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	<title>Gravidez &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<description>SUA FONTE DE INFORMAÇÃO SEGURA SOBRE SAÚDE</description>
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	<title>Gravidez &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Gestantes podem passar anticorpos contra Covid-19 para os bebês, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2021 14:04:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Anticorpos foram identificados no sangue do cordão umbilical de 78% das crianças avaliadas na pesquisa, indicando que eles atravessaram a placenta para chegar ao feto Um novo estudo publicado no American Journal of Obstetrics and Gynecology revela que mulheres grávidas que desenvolveram anticorpos contra o novo coronavírus podem transmitir essas proteínas de defesa para seus filhos. As descobertas sugerem &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2>Anticorpos foram identificados no sangue do cordão umbilical de 78% das crianças avaliadas na pesquisa, indicando que eles atravessaram a placenta para chegar ao feto</h2>



<p>Um novo estudo publicado no<em> <a href="https://www.ajog.org/article/S0002-9378(21)00053-3/fulltext#secsectitle0080" target="_blank" rel="noreferrer noopener">American Journal of Obstetrics and Gynecology</a></em> revela que mulheres grávidas que desenvolveram anticorpos contra o <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/08/sera-possivel-estabelecer-uma-convivencia-segura-com-o-novo-coronavirus.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">novo coronavírus</a> podem transmitir essas proteínas de defesa para seus filhos. As descobertas sugerem que a <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/11/novos-estudos-reforcam-evidencia-de-que-imunidade-covid-19-e-duradoura.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">imunidade</a> adquirida pela <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2021/01/5-motivos-por-que-voce-pode-e-deve-confiar-nas-vacinas-de-covid-19.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vacina</a> também é capaz de ser transferida, e proteger tanto a mãe quanto o recém-nascido.</p>



<p>Durante as pesquisas, foram analisadas amostras de sangue de 88 mulheres que deram à luz no NewYork-Presbyterian, hospital filiado ao Weill Cornell Medicine, entre os meses de março e maio do último ano, quando a cidade de Nova York era o epicentro global da&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2020/10/em-que-lugar-do-mundo-proxima-pandemia-pode-comecar.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pandemia</a>. Todas apresentaram anticorpos contra o&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2020/03/estudo-conclui-que-coronavirus-sars-cov-2-so-pode-ter-evoluido-naturalmente.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sars-Cov-2</a>, o que mostra que elas haviam contraído o vírus, ainda que não tenham desenvolvido sintomas.</p>



<p>Em 78% das crianças nascidas, foi possível identificar anticorpos no sangue do cordão umbilical, indicando que eles atravessaram a placenta — órgão responsável pela troca de nutrientes e gases entre a mãe e o bebê — durante a&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2018/11/18-meses-e-o-intervalo-ideal-entre-uma-gravidez-e-outra-diz-estudo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">gravidez</a>, e chegaram até a corrente sanguínea do feto. Não há indícios de que as crianças tenham sido infectadas pelo vírus, e todas testaram negativo para Covid-19 após o&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2019/06/por-que-o-parto-humano-e-tao-doloroso-entenda.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">parto</a>.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/bO6bFsav-HM3GU8mzEOUIo3hTeM=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2020/06/27/gravidez.jpeg" alt="Estudo do Centro para Controle e Prevenção de Doenças indica que, dentre as pacientes com Covid-19, aquelas que estavam grávidas tiveram mais necessidade de internação em UTI e de ventiladores mecânicos (Foto: freestocks.org / Pexels)" title="Gestantes podem passar anticorpos contra Covid-19 para os bebês, diz estudo (Foto: freestocks.org / Pexels)"/><figcaption>Gestantes podem passar anticorpos contra Covid-19 para os bebês, diz estudo (Foto: freestocks.org / Pexels)</figcaption></figure>



<p>Os cientistas também constataram que a concentração das proteínas de defesa era consideravelmente maior entre as pacientes sintomáticas, que representavam 42% do total. Esse padrão corresponde ao encontrado na população em geral, confirmando a hipótese de que gestantes possuem uma resposta imune semelhante à das outras pessoas, o que ainda não havia se confirmado, uma vez que o&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2020/04/5-inimigos-que-o-sistema-imunologico-costuma-enfrentar-para-nos-proteger.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sistema imunológico</a>&nbsp;das mulheres tende a passar por mudanças durante a gravidez.</p>



<p>Além disso, mães com níveis mais altos de anticorpos tinham maiores chances de transmiti-los à criança, ou seja, filhos de mulheres que tiveram <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/03/como-os-sintomas-da-covid-19-evoluem-cada-dia-de-acordo-com-gravidade.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sintomas da Covid-19</a> apresentavam mais anticorpos em comparação aos recém-nascidos de mães assintomáticas.</p>



<p>“As gestantes e seus bebês representam dois grupos vulneráveis, com um sistema imunológico interdependente, que é altamente suscetível a doenças infecciosas”, explica o estudo. Um relatório de outubro de 2020 do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos indica que grávidas sintomáticas para Covid-19 possuem maiores chances de serem admitidas em UTIs e submetidas a intubação e oxigenação por membrana extracorpórea, além de maior risco de morte.</p>



<p>Existem casos de transmissão do Sars-Cov-2 através da placenta e de recém-nascidos com sintomas de Covid-19 cujas mães haviam testado positivo para a doença. Por outro lado, as novas descobertas sugerem que os anticorpos produzidos através do estímulo da vacina também são capazes de atravessar o órgão, protegendo tanto a mãe quanto a criança. “Agora que podemos dizer que os anticorpos contra Covid-19 produzidos pelas gestantes podem ser passados aos seus bebês, nós suspeitamos que há uma grande chance de que elas também podem passar os anticorpos que o organismo produz quando é vacinado”, diz Yawei Jenny Yang, uma das autoras do estudo. Ainda não se sabe, no entanto, a proteção exata que esses anticorpos podem dar à criança, e por quanto tempo eles conseguem agir.</p>



<p>“A pergunta de um milhão de dólares”, questiona Laura Riley, pesquisadora envolvida no estudo, “é se as mulheres que estão sendo vacinadas agora terão o mesmo tipo de proteção [quando engravidarem]. Nós não sabemos isso ainda, e ter essas respostas é bastante importante.”</p>



<p>Riley, Yang e uma equipe de cientistas estão dando seguimento a pesquisas envolvendo gestantes que foram vacinadas, assim como mães já imunizadas que estão amamentando. O objetivo é avaliar a resposta imune desses grupos após receber a vacina e auxiliar na elaboração de estratégias de imunização daqui para frente.<br><br><em>Fonte: Agência Einstein</em></p>
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		<title>Poluição luminosa pode aumentar casos de partos prematuros; entenda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2021 20:20:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Desequilíbrio no relógio biológico de grávidas pode ser uma das explicações para a associação entre menor visibilidade das estrelas e aumento de nascimentos precoces Poluição luminosa pode aumentar casos de partos prematuros, sugere estudo (Foto: Ignacio Campo/Unsplash) Se antes a natureza tomava conta de iluminar a noite, hoje, quem desempenha esse papel são as luzes &#8230;</p>
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<h3>Desequilíbrio no relógio biológico de grávidas pode ser uma das explicações para a associação entre menor visibilidade das estrelas e aumento de nascimentos precoces</h3>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/ZPqGiQ2e1w_GfLXONZYFKHOPOfk=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2021/01/29/ignacio-campo-fkojxabjwlw-unsplash.jpg" alt="Poluição luminosa pode aumentar casos de partos prematuros, sugere estudo (Foto: Ignacio Campo/Unsplash)" title="Poluição luminosa pode aumentar casos de partos prematuros, sugere estudo (Foto: Ignacio Campo/Unsplash)"/><figcaption>Poluição luminosa pode aumentar casos de partos prematuros, sugere estudo (Foto: Ignacio Campo/Unsplash)</figcaption></figure>



<p>Se antes a natureza tomava conta de iluminar a noite, hoje, quem desempenha esse papel são as luzes dos postes, dos anúncios e das fachadas de prédios, principalmente nos grandes centros urbanos. O excesso de iluminação artificial presente em nosso cotidiano gera aquilo que chamamos de <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2014/01/precisamos-mesmo-de-tanta-luz.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">poluição luminosa</a>.</p>



<p>A comunidade científica já vem estudando os efeitos dessa poluição nos hábitos dos <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/08/23-coisas-incriveis-sobre-animais-que-voce-nunca-imaginou.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">animais</a> e dos seres humanos. Recentemente, um estudo conduzido por cientistas das Universidades de Lehigh, de Colorado e da Faculdade Lafayette, nos Estados Unidos, demonstrou seus impactos sobre a <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/plantao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saúde</a> de <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/07/higiene-evita-transmissao-de-covid-19-entre-mae-e-recem-nascido-diz-estudo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">recém-nascidos</a>. A pesquisa, publicada no periódico <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/soej.12477" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Southern Economic Journal</em></a>, mostra que o aumento na iluminação noturna leva também ao aumento em casos de <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2018/11/18-meses-e-o-intervalo-ideal-entre-uma-gravidez-e-outra-diz-estudo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">gestações</a> mais curtas, partos prematuros e bebês com baixo peso ao nascer (inferior a 2500 gramas).</p>



<p>Para chegar a essas conclusões, os autores mediram diretamente o&nbsp;<em>skyglow</em>&nbsp;em oito cidades do estado de Nova Jersey, nos Estados Unidos. Esse importante fator da poluição luminosa nada mais é do que o brilho no&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Meio-Ambiente/noticia/2020/03/niue-se-torna-o-primeiro-pais-de-ceu-escuro-do-mundo-entenda.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">céu noturno</a>&nbsp;das grandes cidades, formado por conta de luzes artificiais direcionadas para o alto.</p>



<p>O&nbsp;<em>skyglow</em>&nbsp;gera um efeito alaranjado e esbranquiçado no céu que nos impede de ver as&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2019/11/estrelas-seis-curiosidades-sobre-os-corpos-celestes.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estrelas</a>. A pesquisa demonstrou que quando havia um aumento no brilho noturno, em que só era possível observar entre um terço e um quarto das estrelas visíveis a olho nu em condições ideais, a probabilidade do aumento de partos prematuros crescia em 12,9%.</p>



<p>Uma das razões apontadas pelo estudo é o desequilíbrio do ritmo circadiano, o nosso “<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/10/americanos-levam-nobel-de-medicina-por-estudo-sobre-relogio-biologico.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relógio biológico</a>”. O excesso de luzes artificiais durante a noite desestimula a produção de melatonina, o hormônio que regula o sono. “A gestação demanda que a mãe durma o suficiente para o desenvolvimento do feto e ter a energia exigida no trabalho de parto”, afirmam os cientistas em seu estudo. “Em particular, a privação de sono durante a gravidez já foi identificada como um fator de risco para nascimentos <a href="https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Comportamento/noticia/2019/07/nascimento-prematuro-afeta-busca-para-encontrar-o-amor-afirma-estudo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">prematuros</a>”.</p>



<p>Ainda que a pessoa controle sua exposição a luzes dentro de casa, como a redução no uso de televisão e dispositivos eletrônicos, a iluminação noturna vinda de fora, que gera o skyglow, também possui impactos sobre ritmo circadiano, resultando em noites de&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2018/12/5-dicas-para-ter-uma-excelente-noite-de-sono.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sono</a>&nbsp;com menor duração e maior sonolência durante o dia.</p>



<p>Os pesquisadores reconhecem que o uso de luzes artificiais à noite são fundamentais no mundo moderno, já que elas melhoram a visibilidade, reduzem acidentes e ampliam a segurança nas ruas. No entanto, ponderam que a sua instalação não leva em consideração os efeitos nos nossos ciclos naturais. Muzhe Yang, professor de economia na Universidade Lehigh e um dos autores do estudo, afirma que “embora o aumento no uso de luzes artificiais à noite seja geralmente associado à prosperidade econômica, nossa pesquisa ressalta os efeitos positivos da escuridão em nossa&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/plantao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">saúde</a>, e que são negligenciados”.</p>



<p>Este é o primeiro estudo que mede diretamente o<em> skyglow</em> para identificar a influência da poluição luminosa na saúde dos fetos. Para isso, foi utilizada a Lei de Walker, uma fórmula que estima o brilho noturno. Os autores também buscaram dados no Departamento de Saúde de Nova Jersey, no <em>500 Cities Project</em> e no aplicativo <em>Loss of the Night</em>.</p>



<p>As descobertas sugerem que sejam feitas discussões sobre as políticas relacionadas à iluminação pública e a necessidade de minimizar o&nbsp;<em>skyglow</em>, a fim de evitar consequências negativas ao sono e à saúde dos&nbsp;<a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2015/07/como-os-bebes-recem-nascidos-enxergam-o-mundo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">recém-nascidos</a>. “Essa é uma importante consideração, principalmente com o aumento na popularidade de luzes de LED para iluminação pública, que, embora economizem mais energia e tenham custos operacionais mais baixos, podem agravar a poluição luminosa por conta da emissão de luz azul”, dizem os cientistas.&nbsp;</p>



<p><em>Fonte: Agência Einstein</em> / <em>Revista Galileu</em></p>
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		<title>Estudo aponta, pela primeira vez, importância da glândula timo na gravidez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2021 13:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com a pesquisa, feita em ratos, glândula do sistema imunológico tem papel importante na prevenção de aborto espontâneo e diabetes gestacional Estudo aponta, pela primeira vez, importância da glândula timo na gravidez (Foto: Mateus Campos Felipe/Unsplash) Um estudo publicado no último dia 23 de dezembro na revista&#160;Nature&#160;traz, pela primeira vez, evidências da importância &#8230;</p>
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<p>De acordo com a pesquisa, feita em ratos, glândula do sistema imunológico tem papel importante na prevenção de aborto espontâneo e diabetes gestacional</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/yBx5VJ8KiakqI8AVteeuFb0G5kI=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2021/01/04/mateus-campos-felipe--abgj_gy_d4-unsplash.jpg" alt="Estudo aponta, pela primeira vez, importância da glândula timo na gravidez (Foto: Mateus Campos Felipe/Unsplash)"/><figcaption><em>Estudo aponta, pela primeira vez, importância da glândula timo na gravidez (Foto: Mateus Campos Felipe/Unsplash)</em></figcaption></figure>



<p>Um estudo publicado no último dia 23 de dezembro na revista&nbsp;<em>Nature</em>&nbsp;traz, pela primeira vez, evidências da importância da&nbsp;timo, uma glândula do sistema imunológico, para prevenir&nbsp;aborto espontâneo&nbsp;e&nbsp;diabetes&nbsp;em mulheres grávidas.&nbsp;</p>



<p>Liderada por&nbsp;Josef Penninger, da&nbsp;Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, a pesquisa descobriu que os hormônios sexuais femininos instruem mudanças importantes na timo para produzir células especializadas, as chamadas Treg, que lidam com as mudanças fisiológicas do corpo durante a&nbsp;gravidez.</p>



<p>Os pesquisadores também identificaram que o rank, um receptor expresso na timo, tem papel-chave contra problemas na gestação.&nbsp;“Sabíamos que o rank era expresso na timo, mas seu papel na&nbsp;gravidez&nbsp;era desconhecido”, disse Penninger,&nbsp;em nota.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Os pesquisadores analisaram camundongos para estudar esse receptor e o que se observou é que a ausência do rank na glândula faz com que menos Treg sejam produzidas na&nbsp;placenta, aumentando o risco de aborto espontâneo.</p>



<p>Investigando o&nbsp;diabetes gestacional&nbsp;— condição que afeta aproximadamente 15% das mulheres grávidas em todo o mundo&nbsp;—, os pesquisadores notaram que, em gestações saudáveis, as células Treg migram para o tecido adiposo da mãe a fim de prevenir a inflamação e ajudar a controlar os níveis de glicose no corpo.</p>



<p>Mas, nos ratos sem a proteína rank da timo — e portanto com déficit de Treg na placenta —, os níveis de glicose e insulina no sangue foram mais altos. E esse efeito não se restringiu ao período da gravidez:&nbsp;os filhotes desses camundongos foram propensos a diabetes e excesso de peso durante toda a vida.&nbsp;</p>



<p>Ao normalizar os níveis dessas células, os problemas de&nbsp;saúde&nbsp;nas mamães ratos e em seus filhotes foram revertidos. “A timo muda muito durante a gravidez e como essa reconfiguração de um tecido inteiro contribui para uma gravidez saudável tem sido um dos mistérios restantes da imunologia”, acrescenta Penninger. “Nosso trabalho ao longo de muitos anos não só resolveu este&nbsp;quebra-cabeça&nbsp;(os hormônios da gravidez religam a glândula via rank), mas também descobriu que a timo não apenas muda o&nbsp;sistema imunológico&nbsp;da mãe para não rejeitar o feto, mas também controla a saúde metabólica da gestante&#8221;.</p>



<p>FONTE: <em>REVISTA GALILEU</em> / GLOBO</p>
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		<title>Pressão alta na gravidez pode intensificar sintomas da menopausa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Jan 2021 13:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa feita com 2700 mulheres associou histórico de distúrbios hipertensivos na gestação a manifestações mais severas da menopausa, como as ondas de calor Pressão alta na gravidez pode intensificar sintomas da menopausa, diz estudo (Foto: Camylla Battani/Unsplash) Um novo estudo da Sociedade de Menopausa da América do Norte (NAMS, na sigla em inglês) percebeu que &#8230;</p>
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<h4>Pesquisa feita com 2700 mulheres associou histórico de distúrbios hipertensivos na gestação a manifestações mais severas da menopausa, como as ondas de calor</h4>



<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/QP5T1xu4A5fVMtSggYZDUGL2BTI=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2020/08/21/camylla-battani-son4vht4ld0-unsplash.jpg" alt="Pressão alta na gravidez pode intensificar sintomas da menopausa, diz estudo (Foto: Camylla Battani/Unsplash)" title="Pressão alta na gravidez pode intensificar sintomas da menopausa, diz estudo (Foto: Camylla Battani/Unsplash)"/><figcaption>Pressão alta na gravidez pode intensificar sintomas da menopausa, diz estudo (Foto: Camylla Battani/Unsplash)</figcaption></figure>



<p>Um novo estudo da Sociedade de Menopausa da América do Norte (NAMS, na sigla em inglês) percebeu que mulheres com pressão alta durante a gravidez podem ter sintomas mais intensos durante a menopausa, incluindo as típicas ondas de calor. Os resultados da pesquisa foram publicados no último dia 19 de agosto no periódico científico <em>Menopause, </em>da NAMS.</p>



<p>“Esse grande estudo transversal mostra uma ligação entre os distúrbios hipertensivos da gravidez e os sintomas da menopausa, ambos exclusivos de mulheres e preditivos de risco futuro de doença cardiovascular”, disse Stephanie Faubion, autora principal do estudo e diretora médica da NAMS, em comunicado.<br><br>Os distúrbios hipertensivos da gravidez (HDP), como hipertensão gestacional e pré-eclâmpsia, são reconhecidos como preditores de doenças cardiovasculares nas mulheres. Da mesma forma, certos sintomas da menopausa, como forte sensação de calor são indicadores de risco cardiovascular, embora os mecanismos por trás disso ainda não sejam totalmente conhecidos.<br><br>Os pesquisadores avaliaram quase 2.700 mulheres e descobriram que aquelas com histórico de HDP apresentaram sintomas de menopausa mais graves em comparação a mulheres que não enfrentaram problemas de pressão na gravidez ou que não tiveram filho. Eles também viram que as mulheres com HDP em uso de terapia hormonal na época da menopausa tinham sintomas significativamente maiores do que as mulheres sem esse histórico.</p>



<p>“Estudos futuros são necessários para determinar se esses riscos são aditivos para melhor informar o desenvolvimento de modelos mais precisos de predição de risco cardiovascular em mulheres e estratégias para redução de risco ”, finalizou Faubion.</p>



<p>FONTE: <em>REVISTA GALILEU / GLOBO</em></p>
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