir mais precocemente, prevenindo eventos potencialmente fatais como infarto e derrame cerebral, e estender a longevidade.</p>



<p>Na realidade, as pesquisas nos mostram modelos de estilo de vida que não se resumem aos alimentos em si, mas contemplam também fatores culturais e geográficos. Um bom exemplo é a&nbsp;<strong>dieta mediterrânea</strong>. Pode até parecer simples, mas a estreita ligação entre cardápio e fatores socioeconômicos, religiosos e até climáticos torna difícil responder à pergunta: qual é a melhor dieta para o coração?</p>



<p>Amparados em estudos populacionais feitos ao longo das últimas décadas, assim como em pesquisas sobre as propriedades dos alimentos, chegamos a uma direção lógica que nos permite dar alguns conselhos gerais sobre o menu bem-vindo à longevidade cardiovascular. Esses conselhos convivem com uma profusão de outros indícios e mesmo&nbsp;<strong>modismos</strong>&nbsp;e atitudes radicais que nem sempre prezam pela saúde.</p>



<p>Em 2020, um importante estudo liderado por pesquisadores italianos, o&nbsp;<a href="https://www.nature.com/collections/jceighdiej">Opera (Obesity Program of Education, Research and Assessment),&nbsp;</a>reuniu evidências sobre quais grupos alimentares devem ser mais ou menos priorizados pensando na saúde do coração. Resumindo os achados, podemos dizer que esse trabalho pede para prestarmos atenção no seguinte:</p>



<p><strong>Carboidrato:&nbsp;</strong>a redução de 20-25% na quantidade de carboidratos simples (arroz branco, macarrão, batata…) num período de seis meses ajuda a baixar os níveis de gordura no sangue,&nbsp;<a href="http://saude.abril.com.br/tudo-sobre/hipertensao">a pressão arterial</a>&nbsp;e o peso corporal.</p>



<p><a href="https://saude.abril.com.br/alimentacao/o-que-e-gordura-saturada-quanto-consumir/"><strong>Gordura saturada:&nbsp;</strong></a>é a gordura da carne vermelha e de boa parte dos produtos industrializados. Ela aumenta as taxas do colesterol ruim (LDL), favorece o desenvolvimento do diabetes e eleva o risco de entupimento nos vasos sanguíneos, a despeito do peso.</p>



<p><strong>Açúcar refinado:&nbsp;</strong>o risco de ter sobrepeso ou&nbsp;<a href="http://saude.abril.com.br/tudo-sobre/obesidade">obesidade</a>&nbsp;aumenta em cerca de 15% se você adicionar mais de uma colher de açúcar ao seu dia. Não deveríamos ingerir mais que 5 gramas do ingrediente. O abuso faz subir o peso e os níveis de triglicérides.</p>



<p><strong>Fibras:&nbsp;</strong>pessoas que ingerem regularmente alimentos ricos em fibras, como frutas e verduras, apresentam uma redução de mais de 20% no risco de desenvolver doenças cardiovasculares. O aporte ideal de fibras promove maior eliminação do colesterol e inibe processos inflamatórios que agridem o corpo.</p>



<p><strong>Ômega-3:&nbsp;</strong>a gordura poli-insaturada, que abunda em pescados de água fria, tem propriedades cardioprotetoras, entre elas diminuição do triglicérides e defesa anti-inflamatória do endotélio, a camada que reveste internamente os vasos.CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE</p>



<p><strong>Antocianinas:&nbsp;</strong>são compostos que conferem cor vermelha ou roxa aos vegetais (morango, uva, cereja etc.). Também estão relacionados a melhor controle das gorduras pela circulação.</p>



<p><strong>Vitaminas:</strong> embora os estudos não sejam conclusivos, os cientistas italianos relatam benefícios das vitaminas C e E nesse contexto. Fornecidas por alimentos de origem vegetal, elas têm efeito antioxidante. Deficiências podem aparecer com o envelhecimento.</p>



<p>Juntando esses dados com outras pesquisas focadas na saúde cardiovascular, chegamos a alguns modelos de dieta que se mostram proveitosos para o coração. Eu destacaria:</p>



<p><strong>Dieta mediterrânea:&nbsp;</strong>preza pelo consumo de frutas, legumes, verduras, cereais, azeite e peixes.&nbsp;<a href="https://saude.abril.com.br/podcast/por-que-devemos-comer-menos-carne-podcast/">E pede restrição a carne vermelha</a>, gordura saturada e açúcar refinado. Tem resultados contra obesidade, diabetes, pressão e colesterol altos. As sociedades americana e europeia de cardiologia defendem fortemente a implementação desse cardápio como forma de prevenir problemas cardiovasculares.</p>



<p><strong>Dash&nbsp;(Dietary Approaches to Stop Hypertension):</strong>&nbsp;traduzindo do inglês, é uma dieta criada para controlar a hipertensão. Foca nos vegetais e promove redução no consumo do sal. Ao baixar a pressão arterial, ajuda a afastar perigos como infarto e AVC.</p>



<p><strong>Dieta vegetariana:</strong>&nbsp;não se pode questionar seu valor para o coração. Um estudo da Universidade de Oxford, na Inglaterra, mostra que ela reduz em até 30% os eventos cardiovasculares. Mas o ideal é individualizar a adoção do cardápio, e contar com orientação especializada, a fim de ponderar e evitar carências nutricionais.</p>



<p>Outras dietas, como a&nbsp;<a href="https://saude.abril.com.br/alimentacao/dieta-cetogenica/"><strong>cetogênica</strong></a>, vêm recebendo atenção dos cientistas nos últimos tempos — nesse caso, a combinação do teor elevado de gorduras e baixo consumo de carboidratos parece contribuir para controle do peso e dos níveis de lípides no sangue. E vamos aguardar o que estudos mais longos e robustos têm a nos dizer a respeito.</p>



<p>De um modo geral, fica claro que existem modelos dietéticos capazes de resguardar a saúde cardiovascular. No entanto, devemos ter em mente que a dieta isolada não garante o sucesso da empreitada. Cada pessoa tem&nbsp;<strong>particularidades genéticas e diferentes necessidades do ponto de vista energético e nutricional</strong>. Além disso, outros elementos do estilo de vida contam pontos.</p>



<p>No mundo ideal, personalizaríamos os ajustes na alimentação de cada um. Mas, se me perguntarem com qual dieta eu fico pensando no coração, juntando os dados da literatura médica com a experiência profissional, eu diria que a dieta mediterrânea é um ótimo modelo. E, para que ela traga bons resultados, não devemos descuidar do acompanhamento médico, da atividade física e de outros itens que compõem um estilo de vida saudável.</p>



<p><em>* Edmo Atique Gabriel é cardiologista e cirurgião cardíaco, professor universitário e palestrante</em></p>



<p>Fonte: <em>Veja Saúde</em></p>
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		<title>Quiropraxia traz benefícios? Ela pode causar AVC?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 14:09:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[QUIROPRAXIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seu criador alegava que a quiropraxia tratava quase todas as doenças. Investigamos o histórico, o potencial contra dor nas costas e os riscos A quiropraxia hoje é muito associada a dores nas costas.&#160;Foto: Chris Yang/Unsplash/Divulgação Boa parte das pessoas veem&#160;a quiropraxia&#160;como uma técnica para diminuir&#160;dores nas costas&#160;através da manipulação da coluna e do pescoço. Mas &#8230;</p>
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<h2>Seu criador alegava que a quiropraxia tratava quase todas as doenças. Investigamos o histórico, o potencial contra dor nas costas e os riscos</h2>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://saude.abril.com.br/wp-content/uploads/2021/03/quiropraxia-riscos.jpg" alt="Mulher com desenho de vértebras nas costas, simbolizando a quiropraxia"/><figcaption>A quiropraxia hoje é muito associada a dores nas costas.&nbsp;Foto: Chris Yang/Unsplash/Divulgação</figcaption></figure>



<p>Boa parte das pessoas veem&nbsp;<strong>a quiropraxia</strong>&nbsp;como uma técnica para diminuir&nbsp;<a href="http://saude.abril.com.br/tudo-sobre/dor-nas-costas">dores nas costas</a>&nbsp;através da manipulação da coluna e do pescoço. Mas ela na verdade surgiu como um tratamento que alinharia o organismo como um todo, tratando 95% de todas as doenças. Claro que não há quaisquer evidências científicas que suportem essa alegação — e, por outro lado, existe o temor de que as estaladas na espinha e no pescoço aumentem o risco de complicações sérias.</p>



<p>Daí porque a leitora Giulia de Paula nos perguntou se a quiropraxia pode provocar um&nbsp;<a href="http://saude.abril.com.br/tudo-sobre/acidente-vascular-cerebral"><strong>acidente vascular cerebral (AVC)</strong></a>.</p>



<p>Para responder essa pergunta e dar o contexto por trás dessa prática, Veja SAÚDE conversou com o Edzard Ernst, um professor da&nbsp;<a href="https://www.exeter.ac.uk/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Universidade de Exeter</a>, na Inglaterra, que estuda os reais efeitos de diferentes métodos alternativos, e com o ortopedista Alexandre Fogaça, presidente da&nbsp;<a href="https://sbot.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia</a>&nbsp;– Regional São Paulo (Sbot-SP). Também vasculhamos as evidências científicas sobre o método.</p>



<h3>O que é a quiropraxia</h3>



<p>Apesar de as dores osteomusculares serem o foco da quiropraxia hoje, Edzard Ernst explica que, nos seus primórdios, o método era, digamos, mais ambicioso. Ele foi criado por&nbsp;<strong>Daniel David Palmer</strong>&nbsp;(1845-1913) em 1895, nos Estados Unidos.</p>



<p>De acordo com informações da&nbsp;<a href="https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2019/11/09/quiropraxia-uma-ideia-ruim-made-usa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">revista Questão de Ciência</a>, no livro de memórias de D.D. Palmer, “O Quiroprático”, publicado postumamente em 1914, a ideia de curar condições médicas dessa forma teria surgido por uma revelação espiritual enviada a ele pelo médico James Atkinson, que havia morrido 50 anos antes.</p>



<p>“Segundo D.D. Palmer, 95% de todas as doenças têm origem em subluxações da coluna. Portanto, a única cura se daria pela manipulação dessa estrutura”, conta Ernst, que lançou recentemente&nbsp;<a href="https://amzn.to/39suDc8" target="_blank" rel="noreferrer noopener">um livro sobre o tema (clique parar comprar)</a>, ainda sem tradução para o português.</p>



<p>Veja: “subluxação” é um conceito médico que significa o deslocamento parcial de uma junta. Mas, na quiropraxia, o termo pode designar “danos que não necessariamente causam manifestações físicas”. Ou seja, é a impressão pessoal do quiropata que define se há ou não uma subluxação.</p>



<p>Ainda de acordo com os princípios originais da quiropraxia, as subluxações bloqueariam a passagem da chamada “inteligência inata”, que por sua vez seria responsável por controlar todas as funções do organismo. Não há qualquer pesquisa que que tenha identificado essa inteligência inata ou a suporte de algum jeito. Pelo contrário.</p>



<p>Tempos depois de lançar a quiropraxia, D.D. Palmer afirmou que a inteligência inata era uma espécie de “Deus” dentro de cada pessoa. Sim, ele via seu método como uma religião que substituiria conceitos científicos de cura e tratamento.</p>



<p>“No início, ela era vista como uma panaceia. Só mais tarde a dor nas costas se tornou um foco dos quiropatas”, afirma Ernst.&nbsp;<a href="https://www.jpsmjournal.com/article/S0885-3924(07)00783-X/fulltext" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Em um artigo publicado no&nbsp;<em>Journal of Pain and Symptom Management</em>&nbsp;em 2008</a>, esse cientista revelou que os primeiros panfletos divulgando a quiropraxia alegavam, por exemplo, que ela era capaz de curar insanidade, disfunção sexual, sarampo e&nbsp;<a href="http://saude.abril.com.br/tudo-sobre/gripe">gripe</a>.</p>



<p>Com o tempo, houve um racha entre os profissionais que aplicavam a técnica. Parte tentou incorporar elementos científicos — e até por isso resolveram se concentrar nas doenças osteomusculares. Esse é o grupo dos “mixers”.</p>



<p>Já os “straights” seguem fiéis aos princípios originais de D.D. Palmer. Eles acreditam que as subluxações são a causa de quase todas as enfermidades, e a quiropraxia, a cura. Pesquisas já deixam claro que isso não é verdade.</p>



<p>A quiropraxia é atualmente regulamentada em diversos países — ela está enraizada especialmente nos Estados Unidos. A Federação Mundial de Quiropraxia inclusive é reconhecida e filiada à Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>



<p>No Brasil, essa forma de manipular a coluna é oferecida no Sistema Único de Saúde (SUS). Ela integra a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), junto com outros métodos sem comprovação científica, <a href="https://saude.abril.com.br/especiais/o-cerco-a-homeopatia/">como homeopatia</a>, ozonioterapia e reiki.</p>



<h3>A quiropraxia evita dores nas costas?</h3>



<p>Vamos recorrer à ciência. Pesquisadores de instituições holandesas e dinamarquesas fizeram uma revisão sistemática de 47 estudos randomizados que compararam a quiropraxia com outras terapias contra a lombalgia crônica. Ao todo, foram incluídos 9 211 participantes, com idades entre 35 a 60 anos.</p>



<p>O resultado,&nbsp;<a href="https://www.bmj.com/content/364/bmj.l689.long" target="_blank" rel="noreferrer noopener">publicado em 2019 no&nbsp;<em>British Medical Journal</em></a>, indicou que o efeito dessa técnica é semelhante ao de outros tratamentos recomendados. Nem melhor, nem pior.</p>



<p>No entanto, os autores pontuaram que os especialistas devem informar seus pacientes sobre os possíveis riscos da prática. A maioria dos efeitos colaterais esteve ligado a dores e rigidez muscular — embora a revisão conclua que muitos dos trabalhos analisados não avaliaram essa questão de maneira rigorosa.</p>



<p>Mais uma revisão,&nbsp;<a href="https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/2616395" target="_blank" rel="noreferrer noopener">essa publicada no respeitado periódico científico&nbsp;<em>Jama</em></a>, investigou a quiropraxia contra a dor lombar aguda. Após checar 26 estudos, os experts calcularam que ela foi associada a melhorias modestas em até seis semanas.</p>



<p>O benefício foi estatisticamente igual ao apresentado por anti-inflamatórios não esteróides. Além disso, a revisão destaca que muitas das pesquisas incluídas apresentavam limitações.</p>



<p><a href="https://journals.lww.com/spinejournal/Abstract/2004/07150/A_Cochrane_Review_of_Manipulation_and_Mobilization.9.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Outra revisão</a>, feita por universidades canadenses, australianas e americanas focou no tratamento de dores no pescoço. Os experts concluíram que o manejo e a mobilização da estrutura não trazem benefícios isoladamente — apenas se usados em conjunto com exercícios.</p>



<p>No fim das contas, a literatura científica não traz ainda uma resposta clara, embora resultados assim já deixem claro que a quiropraxia não é um milagre. Há indícios de que ela pode ajudar a aliviar dores nas costas, assim como outros métodos. “Todas as outras afirmações feitas por quiropatas não são apoiadas por boas evidências”, acrescenta Ernst.</p>



<h3>Os riscos da quiropraxia</h3>



<p>Vamos começar pelo tema que deu origem a esse texto: o AVC. “Ele pode acontecer após manipulações bruscas do pescoço, que causam a dissecção de uma artéria, levando a um derrame, às vezes seguido de morte”, explica Ernst.</p>



<p>No Hospital Universitário de Copenhague, na Dinamarca, profissionais chafurdaram os dados de diferentes revisões sobre possíveis efeitos colaterais. A partir de 118 artigos, eles concluíram que as reações adversas graves mais reportadas foram AVC, dor de cabeça e dissecção da artéria vertebral.</p>



<p>Mas, justiça seja feita, os cientistas afirmaram que não dá para tirar conclusões claras. Pra ter ideia, enquanto um trabalho estimava um efeito colateral grave a cada 20 mil sessões, outro sugeria um a cada 250 mil. Essa variação provavelmente indica que necessitamos de mais investigações de alta qualidade para bater o martelo sobre a segurança da técnica. De qualquer modo, o risco não está descartado — nem de perto.</p>



<p>Independentemente da questão do AVC, Alexandre Fogaça destaca que, muitas vezes, desconfortos nas costas não decorrem de problemas na coluna. Logo, recorrer à quiropraxia sem um diagnóstico certeiro pode adiar o tratamento adequado. “Só com a avaliação de um médico é possível concluir qual o caminho a seguir”, alerta o ortopedista.</p>



<p>A&nbsp;<a href="https://www.abquiro.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Associação Brasileira de Quiropraxia (ABQuiro)</a>&nbsp;alega que, como todo método terapêutico, ela possui indicações e contraindicações precisas. Segundo informado no site da entidade, quando realizada por pessoas qualificadas, os riscos são reduzidos.</p>



<p>Edzard Ernst discorda desse argumento. “As reações adversas mencionadas nos estudos referem-se a quiropatas totalmente qualificados. Eles negam, porque isso seria ruim para os negócios”, critica.</p>



<p>Por fim, há um receio de que o paciente acredite que a quiropraxia consiga controlar ou curar diferentes doenças e, a partir daí, abandone tratamentos comprovadamente eficazes. D.D. Palmer, por exemplo, era contra o uso de vacinas.</p>



<p>Diante de uma terapia com origem totalmente não-científica, sem benefícios superiores aos métodos já difundidos e com possíveis efeitos adversos perigosos, recomenda-se muita cautela. Se você estiver com qualquer problema nas costas, procure um médico qualificado antes de mais nada.</p>



<p>Fonte: <em>Veja Saúde</em></p>
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