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	<title>SAÚDE MENTAL &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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	<description>SUA FONTE DE INFORMAÇÃO SEGURA SOBRE SAÚDE</description>
	<lastBuildDate>Mon, 08 Feb 2021 11:51:40 +0000</lastBuildDate>
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	<title>SAÚDE MENTAL &#8211; SAÚDE NA CAPITAL</title>
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		<title>Androginia cerebral: por que quebrar normas de gênero pode melhorar a saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2021 11:51:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE MENTAL]]></category>
		<category><![CDATA[androgenia]]></category>
		<category><![CDATA[gênero]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Legenda da foto,Pesquisas recentes apontaram que o cérebro também pode ser andrógino Em espaços como a publicidade, costuma-se presumir que homens e mulheres são fundamentalmente diferentes. Mas, claro, todos nós conhecemos pessoas andróginas, que têm uma mistura de traços que são considerados, de modo estereotipado, masculinos ou femininos. É importante ressaltar que essa &#8220;androginia psicológica&#8221; &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image"><img src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/12BDE/production/_116666767_brain.jpg" alt="ilustração de um cérebro"/><figcaption>Legenda da foto,Pesquisas recentes apontaram que o cérebro também pode ser andrógino</figcaption></figure>



<p><strong>Em espaços como a publicidade, costuma-se presumir que homens e mulheres são fundamentalmente diferentes.</strong></p>



<p>Mas, claro, todos nós conhecemos pessoas andróginas, que têm uma mistura de traços que são considerados, de modo estereotipado, masculinos ou femininos.</p>



<p>É importante ressaltar que essa &#8220;androginia psicológica&#8221; há muito tempo é associada a características como melhor flexibilidade cognitiva (a capacidade mental de alternar entre tarefas ou pensamentos diferentes), competência social e saúde mental.</p>



<p>Mas como isso está relacionado ao cérebro? As pessoas que são mais andróginas em seu comportamento vão contra sua natureza biológica, fazendo coisas para as quais seus cérebros não são otimizados?</p>



<p>Se a androginia cerebral existe, há muito tempo é algo ignorado.</p>



<p>Mas nosso novo estudo,&nbsp;<a href="https://academic.oup.com/cercor/advance-article/doi/10.1093/cercor/bhaa408/6104776">publicado recentemente na revista Cerebral Cortex</a>, sugere que ela existe e é comum.</p>



<p>Acredita-se que a androginia psicológica seja &#8220;psicologicamente protetora&#8221;. Por exemplo, sabemos que ela está associada a menos problemas de saúde mental, como depressão e ansiedade. Também tem sido relacionada ao aumento da criatividade.</p>



<p>CRÉDITO,GETTY IMAGESLegenda da foto,</p>



<p>A sociedade atribui traços muitos distintos a cada gênero</p>



<p>Todos nós estamos familiarizados com os traços que são classificados de maneira estereotipada como masculinos ou femininos.</p>



<p>Os homens, por exemplo, não são incentivados a expressar sentimentos ou chorar quando estão tristes. Em vez disso, espera-se que sejam duros, assertivos, racionais e bons em tarefas visuais e espaciais, como leitura de mapas.</p>



<p>Por outro lado, espera-se que as mulheres sejam mais emocionais, atenciosas e melhores no uso do idioma.</p>



<p>Outros pesquisadores, no entanto, argumentam que essas diferenças são mínimas e as categorias são tudo menos absolutas.</p>



<p>Um estudo sugeriu que, psicologicamente, a maioria de nós provavelmente está em algum lugar no espectro entre o que consideramos de maneira estereotipada um &#8220;homem&#8221; e uma &#8220;mulher&#8221;.</p>



<p>Mas isso significa que as pessoas que se situam em algum ponto intermediário têm um cérebro e um comportamento mais andróginos?</p>



<p>Para testar esse conceito, criamos um espectro do cérebro usando um algoritmo de aprendizado de máquina e dados de neuroimagem.</p>



<p>Embora os cérebros masculino e feminino sejam semelhantes, a conectividade entre as diferentes áreas do cérebro tem se mostrado distinta.</p>



<p>Usamos esses marcadores de conectividade para caracterizar os cérebros de 9.620 participantes (4.495 homens e 5.125 mulheres).</p>



<p>Descobrimos que os cérebros estavam de fato distribuídos por todo o espectro e não apenas nos dois extremos.</p>



<p>CRÉDITO,GETTY IMAGESLegenda da foto,</p>



<p>A androginia psicológica foi associada a menos sintomas de depressão</p>



<p>Em uma subamostra, aproximadamente 25% dos cérebros foram identificados como masculinos, 25% como femininos e 50% foram distribuídos ao longo da seção andrógina do espectro.</p>



<p>Além disso, descobrimos que os participantes que se enquadravam no meio desse espectro, representando a androginia, tinham menos sintomas de problemas de saúde mental, como depressão e ansiedade, em comparação com aqueles nos dois extremos.</p>



<p>Esses achados apoiam nossa nova hipótese de que existe um conceito de neuroimagem de androginia cerebral, que pode estar associado a uma melhor saúde mental de maneira semelhante à androginia psicológica.</p>



<p><strong>Por que a androginia&nbsp;</strong><strong>pode&nbsp;</strong><strong>nos beneficia</strong><strong>r</strong></p>



<p>Para aprender coisas novas a fim de nos adaptarmos ao ambiente global em constante mudança, devemos ser capazes de estar atentos ao mundo que nos rodeia.</p>



<p>Devemos também ter bem-estar mental, flexibilidade e ser capazes de empregar uma ampla gama de estratégias de vida.</p>



<p>Mas essas diferenças provavelmente se devem em parte às normas e expectativas da sociedade: todos nós queremos agradar, portanto, nos conformamos com as regras.</p>



<p>Se uma menina ouvir que é rude ou inapropriado ser assertiva, por exemplo, ela pode mudar seu comportamento para amenizar ou esconder sua assertividade, o que pode afetar suas futuras opções de carreira, por exemplo.</p>



<p>Adolescentes homens, por exemplo, podem não ser encorajados por amigos e familiares a considerar carreiras mais gratificantes, mas sim escolher trabalhos mais perigosos, como ingressar no exército ou na polícia.</p>



<h2 id="O-gênero-do-cérebro">O gênero do cérebro</h2>



<p>Os cientistas há muito discutem a respeito de como os cérebros masculino e feminino realmente são diferentes, e há muitos relatos sobre essas distinções.</p>



<p>Essas habilidades nos permitem entender rapidamente o contexto externo e decidir uma resposta ideal.</p>



<p>Eles nos ajudam a aproveitar oportunidades limitadas no tempo e a incutir resiliência.</p>



<p>Assim, essas habilidades conferem uma vantagem para pessoas com cérebros andrógenos, enquanto outras têm menos probabilidade de prosperar.</p>



<p>Mas por que isso acontece?</p>



<p>CRÉDITO,GETTY IMAGESLegenda da foto,</p>



<p>A androginia psicológica também foi relacionada ao aumento da criatividade</p>



<p>Uma análise de 78 estudos com cerca de 20 mil participantes revelou que os homens que obedecem às normas masculinas típicas, como nunca depender dos outros e exercer poder sobre as mulheres, sofrem mais sintomas psiquiátricos do que outros, como depressão, solidão e abuso de substâncias.</p>



<p>Eles também se sentem mais isolados, sem criar conexões sociais com outras pessoas.</p>



<p>As mulheres presas a essas regras também pagam um preço, talvez abandonando o emprego dos sonhos porque a indústria é dominada por homens ou assumindo a maioria das tarefas doméstica.</p>



<p>No entanto, uma pessoa andrógina não é influenciada pelas normas de gênero na mesma medida.</p>



<p>Isso não significa que não haja esperança para aqueles que estão nas extremidades do espectro. O cérebro é mutável (plástico) até certo ponto.</p>



<p>O cérebro andrógino é provavelmente influenciado por fatores genéticos e ambientais, bem como por uma interação entre os dois.</p>



<p>Nosso próprio estudo sugere que o nível de androginia cerebral das pessoas pode mudar ao longo da vida.</p>



<p>Pesquisas futuras são necessárias para compreender as influências na androginia cerebral ao longo da vida e como fatores ambientais, como a educação, podem afetá-la.</p>



<p>Uma vez que descobrimos que um cérebro andrógino oferece melhor saúde mental, segue-se que, para um ótimo desempenho na escola, no trabalho e melhor bem-estar ao longo da vida, devemos evitar estereótipos extremos e oferecer às crianças oportunidades equilibradas à medida que crescem.</p>



<p><em>*Barbara Jacquelyn Sahakian é professora de Neuropsicologia Clínica da Universidade de Cambridge, no Reino Unido.</em></p>



<p><em>*Christelle Langley é pós-doutoranda em Neurociência Cognitiva na Universidade de Cambridge.</em></p>



<p><em>*Qiang Luo é pesquisador de Neurociência da Universidade Fudan, em Xangai, na China</em></p>



<p><em>*Yi Zhang é doutorando-visitante na Universidade de Cambridge.</em></p>



<p>*Este artigo foi publicado originalmente no site&nbsp;<a href="https://theconversation.com/us">The Conversation</a>. Leia o texto original&nbsp;<a href="https://theconversation.com/male-vs-female-brains-having-a-mix-of-both-is-common-and-offers-big-advantages-new-research-153242">clicando aqui</a>.</p>



<p>FONTE: <em>BBC NEWS BR</em></p>
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		<title>Dicas para a boa manutenção das funções mentais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2021 13:37:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOVAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE MENTAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Compreender&#160;o que é saúde mental&#160;e quais as medidas mais relevantes para prevenção e controle desse problema é fundamental. Para tanto, confira algumas sugestões que podem ser úteis para evitar os desajustes mentais. Procure relaxar alguns minutos por dia Priorizar&#160;atitudes para aliviar o estresse&#160;é fundamental para tornar o cotidiano mais leve e promover o equilíbrio físico &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Compreender&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/o-que-e-saude-mental/">o que é saúde mental</a>&nbsp;e quais as medidas mais relevantes para prevenção e controle desse problema é fundamental. Para tanto, confira algumas sugestões que podem ser úteis para evitar os desajustes mentais.</p>



<h3>Procure relaxar alguns minutos por dia</h3>



<p>Priorizar&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/aliviar-o-estresse-7-maneiras-de-conseguir-agora-mesmo/">atitudes para aliviar o estresse</a>&nbsp;é fundamental para tornar o cotidiano mais leve e promover o equilíbrio físico e mental. É preciso ter cuidado porque a defesa do organismo pode ser prejudicada e abrir portas a algumas doenças oportunistas que surgem mediante estresse excessivo.</p>



<p>De modo geral, isso ocorre porque a nossa cabeça vive constantemente ocupada por pensamentos e preocupações. Tais fatores reduzem a função das substâncias de defesa do organismo e colocam a pessoa em situação de vulnerabilidade.</p>



<p>Assim, é necessário buscar formas de aquietar a mente e relaxar alguns momentos durante o dia: meditação, alongamento e a leitura de um bom livro são excelentes alternativas para deixar a mente descansar e atingir um estágio de positividade.</p>



<h3>Dê atenção a quem precisa</h3>



<p>Como uma vertente comum da vida moderna, a falta de tempo deixa as pessoas muito ocupadas e isso tem contribuído para aumentar o isolamento social. Muitas desordens emocionais e físicas surgem como resultado dessa nova conjectura social.</p>



<p>Embora pareça normal, esse estilo contemporâneo de viver resulta no afastamento de parentes e amigos e tem transformado muitos indivíduos em uma ilha em meio a um “mar de milhões” igualmente solitários.</p>



<p>Pessoas isoladas e carentes são mais vulneráveis aos problemas depressivos. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão é o gatilho para os desajustes mentais em escala mundial: dados recentes pontuam que há, em média, 450 milhões de pessoas com doenças mentais e comportamentais.</p>



<p>Assim, uma maneira recíproca de trabalhar a redução dos efeitos dos problemas mentais é procurar dar mais atenção a quem precisa. Reserve algum momento para conversar com as pessoas. Passar mais tempo com os pais — ou com os filhos — é essencial para fortalecer os laços familiares.</p>



<p>São atitudes simples, mas reciprocamente benéficas e importantes para aumentar a sensação de utilidade entre os envolvidos. Muitas pessoas se isolam porque não tem com quem conversar. Assim, vivem sozinhas em um mundo virtual limitado por quatro paredes.</p>



<p>Ao olhar a agenda de seu celular, provavelmente notará nomes que há muito você não tem notícia. Que tal surpreendê-los e demonstrar que eles são importantes e que merecem um pouco de seu tempo e de sua atenção?</p>



<h3>Controle a ansiedade</h3>



<p>Controlar a&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/saude-mental/ansiedade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ansiedade</a>&nbsp;é um grande desafio. Mas isso pode ser possível até mesmo naquelas situações muito difíceis. No entanto, é preciso treinar o cérebro para que ele aprenda a lidar com o que aparentemente nos domina.</p>



<p>Nesse sentido, é válida a antiga premissa de Sócrates — o filósofo grego — que aconselhava: “Conhece-te a ti mesmo”. Conhecer a si mesmo é ter a sabedoria necessária para identificar os pontos fortes que nos tornam vencedores. É ter a certeza de conseguir dominar os pensamentos e conduzi-los para o bem.</p>



<p>O primeiro passo para alcançar esse estágio é encontrar uma maneira própria de enfrentar os momentos desafiadores que a vida coloca diante de nós. E também aprender a controlar as emoções negativas que resultam em insegurança em determinadas circunstâncias.</p>



<p>Vencer a ansiedade exige, pois, a conscientização da necessidade de adotar uma postura mental diferente para estar preparado quando os problemas — ou os&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/ansiedade-o-que-e-quais-sao-as-causas-e-principais-consequencias/">motivos que causam a ansiedade</a>&nbsp;— surgirem.</p>



<h3>Saia da mesmice</h3>



<p>Ainda que os compromissos resultantes do estilo de vida moderna sejam desafiadores, convém reservar um tempinho para sair da mesmice. Aprender uma nova prática desportiva pode ser motivador, tendo em vista os&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/os-beneficios-do-exercicio-fisico-na-saude-mental/">benefícios do exercício físico na recuperação da saúde mental.</a></p>



<p>Ouse fazer algo diferente, inovador e que seja benéfico para a saúde do corpo e da mente. Cultivar bons hábitos e praticar coisas diferentes são ações que podem reduzir a ansiedade, direcionar para novos rumos e renovar a alma.</p>



<p>Considere praticar uma atividade física — individual ou coletivamente — em um parque público. Aproveite para observar a beleza das flores, o verde das folhas, o canto dos pássaros e a simplicidade das crianças que brincam ali. Tente “zerar” os pensamentos e depois concentrar a atenção em coisas positivas.</p>



<p>Caminhe calmamente, respire devagar e descanse a sua mente. Transforme esses momentos em uma experiência agradável. Renove o seu espírito e conduza os pensamentos para algo construtivo e bom. São ações simples, mas que podem tornar o seu dia bem melhor.</p>



<p>Experimente conhecer algum projeto social ou programas de voluntariado. Se essa não for a sua praia, ainda há inúmeras opções: leia um livro diferente, aprenda a tocar um instrumento musical, faça aulas de dança ou algo que lhe desperte&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/confira-5-dicas-de-como-encontrar-o-sentido-da-vida/">interesse e entusiasmo pela vida</a>.</p>



<h3>Cuide do sono e da alimentação</h3>



<p>Uma boa noite de repouso em um ambiente tranquilo e confortável pode garantir o descanso e o relaxamento do corpo e da mente. A fisiologia humana impõe a necessidade de um sono regular para que as funções orgânicas sejam corretamente reparadas.</p>



<p>A íntima associação entre mente e corpo justifica as crises de humor, os picos de nervosismo e de estresse resultante das noites mal dormidas. Durante o sono, importantes substâncias como a serotonina — responsável pelo bem-estar — são produzidas.</p>



<p>Assim, mais do que se imagina, cuidar do sono é uma ação preventiva básica em prol da saúde mental. Crie condições para garantir um repouso adequado e reparador: durma as horas necessárias para a sua recuperação física e mental e logo perceberá a diferença em sua saúde.</p>



<p>Semelhantemente, a manutenção de hábitos alimentares adequados também influencia bastante o bom funcionamento da mente. Isso porque muitos alimentos — principalmente os vegetais folhosos e algumas frutas — contêm elementos essenciais para evitar desajustes como a depressão e os transtornos de humor.</p>



<h3>Treine a sua mente de forma positiva</h3>



<p>Procure dominar os seus pensamentos e conduzi-los para algo positivo e que torne a sua trajetória cada vez melhor. Hábitos, costumes e escolhas definem quem somos e onde chegaremos. Por isso, treinar a mente de forma positiva é fundamental para superar problemas como ansiedade, tristeza e frustração.</p>



<p>Vale destacar, também, a importância de respeitar o ritmo de sua mente. Cada pessoa tem suas peculiaridades e limitações determinadas naturalmente pela própria fisiologia. Tenha calma e procure se ajustar a esses detalhes.</p>



<p>Logo, tente observar o ritmo de seu metabolismo mental e dê uma pausa para que a sua mente trabalhe no tempo adequado à restauração das funções cognitivas com vistas à recuperação de sua saúde.</p>



<h3>Busque tratamento, se necessário</h3>



<p>O Governo deveria promover campanhas de educação com o intuito de sensibilizar a sociedade quanto à importância da necessidade de tratamento precoce para a saúde mental.</p>



<p>A conscientização do problema é um dos pontos mais relevantes para alcançar o sucesso na recuperação dos sintomas e na minimização dos riscos que envolvem a doença.</p>



<p>Atualmente, há alternativas para garantir a promoção da estabilidade emocional e psíquica de quem está em busca de auxílio profissional. Assim, procure ajuda o quanto antes e conheça as soluções que possibilitam a promoção da saúde mental e física, assim como a recuperação do bem-estar e da qualidade vida.</p>



<p>FONTE: <em>HOSPITAL SANTA MÔNICA</em></p>
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		<title>A saúde mental e a importância dela na vida das pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2021 13:35:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE MENTAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A saúde mental é um importante fator que possibilita o ajuste necessário para lidar com as emoções positivas e negativas. Investir em estratégias que possibilitem o equilíbrio das funções mentais é essencial para um convívio social mais saudável. Além de ser determinante para a estabilidade física, a&#160;saúde mental&#160;está relacionada à qualidade da interação individual e &#8230;</p>
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<figure class="wp-block-image"><img src="https://hospitalsantamonica.com.br/wp-content/uploads/2018/05/saude-mental-e-a-importancia-dela-na-vida-das-pessoas.jpg" alt="Saúde mental e a importância dela na vida das pessoas"/></figure>



<p>A saúde mental é um importante fator que possibilita o ajuste necessário para lidar com as emoções positivas e negativas. Investir em estratégias que possibilitem o equilíbrio das funções mentais é essencial para um convívio social mais saudável.</p>



<p>Além de ser determinante para a estabilidade física, a&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/saude-mental/">saúde mental&nbsp;</a>está relacionada à qualidade da interação individual e coletiva. No cenário atual, buscar alternativas que possibilitem a harmonia nessas relações é uma urgente necessidade.</p>



<p>Se você está em busca de medidas que sinalizem a promoção da saúde mental e a garantia dos direitos fundamentais associados ao bem-estar e à qualidade de vida, este é o caminho.</p>



<p>Boa leitura!</p>



<h2>A importância da saúde mental para o bem-estar</h2>



<p>A Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta que o conceito de saúde é bem mais abrangente que a simples ausência de doença: é um completo estado de bem-estar físico, mental e social e, dessa forma, merece atenção em todos as suas vertentes.</p>



<p>Assim como a física, a saúde mental é uma parte integrante e complementar à manutenção das funções orgânicas. Nesse contexto, a promoção da saúde mental é essencial para que o indivíduo tenha a capacidade necessária de executar suas habilidades pessoais e profissionais.</p>



<p>Sumariamente, o bom estado mental confere ao homem o amplo exercício de seus direitos sociais e de cidadania. Assegura ainda as condições de interação social para uma convivência familiar mais harmônica e segura.</p>



<p>Desse modo, entender a importância da estabilidade mental e sua intensa relação com o bem-estar é fundamental. Possibilita, assim, a compreensão da importância de utilizar a capacidade individual para a percepção de valores e virtudes inerentes à construção da coletividade.</p>



<h2>Mitos e verdades que envolvem a saúde mental</h2>



<p>Um dos problemas que merecem atenção são os&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/conheca-alguns-mitos-e-verdades-em-saude-mental/">mitos e verdades que envolvem a saúde mental</a>. Alguns estigmas e preconceitos ainda são muito presentes na realidade de quem enfrenta problemas em relação à saúde mental.</p>



<p>Familiares e pacientes são muitas vezes incompreendidos ou até mesmo marginalizados devido à expressão de ideias baseadas em conceitos mal formulados ou não esclarecidos.</p>



<p>É preciso compreender que as disfunções orgânicas podem acontecer por diversos motivos e, por isso, as desordens mentais e físicas podem surgir. Logo, os problemas mentais como o<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/afinal-quais-sao-os-sintomas-do-transtorno-bipolar/">&nbsp;transtorno bipolar</a>, tendências depressivas e picos de ansiedade se expressam como um reflexo de fatores internos e externos.</p>



<p>Tais questões não podem ser interpretadas como sinal de fraqueza ou falha de caráter. A verdade é que surgem por influência genética ou oriundas de alterações clínicas, sociais e de problemas familiares originados na infância ou na adolescência.</p>



<p>Contextualmente, a maior verdade sobre a saúde mental é a necessidade de superar esses mitos e conceitos errôneos. A falta de conhecimento pode ser muito prejudicial à recuperação do paciente, porque impede a busca de soluções adequadas para minimizar os efeitos do problema.</p>



<p>Assim, é preciso ter cuidado com ideias falaciosas e que colocam em xeque o trabalho de profissionais capacitados e dedicados à recuperação da saúde mental. Dentre os conceitos equivocados mais preocupantes destacam-se:</p>



<ul><li>doenças mentais são frutos da imaginação de quem tem a mente confusa;</li><li>todos os distúrbios psicológicos levam à loucura;</li><li>nem adianta procurar ajuda psiquiátrica, pois nenhum desajuste mental tem cura;</li><li>pacientes com problemas mentais são todos igualmente imprevisíveis ou perigosos.</li></ul>



<p>Logo, é necessário combater o quanto antes a disseminação desses estigmas e mitos, pois eles colaboram para aumentar a discriminação associada à doença mental. Por conseguinte, muitas pessoas que precisam de orientação ou de tratamento são ignoradas ou desencorajadas à busca de auxílio.</p>



<p>Vale destacar que quanto mais precoce for o tratamento, melhor e mais rápida será a superação da doença. Ainda que sejam problemas graves, com o auxílio profissional adequado, há possibilidade de encontrar uma solução eficaz e melhorar a qualidade de vida.</p>



<h2>Aspectos determinantes da saúde mental</h2>



<p>Os transtornos mentais surgem pela influência de múltiplos fatores sociais, genéticos, psicológicos e ambientais. As pressões socioeconômicas influenciam continuamente os riscos para a saúde mental individual e coletiva, sobretudo sobre as camadas mais populares.</p>



<p>Uma saúde mental debilitada também colabora para significativas alterações sociais e condições de trabalho precárias. Também acentua a exclusão social e expõe o indivíduo ao risco de violência em virtude da incapacidade mental de autodefesa.</p>



<p>Questões psicológicas e de personalidade também tornam as pessoas mais susceptíveis aos desequilíbrios mentais. Além disso, as causas biológicas também contribuem para a desordem química das células cerebrais e aumentam a ocorrência da doença.</p>



<p>Nesse sentido, os familiares precisam buscar ajuda e encaminhar a pessoa para o tratamento mais adequado. De igual modo, as instituições também são responsáveis pela promoção da saúde mental de seus funcionários.</p>



<p>Como os colaboradores são os ativos mais importantes das empresas, manter uma visão estratégica sinaliza um diferencial competitivo em termos de produtividade. Assim,&nbsp;<a href="https://hospitalsantamonica.com.br/saude-mental-o-impacto-e-desafios-nas-empresas/">a saúde mental nas empresas</a>&nbsp;deve ser considerada como um critério singular e fundamental à saúde individual e corporativa.</p>



<h2>Políticas de saúde mental</h2>



<p>A legislação atual está pautada na concessão de valores para que os pacientes psiquiátricos recebam tratamento em uma ala específica dos hospitais gerais. No entanto, a verba destinada aos hospitais não garantem a assistência necessária ao doente.</p>



<p>Assim, é urgente a necessidade de reformulação de políticas públicas que viabilizem condições e critérios para a promoção da saúde mental. É preciso estabelecer ações com viabilidade prática para transformar a atual conjuntura que envolve a realidade dos tratamentos de problemas mentais no país.</p>



<p>A inexistência de um sistema que respeite e garanta os direitos civis e socioeconômicos contribui para o agravamento das doenças mentais e eleva o percentual de indivíduos sem a devida assistência.</p>



<p>Com um sistema falho, muitos pacientes que poderiam ser recuperados evoluem para quadros mais graves. Representam, assim, um crescente ônus financeiro aos cofres públicos devido à incapacidade mental e física, medicamentos de alto custo e aposentadoria precoce.</p>



<p>Porém, o maior prejuízo resulta da não garantia do cumprimento de seus direitos fundamentais: coloca em xeque a dignidade humana, acentua o sofrimento deles e reduz cada vez mais as chances de reintegração social.</p>



<p>FONTE: <em>HOSPITAL SANTA MÔNICA</em></p>
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		<title>Janeiro Branco – Campanha da saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[luizamelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 19:58:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOVAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE MENTAL]]></category>
		<category><![CDATA[JANEIRO BRANCO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é janeiro Branco? O Janeiro Branco é uma&#160;campanha ao estilo da Campanha como as demais de outros meses, como, Outubro Rosa e da Campanha Novembro Azul. Tem como objetivo é chamar a atenção da população para as questões e necessidades relacionadas à Saúde Mental e Emocional das pessoas e das instituições humanas. Uma &#8230;</p>
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<p><strong>O que é janeiro Branco?</strong></p>



<p>O Janeiro Branco é uma&nbsp;campanha ao estilo da Campanha como as demais de outros meses, como, Outubro Rosa e da Campanha Novembro Azul. Tem como objetivo é chamar a atenção da população para as questões e necessidades relacionadas à Saúde Mental e Emocional das pessoas e das instituições humanas. Uma pessoa mais saudável pressupõe uma cultura da Saúde Mental no mundo!</p>



<p>Criada em 2014 por um grupo de psicólogos de Minas Gerais, a campanha chega ao seu sétimo ano no Brasil com a proposta de um mundo no qual as pessoas tenham mais responsabilidade consigo mesmas e com as outras. No primeiro caso, isso significa incentivar a autorreflexão sobre a própria vida, seus sentidos e propósitos.</p>



<p><strong>Por que janeiro Branco?</strong></p>



<p>Janeiro como o primeiro mês do ano, em termos simbólicos, tende a ser como um recomeço, uma nova vida, um novo ano, novos projetos. Geralmente as pessoas as pessoas estão mais propensas a pensarem assim.</p>



<p>A campanha faz alusão a uma “folha em branco, uma nova página, uma tela em branco a ser pintada”, convidando a todos a refletir, inspirar-se, escrever ou reescrever suas próprias metas e histórias.</p>



<p>O Ministério da Saúde reforça, em seu site, a importância de se ter hábitos saudáveis, tanto para o corpo quanto para a mente, e dá algumas dicas que podem contribuir, e muito, com a nossa qualidade de vida:</p>



<p>Reserve um tempo para curtir a vida e a convivência com os outros;</p>



<p>Viva intensamente seus momentos em família;</p>



<p>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Pratique atividades físicas;</p>



<p>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Mantenha uma alimentação saudável;</p>



<p>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Reforce seus laços de amizade;</p>



<p>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Não abra mão de boas noites de sono;</p>



<p>·        Não tenha vergonha de buscar ajuda de profissionais.</p>



<p></p>



<p>FONTE: <em>MET LIFE</em></p>
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		<title>Animais de estimação podem ajudar na saúde mental ao reduzir a solidão no isolamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2020 11:56:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE MENTAL]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE DESTAQUE HOME]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um número crescente de pesquisas indica que a&#160;solidão&#160;contínua e prolongada está associada a resultados adversos à&#160;saúde, incluindo risco elevado de diabetes, hipertensão, câncer, doença arterial coronariana, depressão, ansiedade e até suicídio. A pandemia, especialmente durante os períodos de isolamento social, intensificou essas ocorrências, segundo um estudo recente do CDC (Centro de Controle e Prevenção de &#8230;</p>
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<p>Um número crescente de pesquisas indica que a&nbsp;<strong>solidão</strong>&nbsp;contínua e prolongada está associada a resultados adversos à<strong>&nbsp;saúde</strong>, incluindo risco elevado de diabetes, hipertensão, câncer, doença arterial coronariana, depressão, ansiedade e até suicídio.</p>



<p>A pandemia, especialmente durante os períodos de isolamento social, intensificou essas ocorrências, segundo um estudo recente do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos). Os sintomas de ansiedade aumentaram quase três vezes em comparação com o segundo trimestre de 2019 e os diagnósticos de depressão quadruplicaram, com 40% dos adultos norte-americanos relatando que lutaram contra a saúde mental ou abuso de substâncias entre abril e junho de 2020.</p>



<p>Embora o Zoom e as mídias sociais possam ajudar a aliviar a solidão durante os períodos de isolamento, a conexão humana ao vivo é o ideal. No entanto, quando isso não é possível ou viável, os<strong>&nbsp;laços</strong>&nbsp;que as pessoas formam com os&nbsp;<strong>animais</strong>&nbsp;podem ser muito valiosos.</p>



<p>Na verdade,&nbsp; de acordo com os resultados de um novo estudo, publicado na revista “PLoS Oneuma”, revela que uma maneira potencial de reduzir o estresse psicológico crescente durante os períodos de confinamento é ter um animal de estimação em casa.&nbsp;</p>



<p>Como os humanos são seres sociais, eles precisam de nutrição emocional para manter a saúde física e mental. E, ao que tudo indica com base nos resultados do levantamento, os animais de estimação podem ajudar a fortalecer a saúde enquanto reduzem a dor emocional associada à solidão.</p>



<p>O estudo realizado no Reino Unido envolveu mais de 6 mil participantes, dos quais 90% possuíam pelo menos um animal de estimação. Desse total, mais de 90% revelaram que&nbsp; seus pets os ajudaram a lidar emocionalmente com o confinamento (de 23 de março a 1º de junho no Reino Unido), e 96% disseram que, graças aos animais, mantiveram-se ativos em suas rotinas de exercícios.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>No entanto, 68% dos tutores indicaram que também ficaram preocupados com seus pets durante o confinamento. Isso surgiu principalmente por conta do acesso a cuidados veterinários e realização segura de exercícios fora de casa. Além disso, houve o estresse adicional sobre quem cuidaria do bichinho caso o dono adoecesse.&nbsp;</p>



<p>“Os resultados também demonstraram ligações potenciais entre a saúde mental das pessoas e os laços emocionais que elas mantêm com seus animais de estimação: as taxas de vínculo humano-animal foram mais altas entre as pessoas que relataram pontuações mais baixas para resultados relacionados à saúde mental no início do estudo”, disse a autora principal, Dra. Elena Ratschen, professora sênior em pesquisa de serviços de saúde da Universidade de York.</p>



<p>“Também descobrimos que a força do vínculo emocional não diferia estatisticamente por espécie, o que significa que os indivíduos em nossa amostra se sentiam tão próximos emocionalmente de seus porquinhos da índia quanto de seus cachorros”, explicou Elena. “É importante garantir que os donos tenham o apoio adequado para cuidar de seus animais durante a pandemia.”</p>



<p>Para o coautor do levantamento, Dr. Daniel Mills, professor de medicina veterinária comportamental da Escola de Ciências da Vida da Universidade de Lincoln, o trabalho é particularmente importante no momento, pois indica como ter um bichinho de estimação em sua casa pode amortecer parte do estresse psicológico associado à doença. “No entanto, é importante que todos apreciem as necessidades de seus animais também. Situações que não atendem a esses requisitos podem ter efeitos prejudiciais para ambos.”</p>



<p><strong>PESQUISA REVELA AUMENTO DE GATOS NO BRASIL</strong></p>



<p>No Brasil, a situação é parecida. Em uma pesquisa encomendada pela marca de nutrição animal Royal Canin, realizada em agosto deste ano em todo o território nacional, foi constatado um aumento de 16% no número de felinos nos lares brasileiros durante a pandemia do novo coronavírus. Desse total, 11,5% alegaram ter adquirido um gato principalmente por causa da solidão. No entanto, assim como as preocupações do Dr. Daniel Mills, da Universidade Lincoln, a pesquisa brasileira mostrou que 43% desses novos tutores ainda não levaram seus animais ao veterinário, um dado que vai contra as necessidades básicas dos pets.&nbsp;</p>



<p>Desse total, 32,6% alegaram que não levaram os bichinhos ao veterinário por não se sentirem seguros (por causa da pandemia) e 40,1% relataram que não o fizeram porque não se depararam com nenhuma intercorrência de saúde nesse período. Segundo Gláucia Gigli, diretora de marketing da&nbsp;Royal Canin, “a falta de conhecimento sobre a espécie faz com que muitos tutores pensem que o gato é parecido com o cão, mas a verdade é que os felinos demoram a apresentar sintomas de que algo não está bem e, quando eles finalmente aparecem, a doença pode já estar em um estágio avançado”.</p>



<p>Além disso, 23% dos novos tutores relataram que a ida ao veterinário representa um grande estresse para o animal, por isso a evitam. “Infelizmente, isso leva muitos tutores a acreditarem que o gato é independente, vive sozinho e não precisa de atenção com sua saúde. Mas a realidade é que ele também precisa de cuidados básicos, a começar pela vacinação e consultas de rotina.”</p>



<p><strong>ADOÇÃO CONSCIENTE</strong></p>



<p>Por isso é tão importante conhecer o animal que se está adotando e não tomar uma atitude como essa por impulso. O Dr. Ratschen explica que as descobertas do estudo não significam que alguém deva adotar um animal de estimação para melhorar ou manter sua saúde mental durante a pandemia. “Embora nosso estudo tenha mostrado que tal companhia pode mitigar alguns dos efeitos psicológicos prejudiciais da Covid-19, é importante entender que essa descoberta provavelmente não tem significado clínico e não justifica qualquer sugestão de que as pessoas devam comprar ou adotar animais para proteger sua saúde mental durante a pandemia”, advertiu.</p>



<p>Com mais de 40% das famílias do Reino Unido contando com animais de estimação, o estudo é um bom presságio para os atuais tutores. Embora Ratschen não possa recomendar a adoção apenas como solução para os problemas de saúde, parece que os benefícios da companhia realmente favorecem o ser humano.&nbsp;</p>



<p>Curiosamente, o estudo também descobriu que a observação de pássaros é a interação mais comum com o mundo animal fora da categoria domésticos, com quase 55% dos participantes relatando observar e alimentar aves em seu jardim.</p>



<p>Já no Brasil, segundo um levantamento feito pela Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (ABINPET), atualmente a população pet está dividida em 55,1 milhões de cães e 24,7 milhões de gatos.</p>



<p><strong>FONTE: </strong>Forbes Brasil</p>
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		<title>Tomar ou não tomar remédios? O espinhoso problema da saúde mental da NBA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2020 14:53:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOTÍCIAS DE SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS EM DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE MENTAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>SHANE LARKIN ABRE&#160;os olhos, levanta e começa a viver outra vez sua versão particular do filme &#8220;Feitiço do Tempo&#8221;. Ele pega o controle remoto, coloca no SportsCenter e pula da cama para esperar por seu &#8220;número&#8221;. O menino tem 8 anos e, a cada manhã, se comporta de uma forma diferente e totalmente aleatória. Quando &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>SHANE LARKIN ABRE</strong>&nbsp;os olhos, levanta e começa a viver outra vez sua versão particular do filme &#8220;Feitiço do Tempo&#8221;. Ele pega o controle remoto, coloca no SportsCenter e pula da cama para esperar por seu &#8220;número&#8221;. O menino tem 8 anos e, a cada manhã, se comporta de uma forma diferente e totalmente aleatória. Quando começa a se arrumar para ir à escola (um ritual que pode durar alguns minutos ou às vezes horas, dependendo do número do dia) ele vê a imagem de Ray Allen aparecendo televisão. Allen tinha feito oito cestas de 3 pontos no jogo da noite anterior. De repente, uma mensagem sensorial invade a cabeça de Shane e diz a ele qual é o número do dia: oito.</p>



<p>“A partir daí&#8221;, conta Larkin à&nbsp;<strong>ESPN</strong>, &#8220;tenho que lavar as mãos oito vezes.&#8221;</p>



<p>Depois de se lavar bastante, Larkin escolhe cuidadosamente as roupas. Mas se, sem querer, ele deixar a bermuda cair no chão, seu ritual exige que ele pegue uma bermuda nova e ainda por cima volte ao banheiro novamente para lavar as mãos.</p>



<p><strong>Oito vezes.</strong></p>



<p>Depois disso, Larkin tem que chegar até a mesa do café da manhã atravessando uma cozinha que é quase um mar de germes. A missão se transforma em uma verdadeira corrida de obstáculos: é preciso desviar das manchas de molho, das esponjas encharcadas e dos pratos sujos. Quando ele chega na porta de casa, quase a ponto de perder o ônibus (de novo), o cachorro da família corre em sua direção e enche o garoto de lambidas. Larkin não tem escolha: precisa voltar para o banheiro e lavar as mãos mais oito vezes. No final do dia, suas mãos estão tão sensíveis pela lavagem obsessiva que já têm algumas feridas.</p>



<p>A doença de Larkin, diagnosticada como TOC (transtorno obsessivo-compulsivo), afeta somente 2,3% da população e apenas 1 em cada 100 crianças. Para um menino que não consegue entender por que está preso ao seu próprio ritual aleatório, tudo isso é cansativo, frustrante e muito assustador.</p>



<p>“Eu não sei o que acontece”, diz Larkin. “Vejo meus amigos lavarem as mãos uma vez, ou nem lavarem, e penso: ‘O que acontece comigo?’”</p>



<p>Ironicamente, o homem que inspirou o “número” de Larkin há alguns anos – Ray Allen – também foi diagnosticado com “TOC borderline”. Ele precisava organizar seu dia nos mínimos detalhes, o que incluía um ritual repetitivo específico antes dos jogos, que o levou ao Hall da Fama.</p>



<p>Se não fosse as cestas de Allen, outra coisa qualquer acabaria ditando o ritmo do dia de Larkin, algo tão inofensivo quanto três passarinhos em uma árvore em frente à sua janela, por exemplo. Ele respira aliviado: com o número três, seu comportamento obsessivo seria mais administrável nas próximas 24 horas.</p>



<p>Inexplicavelmente, seu TOC desaparecia sempre que ele entrava em uma quadra de basquete. Lá, ele estava livre, sem qualquer preocupação com germes ou bactérias.</p>



<p>“Essa era a parte mais louca”, lembra Larkin. “Eu não conseguia apertar o botão do elevador ou abrir a torneira por causa dos micróbios, mas podia estar em uma quadra de basquete onde as pessoas estavam suando, mexendo no nariz e depois pegando a bola, e tudo bem.&#8221;</p>



<p>“Eu ficava horas jogando com aquela bola, depois saía da quadra e comia um hambúrguer sem nem lavar as mãos. Isso não fazia nenhum sentido.”</p>



<p>Larkin escondeu sua doença dos amigos e companheiros de equipe. Apenas sua família sabia como era complicado para ele passar o dia. “Não queria que as pessoas pensassem que eu era um tipo esquisitão”, diz Larkin.</p>



<p>Seus sintomas não desapareceram quando ele ficou mais velho. Se o cachorro deixasse um presentinho em cima do tapete, Larkin ficava preso em seu quarto, incapaz de passar pelo corredor. Para evitar a sujeira e o mofo, às vezes ele tinha que forrar o caminho para o banheiro com várias toalhas. Sua mãe, Lisa Larkin, lavava até 20 toalhas de banho por dia. Lisa entendia a situação do filho. Ela também lutou com problemas de saúde mental. Mas o pai de Shane, Barry Larkin, um famoso ex-jogador de beisebol, ficava perplexo com o comportamento dele e passou a adotar um estilo &#8220;linha dura&#8221;.</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>&#8220;Eu não queria que as pessoas achassem que eu era estranho&#8221;</p><cite>O ex-armador do Celtics, Shane Larkin</cite></blockquote>



<p>“Meu pai me testava”, lembra Larkin. “Ele ia ao banheiro e não lavava as mãos de propósito, depois tocava no meu braço. Depois ele me dizia: ‘Tá tudo bem. Não vai acontecer nada com você’. Esse era o jeito dele de tentar resolver a coisa. Foi muito difícil e causou problemas na nossa relação.”</p>



<p>Barry Larkin admite que, quando viu pela primeira vez os sintomas de seu filho, pensou que as lavagens obsessivas de Shane eram “convenientes para ele, uma desculpa”.</p>



<p>“Eu queria ajudá-lo a superar aquilo”, diz Barry. “Achava que fazendo esse tipo de coisa eu iria desafiá-lo a sair daquela situação.”</p>



<p>Mas essa não era a melhor forma. Algo tinha de ser feito. No ensino médio, os sintomas de Larkin pioraram. Sua mãe decidiu buscar um profissional de saúde mental, que recomendou um medicamento antidepressivo para ajudar o garoto a lidar com seu problema. Resolver o problema dessa forma também não seria fácil. “Eu não estou deprimido”, disse Larkin à mãe. “Estou?”</p>



<p>Ele começou a tomar as pílulas. O remédio ajudou a aliviar alguns dos sintomas de TOC, mas, ao mesmo tempo, tirou dele a determinação e a energia, qualidades importantes para um astro do basquete em ascensão. “O remédio me deixava apagado”, lembra Larkin. “Ele me deixava muito relaxado, ficava distante. Eu precisava estar no limite para jogar como queria. E quando tomava o remédio, ficava meio fora do ar. Disse à minha mãe: ‘Não dá para continuar com isso’.&#8221;</p>



<p>Tomar ou não tomar remédios? É uma decisão que paira sobre os vestiários da NBA todos os dias, conforme os atletas profissionais lutam em silêncio para lidar com seus problemas de saúde mental. O estigma dos problemas mentais, que já é grande, se multiplica por dez quando os colegas descobrem que alguém está tomando &#8220;remedinhos&#8221;. É uma aposta que alguns jogadores acham que não vale a pena, já que um técnico ou dirigente preconceituoso pode tirá-los do time por causa disso.</p>



<p>“Passei a vida toda entrando e saindo dos remédios”, explica um astro da NBA que pensou em tornar pública sua história, mas acabou optando por permanecer anônimo. “Eu queria acreditar que essas coisas não importam, mas não tenho certeza se seria vantajoso que as pessoas soubessem disso na hora de negociar meu contrato. Eu tento levar minha vida pessoal de forma discreta, ficar longe das redes sociais. Já é bastante difícil.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Tomar-ou-não-tomar-remédios-O-espinhoso-problema-da-saúde-mental-da-NBA-02.jpg" alt="" class="wp-image-530" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Tomar-ou-não-tomar-remédios-O-espinhoso-problema-da-saúde-mental-da-NBA-02.jpg 570w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Tomar-ou-não-tomar-remédios-O-espinhoso-problema-da-saúde-mental-da-NBA-02-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 570px) 100vw, 570px" /><figcaption>Jalen Rose diz que começou a descobrir doença nos tempos de Pacers</figcaption></figure>



<p><strong>O DR. WILLIAM PARHAM</strong>, que é psicólogo em Los Angeles e foi contratado pelo sindicato dos atletas para supervisionar os crescentes problemas de saúde mental na NBA, reconhece que alguns casos requerem medicação. “Mas, na maioria dos casos, a medicação trata só os sintomas, não resolve os problemas reais”, diz Parham. Embora o número de jogadores da NBA com TOC seja pequeno, o debate sobre medicação também é válido para outros distúrbios, como ansiedade, depressão e TDAH (déficit de atenção e hiperatividade). Segundo John Lucas, assistente técnico do Houston Rockets e diretor de um programa de recuperação de abuso de substâncias para atletas, esse é um problema que não para de crescer na NBA.</p>



<p>“Conheço muita gente na NBA que toma remédios para TDAH, mesmo não gostando muito da ideia&#8221;, diz Lucas. “Eles precisam mesmo do medicamento, mas não gostam da letargia que ele produz na quadra. Manter um ritmo alto é importante para o jogador. Quando toma o remédio, os treinadores pensam: ‘Por que não conseguimos melhorar o desempenho dele?’ Mas quando o remédio é retirado, dizemos que é o jogador que queremos. Isso é um efeito da medicação, claro, o problema é que os jogadores não sabem como conter toda essa raiva e intensidade natural quando termina a partida.”</p>



<p>Doc Rivers, técnico do Los Angeles Clippers, disse que fez um teste de personalidade quando estava treinando o Boston Celtics. O teste concluiu que ele e o diretor de basquete da franquia, Danny Ainge, tinham TDAH. O resultado não surpreendeu o ex-armador da NBA. “Acho que a maioria dos jogadores profissionais tem algum problema&#8221;, diz Rivers. “Pode ser várias coisas. Eles são naturalmente&nbsp;<em>hiper</em>&nbsp;em tudo, é disso que vem a energia para competir. Eu não ligo se algum jogador meu tem diagnóstico de TDAH.”</p>



<p>Um gerente geral rival da Conferência Oeste discorda. Ele admite que, se dois jogadores têm o mesmo nível técnico e um deles tem TDAH, a escolha recai no que não tem a síndrome, por que &#8220;é menos provável que ele tenha problemas fora da quadra e falte aos treinos&#8221;.</p>



<p>“Sabe essas histórias de jogadores que destroem quartos de hotel?”, pergunta o gerente geral. “Isso acontece quando esses caras param de tomar os remédios. Então, além de todas as outras preocupações, agora não podemos deixar o pivô do time esquecer de tomar seu remédio.”</p>



<p>A dona do Los Angeles Lakers, Jeanie Buss, tem muita experiência com problemas de saúde mental. Ela trabalhou com Ron Artest (agora conhecido como Metta World Peace), que perdeu o controle em quadra quando era jogador do Indiana Pacers. O episódio levou a um dos capítulos mais sombrios da história da NBA, uma briga que envolveu até a torcida em 2004. Após a cena horrorosa, Artest foi aconselhado pelos médicos a tomar remédios antidepressivos (que acabou jogando no vaso sanitário), apareceu no programa &#8220;Jimmy Kimmel Live&#8221; usando só uma cueca e acabou encontrando um psicólogo chamado Dr. Santhi Periasamy, que o ajudou a mudar de vida. Quando os Lakers ganharam o campeonato de 2010 com um desempenho espetacular de Artest, ele agradeceu publicamente o &#8220;Dr. Santhi&#8221; por salvar sua carreira.</p>



<p>“Os Lakers não têm preconceito com jogadores com problemas de saúde mental, nossa equipe já teve atletas assim e eles foram muito importantes por aqui&#8221;, diz Buss. “Só é preciso prestar atenção em alguns pontos importantes: eles estão enfrentando o problema? Como eles estão lidando com o problema? Eles estão tomando decisões impulsivas que prejudicam a saúde e a carreira? Às vezes os remédios são a solução, outras vezes, não.”</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>&#8220;Eu pessoalmente escolhi fumar maconha. Não tinha interesse nas drogas que os médicos me receitavam&#8221;</p><cite>Larry Sanders, ex-jogador da NBA</cite></blockquote>



<p>Os atletas que lutam contra o transtorno bipolar, uma doença séria que causa grandes alterações de humor, frequentemente têm que tomar uma medicação que é essencial para a saúde deles. A taxa de suicídio entre os pacientes bipolares é maior do que entre a população em geral. É grande a porcentagem de pessoas diagnosticadas com transtorno bipolar que tenta o suicídio pelo menos uma vez na vida. Para Lucas, quase 10% dos jogadores da NBA são bipolares. “Alguns deles não podem ficar sem medicação”, diz Lucas. “Eles são um perigo para si mesmos quando deixam de tomar os remédios.”</p>



<p>Rivers diz que é fácil descobrir quais jogadores têm problemas de saúde mental, mesmo quando eles não dizem nada para a comissão técnica. É uma situação delicada, por que é preciso ajudar e, ao mesmo tempo, respeitar a privacidade do atleta.</p>



<p>“Um treinador consegue perceber isso facilmente”, diz Rivers. “Teve um jogador que assim que conheci já pensei: ‘Olha, esse cara não tomou a medicação hoje’.”</p>



<p>Jalen Rose ficou eufórico quando foi jogar nos Pacers em 1996. Houve uma empatia imediata com o presidente Donnie Walsh, mas o mesmo não ocorreu com o técnico Larry Brown, que, segundo Rose, mexeu os pauzinhos para que ele fosse diagnosticado com TDAH.</p>



<p>“Larry não gostava de mim como jogador nem como pessoa”, diz Rose. “Acho que ele pensou: ‘Esse cara tem algum problema’. Foi assim que começou uma série de eventos que acabaram culminando no meu diagnóstico.”</p>



<p>Rose diz que foi chamado em uma sala de treinamento, onde o médico da equipe fez uma série de perguntas. O médico disse que ele tinha TDAH e precisava tomar remédios.</p>



<p>“Provavelmente eu tinha [TDAH] naquela época e provavelmente tenho agora”, diz Rose, “mas, na minha opinião, essa era a desculpa que ele [Brown] encontrava para não me escalar.”</p>



<p>Rose não lembra exatamente qual foi a medicação receitada pelos Pacers, mas diz que nunca tomou nenhuma das pílulas. Ele jogou o remédio no lixo. Segundo Rose, Brown foi conversar com ele algumas semanas depois e elogiou muito sua melhora em quadra. “Eu fiquei chocado quando eles me disseram que eu tinha ‘mudado’ e o remédio estava me ajudando”, lembra Rose.</p>



<p>Em 1997, quando Brown foi substituído no cargo de treinador por Larry Bird, Rose contou aos colegas que não tinha tomado os remédios durante toda a temporada. Depois disso ele ainda jogou mais de 4 temporadas e meia em Indiana sem maiores problemas. Após encerrar a carreira, ele acabou fazendo as pazes com Brown.</p>



<p>“Tenho certeza que alguns caras na liga hoje em dia têm TDAH, estão tomando a medicação e gostariam de parar”, diz Rose. “Os remédios não são a solução para todas as pessoas.”</p>



<p>Brad Stevens, técnico dos Celtics, se interessa por saúde mental desde que trabalhou na empresa farmacêutica Eli Lilly, dona da patente do Prozac, remédio que é usado para tratar várias doenças mentais.</p>



<p>“Todo mundo que trabalhava na Eli Lilly tinha que entender como o Prozac funciona”, explica Stevens. “Sei que certos medicamentos podem funcionar muito bem e sei que muitas pessoas que lidam com esses problemas poderiam ser tratadas, mas muitas vezes não querem buscar ajuda. E também aprendi que alguns efeitos colaterais produzidos por aquelas drogas poderiam causar problemas.”</p>



<p>Stevens trata a saúde mental como prioridade em suas equipes, implementando programas de bem-estar e trazendo palestrantes como a Dra. Stephanie Pinder-Amaker, diretora do Programa de Saúde Mental do McLean Hospital, para falar com seus jogadores. Tanto Larkin quanto Marcus Morris, ala dos Celtics, contam que fizeram tratamento com Pinder-Amaker sem que os colegas de equipe soubessem, com ótimos resultados para ambos. Morris diz que, antes de conhecer Pinder-Amaker, chegou a experimentar maconha como remédio contra depressão.</p>



<p>“Eu conheço caras que bebem todos os dias para ficar tranquilos”, diz Morris. “É assim que eles lidam com a vida. É o jeito deles. Mas você sabe que isso não funciona a longo prazo”.</p>



<p>A presidente do sindicato, Michele Roberts, admite que os jogadores procuram a maconha e o álcool em busca de ajuda, especialmente se sentem que os remédios receitados pelos médicos os deixam com a sensação de que estão &#8220;apagados&#8221;.</p>



<p>“Nós nunca negamos isso”, disse Roberts à <strong>ESPN</strong> em março.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Tomar-ou-não-tomar-remédios-O-espinhoso-problema-da-saúde-mental-da-NBA-04.jpg" alt="" class="wp-image-531" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Tomar-ou-não-tomar-remédios-O-espinhoso-problema-da-saúde-mental-da-NBA-04.jpg 570w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Tomar-ou-não-tomar-remédios-O-espinhoso-problema-da-saúde-mental-da-NBA-04-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 570px) 100vw, 570px" /><figcaption>Larry Sanders diz que sua decisão de se automedicar custou a carreira AP Photo/David Zalubowski</figcaption></figure>



<p>Larry Sanders, ex-ala-pivô do Milwaukee Bucks, conta que a decisão de se automedicar prejudicou sua carreira. Ele era uma jovem estrela em ascensão, mas a ansiedade e a depressão debilitantes levaram o jogador a buscar alívio fumando maconha. Ele foi acusado de violar o programa de abuso de substâncias da NBA quatro vezes, depois foi suspenso duas vezes e acabou tomando a surpreendente decisão de abandonar o basquete em 2015.</p>



<p>“A NBA se preocupa demais com o uso [da maconha] e não liga para a causa do problema”, diz Sanders. “Todo mundo diz que 90% do desempenho do atleta depende da condição psicológica, mas não estamos cuidando disso.&#8221;</p>



<p>“A NBA tem medo que apareça um jogador dizendo: ‘Estou deprimido e quero fumar maconha’. Esse é o maior pesadelo da liga. Eles queriam que eu tomasse um monte de remédios, mas eu não aceitava isso. Eu pessoalmente escolhi fumar maconha. Não tinha interesse nas drogas que os médicos me receitavam.&#8221;</p>



<p>Desde a suspensão de Sanders, a NBA reforçou sua política de saúde mental. A liga enviou um memorando interno a todas as suas equipes em 31 de maio, com sugestões que incluem: garantir a privacidade do jogador em questões de saúde mental; manter um profissional com experiência clínica em saúde mental na comissão técnica; ter um psiquiatra disponível para os jogadores; e fornecer material de conscientização sobre saúde mental para a equipe.</p>



<p>O programa de Lucas tenta deixar claro para os atletas que &#8220;o basquete é sua profissão, não quem você é&#8221;. Há muitas armadilhas no caminho dos profissionais – muito tempo livre, muito dinheiro, muitas influências ruins. Se os jogadores não têm uma vida fora das quadras, eventualmente acabam caindo na tentação.</p>



<p>“Por que o vício e a saúde mental andam de mãos dadas? São duas faces da mesma moeda”, insiste Lucas. “A saúde mental é uma condição espiritual. É isso que as pessoas não entendem. Um vício é algo que não deixa a pessoa mudar seu comportamento para atingir seus objetivos e, por isso, ela acaba mudando seus objetivos para se adequar a seu comportamento. Nesse ponto temos um problema sério.&#8221;</p>



<p>“O que os atletas estão fazendo agora é deixar de tomar o remédio e fumar maconha. O THC [tetraidrocanabinol] é o princípio ativo da maconha, a substância que acalma as pessoas. Quando a NBA apresentou sua política de drogas pela primeira vez, os jogadores não podiam ser suspensos por consumir essa substância. O THC ajuda os epilépticos e as pessoas que sofrem dores.</p>



<p>“O problema é que isso não te mata. Mas mata sua determinação, sua vontade de se superar. Acaba com a sua energia”.</p>



<p>O THC é um dos 113 compostos químicos da folha da maconha e comprovadamente o de maior potencial psicoativo. A estrela da NBA não identificada disse que também fumou maconha para &#8220;controlar&#8221; sua depressão. “E funcionou”, diz ele. “Mas só por um tempo.&#8221;</p>



<p>“O que me deixa inconformada”, diz Pinder-Amaker, “é que a depressão é uma das doenças mais tratáveis que existem. Nem sempre os remédios são obrigatórios. Há várias terapias cognitivo-comportamentais, estratégias baseadas em evidências. As pessoas podem aprender a mudar seu jeito de pensar de muitas formas.”</p>



<p>Pinder-Amaker diz que se alguém tem o que ela chama de pensamentos negativos automáticos (por exemplo, “eu nunca vou conseguir fazer esse arremesso, nunca vou ser líder desse time, eu sei que eles vão me dispensar”), é possível convencer a pessoa a refletir sobre esses pensamentos e identificar por que se sente assim.</p>



<p>“A ansiedade, a apreensão, o medo, tudo é desencadeado por esses pensamentos”, explica Pinder-Amaker. “Quando eles falam sobre isso, nós aprendemos muito.&#8221;</p>



<p>Esses pensamentos não são exclusivos de quem joga basquete. Muita gente fica presa nesses esquemas mentais. Por isso, tentamos aumentar a conscientização, encontrar a causa do problema e ajudar as pessoas a repensarem seus conceitos. Quando eles dizem: ‘Foi pura sorte terem me escolhido’, nós respondemos: ‘Será mesmo? Você treinou muito. Se destacou na faculdade’. Será que esse pensamento negativo tem alguma base real?&#8221;</p>



<p>&#8220;Mas nós só podemos ter sucesso se a pessoa entende e acredita na reestruturação positiva do pensamento.”</p>



<blockquote class="wp-block-quote"><p>&#8220;Por que o vício e a saúde mental andam de mãos dadas? São duas faces da mesma moeda&#8221;</p><cite>John Lucas II, assistente técnico do Rockets</cite></blockquote>



<p>DeMar DeRozan, que declarou publicamente que sofre de depressão e, com isso, despertou a atenção de todos sobre o tema, diz que, embora os atletas que fumam maconha chamam mais atenção da imprensa, muitos de seus colegas estão mesmo usando álcool como medicação. DeRozan diz que nunca bebeu, já que pôde observar desde a infância os vários problemas causados pelo abuso do álcool. “Eu vi muita gente usando álcool para esquecer a dor, o que mudou totalmente essas pessoas. Elas acabaram ficando agressivas, abaladas e autodestrutivas&#8221;, diz DeRozan. “Eu escolhi não seguir esse caminho, mas com certeza alguns jogadores fizeram outras escolhas.&#8221;</p>



<p>“[Minha depressão] me levou à solidão e ao isolamento. Com o passar do tempo, isso não é nada saudável. Esses sentimentos vão se acumulando.”</p>



<p>Dwane Casey, treinador do Detroit Pistons, confirma que o abuso de álcool continua marcando presença na NBA. “Muita gente está entrando nessa onda”, diz Casey. “E não há dúvida de que parte disso se deve ao estigma que está ligado à medicação. Os jogadores pensam: ‘Se eu tomar isso não vou ter mais o mesmo desempenho em quadra’, mas na verdade uma coisa não tem necessariamente nenhuma relação com a outra.”</p>



<p>A maioria dos jogadores entrevistados para esta série de reportagens sobre saúde mental disseram que a NBA deveria exigir que as equipes tivessem um plano abrangente para esse tipo de problema, sempre respeitando a privacidade dos jogadores. Atualmente, cada time cuida do tema da forma que quiser. Os dirigentes alegam dificuldade para fazer com que todos os membros da equipe entendam a importância desse plano. Se um jogador tem problemas, o psicólogo esportivo pode decidir que é melhor ele se afastar dos treinamentos ou consultar um profissional de saúde mental, enquanto o preparador físico pode achar que o jogador está sendo “molenga” e precisa trabalhar mais.</p>



<p><strong>QUANDO SHANE LARKIN</strong>&nbsp;chegou ao ensino médio, Lisa Larkin estava tão preocupada com o filho que isso acabou afetando sua saúde. As obsessões de Shane eram cansativas e caras. Se alguém espirrasse perto de seu telefone, ele se sentia obrigado a lavar o aparelho, o que acabava causando um curto-circuito. O mesmo acontecia com seu notebook.</p>



<p>Apesar de seus sintomas de TOC, Larkin continuou a se destacar na quadra. Ele foi jogar na DePaul University. Nessa época, sua irmã já havia saído de casa e seu pai estava constantemente viajando por conta de seu trabalho na&nbsp;<strong>ESPN</strong>. Com isso, Lisa enfrentou sozinha a preocupação de ver seu filho se mudar para o outro lado do país.</p>



<p>“Todas essas mudanças que aconteceram nas nossas vidas acabaram deixando minha mãe bastante estressada”, diz Larkin. “Ela me ligava toda hora. Aquilo estava me estressando também. É nessas horas de estresse que o TOC ataca de verdade. Eu tomava cinco duchas seguidas no vestiário e nem assim me sentia melhor.”</p>



<p>Lisa começou a ter ataques de pânico, que acabaram afetando Shane por tabela. “Eu fiquei tão preocupado com ela que meu TOC se descontrolou”, lembra Larkin. “Nunca fiquei tão mal.”</p>



<p>As aulas na DePaul University ainda não tinham nem começado quando Larkin resolveu pegar um avião e voltar para Orlando. Seu pai ficou possesso com o fato de seu filho não estar cumprindo o compromisso assumido pela bolsa de estudos. “Barry me dizia: ‘Você tem que fazer ele voltar para a faculdade’”, lembra Lisa. “Mas o Shane não queria voltar. Não foi uma época legal para ninguém.”</p>



<p>Barry Larkin não suportava ver o sofrimento do seu filho, mas alega que não entendia bem a magnitude do sofrimento dele, até que a esposa lhe disse: “Isso é sério. Ele vai precisar de terapia para lidar com esse problema.”</p>



<p>Shane pediu uma dispensa médica para a NCAA, assim ele poderia conseguir uma transferência sem ter que perder o ano. Ele conseguiu uma vaga em uma universidade de Miami, bem mais próximo de casa, o que ajudou a controlar sua ansiedade. Larkin conheceu uma nova terapeuta, que apresentou a ele técnicas de meditação e relaxamento. Ele conseguiu se abrir sobre sua infância, sua educação, sua obsessão pelo basquete.</p>



<p>“A parte mais engraçada foi quando percebi que meu pai também tem [TOC]”, diz Larkin. “Quando chega em casa e vê alguma coisa fora do lugar, até um alfinete no chão, ele tem que dar um jeito naquilo ou fica de mau humor. Mas ele diz: ‘Isso não tem nada a ver. Eu sou só uma pessoa organizada’.”</p>



<p>Quando Larkin participou do NBA&nbsp;<em>combine</em>, antes do Draft de 2013, ele foi bombardeado por perguntas: Como você consegue conviver no vestiário com esses problemas? Você toma remédios? Você já está curado? “Eu não culpo ninguém por fazer essas perguntas”, diz Larkin.</p>



<p>Ele estreou jogando pelo Dallas Mavericks, depois jogou um ano no New York Knicks e outro pelo Brooklyn Nets. Sua última temporada foi com os Celtics. Recentemente, ele assinou um contrato de um ano com o Anadolu Efes, da Turquia.</p>



<p>Larkin continua sem conseguir encostar na torneira e ainda fica irritado quando as mãos estão sujas, mas seus dias de lavagem obsessiva ficaram para trás. Há um ano, Larkin soube que a filha de 10 anos de um amigo da família estava com sintomas de TOC tão graves que não conseguia sair de casa.</p>



<p>“Foi muito difícil receber essa notícia”, diz Larkin. “Eu sei exatamente o que ela está passando”. Larkin se empenhou em ajudar a menina. “A pior parte foi quando ela me disse: ‘Tenho medo de nunca ter amigos por que sou muito estranha’.”</p>



<p>Para administrar seu TOC, Larkin precisou contar com o apoio de sua mãe e de seu pai. Este, aliás, passou a ser uma fonte de força e determinação após entender melhor a situação de Shane. Para Pinder-Amaker, ter uma família que é parte da solução, em vez de ser parte do problema, é uma enorme vantagem para o paciente.</p>



<p>Shane conseguiu ficar bem sem os remédios, já sua mãe decidiu confiar na medicação para ajudá-la com os problemas de saúde mental. Ambos ainda lutam para manter seu equilíbrio mental, por isso a decisão de Shane de falar sobre seus problemas publicamente foi tão libertadora para ele.</p>



<p>“Quando você fala sobre isso, já não se sente tão sozinho”, diz Larkin.</p>



<p><strong><em>&#8220;Tomar ou não tomar remédios? O espinhoso problema da saúde mental da NBA&#8221; é a parte 3 de uma série especial da ESPN. Este mesmo capítulo, em inglês, pode ser acessado em &#8220;To medicate or not? The thorny mental health issue in the NBA&#8221;. </em></strong></p>



<p>“Essas opiniões desencontradas podem atrapalhar os jogadores”, diz Buss. “Precisamos criar um espaço mais democrático, onde as pessoas entendam que precisam respeitar a opinião dos outros também. Se um jogador está se automedicando [com álcool ou drogas] por que é assim que ele se sente melhor, ou pelo menos é o que eles pensam, temos que encontrar uma maneira de oferecer alternativas colaborativas e sigilosas.”</p>



<p>Lucas diz que é fundamental para a NBA melhorar os meios para identificar jogadores com problemas de saúde mental o mais rapidamente possível e ser mais proativa para conseguir fazer com que eles procurem ajuda.</p>



<p>“Durante uma viagem, o cara que se isola é aquele que está deprimido”, diz Lucas. “É fácil identificá-lo. Ele está sempre sozinho, sempre dentro do quarto, nunca sorri, nunca vai para lugar nenhum.&#8221;</p>



<p>“O cara que tem TDAH é aquele que não consegue ficar quieto. Ele entra no ônibus, depois sai do ônibus, não sossega. Já o cara com TOC surta se vê um pedaço de papel jogado no chão. Eu sempre digo aos treinadores: &#8216;Se esses jogadores fossem filhos de vocês, se tivessem seu sangue, vocês tratariam a coisa de forma diferente. Vocês se preocupariam muito mais do que estão se preocupando agora’.”</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img src="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Tomar-ou-não-tomar-remédios-O-espinhoso-problema-da-saúde-mental-da-NBA-03.jpg" alt="" class="wp-image-532" srcset="https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Tomar-ou-não-tomar-remédios-O-espinhoso-problema-da-saúde-mental-da-NBA-03.jpg 570w, https://saudenacapital.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Tomar-ou-não-tomar-remédios-O-espinhoso-problema-da-saúde-mental-da-NBA-03-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 570px) 100vw, 570px" /><figcaption>Shane Larkin, que combate o TOC desde que é criança, aprendeu a lidar com os sintomas </figcaption></figure>



<p><strong>FONTE: </strong>ESPN 2018</p>
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		<title>Como vencer a dificuldade de iniciar a prática regular de exercícios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2020 12:10:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ATIVIDADE FÍSICA]]></category>
		<category><![CDATA[SLIDE DESTAQUE HOME]]></category>
		<category><![CDATA[BEM ESTAR]]></category>
		<category><![CDATA[EXERCÍCIO FÍSICO]]></category>
		<category><![CDATA[PRÁTICA REGULAR DE EXERCÍCIO FÍSICO]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE FÍSICA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nem sempre é fácil começar uma atividade física. Falta hábito e, às vezes, a pessoa não tem ideia de como começar. Porém, depois do pontapé inicial, o difícil será parar de fazer exercícios, pois os benefícios são percebidos rapidamente e a prática se incorpora à rotina de maneira prazerosa. O desafio, então, é superar as &#8230;</p>
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<p>Nem sempre é fácil começar uma atividade física. Falta hábito e, às vezes, a pessoa não tem ideia de como começar. Porém, depois do pontapé inicial, o difícil será parar de fazer exercícios, pois os benefícios são percebidos rapidamente e a prática se incorpora à rotina de maneira prazerosa.</p>



<p>O desafio, então, é superar as dificuldades iniciais. Para isso, estas três dicas podem ajudar bastante: Escolha uma atividade que não exige esforço nem muito preparo físico – por exemplo, caminhar, andar de bicicleta, nadar, jogar futebol, vôlei ou outro esporte e até mesmo dançar. . Encontre um lugar agradável, perto de sua casa, para que não tenha de fazer grandes deslocamentos – um parque, uma praça, um clube, uma rua arborizada. . Tente participar de um grupo que já pratique atividades físicas ou reúna amigos que também estejam dispostos a se tornarem mais saudáveis. Assim, um estimula o outro.</p>



<p>Não existe nenhuma receita pronta para dar o primeiro passo. Tudo depende da rotina e dos hábitos de cada um, e não precisa ser nada complicado. Se a distância entre a casa e o trabalho não for muito longa, tente ir a pé alguns dias por semana. Se você mora ou trabalha alguns andares acima da rua, troque o elevador pela escada.</p>



<p>Indispensável para os idosos Se você optar por uma academia ou por exercícios mais rigorosos, é indispensável que consulte um médico para um exame de suas condições físicas e para evitar lesões musculares. Isso vale especialmente no caso dos idosos, para quem a atividade física é ainda mais importante e necessária, pois proporciona mais disposição e bem-estar e reduz o risco de doenças cardíacas, osteoporose, diabetes, perda de massa muscular, obesidade e depressão.</p>



<p>Quem tem mais idade deve preferir atividades leves, para começar, e concentrar-se em desenvolver elasticidade, equilíbrio e força muscular. Os exercícios de alongamento são particularmente benéficos e podem ser feitos em qualquer lugar, mesmo em casa. Eis algumas atividades físicas indicadas para idosos: exercícios de postura, esportes de baixo impacto, alongamento e relaxamento, tai chi chuan, ioga, caminhada, natação e hidroginástica e dança.</p>



<p>Crianças e adolescentes Nas fases de crescimento e desenvolvimento, crianças e adolescentes também precisam praticar atividades físicas regularmente. Hoje, o computador, a TV e os games tendem a prender em casa as crianças e os jovens e deixá-los mais inativos. É preciso ficar atento a isso e estimulá-los a praticar um esporte e exercícios físicos.</p>



<h2>Dicas para iniciar os exercícios</h2>



<p>De acordo com o Ministério da Saúde, os adolescentes devem praticar atividades moderadas com regularidade para afastar o risco de obesidade precoce, evitar problemas de saúde, aumentar a socialização, desenvolver melhor a personalidade e até favorecer a descoberta de aptidões e talentos.</p>



<p>Exercícios pós-parto As mulheres que deram à luz há pouco tempo também devem praticar atividades físicas na hora de se adaptar à nova rotina, marcada pela presença de um bebê em casa. Durante nove meses, o corpo passou por alterações, e agora precisa se recompor. O tempo para praticar esportes se torna mais reduzido, por causa das novas obrigações, mas convém criar um espaço próprio para se exercitar e ficar em forma. A atividade física é ótima também para se prevenir da depressão e da ansiedade que, eventualmente, as mudanças hormonais provocam na mulher que acabou de ter um filho.</p>



<p>Para começar, é preciso conversar com um profissional de saúde para fazer uma avaliação física e saber o tipo de exercício mais indicado e a hora certa de começar. Nesse caso, vale a mesma recomendação geral: começar com atividades leves – caminhar, nadar, andar de bicicleta, praticar ioga, dança e ginástica que a mãe faz com o bebê e assim por diante. Aos poucos, cria-se uma rotina e se torna possível para fazer exercícios moderados, e depois mais intensos. Tudo é uma questão de dar o primeiro passo.</p>



<p><strong>FONTE: </strong>Saúde Brasil</p>
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		<title>Hábitos que podem ajudar a sua saúde mental em tempos de Coronavírus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2020 07:24:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE MENTAL]]></category>
		<category><![CDATA[CORONAVÍRUS]]></category>
		<category><![CDATA[HÁBITOS SAUDÁVEIS]]></category>
		<category><![CDATA[PANDEMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lidar com as emoções e colocar o corpo em movimento é importante para te manter em equilíbrio Já no início de 2020 fomos surpreendidos com a chegada do novo Coronavírus, o agente que provoca a Covid-19, doença que afeta o sistema respiratório humano. Desde então, temos lidado com um turbilhão de sensações, que inclui o &#8230;</p>
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<p><em>Lidar com as emoções e colocar o corpo em movimento é importante para te manter em equilíbrio</em></p>



<p>Já no início de 2020 fomos surpreendidos com a chegada do novo Coronavírus, o agente que provoca a Covid-19, doença que afeta o sistema respiratório humano. Desde então, temos lidado com um turbilhão de sensações, que inclui o medo de adoecer, ou de ver algum ente querido adoecer, a preocupação ao sair de casa, a frustração de cancelar compromissos e a incerteza de quando tudo isso vai passar.</p>



<p>Mas não se sinta só nessa! Diante de tantos desafios, a cabeça realmente entra em outra frequência, e isso está acontecendo com todo mundo. Viver em tempos de pandemia é também uma jornada mental. Por isso, os cuidados que devemos tomar não podem ser somente com o corpo. Vale ficar de olho nas emoções também.</p>



<h2><strong>Entendendo o mecanismo</strong></h2>



<p>Em entrevista ao Saúde Brasil, Maria Dilma Alves, Psiquiatra e Coordenadora Nacional de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas do Ministério da Saúde, nos lembrou que os sintomas ansiosos estão presentes em diversos momentos da nossa vida, mas é quando eles se tornam desproporcionais em duração e intensidade que devemos encarar como um problema.</p>



<p>Sendo assim, podemos encarar isso como um mecanismo de defesa do nosso corpo diante de alguma situação desafiadora. E nada mais desafiador que lidar com um inimigo invisível, como é o caso desse novo vírus.</p>



<p>Diversos são os gatilhos que desencadeiam o estresse e os sintomas ansiosos ou depressivos. Estamos falando de uma realidade que ninguém esperava viver. E não se trata apenas da adaptação do trabalho para dentro de casa. Foi a nossa vida social a maior prejudicada.</p>



<p>Nunca a tecnologia foi tão requisitada como agora. Para driblar a saudade dos amigos e familiares, lançamos mão das chamadas de vídeo. Para o trabalho remoto, reorganizamos a rotina. Para qualquer atividade que demande uma saída de casa, foram adquiridos alguns cuidados.</p>



<p>Mas para lidar com tudo isso ao mesmo tempo, alguns hábitos podem ajudar a conservar a mente e corpo são. Manter a rotina de casa, do trabalho e de lazer organizada, ter o hábito de conversar com os amigos e familiares, cuidar do sono e manter uma alimentação adequada e saudável são partes das recomendações que vão ajudar a preservar a sua saúde mental.</p>



<h2><strong>Atividade física como sua aliada</strong></h2>



<p>Colocar o corpo em movimento é&nbsp; uma importante via para te manter em equilíbrio. Muito além de manter ou perder peso, as atividades físicas são aliadas da saúde e do bem-estar.</p>



<p>Segundo o Ministério da Saúde, por meio da atividade física é possível garantir o aumento da disposição para realizar outras tarefas, o fortalecimento dos ossos e músculos, a melhora da flexibilidade e capacidade funcional, a melhora da qualidade do sono, do humor, dos quadros depressivos, da autoestima e da sensação de bem-estar, além da redução da ansiedade e estresse.</p>



<h2><strong>Atividades para fazer em casa e seus benefícios</strong></h2>



<h5><strong>Alongamento</strong></h5>



<p>Além de melhorar a flexibilidade, o alongamento pode ser uma atividade física prazerosa e relaxante. Os exercícios de alongamento e relaxamento podem ser realizados em casa, sem a necessidade de muito espaço, como no chão ou em pé.</p>



<p>Principalmente agora com o teletrabalho como opção, eles são grandes aliados e auxiliam também na quebra do comportamento sedentário, que é a realização de atividades de baixo ou nenhum gasto energético geralmente realizadas na posição sentada em frente a telas de computador, televisão, celulares e tablets.</p>



<p>Levantar da cadeira a cada 30 minutos para pegar água ou ir ao banheiro, por exemplo, é algo simples, mas que já promove a quebra desse comportamento sedentário e pode trazer benefícios para a saúde.</p>



<h5><strong>Dança</strong></h5>



<p>Além de ajudar a manter o peso saudável, dançar aumenta a flexibilidade, trabalha a coordenação motora, incentiva a criatividade e ainda ajuda a melhorar a autoestima. Além de tudo isso, a prática é divertida e prazerosa. Essa ainda é uma ótima alternativa para esse período, até porque dançar não exige que você saia de casa. É só ligar uma música e se jogar no ritmo!</p>



<p></p>



<p><strong>FONTE: </strong>Saúde Brasil</p>
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		<title>A aliada de José contra a depressão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[saudenacapital]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2020 07:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ATIVIDADE FÍSICA]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE MENTAL]]></category>
		<category><![CDATA[DEPRESSÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça a história do José Gadelha, que por orientação da sua psicóloga resolveu dar uma chance para a atividade física como parte do seu tratamento contra a depressão. Com uma vida fisicamente ativa, ele disse adeus aos remédios para dormir e reencontrou o bem-estar físico e emocional. FONTE: Saúde Brasil</p>
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<p><strong>Conheça a história do José Gadelha, que por orientação da sua psicóloga resolveu dar uma chance para a atividade física como parte do seu tratamento contra a depressão. Com uma vida fisicamente ativa, ele disse adeus aos remédios para dormir e reencontrou o bem-estar físico e emocional.</strong></p>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/ocHUhnQ0C0A" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>



<p></p>



<p><strong>FONTE: </strong>Saúde Brasil</p>
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